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Investeringer (CAPEX)

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11. Fremtidsprognose og verdsettelse

11.5 Investeringer (CAPEX)

Como etapa final deste trabalho, será detalhado um plano de intervenção educacional com os alunos do CESA e a comunidade da Lapa. Sua apresentação acompanha o formato de um projeto: justificativa, objetivos, cronograma e planilhas de recursos e de gerenciamento. Este termo de referência contou com a avaliação prévia (ex-ante), o que provocou a modelagem de um plano de contingência, onde se prevê possíveis realinhamentos em face da variabilidade dos recursos disponíveis.

Front-end analysis – também conhecida como avaliação ex-ante (preinstalation),

avaliação de contexto, ou feasibility analysis. Inclui as atividades de avaliação realizadas previamente à implantação do programa, no sentido de confirmar, verificar, ou estimar as necessidades (needs assessments), a concepção, o suporte operacional, as fontes de financiamento, o arranjo institucional ou outros tipos de suporte necessários. Os resultados da avaliação têm como objetivo prover informações a fim de aprimorar o planejamento do programa ao determinar o nível de implementação apropriada, ou mesmo ao gerar feedback para subsidiar decisões sobre a implantação ou não do programa.67

O programa pretende concluir esta pesquisa de forma propositiva. A possível intervenção no campo a partir de uma pesquisa preliminar, como foi o caso deste trabalho, permite que a analise teórica concorra para a transformação do próprio cenário da pesquisa. Oportunidade essa, inscrita na estrutura dos mestrados profissionais, como o presente.

Os alunos do CESA são jovens em formação final no ciclo básico, que se encerra no terceiro ano do Ensino Médio. No universo do colégio, mil e duzentos alunos entram e saem de sua estrutura como passantes e usuários do espaço da Lapa e arredores. Nessas trajetórias, deparam-se com monumentos e casario centenário, muitos dos quais tombados pelo patrimônio histórico em suas diversas representações. Um grupo de dez alunos, informantes desta pesquisa, deixou-se conhecer em suas perspectivas, desejos e anseios frente ao lugar onde residem e/ou estudam.

67

CALMON, Kátya Maria Nasiaseni. A avaliação de programas e a dinâmica da aprendizagem organizacional. Disponível em: http://www.ipea.gov.br/ppp/index.php/PPP/article/viewFile/90/99 Acesso em: 5/3/2011

Dos relatos acerca dessas itinerâncias pelo espaço, foi possível depreender um valor afetivo pelo local, expressos por registros que remetiam à infância, ou à jovialidade das andanças com amigos na busca de aventuras comuns aos adolescentes. A precariedade do espaço urbano, com a presença de moradores de rua, assaltos, constantes alagamentos e lixo, impacta na percepção dos jovens sobre a Lapa.

Os jovens reconheceram, no entanto, o valor histórico da Lapa, afinal “viviam na história”, cercados de monumentos e museus. Não dispõem, contudo, de maiores informações a respeito do seu patrimônio. Conheciam o significado do termo “tombamento”, mas não fo-

ram capazes de identificar onde se localizavam e qual a importância histórica que lhes era a- tribuída.

De suas andanças, retiravam o afeto que investiam ao lugar. De suas astúcias, redefiniam trajetórias, como a que lhes abria espaço por entre transeuntes no frenesi do Saara,

em que os gritos de “olha o pesado” impunham ao lugar o registro de seus próprios interesses.

Ao caminhar por entre ruas e avenidas de longa história, deparam-se, necessariamente, com ícones em ruínas ou renovados de variados tempos que representam, para os alunos do CESA, o lócus privilegiado de um certo patrimônio.

Onde poderão encontrar-se as duas dimensões do patrimônio: aquela inscrita na oficialidade dos programas de preservação e a registrada nos afetos e interesses dos jovens estudantes? As interseções entre discursos e práticas talvez ensejem uma linguagem patrimonial redimensionada. Nessa perspectiva, o presente termo de referência propõe uma ação dialógica, em que os atores do patrimônio e seus praticantes encontrem-se num fórum de discussão, onde produzam material suficiente para o arranjo de estratégias de ensino- aprendizagem que amplie o vocabulário patrimonial e torne-o efetivo no resgate da autoestima e no sentimento de pertencimento a uma área revalorizada.

O projeto apoia-se nos postulados da gestão social que têm como pressuposto o

conceito de “cidadania deliberativa” (Tenório, 2005:105). A “cidadania deliberativa significa,

em linhas gerais, que a legitimidade das decisões políticas deve ter origem em processos de discussão, orientados pelos princípios da inclusão, do pluralismo, da igualdade participativa,

da autonomia e do bem comum.” (Idem). O diálogo, portanto, é o fundamento necessário para

a realização desta proposta. Envolver os atores deste projeto num processo dialógico, cuja pauta seja determinada pelas demandas socioculturais intrínsecas da comunidade da Lapa, constitui estratégia apropriada para a consecução deste trabalho.

O estabelecimento de uma rede de comunicação, proporcionada pela realização de um fórum entre os participantes do projeto, constituirá uma força estratégica para que a comunidade perceba sua relação com o espaço público da Lapa e seu patrimônio histórico. Dessa forma, o projeto pretende fomentar a inclusão do tema do patrimônio na “esfera

pública” como a define Habermas: “a esfera pública pode ser descrita como uma rede

adequada para a comunicação de conteúdos, tomada de posição e opiniões; nela os fluxos comunicacionais são filtrados e sintetizados a ponto de se condensarem em opiniões públicas

enfeixadas em temas específicos.” (Habermas, 1997: 92).

A participação da comunidade educativa nas atividades propostas por esse projeto representa a possibilidade de apropriação dos bens históricos e culturais da Lapa como suportes e símbolos identitários de sua população. A memória que impregna o local, desde os primeiros ocupantes, cujas obras persistem no tempo, como o aqueduto e a Igreja da Lapa do Desterro, pertencem à comunidade e forjam sua identidade.

Após a realização do fórum, serão ministrados cursos e oficinas práticas de educação patrimonial aos alunos do Colégio Souza Aguiar. Afirmando a dimensão dialógica e participativa desta proposta, serão utilizadas as recomendações levantadas nos debates com a comunidade. Assim, o material didático e as estratégias de ensino-aprendizagem serão construídos a partir do elenco de conteúdos e prioridades levantados pelos participantes.

3.1.1 Ambiente do projeto

Como anteriormente explicitado, a Lapa apresenta-se, na atualidade, como alvo de investimentos privados que lhe conferem novos espaços valorizados e de grande circulação de pessoas. Turistas, jovens de classe média e boêmios cruzam-se no espaço que ressurge como polo cultural da cidade.

Essa renovação, no entanto, não atingiu a infraestrutura do bairro, onde o saneamento é precário, a pavimentação é irregular e deteriorada e a iluminação pública insuficiente. A região ainda padece da falta de segurança e é marcada pela prostituição e por moradias insalubres.

A área da Lapa, embora tenha recebido uma diversidade de investimentos, ainda é identificada como periférica e degradada. Não obstante o rico patrimônio edificado (uma grande parte tombado) que compõe o local, a população residente parece ignorar os valores

culturais e históricos que impregnam o local. O imaginário popular que identifica a região como centro da boêmia, do baixo meretrício e dos remanescentes cortiços parece ainda predominar.

Iniciativas governamentais de preservação dos bens históricos e culturais têm sido observadas. O patrimônio edificado do bairro é protegido pelo poder público através de inúmeros tombamentos e projetos de preservação.

Todas estas iniciativas de proteção ao patrimônio demonstram a importância atribuída à Lapa. A história da cidade do Rio de Janeiro encontra no bairro os seus elementos fundadores e muitos aspectos da cultura de sua população estão expressos em suas tortuosas ruas.

Por todos esses fatores, a Lapa constitui-se hoje como uma região em transição. Entre a decadência e a renovação, a população residente constrói o seu cotidiano urbano. A Cidade do Rio de Janeiro tem, no seu centro histórico, as suas referências. A Lapa, como parte deste centro, pode ajudar a resgatar a cultura e a história da cidade e elevar, através dessas, o espírito de seus cidadãos.

Foi observado um comportamento de baixa autoestima dos jovens estudantes do Ensino Médio do Colégio Souza Aguiar, relacionado ao seu local de estudo e moradia, considerado por eles área periférica e degradada. Ao mesmo tempo, é revelador o afeto que nutrem pelos espaços, o que testemunha sua própria juventude e a esperança comum dos que, apenas, iniciam sua trajetória na vida adulta.

O CESA, local escolhido para a realização do fórum e as oficinas, é um ambiente suficientemente espaçoso e estruturado, com salas de aula, laboratório de informática com acesso à internet, biblioteca e auditório.

Espera-se que o reconhecimento por esses atores da importância histórica e cultu- ral da Lapa proporcione a melhora na autoestima dos jovens residentes e/ou frequentadores da região. É possível considerar ainda as oportunidades de trabalho e renda a partir do engaja- mento em iniciativas turísticas e culturais favorecidas pela crescente afluência de turistas na- cionais e estrangeiros que tem ocorrido na região.

3.2 Objetivo

3.2.1 Objetivo geral

Este projeto tem como meta principal a inclusão cidadã dos jovens estudantes do Ensino Médio do Colégio Souza Aguiar a partir da apropriação do patrimônio histórico e cultural da Lapa, ampliando o seu vocabulário patrimonial e histórico e integrando as iniciativas do poder público nas esferas patrimonial e educacional, espera-se que a comunidade se capacite para partilhar das expectativas da Lapa como novo polo cultural da cidade.

3.2.2 Objetivo específico

Realização de um fórum de debates visando:

 Ouvir a população local sobre as suas principais demandas socioculturais.  Criar um canal de comunicação entre a comunidade educativa e o poder

público, representado, no evento, pelas Secretarias de Estado de Educação e Turismo e o INEPAC.

 Levantar informações sobre o patrimônio cultural e histórico da Lapa.

 Conscientizar sobre a importância da restauração e preservação do patrimônio

edificado da região.

 Levantar as potencialidades de utilização do patrimônio histórico para geração

de trabalho e renda da população local.

 Colher subsídios para a confecção de material didático a ser utilizado no curso

Realização de um curso de capacitação de educação patrimonial visando:

 Conscientizar os alunos sobre a importância da restauração e da preservação

dos bens históricos.

 Conhecer a história da Cidade do Rio de Janeiro a partir do seu patrimônio

edificado, especialmente, do centro histórico da cidade.

 Capacitar os alunos para a atuação no crescente mercado de turismo cultural da

região com ênfase no patrimônio material e imaterial da região.

 Capacitar para atividades culturais que tenham como foco a exploração

sustentável do patrimônio histórico e cultural da Lapa.

3.3 Beneficiários

O foco prioritário desta proposta são os jovens estudantes do Ensino Médio do Colégio Souza Aguiar. A comunidade residente, no entanto, deverá beneficiar-se das discussões, elevando a percepção geral sobre a importância histórica e cultural da Lapa, bem como o seu próprio protagonismo como agentes produtores de cultura e história na área.

Inicialmente, cento e vinte alunos comporão o primeiro módulo desta proposta. Cada série deverá envolver quarenta alunos que manifestarem interesse em participar do projeto.

A comunidade local (pequenos comerciantes, produtores culturais, empresários da indústria cultural etc.) será incentivada a participar dos debates sobre o aproveitamento do patrimônio como estratégia de desenvolvimento local.

3.4. Justificativas

O Rio de Janeiro vive um momento particularmente auspicioso com a aproximação de dois eventos de caráter global que desembarcarão na cidade, respectivamente, em 2014 e 2016. A Copa do Mundo e, especialmente, as Olimpíadas oferecerão uma grande oportunidade para o desenvolvimento de atividades turísticas e culturais. O centro histórico da

cidade, particularmente, a Lapa e a zona portuária são depositárias de atrativos históricos e culturais que, certamente, despertarão o interesse dos visitantes.

O projeto de educação patrimonial poderá proporcionar à comunidade educativa (pais, alunos e professores) do Colégio Estadual Souza Aguiar a oportunidade de conhecer a história local. O reconhecimento da Lapa como suporte da cultura e da história da Cidade do Rio de Janeiro favorecerá o sentimento de pertencimento da população a um espaço valorizado.

Espera-se, com o projeto, gerar oportunidades de renda e trabalho para os estudantes, bem como despertar-lhes o interesse pela história e pela cultura do Rio de Janeiro. Considera-se ainda a possibilidade de estreitar a comunicação do poder público com a população local, com vistas ao atendimento de suas demandas socioculturais.

3.5. Metodologia

As estratégias que informarão este projeto serão subsidiadas pela metodologia de Paulo Freire. Considera-se que seus postulados são aplicáveis no âmbito da educação patrimonial, objeto dessa proposta, pelos aspectos participativos e democráticos que configuram seus conceitos. Embora dimensionados inicialmente para a alfabetização de adultos, a metodologia de Freire é inspiradora para o contexto deste trabalho na medida em que o patrimônio pode se constituir em uma linguagem que, na relação dialógica entre conteúdos históricos e vivências dos atores, estabeleça-se como um veículo de aprendizagem autônoma e democrática.

As memórias e narrativas histórico-culturais que impregnam o patrimônio

edificado da Lapa podem e devem ser “lidas” por quem nelas está imerso. Dessa forma, o

patrimônio deve ser apropriado pela leitura e reapropriado pela escrita de seus usuários. Poder-se-ia qualificar de escrita as práticas dos passantes e residentes da Lapa, que, cotidianamente, movimentam-se pelo espaço patrimonializado. Esses usos também produzem

um “texto”, sua gramática poderia ser chamada de táticas lingüísticas de praticantes de

lugares patrimonializados. Nessa medida, aprender e ensinar o patrimônio traduz-se como

uma via de mão dupla, onde os “aprendizes” interferem no conteúdo, ampliando seus

Sendo assim, aludimos ao método de Paulo Freire como estratégia metodológica na explicitação das seguintes etapas:

1. Etapa de Investigação: busca conjunta entre professor e aluno das palavras e temas mais significativos da vida do aluno, dentro de seu universo vocabular e da comunidade onde ele vive. (Brandão, 2006).

Projeto: É possivel considerarmos que esta etapa poderá ser realizada a partir do fórum, cujos

debates devem ensejar um “vocabulário” patrimonial a ser percebido por todos os atores

envolvidos no processo de ensino-aprendizagem.

2. Etapa de Tematização: momento da tomada de consciência do mundo, através da análise dos significados sociais dos temas e palavras. (Idem)

Projeto: Nesta etapa, uma vez percebido o “vocabulário” patrimonial, deverão ser analisados os significados dados pelos atores ao tema patrimônio histórico e cultural da Lapa dentro de seu contexto sociocultural.

3. Etapa de Problematização: etapa em que o professor desafia e inspira o aluno a superar a visão mágica e acrítica do mundo, para uma postura conscientizada. (Idem).

Projeto: A problematização do tema patrimônio histórico por parte dos atores deve ensejar uma reflexão sobre a identidade, sobre a memória e, no limite, sobre o poder envolvido nas iniciativas governamentais voltadas para a preservação do patrimônio cultural. Por quê? O quê? E para quem se preserva o patrimônio? Quais os grupos sociais e históricos estão representados nos bens protegidos pelo poder público? Como superar as assimetrias identificadas no campo das representações sócio-históricas?

3.6 Desenvolvimento do projeto

Este projeto envolverá os seguintes atores: Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro; Secretaria Estadual de Turismo; patrocinador; Instituto Estadual de Patrimônio Cultural do Rio de Janeiro; Fundação Getúlio Vargas; alunos, pais e Direção do Colégio Estadual Souza Aguiar.

O fórum e as oficinas serão realizados nas dependências do Colégio. Está prevista uma ajuda de custo aos alunos participantes dos cursos pelo período do módulo de capacitação.

A partir da constituição de um fórum de debates promovido pelo projeto, alunos, professores, direção, gestores sociais, produtores culturais, empresários e comerciantes locais levantarão as prioridades relativas ao patrimônio cultural da Lapa e arredores.

As discussões do fórum informarão as estratégias de ação para o resgate da memória e reconhecimento do patrimônio edificado. Serão cogitadas as oportunidades de trabalho e renda prioritariamente voltadas para a empregabilidade do público alvo do projeto

– os estudantes do Colégio Souza Aguiar.

Com base nas prioridades levantadas pelo fórum, serão elaborados cursos, palestras e oficinas sobre o patrimônio cultural da Lapa e arredores. Essas atividades serão aplicadas no contra-turno, no espaço escolar e sob a orientação de um corpo docente formado por professores de História, Artes, Geografia, Sociologia, Inglês e Teatro. Os alunos participarão da construção coletiva de material didático que apoiará a realização de todas as atividades pedagógicas.

Essas atividades incluirão visitas técnicas ao patrimônio tombado. Está previsto um estágio final dos alunos formandos como monitores e guias culturais, em parceria com a Secretaria de Turismo do Estado do Rio de Janeiro.

Ao final do programa, com base na relação dialógica estabelecida entre professores, especialistas e alunos, estes poderão identificar o conjunto patrimonial da Lapa e seus arredores, bem como reconhecer a sua importância histórico-cultural.

A partir das discussões do fórum, das avaliações ao longo do processo e dos resultados das oficinas e outras atividades, será elaborado material didático abordando o patrimônio cultural da Lapa e arredores. Esse material deverá ser trabalhado pelos professores regulares do Ensino Médio da escola dentro da sua grade habitual, como tema transversal previsto nos Parâmetros Curriculares Nacionais.

3.7. Cronograma

MÊS/TAREFA

FASE 1

ENTREGA DO TERMO DE REFERÊN-

CIA X

AVALIAÇÃO DO TERMO DE REFE- RÊNCIA

X

ELABORAÇÃO DO PROJETO FINAL X X X

APRESENTAÇAO DO PROJETO PARA APROVAÇÀO DAS INSTITUIÇOES

ENVOLVIDAS X

FASE 2

CONFECÇÀO DE MATERIAL DE DI-

VULGAÇÀO X X

LANÇAMENTO NA ESCOLA/ CONVI-

TE AOS ALUNOS E DEMAIS ATORES X

REALIZÇÀO DO FÓRUM SOBRE O PATRIMÔNIO HISTÓRICO E CULTU-

RAL DA LAPA X

SELECIONAR ALUNOS PARA CAPA-

CITAÇAO X FASE 3 FORMATAR CURSO/MATERIAL DIDÁTICO DE CAPACITAÇÀO EM EDUCAÇÃO PATRIMONIAL X CONTRATAR PROFESSORES X VERIFICAR SALAS/EQUIPAMENTOS X INICIAR CAPACITAÇAO X FASE 4

PRIMEIRA AVALIAÇÀO DA CAPACI- TAÇAO

(ALUNOS)

X

VISITA TÉCNICA II X

SEGUNDA AVALIAÇAO DA CAPACI- TAÇAO

(ALUNOS)

X

VISITA TÉCNICA II X

AVALIAÇAO FINAL DA CAPACITA- ÇAO

3.8. Gerenciamento

Fundação Getúlio Vargas – FGV

Instituto Estadual de Patrimônio Cultural – INEPAC Secretaria Estadual de Turismo - SET

Secretaria Estadual de Educação – SEE Colégio Estadual Souza Aguiar - CESA

PROJETO/AGENTE PLANEJAMENTO DECISÃO EXECUÇÃO OBSERVAÇÃO SUPERVISÃO

FGV X PATROCINADOR X X INEPAC X X SEE X X X SET X X PRODUTOR CULTURAL X X X X PROFESSORES X DIREÇÃO CESA X

3.9. Orçamento/Recursos

Fundação Getúlio Vargas – FGV

Instituto Estadual de Patrimônio Cultural– INEPAC Secretaria Estadual de Turismo - SET

Secretaria Estadual de Educação – SEE Colégio Estadual Souza Aguiar - CESA

RECURSO/

AGENTE FINANCEIRO HUMANO TECNOLÓGICO MATERIAL

FGV APOIO TÉCNICO METODOLÓGICO PATROCINADOR 1- PRÓ-LABORE DOS PROFISSIONAIS ENVOLVIDOS 2 -AJUDA DE CUSTO PARA OS ALUNOS 1. MATERIAL DE APOIO DIDÁTICO 2. TRANSPORTE 3. ALIMENTAÇÃO INEPAC TÉCNICO EM PATRIMÔNIO APOIO TÉCNICO METODOLÓGICO

SEE PROFESSORES APOIO TÉCNICO

SET TÉCNICO EM TURISMO DADOS E INFORMAÇÕES PERTINENTES PRODUTOR CULTURAL COORDENADOR DO PROJETO CESA MONITOR DE

3.10. Acompanhamento

Os resultados serão monitorados a partir da observação dos técnicos envolvidos, bem como da aplicação de questionário de avaliação e entrevistas com os participantes. No curso de capacitação direcionado aos alunos, serão realizadas provas e/ou trabalhos práticos e teóricos.

3.11. Avaliação ex ante ou a priori

Tendo em vista tratar-se de um termo de referência em que os dados quanto a possíveis financiadores do programa ainda não foram levantados, recomendou-se a modelagem de um plano de contingência que permitisse sua implementação em etapas.

Neste Plano de Contingência, foi sugerida a inclusão dos seguintes ítens: 1. Trabalhar com diversas alternativas de financiamento ao projeto;

2. Incluir a divulgação inicial como etapa dialógica, caso não consiga o financiamento imediatamente. Evitam-se, com isso, eventuais atrasos no cronograma;

3. Selecionar um número maior de alunos para a capacitação para eventuais ausências. Evita-se, com isso, o comprometimento da amostra;

4. Incluir alternativas a contratação de professores para o curso de capacitação, tais como: colaboradores; estagiários; colegas de mestrado; etc. Isso pode ser importante para o caso de atraso no financiamento da pesquisa ou mesmo atraso no repasse de recursos pelos financiadores;

5. Incluir alternativas a todos os atores (Agentes) e Recursos apontados no item 3.9 do projeto – Orçamento/Recursos.

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