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5 Analyse

5.4 Interne læringsprocesser

5.4.1 Interne læringsprocesser i Planlægnings fasen

especificamente: hn"ëm'l.a;l'¥w> ~AtåY"l; ‘rύEl; ywI©Lel; (lalevi lager

layaton vela’alemanah - para levita, para estrangeiro, para órfão e para viúva)

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.

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Esse vocábulo em nossa medologia é muito importante já que faz parte de uma de nossas hipóteses, por isso mais adiante trataremos pormenorizadamente.

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Tradução feita pelo autor desse trabalho. Ernst Jenni com la colaboración de Claus Westermann,

Diccionario Teologico Manual Del Antiguo Testamento, pp.264-269, “1.’almana,<viúva>, pertence, com variações fonéticas em arameu e árabe (’armalta ou ’armalat diante do acádico ’almattu <’almantu,

ugarítico almnt, fenício ’lmt), do semítico comum (cf. GVG I, 220.227). A etimologia é incerta: cf. as

intenções de falar uma derivação apresentado em HAL 56b. De ’almana se tem derivado os abstratos ’almanut <viuvez> (bigde ’almenutah, <vestidos de sua viuvez>, Gn 38,14.19; 19; sobre 2 Sm 20,3 e Is

54,4, cf. inf. 3b), e ’almon, <viuvez>, (Is 47,9 paralelo sekol, <falta de filhos>, cf. inf. 3b); cf. o acádico almanutu (CAD A/, 362a) e o ugarítico 52 (= SS), 9, ht ulmn, <bastão da viuvez>, paralelo a ht tkl,

<bastão da falta de filhos>, do deus Mot (Gray, Legacy, 95s). Por regressão tem surgido a forma ’alman,

<enviuvado, viúvo>, que aparece em Jr 51,5 aplicado em sentido metafórico: <Israel e Judá não têm sido abandonados por seu Deus> (Rudolph, HAT 12, 306s). Sobre o suposto acádico almanum <viúvo> (Síria 19 [1938]), cf. CAD A/I 362a. Os 55 casos de ’almana correspondem: 1 a Gn, 2 a Ex, 2 a Lv, 1 a Nm, 11

a Dt, 1 a 2 Sm, 5 a 1 Re, 5 a Is, 5 a Jr, 6 a Ez (sobre Ez 19,17, cf. Zimmerli, BK XIII, 418s), 1 a Zac, 1 a Mal, 5 a Sal, 6 a Job, 2 a Lam, 1 a Prov. A estes deve-se somar ’almanut 4 X, ’almon e ’alman 1 X cada um. Uma terceira parte destes casos aparecem em textos jurídicos. Não se contabiliza o caso de Is 13,22, citado por Mandelkern, onde ’almenotaw, <seus palácios>, deve se considerar como forma secundária de ’armon (cf. também Ez 19,7). a) ’almana deve-se traduzir em todos os casos por <viúva>; se trata de uma

mulher que, ao morrer seu marido, tem perdido seu apoio social e econômico (portanto, <viúva> aqui é mais que a indicação do estado civil de uma <mulher cujo marido tem morrido>, cf. L. Köhler, ZAW 40 [1922] 34; G. van der Leeuw, Phänomenologie der Religion [2 1956] 276; CAD A/I, 364). A sorte da viúva é sempre triste, o mesmo não se dá com a que não tem os filhos e deve voltar para a casa paterna (Gn 38,11, com a possibilidade de matrimônio, conforme a lei do levirato) quem tem filhos (issa ’almana,

em 2 Sm 14,5; 1 Re 17, 9.10); cf. também 1 Re 7,14 (mãe de Hirão de Tiro) e 11,26 (mãe de Jeroboão), onde o pai morreu antes que o filho houvera nascido (cf. na inscrição fenícia de Esmunazar, linha 3, <filho da viúva>, KAI, II, 19-21S). A mais conhecida narração referente a uma viúva, o livreto de Rute, não usa nunca a expressão <viúva>. Em geral se fala das viúvas em conexão com uma série de pessoas

que sofrem idêntica dura sorte: órfãos (yatom), deserdados (gerusa), forasteiros (ger), pobres (dal), desgraçados (ani), mãe sem filhos (sakkula), e também levitas e escravos. Se seguem os seguintes nomes: viúvas/órfãos/forasteiros/desgraçados (Zac 7,10; cf. Dt 27,19; Mal 3,5); viúva/deserdado (Lv 22,13; Nm 30,10; Ez 44,22; cf. Lv 21,14); levita/estrangeiro/órfão/viúva (Dt 14,29; 26,12s; semelhante em Dt 16,11.14; 24,17.19-21; Jr 7,6; Ez 22,7). Ocorrem também os seguintes paralelismos: órfão-viúva (Is 1,17.23; Jr 49,11; Sal 68,6; Job 22,9; 24,3; Lam 5,3); pobre/desgraçado-viúva/órfão (Is 10,2, citado em CD 6,16); viúva sem filhos (Is 47,8 com ’almon em 47,9; Jr 15,8; 18,21). Outros paralelos: Sal 94,6;

146,9; Job 24,21; 29,13; 31,16. ’almana não tem nenhum sinônimo que indique exatamente uma situação

pessoal semelhante e apropriado para estas situações fixadas. b) Em sentido figurado aparece ’almanut

em 2 Sm 20,3: <viuvez durante a vida (do marido)> ( ou corrigindo o texto :< viúva de um vivo> ou <viúva em vida>), se referindo das concubinas reclusas por Davi depois da revolta de Seba. De modo semelhante no papiro de Elefantina, Cowley N. 30, linha 20, a expressão <nossas mulheres têm ficado como viúvas> descreve a renúncia das relações matrimoniais como sinal de duelo. Também uma cidade pode ser designada metaforicamente como viúva: Lam 1,1: <como se tem tornado viúva!>, descreve a Jerusalém depois da catástrofe; em Is 47,8 (oráculo contra Babilônia) diz a altiva Babilônia: <não me sinto como viúva...>, quando precisamente em 47,9 se anuncia a esta cidade que ficará viúva (’almôn) e

sem filhos. Em Is 54,4 se usa ’almanut se referindo a viuvez de Israel. a) As viúvas são indefesas, pobres

e sós dentro da comunidade em que vivem. Por isso, desde antiguidade, se fale da proteção legal de Yahvé: na antiga série de maldições do decálogo siquemita (Dt 27,19: <maldito o que viola o direito do forasteiro, do órfão e da viúva>), no código da aliança (Ex 22,21:<não explorareis as viúvas e órfãos; a paranêse legal que segue no v.23 reforça a antiga lei de talião: <vossas mulheres ficaram viúvas>); cf. a lei deuteronômica de Dt 24,17. Neste campo semântico encontramos os seguintes verbos: 1) nth hifil com mispat por objeto, <violar o direito> (Dt 27,19); 2) ‘nh piel, <oprimir> (Ex 22,21); 3) hbl, <tomar como

penhor> (Dt 24,17: uma roupa; cf. Job 24,21: um bem): 4) ‘sq, <oprimir> (Jr 7,6; Zac 7,10. Mal 3,5); 5) ynh hifil, <molestar> (Jr 22,3; Ez 22,7). Também nos textos ugaríticos se fala do direito das viúvas (dn almnt 2 Aqht [= II D] V, 8; 127 [= II K], VI, 33.46; cf. A. van Selms, Marriage and Family Life in Ugaritic Literature [1954] 142s). Em outra série de textos legais do Dt que regulam o direito dos pobres e

indigentes se concede a viúva (junto aos levita/forasteiros/órfãos) determinadas preferências: durante a colheita se tem o direito a recolher a sobra (Dt 24,19-21); nas festas das semanas e dos tabernáculos também as viúvas podem tomar parte (Dt 16,11.14); quando se entregam os dízimos, as viúvas podem comer até se saciar (Dt 14,29; 26,12s). Se as compararmos com outras legislações (Ex 23,14ss; 34,18ss; Lv 23), vemos que se trata de interpretações parenético-legais próprias da lei deuteronômica. Outras três determinações legais dispersas lançam luz sobre a situação legal da viúva: um sumo sacerdote não pode (a diferença do simples sacerdote, Lv 21,7) se casar com uma viúva (Lv 21,14). Quando a filha de um sacerdote volta para casa paterna como viúva sem filhos pode participar da comida das oferendas (Lv 22,13); cf. também Nm 30,10 (sobre os votos feitos por uma viúva). Resumindo se pode dizer, com Dt 10,18: Yahvé é o Deus <que faz justiça para viúva e o órfão> (‘osae mispat)>; cf. inf. Sal 68,6; 146,9. Em

F.C. Fensham, Widow, Orphan, and the Poor in Ancient Near Eastern Legal and Wisdom Literature: JNES 21 [1962] 129-130; e em Wildberger, BK X, 48, são paralelos recolhidos dos povos vencidos por Israel. b) Quando havia cristalizado nas diversas coleções legais foi depois recolhido pelos profetas, numa linguagem cúltica e no livro de Jó. Dentro da literatura profética estão principalmente Is, Jr e Ez onde envolvem as antigas cláusulas legais em torno da defesa das viúvas (e só aí, coisa curiosa, Am e Miq, não reconhecem os conceitos de <órfão> e <forasteiro>). No quadro das acusações proféticas se ataca a quem não defende a justiça da viúva (rib) (Is 1,23), a quem oprime aos órfãos e viúvas (Ez 22,25). Tanto em Jr 15,8 e 18,21 aparecem este conceito e o mesmo anúncio de juízo (Is 9,16: Yahvé não se apiederá das viúvas). Vice-versa, quando no oráculo contra as nações de Is 47,8s se anuncia que Babilônica ficará viúva, se indica a salvação de Israel (sobre Jr 49,11 e Jr 51,5, cf. Rudolph, HAT 12,288.306s; em Jó 27,15 se descreve a sorte do tirano); cf. o anúncio da salvação condicionada de Jr 7,6 ( <se vós...não explorareis a viúva>). Onde com maior clareza se reconhece as antigas cláusulas legais na tora profética: Is 1,17; Jr 22,3; Zac 7,10. Na visão do futuro de Ezequiel (44,22) se modifica a lei de Lv 21,14. Na oração Yahvé pode ser considerado como o juiz (dayyan) das viúvas (Sal 68,6; cf. 146,9); nas lamentações sobre os inimigos se ataca aos que matam viúvas e órfãos (Sal 94,6, com hrg), e expressa o desejo de que as mulheres de seus inimigos fiquem viúvas (109,9; cf. Jr 18,21). No livro de Jó volta a linguagem dos Salmos; assim, na lamentação sobre os crimes que acontecem na vida da viúva (24,3.21; sua catástrofe se descreve em 27,15). É típica a acusação dos amigos, que afirmam que Jó tem enviado as viúvas com as mãos vazias (22,9), acusação que Jó rechaça no exame que faz na lamentação final (29,13; 31,16). Quando se tem violado o direito de proteção que ampara as viúvas, surgem em seguida a acusação, a lamentação e incluiu o anúncio de juízo de Deus contra os infratores. O mesmo se expressa Prov. 15,25: <Yahvé assola a casa do soberbo, mas ampara a viúva>. Em Qumrán (CD 6,16) e, sobre tudo, no NT

Um problema a ser enfrentado seria como entender a figura do ywI©Le (levi -