3 Resultater og diskusjon
3.1 Intensitet og konsekvenser av infeksjonen på ville sjøørret og laksebestander i
3.4.2 Intensitet og utviklingsstadier til lakselus på utsatt laksesmolt: burundersøkelsen . 29
Na história do presbiterianismo no Ceará tem-se a presença significativa do reverendo Natanael Cortez.63 O destaque de sua pessoa, quando nas abordagens históricas preza-se pelos conceitos de multidão, os anônimos e as minorias para mostrar que os eventos não ocorrem a partir da concepção positivista e sua exaltação aos vultos, quer retomar o uso
62 Disponível em: http://cantodesolidao.blogspot.com/search/label/Igreja%20Presbiteriana. Acesso em:
13/06/2011.
do conceito “herói”.
Conforme Sidney Hook (1962, p. 130): “O herói, na História, é um indivíduo a que podemos com justiça atribuir influência preponderante na determinação de um desfecho ou acontecimento cujas conseqüências teriam sido profundamente diferentes se ele não agisse.” A aceitação do herói não exclui a importância da participação dos agentes anônimos. Hook considera pertinente fazer uma distinção entre o “herói como homem-momento” e o “herói como homem-época”. Seguindo a conceituação de Hook, pode-se dizer que o reverendo Natanael Cortez é um homem-época, “cujas ações são as conseqüências de extraordinária capacidade de inteligência, vontade e caráter, em vez de acidentes de posição.”
O reverendo Natanael Cortez nasceu em Açu, Estado de Rio Grande do Norte, em 12 de janeiro de 1889. A família tomou residência em Senador Pompeu no Ceará. O pai, Ismael Pegado de Siqueira Cortez, faleceu cedo tendo o reverendo Natanael apenas dois anos. Isto o levou a principiar cedo no trabalho. Em 1903, com catorze anos, vê-se em emprego na Estrada de Ferro de Baturité. Logo, chega a oficial de pedreiro.
De família católica, o pai recebeu uma Bíblia do reverendo Lacy Wardlaw. A mesma tornou-se lida e consultada na família. Em 04 de julho de 1909, fez a pública profissão de fé quando morava em Afonso Pena (hoje, Acopiara), Estado do Ceará. O reverendo Almeida o encaminhou ao Seminário Evangélico do Norte em Garanhuns. Em 18 de janeiro de 1915, ele foi licenciado e ordenado pelo Presbitério de Pernambuco em seus 26 anos. O reverendo Natanael exerceu o magistério nas principais escolas de Fortaleza, foi eleito deputado estadual em 1929 e recebido como membro da Academia Cearense de Letras em 1931. Devido a sua luta em prol da divulgação do presbiterianismo e em defesa da fé protestante no Estado tem recebido títulos que buscam delimitar sua ação: “Um pedreiro chamado a edificar a fé” e “Vaqueiro de Deus” (CAMPOS, 1989, p. 09 e 48).
O reverendo Natanael, em seu livro Os dois tributos, conta que chegando em Acopiara (ano não revelado) e ao constatar que ninguém o aguardava com condução, percebeu que estava sendo vigiado. Ao dirigir-se à Estação Ferroviária para passar um telegrama à família, um grupo falava em tom ameaçador de forma a ser ouvido: “Eu hoje como carne de bode”. Outro, por sua vez, diz ele, acrescenta mais: “Eu hoje como carne de bode, inda que seja bode magro.” Conclui o reverendo Natanael: “Eu era mesmo bem magro” (CORTEZ, 1965, p. 96).
A “nova fé” corria pelos trilhos da linha férrea transformando cada estação em um lugar propício à divulgação presbiteriana, como diz Boanerges Ribeiro (1991, p. 153): “Da Capital avançaram para o interior pela Rede de Viação Cearense (R.V.C.).” Assim, percebe-se
a introdução do presbiterianismo nas cidades de Acopiara, Iguatu, Cedro e outras. Sendo que o principal centro de divulgação no interior foi a cidade de Cedro, como escreveu Natanael Cortez (1965, p. 48) ao comemorar e relembrar seu cinquentenário ministerial: “Cedro se tornara um grande centro do Presbiterianismo, que dali se irradiou para Medeiros, Boa Sorte, Lavras, Aurora, Juazeiro, Crato e Parambu.” É em Cedro que acontece a mais polêmica de todas as perseguições. Boanerges Ribeiro (1991, p. 153) comenta: “Quanto à polêmica, foi constante, de Fortaleza a Várzea Alegre, na imprensa, e em conferências públicas.”
É sobre esses trilhos que a partir de 1915 o Sertão cearense conheceu o mais ilustre divulgador do presbiterianismo, bem como o maior lutador da causa da tolerância religiosa: o reverendo Natanael Cortez.64 Ele assumiu o pastorado da Igreja Presbiteriana de Fortaleza no Natal de 1915 e esteve em sua liderança até 1962. Iniciava seu pastorado tendo que enfrentar a crise econômica causada pela seca de 1915 que refletia também sobre a Igreja. Enfrentou também as dificuldades da perseguição que o levou, no ano seguinte, ao adentrar o interior do Ceará, a pregar em Quixadá na residência de um fiel com dois soldados à porta para manterem a ordem (CORTEZ, 1965, p. 47).
Por alguns anos ele foi o único pastor protestante atuando em solo cearense. Em todo o Ceará somente havia duas igrejas protestantes: Presbiteriana de Fortaleza e a Presbiteriana Independente, também em Fortaleza.65 Percorreu quase todo o Ceará vindo a conhecer seus dramas e sua gente. Sua inserção foi total!
No centro de suas intenções estava o fato de ver prosperar o presbiterianismo. Ele tinha a Reforma Protestante como necessária para o redirecionamento do cristianismo presente no Ceará através do Catolicismo romano diluído em dogmas, crendices e superstições. Era um comunicador da mensagem protestante com uma paixão e disposição invejável. Agileu Gadelha (2005, p. 101-102) comenta:
Com a responsabilidade de evangelista em todo o Estado, sua proposta era evangelizar o interior do Ceará. O desafio consistia em sensibilizar o povo interiorano, para quebrar a resistência da tradicional formação católica do povo.
A evangelização pelo interior do Estado, trabalho realizado com dedicação e amor, foi sem dúvida a marca maior de seu pastorado.
O reverendo Natanael foi forçado a centralizar seus esforços também em outra tarefa: fazer valer o princípio constitucional de liberdade religiosa (tolerância). Nesta tarefa
64 Para uma introdução biográfica do reverendo Natanael Cortez recomenda-se a leitura da obra de Robério
Souza (2000), intitulado Natanael Cortez.
65 A Igreja Presbiteriana Independente do Brasil nasceu de um cisma dentro do presbiterianismo brasileiro em
1903, tendo como centro da discórdia a presença de missionários estrangeiros na Igreja e de membros filiados a Maçonaria.
usou sua influência de educador e homem público para afirmar as ideias protestantes contra a “fobia” e injúrias, e para defender a liberdade do direito ao culto. Essa influência como homem público é notável quando eleito deputado e amigo do governo Matos Peixoto. Em Cedro, um dos centros de perseguição, vê-se rapidamente o início da tolerância. Os coronéis locais passam a afirmar as garantias constitucionais para o exercício do culto e o cessar das perseguições. Para se ter um exemplo, o pastor na época em Cedro, o reverendo Alcides, concluiu o templo e permaneceu de 1928 a 1930 sem ver qualquer constrangimento aos evangélicos. O mesmo foi orador em recepção oferecida ao governador e chegou a receber convite para candidatar-se a prefeito, tendo rejeitado. Boanerges Ribeiro (1991, p. 164) ressalta: “Isso é: nem os protestantes cultivavam rancor, nem mais existiam interessados em emudecer a Reforma. E isso, apenas 3 anos depois”.
Para se ter uma idéia da importância da influência pública de Natanael Cortez tem-se o fato do missionário Virgílio Smith. O mesmo foi apresentado por carta pelo reverendo Natanael ao padre Cícero que recomendou ao povo na bênção das dezoito horas: “- Vem aí um homem pregar. Não vão ouvi-lo não. Mas não bulam com êle” (CORTEZ, 1965, p. 101). O reverendo Natanael Cortez conheceu padre Cícero quando candidato a deputado e esteve depois em sua casa com o Presidente Matos Peixoto e sua comitiva. Dessa recomendação de Natanael, foi que o protestantismo penetrou no Juazeiro do Norte através dos batistas vindo a adquirir, posteriormente, uma propriedade e fixando ali uma igreja e um seminário.
A influência política de Natanael Cortez encontra-se no último estágio de sua luta pelo diálogo religioso. O mesmo trava essa batalha, primeiramente, a partir de sua amizade e presença, dando oportunidade a população de conhecer o protestantismo. Natanael foi um homem de muitas amizades. Estas nascidas de seu contato com o povo sertanejo e com pessoas de cultura. Também como fruto de seu trabalho na construção de estradas de ferro da Rede de Viação Cearense (R. V. C.) que, certamente, devido a seu acesso, transformou-se no principal veículo da divulgação presbiteriana. Segundo, através de sua cultura exercida como professor do Liceu do Ceará em 1917, de História do Brasil na Escola Normal Justiniano de Serpa e, por nomeação do presidente do Estado, Matos Peixoto, em 1928, de História da Civilização, no Colégio Pedro II (hoje Colégio Militar do Ceará). Também como membro da Academia Cearense de Letras em 1931 (ocupando a cadeira nº 12, tendo como patrono Heráclito Graça) e de seus artigos em jornais.66 É através destes artigos que é travada uma
66 Gadelha (2005, p. 104) ressalta que “boa parte das despesas da pastoral era custeada com o salário de
verdadeira batalha no campo das ideias. Era usada constantemente a apologética como arma para montar e desmontar as construções sistemáticas de acusações, difamações e pretensões religiosas de opor-se à tolerância religiosa. Vê-se que o grande interesse de Natanael era apresentar o protestantismo como uma alternativa ao catolicismo. Esses artigos surgem como respostas e não como estratégia propriamente de expansão do protestantismo presbiteriano. Diz Agileu Gadelha (2005, p. 106):
O Rev. Natanael foi também um grande debatedor das questões religiosas. Muitos debates foram travados através da imprensa cearense. Os jornais „Unitário‟ (de orientação protestante) e „Correio do Ceará‟ (católico) travaram uma ferrenha luta, através de artigos e editoriais, procurando abrir ou não perder espaço junto à população cearense.
Na sua apologética encontra-se um esforço por minar as bases principais do catolicismo: o papado e a pretensão romana de única igreja cristã verdadeira. Para isto, afirmava a autoridade da Bíblia e sua interpretação para o conhecimento das verdades centrais da fé cristã contra a hermenêutica católica de interpretação a partir da tradição.
Convém, a partir daqui, analisar algumas percepções quanto ao caminho traçado por Natanael Cortez até sua grande influência como pessoa pública que foi. Esse caminho terá sido traçado de forma planejada ou seguia o curso do sistema de poder no Ceará? Qual era a postura do reverendo Natanael? Era um coronel ou um liberal?
Acredita-se que sua aceitação no interior do Estado deve-se ao fato de sua postura se assemelhar aos coronéis. Isto trazia respeitabilidade à sua pessoa e o colocava sobre certas facilidades. Na capital era visto como um liberal: como professor do Liceu, local disputado por aqueles que, formados em Recife, almejava exercer o poder a partir dessa instituição, bem como na sua atuação na Academia Cearense de Literatura. Ribeiro (1991, p. 165) é cauteloso quando busca falar da metodologia do Rev. Natanael: “Não me parece justo qualificar o processo como acomodação aos padrões culturais existentes; mas Natanael, homem daquela terra, sabe conviver com esses padrões, sem concessões doutrinárias nem éticas.”
A prova de que seu trabalho em busca de diálogo foi bem sucedido encontra-se no fato do reverendo Natanael ter sido convidado pelo arcebispo metropolitano de Fortaleza, Dom José de Medeiros Delgado, para presidir a assembléia da Semana da Unidade Cristã. Esse evento fazia parte das intenções do Concílio Vaticano II de aproximação entre as duas igrejas: católica e protestante (GADELHA, 2005, p. 93).67 Ou como mostra Eduardo Campos
português com o objetivo de aumentar seus proventos e poder atender a demanda financeiras gasta nas viagens ao interior.
67 O Concílio de Vaticano II, realizado na cidade de Vaticano em Roma entre 1962 e 1965, teve como objetivo
fundante inquirir sobre o papel da Igreja no mundo moderno. Os decretos ali expedidos foram todos com considerações práticas acerca do ecumenismo. É nesse Concílio que é restaurada a estima da Igreja Oriental,
quando ressalta que no Jubileu do ministério do reverendo Natanael Cortez, além das representações da Igreja Presbiteriana, da Academia Cearense de Letras, da imprensa local e representante do Governador do Estado, marcou presença o “clero católico na pessoa do Monsenhor Dom André Camurça, comissionado pelo Arcebispo de Fortaleza a representá-lo naquele culto de ações de graças” (VIANA, 2001, p. 12).
É importante ressaltar que em Cedro, lugar de tão intensa perseguição, a rua onde foi construída a Igreja Presbiteriana recebe o nome do reverendo Natanael Cortez.68 A mesma está registrada sob o título: Rua Professor Natanael Cortez. Não é apresentado como pastor ou reverendo, mas como professor que também foi (diferentemente das ruas que recebem o nome dos religiosos católicos - padres). Isto nos remete a questão do poder simbólico de Bourdieu.
Marcadamente a Igreja Presbiteriana assumiria em sua história, em terra cearense, uma característica de diálogo. A Igreja Católica, mesmo não oficialmente, mas no convívio, mantinha respeito e equidistância, principalmente na Capital cearense.
bem como se buscou declarar a importância da liberdade religiosa e das crenças não-cristãs. Neste Concílio foi condenado, pela primeira vez, o anti-semitismo pondo fim a afirmação católica que responsabilizava os judeus pela morte de Cristo. Enfim, houve um empenho pela unidade do cristianismo e uma busca de convivência pacífica com as outras religiões (CHAMPLIN; BENTES, 1995, p. 723-724).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
O protestantismo entre 1875 e 1930 era somente um pequeno grupo em condições de extrema marginalização e exclusão. Cada pessoa que assumia tal condição religiosa (e social) via-se envolvida num drama que, muitas vezes, chegava ao extremo: a perseguição religiosa. A fogueira não queimava o corpo, mas ardia na dignidade humana – que todos possuíam como parte da sociedade. Viam seus direitos, sua imagem e suas intenções serem questionadas. Não haviam matado, roubado ou afrontado a honra de ninguém. Apenas haviam recebido um pastor protestante em sua casa ou, na pior das hipóteses, tornado-se protestante. Escarros, gritos de zombaria ou vizinhos que insistiam em permanecer incomunicável era apenas parte da rotina para aqueles que optavam pelo protestantismo. Parafraseando as palavras de Rubem Alves (1982, p. 14), com essa violência, sem saber, sentiam-se protestantes pela primeira vez, pois: “De fato, o protestantismo tem muito a ver com a coragem para assumir a própria individualidade.”
A história do protestantismo no Brasil e no Ceará confunde-se com as demais lutas e movimentos sociais e religiosos que ocorreram no Brasil. Devido a sua inserção, os projetos e sonhos do povo brasileiro assumiram também uma visão protestante. No Brasil, o protestantismo assumia a cultura brasileira e enriquecia sua dinâmica religiosa.
A perseguição dos católicos aos protestantes, como uma ação de violência, é objeto de estudo. Ao assumir a presente pesquisa buscou-se revelar aquilo que a historiografia tem relegado ao esquecimento. Houve uma perseguição sistemática e estigmatizadora no nosso país. No Ceará, as provas materiais encontram-se na memória do povo (quer protestante ou católico), bem como em cemitérios e atas das igrejas. A pesquisa revelou que, na época estudada, a sociedade cearense envolveu-se nesta questão. Isto mostra a relevância da pesquisa para conhecer o comportamento social e religioso cearense na época. Devido a abrangência da perseguição religiosa, foi possível mapear os focos centrais e ter uma visão do contexto social do Ceará no período.
A Igreja Presbiteriana, ramo do protestantismo que se inseriu no Brasil na segunda metade do século XIX, desenvolveu um trabalho de inserção no Ceará a partir de 1875. Ela apresenta-se consolidada em 1930 através da mediação do reverendo Natanael Cortez. Na sua
busca de inserção no Ceará, a Igreja Presbiteriana teve que desenvolver estratégias com a finalidade de romper com a hegemonia católica no Estado. No seu envolvimento com o povo cearense, o presbiterianismo conheceu as relações de poder existentes no Ceará e entrou em confronto com tais relações. A perseguição religiosa, que se revelou como processo de exclusão, censura, violência e estigma, assumiu proporções preocupantes tanto na dimensão jurídica do país quanto para as garantias individuais.
O diálogo religioso tornou-se uma busca na medida em que se pedia que as leis fossem cumpridas. As leis mantinham abertura, mas a sociedade não. Os intelectuais e as famílias de status que aderiram ao presbiterianismo assumiram também uma relação de poder que começou a se impor. Um dos fatos mais significativo foi o trabalho do reverendo Natanael Cortez. Ele usou, de forma estratégica, sua influência política e intelectual para consolidar o presbiterianismo, bem como para mudar o quadro de perseguição religiosa rumo ao diálogo.
O diálogo religioso é o primeiro princípio que se considera essencial à aplicação da ecumenicidade. O que existe de excelente no diálogo é aquilo que Danilo Streck (1994, p. 34-35) declara: “Diálogo, portanto, não significa ausência de posições” e nem “significa ausência ou indefinição de papéis.” Os estigmas permanecem como resultado da relação de poder entre os dois grupos; mas o avanço foi notável na construção de ambos os grupos cristãos – católicos e protestantes.
É correto afirmar que a perseguição levou o protestantismo a assumir uma cultura anticatólica nos símbolos, na teologia e no discurso. O contra-estigma foi inevitável. O protestantismo brasileiro (e cearense) desenvolveu um imaginário a partir desses confrontos e uma cultura de religiosidade de “gueto”. O isolamento da ação social, uma identidade de cunho puritana e o individualismo foram intensificados durante as décadas de confronto. O movimento protestante que parecia ser uma “onda” revolucionária de afirmação da liberdade, do indivíduo, do progresso e da educação entrincheirou-se nos atos religiosos. O protestantismo adquiria sua identidade e sua brasilidade.
O processo de inserção do protestantismo no Ceará foi uma busca de formação da própria identidade cearense e da nossa história. O resgate dessa história é uma oportunidade para escrever a História do Ceará e de sua religiosidade. É também uma procura pelos parâmetros historiográficos e metodológicos para rever o protestantismo hoje. Possivelmente, essa será uma tarefa de construção do diálogo religioso e da identidade como foi na implantação do protestantismo no Ceará.
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