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Intervensjonsforbudet i FN-paktens artikkel 2(7)

KAPITTEL 2 REGELVERK OG PRINSIPP

2.1 G RUNNLEGGENDE PRINSIPP

2.1.3 Intervensjonsforbudet i FN-paktens artikkel 2(7)

A investigação da Rede de Significado sobre as Lições de Leitura na experiência

do sujeito-Leitor no Curso de Licenciatura em Letras – PARFOR/UFPA foi desenvolvido na turma (de 27 alunos) do Curso de Letras – habilitação Língua Portuguesa, funcionando no município de Redenção/PA (dentro da microrregião de

Conceição do Araguaia, 15ª URE, sinalizado no diagnóstico referido Relatório da Formação Docente no Estado Pará), conseguiu compor sujeitos que começaram suas vidas de formação e atuação docente em outros Estados do Brasil.

Hoje, os sujeitos residem e trabalham na Educação Básica nos seguintes municípios: de Redenção e próximos do referido, como Santa Maria das Barreiras, Pau

D’arco, Rio Maria e Xinguara, tais cidades pertencem à região do extremo Sul do Estado do Pará.

Os alunos passaram a justificar o movimento populacional, entre os Estados do Brasil, pelas oportunidades de atuação e formação docente, destaca-se, especialmente, um dos casos observados em um memorial escrito (produção realizada na disciplina

Oficina e Compreensão do Texto Acadêmico, como pesquisa exploratória), que um professor iniciou sua atuação em escolas localizadas em fazendas no interior de Goiás, depois migrou para cidade de Araguaina/TO, até chegar ao município de Rio Maria/PA. Esse deslocamento se deu devido sua formação de magistério em nível médio não ser suficiente para atuação docente, pois nas localidades de Goiás e Tocantins passaram exigir formação docente de nível Superior, conforme Legislação Brasileira de Educação, vigente.

A turma do Curso de Letras materializou um agrupamento de dados acerca da trajetória da Formação Docente, em que a maioria apresenta a Formação do Magistério de Ensino Médio e os demais itens estão caracterizados da seguinte forma:

Quadro 06: Apontamento dos dados – a partir da Leitura dos Memoriais

Pontos sinalizados Explicação dos pontos 01 – Mobilidade humana para

atuação e formação;

a) Circulação da experiência de formação, a maioria em Magistério de Nível Médio, entre os Estados da Federação;

b) Formação continua é realizada por meio de Cursos de Capacitação e Palestras com temas Educacionais; 02 – Exercícios do Trabalho

docente no campo das práticas de leitura

c) Os alunos expressam algum tipo de trabalho ou projeto escolar para o desenvolvimento das habilidades de leituras nos espaços da Educação Infantil e Séries Iniciais;

03 – Escolha Profissional

d) É formado por 03 elementos: por desenvolvimento durante o Curso de Docência, por escolha Pessoal, e por ser uma trajetória de Família (repassado de geração a geração, exemplo: “minha mãe foi professora e minha tia me ensinava” (memorial, 2011)

04 – Objetivos do Procedimento de aula dos Professores

e) A maioria dos alunos elaboram os objetivos de aula para o desenvolvimento da criança;

05 – As leituras de Formação e

trabalho Docente f) Os textos são: contos, quadrinhos, livro didáticos e e manuais de gramática; 06 – Dificuldades no Curso de

Letras g) Em realizar os trabalhos solicitados durante o Curso de Letras por meio dos textos trabalhados por meio das disciplinas no desenvolvimento da apropriação da leitura e do pensamento da mudança da prática docente

Fonte: dados retirados do corpus da pesquisa da Turma do Curso de Letras, Redenção/PA, 2011.

Esses dados extraídos das produções do memorial docente nos orientaram em instigar um diálogo de investigação reflexivo acerca do objeto de tese ser a Rede de

Significado sobre as Lições de Leitura na experiência do sujeito-Leitor no Curso de Licenciatura em Letras – PARFOR/UFPA. A partir de dados preliminares ou da pesquisa exploratório, esses alunos são leitores e formadores na Educação Básica, circunscrevendo as várias habilidades essenciais das atividades de leitura (desenvolvimento de competência de Leitura de si e do outro), capaz de contrastar o déficit de leitura que limita o êxito acadêmico dos alunos universitários.

Quando o pesquisador passou a investigar a comunidade, esteve numa vivência inicial e acompanhando uma situação pesquisada. Os primeiros significados analisados são vestígios para compreender verificar os significados estabelecidos na Rede de Significados do sujeito-Leitor, os quais foram produzidos na interação com este grupo de sujeitos em Formação.

O ato de ler dos textos acadêmicos foi sendo desenvolvido nos campos da cognição, ensino e cultura. Dessa forma, possibilita criar, a partir deles uma constituição dialógica do discurso para promover uma relação das ideias do texto e do contexto do autor com as ideias do contexto do graduando, isto é, um processo de transformação da experiência do Sujeito-Leitor (as condições discursivas) por meio da Prática Discursiva de Leitura acadêmica, no campo da linguagem permeada pelo pensamento científico.

O que proporciona uma experiência de Prática Discursiva de Leitura na Formação Docente em que “... é na sua interação que os interlocutores instauram o espaço discursivo...” capaz revelar o movimento das compreensões e das incompreensões do texto acadêmico, o qual interpela a subjetiva acerca da formação discursiva do sujeito, permeado da sua experiência anterior. Assim, o espaço discursivo é composto pelo “... Autor e Leitor confrontados, o que define as suas condições de produção e os fatores que constituem essas condições é que vão configurar o processo da leitura...” (ORLANDI, 1999).

Esse espaço discursivo é questionado pelas Atividades Discursivas de Leitura na Formação Docente, não só à nível de pesquisa na Educação Básica e, também, no Ensino Superior (principalmente, na Graduação). O espaço de atividade discursiva passa a ser averiguado por seus elementos: cognitivo, lingüístico e social.

Quando há a sinalização das dificuldades nas Práticas Discursivas de Leitura na Formação Docente, em nível de Graduação, percebe-se o processo de leitura como um campo discursivo, capaz desencadear um processo de leitura dos autores em que apropriação das ideias pode apagar a construção das ideias dos leitores no decurso da Formação Docente. Possenti (2009) nos ajuda pensar em que o Sujeito-Leitor não pode perder ou ser apagado, durante o processo de leitura numa Formação Docente.

A maneira de pensar os atos das significações e as práticas das significações, pedagogicamente, no processo de leitura dos textos acadêmicos no campo da Formação Docente. Exige de cada leitor o exercício do dialogismo de entrar nos textos para entender e relacionar os traços das significações dos contextos dos autores para significar e praticar os significados em seus contextos de Formação Docente.