5 Effekt av økt integrering for transport- og trafikkarbeidet
5.1 Overordnet beregning, basert på bruk av Logistikkmodellen
5.1.5 Optimalisering
A melhoria educacional é avaliada pelo Índice de Desenvolvimento Educacional do Estado de São Paulo (IDESP), que é um indicador de qualidade que permite às escolas ob- terem um diagnóstico sobre as potencialidades e fragilidades da aprendizagem educacional, e consequentemente traçar metas a serem atingidas para melhoria da aprendizagem.
O IDESP é calculado utilizando-se uma escala de 0 a 10, atribuído individualmente a cada unidade escolar. Considerando dois critérios:
Primeiro: Indicador de Desempenho (ID).
Medido pelos resultados do SARESP, onde é possível agrupá-los por quatro níveis de proficiência: Abaixo do Básico, Básico, Proficiente (adequado) e Avançado. O Indicador de Desempenho registra a defasagem da escola numa escala de zero a dez; No Indicador de Desempenho são utilizadas algumas escalas de valores para se obter os níveis de proficiência, entre elas:
Tabela 1 – Indicador de desempenho - Língua Portuguesa (Resolução de 10 de março de 2009)
Nível Ensino Fundamental Ensino Médio
4a
série 8a
série 3a
série Abaixo do Básico <150 <200 <225
Básico entre 150 e 200 entre 200 e 275 entre 225 e 300 Proficiente entre 200 e 275 entre 275 e 325 entre 300 e 375
Avançado >275 >325 >375
Tabela 2 – Indicador de desempenho - Matemática (Resolução de 10 de março de 2009)
Nível Ensino Fundamental Ensino Médio
4a
série 8a
série 3a
série Abaixo do Básico <175 <225 <275
Básico entre 175 e 225 entre 225 e 300 entre 275 e 350 Proficiente entre 225 e 275 entre 300 e 350 entre 350 e 425
Avançado >275 >350 >425
Os níveis de proficiência apresentam os seguintes conceitos (Resolução de 10 de março de 2009):
Abaixo do básico: O aluno neste nível mostra desempenho equivalente a pelo
menos um ano de atraso com relação ao aluno do nível Proficiente e seu conhecimento da competência medida é rudimentares.
Básico: Neste nível os alunos estão defasados em até seis meses em relação ao nível
Proficiente e demonstram um domínio apenas parcial e inicial da competência.
Proficiente: O demonstra um sólido conhecimento dos conteúdos e habilidades
esperados para alunos de seu estágio escolar.
Avançado: O aluno domina a competência de forma especialmente completa, sendo
capazes de executar ações complexas que requerem a habilidade.
Segundo: Indicador de Fluxo (IF), equivale à taxa média de aprovação em cada ciclo
educacional coletada pelo Censo Escolar.
O SARESP em 2007 passou por algumas reformulações tais como: avaliação das habilidades comuns ao Sistema de Avaliação da Educação Básica (SAEB); comparação dos resultados ao SAEB e à Prova Brasil e na escala de proficiência do SAEB. Em 2008, a elaboração da avaliação foi feita a partir do currículo estabelecido e ficou estipulada avaliação anual em Língua Portuguesa e em Matemática, havendo alternância para as disciplinas das áreas de Ciências da Natureza e Ciências Humanas.
Com relação à metodologia e séries em que o SARESP é aplicado relata o seguinte:
A avaliação da Educação Básica do Estado de São Paulo, denominada SARESP - Sistema de Avaliação de Rendimento Escolar do Estado de São Paulo, utiliza procedimentos metodológicos formais e científicos cada vez mais aprimorados para coletar e sistematizar dados e produzir informações sobre o desempenho dos alunos ao término das segundas, quartas, sextas e oitavas séries ou, no caso do ensino de nove anos, terceiros, quintos, sétimos e nonos anos do Ensino Fundamental, bem como do terceiro ano do Ensino Médio. (SÃO PAULO,2009, p.7)
A formulação dessa matriz de referência para o SARESP foi lançada já na gestão de Paulo Renato Souza com a preocupação de articular o que estava sendo proposto no trabalho com as unidades escolares e o que seria avaliado nos índices de aprendizagem dos discentes pela aplicação do SARESP conforme apontado:
No campo da Educação, é fundamental definir uma matriz de referência em situações de aprendiza- gem e ensino. Por esse intermédio pode-se avaliar, mesmo que de modo indireto e inferencial, a ocorrência de efetiva aprendizagem. Pode-se ainda, estabelecer correspondências entre uma situação (o ensino e a aprendizagem em sala de aula) e outra (o que é legítimo de ser avaliado em uma prova, por exemplo). Quanto ao instrumento de avaliação em si mesmo, pode-se comparar a matriz de referência proposta (em sua perspectiva geral) com as habilidades aferidas nesse instrumento específico. (SÃO PAULO,2009, p.10-11).
Depois de conhecidos o Indicador de Desempenho (ID) e o Indicador de Fluxo (IF), calcula-se o IDESP da escola para cada componente curricular e cada série. São estabelecidas metas em longo prazo: até 2030, 90% dos alunos das séries iniciais do Ensino Fundamental (1a
a 4a
séries); 80% dos alunos das séries finais do Ensino Fundamental (5a
a 8a
séries) e 60% dos alunos do Ensino Médio devem dominar completamente todas as competências e habilidades requeridas para a sua série. Além disso, as escolas devem atingir as seguintes metas:
• Ensino Fundamental I: maior ou igual a 7; • Ensino Fundamental II: maior ou igual a 6; • Ensino Médio: maior ou igual a 5;
Outra perspectiva da Secretaria de Estado da Educação de São Paulo foi de corrigir o fluxo educacional. Através do IDESP, pode avaliar os índices de aprovação, reprovação e evasão das escolas. As que não conseguirem cumprir as metas sofrerão perdas de benefícios, inclusive de bônus dos professores. Essa reforma avalia todos os envolvidos com a educação, até mesmo os Dirigentes Regionais de Ensino. Esse sistema de avaliação é semelhante ao Programa Internacional de Avaliação Comparada (PISA) coordenado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), em que são avaliadas as habilidades desenvolvidas em Língua Portuguesa, Matemática e Ciências para alunos com a faixa etária de 15 anos de idade.
No Brasil, o PISA é coordenado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP). O país aderiu desde 2000 a esse sistema de ava- liação, que tem por objetivo avaliar os conhecimentos e habilidades necessárias para o enfrentamento dos desafios da sociedade moderna.
1.3 IDEALIZAÇÃO DO CURRÍCULO DE MATEMÁTICA DO ESTADO