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Hva slags rett søkes etablert i kildekoden

(Q4) Relativamente à opção entre hospital público ou privado os dados mostram que 41,2% dos inquiridos preferem o hospital privado, ao passo que 58,8% preferem o hospital público.

Quando inquiridos sobre qual o hospital que preferiam recorrer caso não tivessem que pagar as despesas, podemos observar na tabela 8 que o Hospital Privado de Braga está no topo das escolhas (N=40), seguido do Hospital Público de Braga (N=22), Hospital de S. João no Porto (N=16) e ainda CUF (N=8). No entanto, atendendo ao facto da amostra ser tão geograficamente dispersa, não é possível uma leitura significativa destes dados. Está patente a predominância de habitantes pertencentes à zona de Braga, onde podemos avaliar uma preferência pelo Hospital Privado.

Tabela 8: Frequências da resposta à questão “Pode indicar o nome do hospital que prefere se não tivesse que pagar as suas despesas?”(Q5).

Frequência Percentagem Percentagem válida Percentagem cumulativa Clipóvoa 1 0,8 0,8 9,2 Hospital CUF 8 6,1 6,1 15,3 Hospital da Arrábida 2 1,5 1,5 16,8

Hospital da Boa nova 1 0,8 0,8 17,6

Hospital da Luz 5 3,8 3,8 21,4

Hospital da P. Varzim 1 0,8 0,8 22,1

Hospital Sra. Oliveira 4 3,1 3,1 25,2

Hospital de Dia Maia 1 0,8 0,8 26,0

Hospital de P. de Lima 1 0,8 0,8 26,7

Hospital de Lamego 1 0,8 0,8 27,5

Hospital Fernando Pessoa 2 1,5 1,5 29,0

Hospital Lusíadas Porto 1 0,8 0,8 29,8

Hospital Particular V.Castelo 1 0,8 0,8 30,5

Hospital Privado da Trofa 7 5,3 5,3 35,9

Hospital Privado de Alfena 1 0,8 0,8 36,6

Hospital Privado de Braga 40 30,5 30,5 67,2

Hospital Privado V.Castelo 1 0,8 0,8 67,9

Hospital Público de Braga 22 16,8 16,8 84,7

Hospital S. João Porto 16 12,2 12,2 96,9

Hospital Santa Maria 1 0,8 0,8 97,7

Hospital Santo António 2 1,5 1,5 99,2

Hospital Santos Silva 1 0,8 0,8 100,0

Não respostas 11 8.4 8.4 8.4

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Observamos que a larga maioria não possui um seguro de saúde (N=96). Dos que usufruem, 22 são abrangidos pela ADSE e outros por seguradoras como ACP, Alianz, Médis, Multicare ou Crédito Agrícola, seguidamente analisado na tabela 9. De referir também que um dos indivíduos indicou ter um seguro do estado Brasileiro sem indicar o nome do mesmo, que assinalamos no estudo como “outros.”

Tabela 9: Frequências de Seguro de Saúde (Q8)

Frequência Percentagem Percentagem válida Percentagem cumulativa Açoreana 1 0,8 0,8 0,8 ACP 1 0,8 0,8 1,5 ADSE 22 16,8 16,8 18,3 Alianz 1 0,8 0,8 19,1 Médis 4 3,1 3,1 22,1 Multicare 4 3,1 3,1 25,2 Credito Agrícola 1 0,8 0,8 99,2 Outro 1 0,8 0,8 100,0 Não 96 73,3 73,3 98,5 Total 131 100,0 100,0

Embora a maior parte dos sujeitos tenha indicado que o meio de comunicação não exerce influencia na escolha da instituição de saúde, podemos depreender que a Imprensa Escrita acaba por influenciar mais os indivíduos na sua escolha, comparativamente com outros meios de comunicação, seguidamente demonstrado na Tabela 10 e Figura 10.

Tabela 10 – A influência dos meios de comunicação e fontes de informação sobre a decisão de escolha do hospital. (Q9).

N Mínimo Máximo Média Desvio Padrão Recomendação de um amigo 63 1,00 4,00 2,9683 1,24393 Recomendação de um especialista 32 1,00 4,00 2,8750 1,18458 Patrocínio de um evento cultural 117 1,00 4,00 2,0171 1,09058 Redes Sociais (Facebook) 114 1,00 4,00 1,8772 1,05713

Anúncio Outdoor 117 1,00 4,00 1,8120 1,06619

Anúncio de Imprensa 114 1,00 4,00 1,7456 1,01154

TV 120 1,00 4,00 1,6667 1,01529

Recomendação de Celebridade 112 1,00 4,00 1,5625 0,86765

Rádio 121 1,00 4,00 1,5455 0,83666

Fig. 10 – Influência dos meios de comunicação na escolha da Instituições de Saúde.

Ao analisar a tabela 11 verificamos que o critério de escolha mais relevante para os pacientes no momento de decisão da Instituição de Saúde por parte do utente, o mais valorizado é a competência do Médico, seguidamente as qualidades dos Meios de Diagnóstico, sendo que o menos valorizado é a simpatia do pessoal administrativo.

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Tabela 11 - Grau de importância dado sobre os critérios de escolha do hospital ou clinica (Q10) .

N Mínimo Máximo Média Desvio Padrão

Competência Médico 128 1,00 5,00 4,7344 0,73693

Qualidades dos Meios Diagnóstico 128 1,00 5,00 4,5156 0,86929 Competência do Pessoal de Enfermagem 127 1,00 5,00 4,4331 0,88722 Tempo espera para marcação de consulta 129 1,00 5,00 4,2248 0,95394 Tempo de espera para atendimento na consulta 129 1,00 5,00 4,1860 1,05154

Conforto das Instalações 129 1,00 5,00 4,1163 0,94891

Preço das consultas 127 1,00 5,00 4,0000 1,11981

Simpatia do pessoal administrativo 127 1,00 5,00 3,8504 1,12037

Perante a análise da questão se os utentes tinham conhecimento da existência de eventos culturais patrocinados por entidades de saúde verificamos que 65% responderam que não e 34,4% responderam ter conhecimento da existência desse tipo de divulgação, tal como é possível verificar na tabela 12.

Tabela 12 - Conhecimento de eventos culturais patrocinados por um Hospital ou clinica de saúde (Q11)

Frequência Percentagem Percentagem válida Percentagem cumulativa

Não 86 65,6 65,6 65,6

Sim 45 34,4 34,4 100,0

Total 131 100,0 100,0

Quando questionados acerca do conhecimento sobre a existência de eventos culturais ligados a instituições de saúde, 65,6% dos participantes responderam que não tiveram conhecimento de nenhum evento cultural patrocinado por um hospital, contra 34,4% que responderam “sim”.

Já na tabela 13, vemos que as pessoas consideram que os hospitais devem patrocinar os eventos culturais sobretudo por motivos de “divulgação” (N=29), “interação com a sociedade” (N=14) e “fidelizar” (N=11).

Tabela 13: Motivos pelos quais as Instituições de saúde devem patrocinar eventos culturais (Q13). Frequência Percentagem Percentagem válida Percentagem cumulativa Acrescentar Valor 6 4,6 4,6 50,4 Bem-estar 2 1,5 1,5 51,9 Divulgação 29 22,1 22,1 74,0 Fidelizar 11 8,4 8,4 82,4 Interação c/ sociedade 14 10,7 10,7 93,1 Melhoria de imagem 3 2,3 2,3 95,4 Promover a cultura 2 1,5 1,5 97,7 Responsabilidade social 4 3,1 3,1 100,0 Não respostas 60 45,8 45,8 45,8 Total 131 100,0 100,0

Em média os estudos apresentam conclusões que os sujeitos estão bastante satisfeitos com o hospital a que recorrem, assim sendo a maior parte dos inquiridos recomendaria o hospital.

Tabela 14 – Correlação entre a recomendação e o impacto na imagem do hospital, a satisfação global do hospital e fator recomendação e também uma análise sobre o impacto na imagem do hospital e sua correlação com a satisfação global.

N Mínimo Máximo Média Padrão Desvio

Satisfação global com o hospital (0 - Muito insatisfeito a 5

- Excelente) 130 0 5 3,82 0,833

Recomendaria o hospital (0 - Muito insatisfeito a 5 -

Excelente) 129 0 5 3,88 0,893

Esse evento contribui para mudar a imagem do hospital para Melhor ou Pior? (atribua um valor de 0 - Muito pior a 5 - Muito melhor)

100 1 10 6,18 2,226

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4.3 Análise, validação de hipóteses e discussão de resultados

Avançamos para as análises de correlação, para determinar os graus de associação entre variáveis. Utilizou-se o teste de Spearman para obter a correlação entre a idade e os itens da Questão 6. “Satisfação global com o hospital (0 - Muito insatisfeito a 5 - Excelente)”, Questão 7. “Recomendaria o hospital (0 - Muito insatisfeito a 5 - Excelente)” e Questão 12. “Esse evento contribui para mudar a imagem do hospital para Melhor ou Pior? (atribua um valor de 0 - Muito pior a 5 - Muito melhor)”. O teste de Spearman é utilizado para variáveis ordinais ou sem distribuição normal. Os coeficientes de correlação podem variar entre -1 (associação negativa perfeita) e +1 (associação positiva perfeita), sendo o valor 0 indicador de inexistência de relação linear entre as variáveis.

A hipótese H1 d está parcialmente rejeitada, no que se refere à influencia dos critérios Recomendação do especialista e Competência do Médico pelo género, (p= 0,035) e (p=0,015).

H1, a, b, c, rejeitado nas diferentes significâncias segundo o teste T, os homens e as mulheres têm igual perceção sobre o impacto dos eventos na formação da imagem do hospital.

Na tabela 15 verificamos se o género tem influencia no que se refere aos critérios de escolha da Instituição de saúde, os critérios que apresentaram alguma relevância foram a Recomendação do Especialista e a Competência do Médico. Relativamente à recomendação do especialista, verifica-se que os homens têm uma média mais elevada que as mulheres. No que se refere à competência do médico as mulheres revelam média mais elevadas do que os homens.

Quanto ao grau de importância dos critérios de escolha do hospital ou clinica, para os homens a recomendação é mais importante, quando têm que decidir sobre um hospital os homens têm em conta a recomendação do especialista por parte de outros que reconheçam como sendo fontes de confiança, ao passo que as mulheres optam pela competência do médico.

Tabela 15 – O género influência a decisão de escolha do hospital pelos critérios recomendação do especialista e competência do médico.

N M DP T P

Recomendação do Especialista M 11 4,27 1,104 -2,208 0,035 F 21 3,19 1,123

Competência do Médico M 46 4,48 1,027 -2,505 0,015 F 82 4,89 0,455

Encontramos também uma correlação negativa e estaticamente significativa entre a idade e a imagem do hospital, confirmando-se a hipótese H2 c, o fator idade do individuo quando relacionado com a Satisfação e Recomendação verificamos que não existe nenhuma relação, hipóteses H2a e H2b foram rejeitadas, no entanto relativamente ao impacto dos eventos na imagem do hospital foi possível verificar que existe uma correlação, quanto mais idade têm os indivíduos em estudo, mais valorizado é a aplicação de eventos culturais como uma ferramenta de melhoria na imagem da Instituição de Saúde, logo (R= - 0,230; P= 0,023).

Podemos verificar na tabela 16 e tal como referido anteriormente, a idade correlacionou-se apenas com a forma como os eventos culturais influenciam a imagem do hospital (p= -0.230; p < .05), sendo esta correlação negativa.

Tabela 16: Correlação entre a idade e as variáveis Satisfação, Recomendação e Imagem

Satisfação Recomendação Imagem Idade 1.Satisfação global

com o hospital Coeficiente de Correlação - 2.Recomendaria o

hospital Coeficiente de Correlação ,816

** - Sig. (bilateral) 0,000 3.Esse evento contribui para mudar a imagem do hospital para Melhor ou Pior? Coeficiente de Correlação ,207 * ,295** - Sig. (bilateral) 0,040 0,003 4.Idade Coeficiente de Correlação -,230 * - Sig. (bilateral) 0,023

H3: Analisamos os Coeficientes de correlação entre a importância da utilização do Patrocínio de eventos culturais como fonte de informação e a Satisfação; Recomendação e Impacto na imagem. Concluímos que não existe nenhuma correlação significativa por parte das hipóteses, logo as hipóteses H3 a, b e c são rejeitadas.

Correlacionando a idade com os itens de resposta às questões 6, 7, 10 e 12 através do teste de Spearman,

verificamos algumas associações significativas. A idade, correlaciona-se de forma estatisticamente significativa com as atribuições de importância na avaliação de um hospital aos serviços de “enfermagem” e ao “tempo de consulta” (p<.05).

Quanto maior a simpatia do pessoal de contato, maior a probabilidade de recomendar e melhor a imagem que tem do hospital, quanto maior a competência do pessoal de enfermagem, melhor a imagem que tem hospital, quanto mais importante for o conforto das instalações, maior será a probabilidade de recomendar e melhor será a imagem do hospital, quanto mais importante for o preço das consultas,

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melhor será imagem do hospital. Por outro lado, quanto maior a idade menor a importância da competência da enfermagem e consultas.

Na tabela seguinte podemos avaliar que relativamente à hipótese H4 a, avalia-se que a Satisfação quando correlacionada com a importância do critério de escolha, a hipótese foi rejeitada. No entanto, na verificação das hipóteses H4 b, c, concluímos que a recomendação e o impacto do evento na imagem do hospital, a importância dos critérios de escolha foi parcialmente suportada pelos resultados.

Encontrou-se uma correlação positiva e estatisticamente significativa entre a satisfação e a recomendação, assim como também a satisfação e a imagem do hospital estão relacionadas. A recomendação e a imagem do hospital foram testadas e assumimos uma correlação positiva, confirmando- se então que a aceitação das hipóteses H5 a, b e c (ver tabela 17).

Verificamos que a probabilidade de recomendar o hospital aumenta à medida que aumenta a satisfação e a melhoria da imagem do hospital, assim como a recomendação e imagem estão correlacionadas, ou seja quanto melhor a imagem da Instituição de Saúde, maior será também a probabilidade de recomendar. Inversamente proporcional foi a resposta entre a idade e a importância dada à imagem do hospital ou clinica, quanto maior a idade, menor a importância dada à imagem, tal como apresentado na tabela 17.

Tabela 17 – Matriz de correlações das variáveis dependentes e a importância dos critérios de escolha.

Através de uma tabulação cruzada entre a variável “utilização de hospital público ou privado” e o “motivo do patrocínio”, verificamos que os sujeitos que frequentam com maior assiduidade os hospitais públicos, apontaram com maior frequência as opções de “motivo do patrocínio”, sendo essas as seguintes: a “Divulgação”; “Acrescentar valor”; “Fidelizar” “Bem-estar”; “Interação com a sociedade”; “Melhoria de Imagem”; “Preocupação Social”; “Promover cultura e Responsabilidade Social”.

Verificamos que as pessoas que frequentam mais o hospital privado, selecionam também “divulgação”, mas adicionalmente a “interação com a sociedade” e “fidelizar” (tabela 18). O valor do teste qui-quadrado é de 12,335 com um nível de significância superior a 0.05.

Tabela 18: Tabulação cruzada “motivo do patrocínio” versus “utiliza mais frequentemente o Hospital Publico ou Privado”? Análise com utilização de teste qui-quadrado.

Utiliza mais frequentemente o Hospital Publico ou Privado?

Total 1 2 Motivo do Patrocínio 27 33 60 Acrescentar Valor 3 3 6 Bem-estar 2 0 2 Divulgação 13 16 29 Fidelizar 3 8 11

Interação com sociedade 2 12 14

Melhoria de imagem 1 2 3 Preocupação social 1 0 1 Promover a cultura 0 2 2 Responsabilidade social 2 1 3 Total 54 77 131 Testes qui-quadrado Valor Gl Significância Assintótica (Bilateral) Qui-quadrado de Pearson 12,335a 9 p=0,195 Razão de verossimilhança 14,747 9 0,098 Nº de Casos Válidos 131

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H6 a, b, c – Se o tipo de subsistema de saúde é influenciado por diferentes variáveis. Não há diferenças significativas segundo teste T. entre a satisfação, recomendação e o impacto do evento na imagem do hospital, estes não são influenciadas pelo tipo de subsistema. Na analise da hipótese H6 d

verificamos que a escolha de um subsistema de saúde (hospital Público ou privado) influência a perceção da importância dos critérios de escolha, concluímos que a qualidade dos meios de diagnóstico está dependente do tipo de subsistema, logo a importância é maior perceção de qualidade. Na tabela 19 observamos que os resultados para os meios de diagnóstico foram: T= 3,586 e P=0,002.

Tabela 19 – Importância dada aos meios de diagnóstico

Média Desvio Padrão T P Meios de diagnóstico Privado 4,000 1.006 =3,586 =0,002 Meios de diagnóstico no Público(SNS) 4,804 0,491

H7 a, b, c -Perante a análise da tabela 20 concluímos que os utentes utilizadores do subsistema privado dão maior importância à utilização de Redes Sociais.

Tabela 20 – Utilização de redes sociais

Média Desvio Padrão

T P

Redes Sociais no Subsistema Público(SNS) 1,43 0,77 = -2,756 =0,007 Redes Sociais no Subsistema Privado 2,03 1,10

H8 - O valor da idade média dos indivíduos que têm conhecimento prévio de eventos culturais patrocinados por hospitais é superior, ou seja, quanto mais jovens, menor é o conhecimento.

Tabela 21 Idade versus influência conhecimento prévio de eventos culturais patrocinados por um hospital. (Q11) Média idades Desvio Padrão T P

Conhecimento Prévio de eventos culturais 43,07 16,779 = 2.829 =0,005

Não conhecimento 34,65 15,45

Concluímos também homens valorizam a qualidade dos meios de diagnóstico como sendo um fator importante no momento de escolha da Instituição de Saúde a recorrer, quando relacionamos o fator idade e sua relação com a perceção da importância dos critérios de escolha

Tabela 22: Teste de correlação de Pearson idade versus itens 6, 7, 10, 12

Qualidade dos Meios de diagnóstico

(t=1,676; GL=126; p=0,002)

Masculino 51 4,8039 0,49070 0,06871 Feminino 77 4,3247 1,00579 0,11462

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