• No results found

Hva er integrering?

In document «Skaff meg en jobb!» (sider 42-0)

Kapittel 2 Begreper: levekår og integrering

2.3 Hva er integrering?

Os resultados obtidos nas três campanhas de monitorização de mexilhão, para os congéneres de PCDD/Fs e PCBs com atividade de dioxina, apresentam-se na tabela 4.13 e na figuara 4.6.

Teor de PCDD/Fs e PCBs com atividade de dioxina

Tabela 4.13. – Teor de PCDD/Fs e PCBs com atividade de dioxina nas amostras de mexilhão.

Os valores são apresentados em concentração de congénere por peso fresco de amostra (OMS-TEF, Revisão de 2005). A primeira coluna corresponde aos designados Limites Inferiores de Concentração (calculados considerando igual a zero, os valores dos congéneres de PCDD/Fs e PCBs com atividade de dioxina, cuja concentração seja inferior ao limite de quantificação do método). A segunda coluna, com os valores a negrito, corresponde aos designados Limites Superiores de Concentração (calculados considerando iguais ao limite de quantificação do método, os valores dos congéneres de PCDD/Fs e PCBs com atividade de dioxina, cuja concentração seja inferior ao limite de quantificação do método).

a) Nesta campanha apenas foram determinados os congéneres de PCBs com atividade de dioxina. b)

Neste ano não foi efetuada a amostragem na Praia da Luz (Lagos).

P

ONTO DE

A

MOSTRAGEM 1ª CAMPANHA DE 2008 (MARÇO E ABRIL) 2ª CAMPANHA DE 2008 (SETEMBRO) CAMPANHA DE 2009 (MARÇO) BIBLIOGRAFIA INTERNACIONAL TOTALa) ∑PCBS [ng OMS-TEQ/kg p.f.] TOTAL ∑PCDD/FS +PCBS [ng OMS-TEQ/kg p.f.] TOTAL ∑PCDD/FS +PCBS [ng OMS-TEQ/kg p.f.] TOTAL∑PCDD/FS +PCBS 0,38 ng OMS-TEQ/kg p.f. [Ana Bocio et al., 2007]

[2]

TOTAL∑PCDD/FS

0,91 ng OMS-TEQ/kg p.f. [Shunji Hashimoto et al.,

1999] [3]

TOTAL∑PCDD/FS

2,3-3,5 ng OMS-TEQ/kg p.f. [Van Leeuwen et al., 2007]

[4]

PRAIA DO MOLEDO (CAMINHA) 0,23 0,23 0,025 0,89 0,057 0,93

PRAIA DO NORTE (VIANA DO CASTELO) 0,31 0,32 0,0061 0,90 0,39 0,85

PRAIA DO CABO DO MUNDO

(MATOSINHOS) 1,9 1,9 0,43 1,2 0,068 0,77

PRAIA DA BARRA (AVEIRO) 1,3 1,3 0,11 0,88 0,33 0,94

PRAIA DE BUARCOS (FIGUEIRA DA FOZ) 0,35 0,35 0,32 1,2 0,29 0,91

PRAIA DE SÃO LOURENÇO (ERICEIRA) 0,38 0,38 0,26 0,98 0,055 0,84

PORTO DE PESCAS (SINES) 0,53 0,56 0,0066 1,0 0,032 0,80

PRAIA DA ZAMBUJEIRA DO MAR (ODEMIRA) 0,00071 0,010 0,021 1,7 1,5 2,2

PRAIA DO ZAVIAL (VILA DO BISPO) 0,27 0,27 0,028 1,1 0,015 0,75

PRAIA DA LUZ (LAGOS) 0,15 0,15 0,046 2,5 - b)

PRAIA DA BALEEIRA (ALBUFEIRA) 0,22 0,23 0,015 0,9 0,058 0,71

PRAIA DE VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO

(VILA REAL DE SANTO ANTÓNIO) 0,22 0,22 0,16 1,2 1,0 1,6

A análise da tabela 4.13 mostra que as concentrações detetadas para a soma dos congéneres de PCDD/Fs e PCBs com atividade de dioxina foram inferiores a 3 ng OMS-TEQ/kg (peso fresco), em todos os pontos de amostragem. Este facto é bastante significativo, quer em termos ambientais, quer relativamente à saúde humana das pessoas que habitam próximo dos pontos referenciados. Neste sentido, e atendendo que o Regulamento (CE) N.º 1881/2006, de 19 de Dezembro, da Comissão que fixa os teores máximos de certos contaminantes presentes nos géneros alimentícios, estabelece como limite o valor de 8 ng OMS-TEQ/kg (peso fresco) para a soma dos congéneres de PCDD/Fs e PCBs, que podem estar presentes em certos géneros alimentícios derivados de peixe (nomeadamente, o mexilhão) [5]. E por outro lado, tendo em consideração que o valor máximo obtido nas três campanhas de monitorização foi inferior a esse limite (respetivamente, 2,5 ng OMS-

TEQ (peso fresco) – Praia da Luz em Lagos, 2.ª Campanha de 2008 – Limites Superiores de Concentração), é pertinente considerar, que o estado ambiental das zonas monitorizadas não manifesta sinais de problemas graves, sob o ponto de vista da contaminação por PCDD/Fs e PCBs com atividade de dioxina. Finalmente salienta-se, que os resultados da tabela 4.13 permitem ainda verificar, que as concentrações de PCDD/Fs e PCBs com atividade de dioxina, que foram detetadas durante as três campanhas de monitorização, são da ordem de grandeza dos valores reportados pela literatura científica [2,3,4]

Por forma, a ser mais fácil de entender a informação apresentada na tabela 4.13 segue-se a figura 4.6, a qual contém numa forma gráfica, os resultados da concentração total dos congéneres e a respetiva tendência temporal, ao longo das três campanhas de monitorização efetuadas.

Figura 4.6. – Gráfico do teor de PCDD/Fs e PCBs nas amostras de mexilhão (campanhas de 2008 e 2009). Nesta figura os resultados apresentados, correspondem aos Limites Superiores de Concentração (calculados considerando iguais ao limite de quantificação do método, os valores dos congéneres de PCDD/Fs e PCBs com atividade de dioxina, cuja concentração seja inferior ao limite de quantificação do método). Salienta-se também, que na 1ª campanha do ano de 2008 apenas foram determinados os congéneres de PCBs com atividade de dioxina.

Em seguida, nas figuras 4.7 e 4.8, apresentam-se os perfis isoméricos dos congéneres de PCDD/Fs nas amostras de mexilhão durante as campanhas efetuadas. Por outro lado, na figura 4.9 apresenta-se um dos cromatogramas referentes à análise de PCDD/Fs numa amostra de mexilhão.

Perfis isoméricos de PCDD/Fs nas amostras de mexilhão

Figura 4.7. – Perfis isoméricos dos PCDD/Fs nas amostras de mexilhão (2.ª campanha de 2008).

F1 – 2,3,7,8-TCDF, F2 – 1,2,3,7,8-PeCDF, F3 – 2,3,4,7,8-PeCDF, F4 – 1,2,3,4,7,8-HxCDF, F5 – 1,2,3,6,7,8- HxCDF, F6 – 2,3,4,6,7,8-HxCDF, F7 – 1,2,3,7,8,9-HxCDF, F8 – 1,2,3,4,6,7,8-HpCDF, F9 – 1,2,3,4,7,8,9- HpCDF e F10 – OCDF, D1 – 2,3,7,8-TCDD, D2 – 1,2,3,7,8-PeCDD, D3 – 1,2,3,4,7,8-HxCDD, D4 – 1,2,3,6,7,8-HxCDD, D5 – 1,2,3,7,8,9-HxCDD, D6 – 1,2,3,4,6,7,8-HpCDD e D7 – OCDD.

Figura 4.8. – Perfis isoméricos dos PCDD/Fs nas amostras de mexilhão (campanha de 2009).

F1 – 2,3,7,8-TCDF, F2 – 1,2,3,7,8-PeCDF, F3 – 2,3,4,7,8-PeCDF, F4 – 1,2,3,4,7,8-HxCDF, F5 – 1,2,3,6,7,8- HxCDF, F6 – 2,3,4,6,7,8-HxCDF, F7 – 1,2,3,7,8,9-HxCDF, F8 – 1,2,3,4,6,7,8-HpCDF, F9 – 1,2,3,4,7,8,9- HpCDF e F10 – OCDF, D1 – 2,3,7,8-TCDD, D2 – 1,2,3,7,8-PeCDD, D3 – 1,2,3,4,7,8-HxCDD, D4 – 1,2,3,6,7,8-HxCDD, D5 – 1,2,3,7,8,9-HxCDD, D6 – 1,2,3,4,6,7,8-HpCDD e D7 – OCDD.

Figura 4.9. – Cromatograma obtido durante na análise de PCDD/Fs numa amostra de mexilhão.

Este cromatograma foi obtido num Cromatógrafo Gasoso (Agilent 6890 Series) acoplado a um Espectrómetro de Massa de Alta Resolução (Micromass AutoSpec-Ultima), tendo sido utilizada para a separação dos congéneres, uma coluna cromatográfica capilar VF-5MS da marca Varian (com 60 metros de comprimento, 0,25 mm de diâmetro interno e 0,25 µm de espessura de filme).

Nas figuras 4.10 e 4.11, apresentam-se os perfis isoméricos dos congéneres de PCBs com atividade de dioxina nas amostras de mexilhão

Perfis isoméricos de PCBs com atividade de dioxina nas amostras de mexilhão

Figura 4.10. - Perfis isoméricos dos PCBs nas amostras de mexilhão (2.ª campanha de 2008). Separação do Congéneres

Pentaclorados

Separação dos Congéneres Tetraclorados Separação dos Congéneres

Hexaclorados

Separação dos Congéneres Heptaclorados

Separação dos Congéneres Octaclorados

Figura 4.11. – Perfis isoméricos dos PCBs nas amostras de mexilhão (campanha de 2009).

Relativamente aos perfis isoméricos das amostras, as figuras 4.7/4.8 e 4.10/4.11, mostram que no caso dos congéneres de PCDD/Fs, o isómero predominante corresponde ao OCDD. Verifica-se também, que a presença dos policlorodibenzofuranos predomina sobre a das policlorodibenzo-p- dioxinas. No que respeita aos congéneres de PCBs com atividade de dioxina, verifica-se que aqueles para os quais, se obtiveram valores mais elevados de concentração foram os PCB IUPAC #118, PCB IUPAC #105, PCB IUPAC #167 e PCB IUPAC #156.

De modo análogo, apresenta-se na figura 4.12, um dos cromatogramas referentes à análise de PCBs com atividade de dioxina numa amostra de mexilhão.

Figura 4.12. - Cromatograma obtido na análise de PCBs com atividade de dioxina numa amostra de mexilhão.

Este cromatograma foi obtido num Cromatógrafo Gasoso (Agilent 6890 Series) acoplado a um Espectrómetro de Massa de Alta Resolução (Micromass AutoSpec-Ultima), tendo sido utilizada para a separação dos congéneres, uma coluna cromatográfica capilar VF-5MS da marca Varian (com 60 metros de comprimento, 0,25 mm de diâmetro interno e 0,25 µm de espessura de filme).

4.2.2. O

VOS DE

G

AIVOTA

4.2.2.1. L

OCALIZAÇÃO DOS

P

ONTOS DE

A

MOSTRAGEM

Junto à costa portuguesa, as gaivotas-de-patas-amarelas realizam a postura entre Abril e Maio, e usualmente, costumam pôr um máximo de 3 ovos por ninho. Assim, foi contactado o Instituto de Conservação da Natureza, I.P. (ICN), de modo, a que fosse possível efetuar a recolha de um único ovo em cada ninho. Foram realizadas duas campanhas de monitorização de ovos de gaivota no Parque Natural da Ilha da Berlenga, durante os anos de 2008 e 2009, e coube aos técnicos do ICN, proceder à sua colheita. A título informativo, salienta-se também, que as gaivotas existentes na Ilha da Berlenga fazem parte de uma colónia com 23000 a 25000 indivíduos, de acordo com o censo realizado em 2008, representando portanto uma das maiores colónias da Península Ibérica.

In document «Skaff meg en jobb!» (sider 42-0)