12 Sammenfatning
12.3 Hva bør partene og myndighetene gjøre for å videreutvikle ordningen?
A mais breve atenção já destaca a relação do dinheiro com a necessidade, o desejo, a demanda, ao gozo e, portanto, a seus corolários na intersubjetividade “social”: a produção, o poder, a segurança, até mesmo a provocação, a reivindicação de indigência, etc. A todos o dinheiro irá representar; a todos servirá; a todos anulará (MARTIN, 1997, exordium).
A necessidade de se ter dinheiro é evidente. Na conjuntura em que a nossa sociedade foi construída precisa-se de dinheiro para comprar o que comer, o que vestir, onde morar, onde evacuar, onde copular, dentre algumas outras necessidades básicas do humano. No entanto, ninguém precisa de muito dinheiro para viver. Tais necessidades básicas, se satisfeitas apenas em sua imprescindibilidade, são compradas facilmente. No entanto, a maioria esmagadora dos indivíduos não se sustenta apenas satisfazendo aquilo que é da ordem do estritamente necessário, cultiva-se excessos, consumismos, desperdícios.
Sabe-se, pelo que foi exposto, que o dinheiro enquanto um equivalente do significante fálico impõe mais do que isso. No entanto, a construção cultural foi uma vez estabelecida de maneira diferente da dinâmica que se apresenta atualmente. O advento dessa espécie de “sociedade não repressiva”, como expõe Safatle (2008), impõe um impacto divisor de águas sobre as relações com o elemento monetário. Para tanto, recorre- se à análise dos relatos de Jordan Belfort para, a posteriori, discutir sobre possíveis novas configurações.
A pesquisa da verdade não é inteiramente redutível a pesquisa objetiva, e mesmo objetivante, do método científico comum. Trata-se da realização da verdade do sujeito, como de uma dimensão própria que
deve ser destacada na sua originalidade em relação à noção mesma de realidade (LACAN, 2009, p. 33).
Uma demonstração artística nos aproxima das representações inconscientes que muitas vezes se mascaram socialmente. Por meio da arte é possível uma aproximação das consequências psíquicas que o elemento monetário evoca.
Parte-se do pressuposto de que o fragmento publicado por Jordan Belfort, o Lobo de Wall Street, carrega verdades (algumas delas não ditas explicitamente) que servem para clarificar o efeito que o dinheiro tem no psiquismo do homem e no meio o qual ele está inserido. Não se tem a intenção, por fim, de problematizar o que tem de verídico ou fantasioso em seu relato. Uma vez que foi escolhido o caso como ilustração, parte-se da ideia de que o que está escrito é o que foi, e portanto, o conteúdo a ser trabalhado.
O percurso traçado sobre o tema no capítulo anterior desse estudo permite agora uma análise pormenorizada sobre este que, por meio do contato do dinheiro, se tornou um verdadeiro Lobo. Faz-se mister a importância em ressaltar que mostrar o obsceno nem sempre quer dizer liberdade de expressão, mas em muitos casos manipulação, o que insiste em mostrar o poder da comunicação midiática expondo a sociedade do espetáculo e incentivando o gozo.
Algumas importantes referências devem ser pontuadas. Anterior a qualquer relato sobre si próprio, Jordan enfatiza (e insiste no decorrer de sua obra) que aqueles que tem dinheiros são “Mestres do Universo”. Tal colocação merece destaque pois evidencia o papel do dinheiro na configuração atual, aqueles que imperam não o fazem por merecimento moral, ético ou intelectual, mas sim por deterem dinheiro e, portanto, poder. A partir do momento em que Jordan se tornou milionário e, portanto, também um “Mestre do Universo”, passou a se sentir intocável por qualquer lei, e pelo que se pode afirmar no seu relato não apenas se sentia, mas de fato o foi por alguns anos. Sua intocabilidade reside no fato de que podia fazer qualquer coisa e sempre tinha alguém que limpava o mau feito, ou suas próprias merdas, dizendo a grosso modo, e ele deixa claro que é aí que se explica de onde vem o poder, de se ter dinheiro para limpar os próprios rastros sujos.
Outro ponto relevante se dá na diferença moral que é notada nas descrições do autor sobre o Jordan pré Lobo e pós Lobo, ou em outras palavras, antes do dinheiro e
depois do dinheiro. Enquanto era pobre, Belfort já era ambicioso, no entanto não usava drogas, não traía a esposa, não tinha o hábito de transar com putas e tampouco tinha intenções desonestas. Ao se enriquecer, não tardando para o Lobo vir à tona, uma facilidade enorme em gozar por meio do dinheiro passou a existir, que envolveu e consumiu toda sua economia libidinal: putas, drogas, vícios em geral, falcatruas e etc., foram alguns dos deslizamentos que a entrada desse significante provocou em sua vida.
Jordan retrata em seu relato a satisfação que o dinheiro lhe trazia. Obviamente, a necessidade de um homem é medida por seus anseios instintuais, mas e o que diz respeito a seus desejos, demandas e gozos? O dinheiro ganhado por Belfort satisfez seus desejos imediatos, mas tal satisfação estava longe de ser o que ele pretendia, seu intuito era se tonar um “Mestre do Universo” e isso nada tinha a ver com suas necessidades básicas.
Como abordado, o dinheiro pode se prestar a várias coisas desejantes. No entanto, possui um caráter mortífero quando faz com que se acredite que o desejo possa ser quantificado. Ele se presta à disposição de um antidesejo, trazendo colado em si o gozo. O falo indica uma direção de satisfação do desejo, mas nunca o é de fato, é apenas aproximativo, o elemento monetário indica uma coisa em si, específica, por isso a aproximação com o falo imaginário. No entanto, é necessário ter cautela nessa conformidade, pois o falo é um lugar, um significante, e como significante não pode ser uma coisa em si como pretende o dinheiro.
Jacques Lacan (1953/ 1998) diz que o dinheiro é o objeto mais mortífero de todos pois cria a ilusão de ter valor em si. Qualquer objeto que detiver valor em si se associará diretamente com o gozo libidinal e isso, supostamente, o satisfará. No entanto, nenhum objeto basta ao desejo humano, e portanto, o dinheiro como mediador de qualquer outro objeto, mascara a incompletude humana. Pierre Martin (1984/ 1997, p.45) afirma que “o dinheiro deve algo à morte”, afirmação coerente posto que o dinheiro sustenta em si a ilusão de possibilidade de gozar-se apenas por possuí-lo, de completude em si.
O dinheiro é utilizado como meio para gozar desenfreadamente. O Lobo em ilustração gozava sem parar, identificando-se com o dinheiro não apenas como meio para o seu próprio gozo, mas como meio para a possibilidade infinita de gozo, inclusive o qual o outro pode gozar sem parar. Há, inclusive, uma passagem em que ele goza literalmente
sobre o dinheiro, fetichizando esse elemento, não enquanto o fetiche da mercadoria do Marx, mas enquanto fetiche imaginário freudiano.
A instituição do dinheiro como mola mestra da economia libidinal provocou consequências psíquicas que modificaram inevitavelmente a mentalidade do século. Safatle (2005) ajuda a esclarecer essa afirmação quando contextualiza a relevância da passagem de uma sociedade de produção para uma sociedade de consumo. Na primeira, havia uma vigência de repressão das moções pulsionais, uma exigência à repressão ao gozo, no qual não se visava uma ética do trabalho diária remunerado em abstenção dos prazeres. Na atual, há uma evidente incitação ao gozo, o gozo transformado em obrigação, um imperativo do supereu que diz sempre – Goza!: “A longa elaboração lacaniana a respeito do supereu terminou na definição do ‘Goza!’ como o verdadeiro imperativo superegóico” (SAFATLE, 2008, p. 22).
3.4.1 – GOZA!
O gozo se tornou um conceito bastante atual para se pensar na dinâmica que rege tudo aquilo que envolve o humano. Safatle (2008) afirma que há uma tendência contemporânea em utilizar o gozo como conceito chave para compreender a economia libidinal própria à sociedade de consumo.
Jordan tinha em si um imperativo superegoico no sentido em que deveria gozar infinitamente simplesmente porque podia, porque tinha meios para isso, porque era cobrado de si, como um “Mestre do Universo” que gozasse imediatamente, inconsequentemente, ilimitadamente. No entanto, o gozo não bastava, e a necessidade de gozar não se mostrou ter fim. Lacan explica um pouco disso quando diz que a angústia se dá pelo excesso e não pela falta, é a falta da falta (LACAN, 1953-1954/ 2009, p. 247).
A cultura ocidental contemporânea estimula justamente o levantamento do recalque daqueles que consomem. O bom cidadão, segundo a nova concepção, seria aquele que busca o extremo do seu gozo (TEIXIERA, 1997, p. 3). É imprescindível para a efetização do que quer o capitalismo global, ou seja, a maximização do lucro, que o desejo
do sujeito seja suscitado por esses novos objetos e que ele seja fisgado pela nova forma de gozo que eles possibilitam. O teórico corrobora quando diz que “o mote do sujeito hodierno é: ‘Não me diga nada, não me imponha nenhum limite, deixe-me gozar’. Uma versão liberal, em termos de direito ao gozo, daquilo que na verdade lhe chega como um imperativo: Goza!” (TEIXEIRA, 1997, p. 8).
Apesar de estar à revelia das suas determinações inconscientes, fica evidente que o humano não é uma mera vítima do dinheiro. O investimento libidinal relacionado a esse elemento determinou e determina as configurações que tomam os rumos sociais. O dinheiro afeta o indivíduo naquilo que lhe é mais caro, no seu imaginário narcísico. Seu caráter mortífero se prestando como um falo imaginário, pois por meio dele se pode ter tudo mas não se supre nada, tornou-se um instrumento no qual o indivíduo tem de se submeter mas ao mesmo tempo se responsabilizar sobre. A incitação superegoica imperativa daquilo que rege define uma nova mentalidade de sujeitos que dirão o rumo das interfaces sobre esse assunto e tudo aquilo que permeia.
CONCLUSÃO
Esse é, sem dúvida, um dos mais interessantes paradoxos do Discurso do Capitalista, tal como foi estudado por J. Lacan: se, por um lado, ele promove o sujeito à posição de mestre, ou seja, o comando é exercido por um sujeito e não pela tradição impessoal, ele ao mesmo tempo o apaga ao diluir as expressões individuais de comando na estrutura do próprio discurso. Dessa forma, o ideal do sujeito autônomo, senhor do seu destino, que está na base não somente da economia liberal, mas da própria sociedade laica moderna, sofre um violento abalo. Como pensar que esse sujeito é quem comanda com o seu desejo, se esse mesmo desejo é causado por um objeto do qual ele não tem o controle? Assim, embora o lugar de comando seja ocupado pelo sujeito, que se pavoneia na expressão de suas escolhas e de sua liberdade, o verdadeiro comando é exercido pelo objeto, que sustenta de fato o discurso (TEIXEIRA, 1997, p. 4).
Não se pode dizer algo conclusivo sobre um assunto tão determinante dos rumos futuros. Muitas das suas facetas e consequências ainda serão vividas e pensadas, pois este é um período de importantes mudanças que resultarão em novas modificações na mentalidade dos assujeitados. A inserção no mundo digital, a globalização capitalista e o imperativo de gozo que prega a ideologia dominante definirão as consequências sintomáticas dessa nova configuração.
Nas páginas do presente trabalho, viu-se o surgimento e a ascensão desse elemento que se tornou uma das molas mestras que rege a economia libidinal humana. O percurso traçado mostrou não apenas os aspectos históricos que permeiam esse elemento, mas, por meio de uma ilustração cultural, em concomitância com as teorias semióticas e psicanalíticas, explicou as razões que justificam o papel desse componente no arranjo total.
O Lobo de Wall Street, ou o Lobo em pelo de cordeiro que era como se apresentava o americano judeu Jordan Belfort, ilustrou a personificação do que propõe e exige o discurso capitalista. Não obstante, a evidência de que Belfort queria e se sentia impelido a gozar, em cada momento e a qualquer preço. Seu relato se torna ainda mais rico quando demonstra ter pelo dinheiro um fetiche, ou seja, o dinheiro para ele se mostra como o falo imaginário que um dia ele perdeu e que acredita ser tudo de que precisa.
Jordan exemplifica a vertente mortífera que prepondera naquilo que o elemento monetário faz advir. Sabe-se que a busca do sujeito não se dá pela procura da sua metade complementar, mas da parte de si mesmo que perdeu para sempre ao se tornar um ser vivo sexual e mortal, e que é narcisicamente projetada a partir do falo imaginário.
Provou-se, no desenvolvimento dessa dissertação, que o dinheiro produz uma atribuição de valor em si mesmo, funcionando de forma análoga ao falo imaginário, isto é, ao objeto supostamente constituído de valor pleno que um dia acreditou se perder. No entanto, o caráter mortífero que se sobressai acontece já que o desejo não pode ser medido nem calculado exatamente como o elemento monetário propõe, a estrutura furada humana não se completa por deter nenhum objeto específico. A real mola mestra da economia libidinal é o que Lacan nomeou por objeto a, e nada em si mesmo corresponde a ele.
Diríamos, então, que o Discurso do Capitalista mantém-se pela exacerbação constante da falta, ao mesmo tempo em que acena com a possibilidade de obturá-la com o objeto de consumo. A falta, nesse discurso, é incessante e consecutivamente ampliada e repleta. De modo análogo ao fetichista, que necessita acrescentar um novo fetiche à sua coleção para cada novo gozo, uma vez que os antigos não mais têm o poder de tapar a castração, o consumidor deve renovar suas aquisições, sempre em busca de um objeto melhor, mais perfeito, que garantiria enfim um gozo pleno (TEIXEIRA, 1997, p. 7).
O dinheiro como um signo apenas mediador se confundiu mediante a ideologia capitalista reinante. Nos primórdios, sua utilização fez-se necessária como uma ferramenta que possibilizasse trocas comerciais; logo se tornou crucial para as determinações hierárquicas, e a partir disso vem determinando todas as posteriores configurações sociais. Entretanto, nenhuma mudança na história que foi contada se mostrou tão drástica quanto a imposta pelo sistema econômico atual. O discurso capitalista promoveu modificações significativas na mentalidade dos indivíduos e isso se deu justamente por utilizar o dinheiro como sua mola mestra principal.
O dinheiro, por funcionar em similitude ao falo imaginário, serve perfeitamente ao que intende o discurso do sistema. A ideologia capitalista exige que se goze simplesmente por se ter, e o elemento monetário supostamente materializa esse imperativo superegóico: Tenha e goze! Em uma entrevista à televisão, depois publicada, Lacan (1993) afirmava que
o mal-estar na modernidade era produto do discurso capitalista. O escrito foi publicado em 1974, já provando que ele pensava além de seu tempo, prevendo o mal-estar de hoje, 40 anos depois.
O dinheiro se apresenta então como uma grande ficção. Discuti-lo se torna complexo demais, porque compreendê-lo não requer apenas que se perpasse uma área específica, fez-se necessário um trajeto mais amplo.
Foi mostrado, no decorrer dessa dissertação, que o dinheiro é um signo por excelência porque detém primazia frente a outros enquanto o instrumento mediador universal de qualquer troca e definidor na mentalidade de qualquer interpretante. Um significante que ocupa um lugar determinante na série de equivalências freudianas, funcionando de forma semelhante ao falo no psiquismo humano, imaginariamente detendo em si o valor exato do desejo. Por consequência dessas duas características, configurou-se como a mola mestra da ideologia imposta pelo capitalismo dominante, que usa e abusa de artimanhas que exigem imperiosamente que se goze.
O título especifica que o dinheiro é apenas, mas não menos que uma das molas mestras da economia libidinal. Sabe-se que aquilo que move o humano vai muito além de suas questões concretas, seus furos e desejos são muitos singulares e dizem respeito a uma verdade outra que não delimitada.
A verdade apontada é que o dinheiro é um objeto mortífero. Assim como qualquer verdade, esta que se apresenta é não toda, pois, como foi dito, muito ainda se está a traçar sobre as vicissitudes que contornam a questão. No entanto, conclui-se que o dinheiro é um assunto inevitável em qualquer discussão sobre temas da civilização atual e que as sobredeterminações que provoca precisam ser priorizadas e debatidas, tanto no plano individual quanto no social e cultural.
REFERÊNCIAS
ATTALI, J. Os judeus, o dinheiro e o mundo. São Paulo: Futura, 2003.
BELFORT, J. O Lobo de Wall Street. Tradução de Pedro Barros. 2 ed. São Paulo: Planeta, 2014.
BELO, F. R. R.; MARZAGAO, L. R. Avareza e perdularismo. Psyche (Sao Paulo). São Paulo, v. 10, n. 19, dez. 2006 . Disponível em <http://pepsic.bvsalud.org/scielo.php? script=sci_arttext&pid=S1415-11382006000300008&lng=pt&nrm=iso>. Acesso em 19 maio 2015.
BÍBLIA. Bíblia Sagrada. 98. cd. São Paulo: Ave Maria, J 995. Mateus 7, vers. 15; Mateus 10, vers. 16; Lucas 10, vers.3.
DICK, B. Anatomy of film. New York: St. Martin´s Press, 1990.
DODD, N. A sociologia do dinheiro. Tradução de Waldivia Marchiori Portinho. Rio de Janeiro: Editora Fundação Getúlio Vargas, 1997.
DOR, J. Introdução à leitura de Lacan: o inconsciente estruturado como linguagem. Porto Alegre: Artes Médicas, 1989.
______. (1976). Tratado Geral de Semiótica. São Paulo: Perspectiva, 2000.
FERENCZI, S. Psicanálise II. In Obras Completas Sándor Ferenczi. São Paulo: Editora Martins Fontes, 1992.
FREUD, S. (1905). Três ensaios sobre a teoria da sexualidade. In Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 2006.
_________. (1906). Meus pontos de vista sobre o papel desempenhado pela sexualidade na etiologia das neuroses. In Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 2006.
_________. (1908). Caráter e Erotismo anal. In Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 2006.
_________. (1913) A Disposição à neurose obsessiva: Uma Contribuição ao problema da escolha da neurose. In Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 2006.
_________. (1915) Pulsões e Destinos da Pulsão. In Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 2006.
_________. (1917). As transformações do instinto exemplificadas no erotismo anal. In Edição Standard Brasileira das Obras Psicológicas Completas de Sigmund Freud. Rio de Janeiro: Imago, 2006.
GALBRAITH, J. K. Moeda: de onde veio, pra onde foi. Tradução: Antonio Zoratto Sanvicente. São Paulo: Livraria Pioneira Editora, 1983.
GOLDENBERG, R. (org.) Goza! – Capitalismo, globalização, psicanálise. Salvador: Ágalma, 1997.
HISTÓRIA do Charging Bull: Boi de Bronze de Wall Street. 12 ago. 2012. Disponível em: <http://www.fashionspill.com/historia-do-charging-bull-boi-de-bronze-de-wall-street/> Acesso em 04 jun. 2014.
HOBBES, T. (1651). Leviatã ou matéria, forma e poder de um estado eclesiástico e civil. São Paulo: Abril Cultural, 1983.
HUBERMAN, L. História da riqueza do homem. 3 ed. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1973.
JAKOBSON, R. Aspectos linguísticos da tradução. In linguística e Comunicação. São Paulo: Cultrix, 1991.
JORGE, M. A. C. Fundamentos da psicanálise de Freud a Lacan. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Ed., 2008.
JORGE, M. A. C.; FERREIRA, N. P. Lacan, o grande Freudiano. 4ª ed. Rio de Janeiro: Zahar, 2011.
LACAN, J. O seminário, Livro 11: Os quatro conceitos fundamentais da psicanálise. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1979.
__________. Televisão. Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 1993.
_________. (1956-1957). O seminário, Livro 4: A relação de objeto. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1995.
__________. (1953). Função e campo da palavra. In Escritos. Tradução de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998, p. 238-324.
_________. (1955). O seminário da carta roubada. In Escritos. Tradução de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998, p. 13-68.
_________. (1958). A significação do falo. In: Escritos. Tradução de Vera Ribeiro. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1998.
_________. (1953-1954). O seminário, Livro 1: os escritos técnicos de Freud. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2009.
LEGOFF, J. (1942). A Idade Média e o Dinheiro: ensaio de antropologia histórica. Tradução de Marcos de Castro. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2014.
LIMA, J. F. Psicanálise do Dinheiro. Rio de Janeiro: Editora Mauad, 1996.
MACHADO, A. Máquina e Imagem: o desafio das poéticas tecnológicas. São Paulo: Edusp, 1993.
___________. O sujeito na tela: modos de enunciação no cinema e no ciberespaço. São Paulo: Paulus, 2007.
MARTIN, P. (1984). Dinheiro e Psicanálise. Rio de Janeiro: Editora Reinventer, 1997. MARX, K. (1844). Manuscritos econômicos-filosóficos. São Paulo: Boitempo Original, 2004.
MASSON, J. M. A correspondência completa de Sigmund Freud para Wilhem Fliess – 1887 – 1904. Rio de Janeiro: Imago, 1986.
MCLUHAN, M. Os meios de comunicação como extensões humanas. São Paulo: Editora Cultrix, 1974.
METZ, C. O significante imaginário – Psicanálise e Cinema. Tradução de Antônio Durão. Lisboa: Editora Livros Horizonte, 1980.
MORENO, F.; UMPIERES, R.T. O nascimento do Lobo de Wall Street: veja o artigo da Forbes sobre Jordan Belfort em 1991. InfoMoney, 29 jan. 2014. Disponível em:
<http://www.infomoney.com.br/mercados/acoes-e-
indices/noticia/3163802/nascimento-lobo-wall-street-veja-artigo-forbes-sobre-jordan- belfort>. Acesso em 02 fev. 2015.
NASIO, J. D. 5 Lições sobre a teoria de Jacques Lacan. Rio de Janeiro: Zahar, 1993.