3. METHODS
3.12 Human epithelial Colorectal Adenocarcinoma (Caco-2) cells
As técnicas de treinamento podem ser classificadas quanto ao uso, tempo e local de aplicação (Boog, 2000; Marras, 2000; Chiavenato, 2004)
(1) Técnicas de treinamento quanto ao uso
- Técnicas de treinamento orientadas para o conteúdo – desenhadas para a transmissão de conhecimento ou informação como a técnica da leitura, recursos audiovisuais, instrução programada e instrução assistida por computador. Estas duas últimas são também chamadas técnicas auto-instrucionais.
- Técnicas de treinamento orientadas para o processo – desenhadas para mudar atitudes, desenvolver consciência de si e dos outros, e desenvolver habilidades interpessoais. São as que enfatizam a interacção entre os treinados no sentido de
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influenciar mudança de comportamento ou de atitude, mas do que simplesmente transmitir conhecimento cognitivo. Alguns processos são utilizados para desenvolver intravisão (insight) interpessoal – consciência de si e dos outros – como meio para mudar atitudes e desenvolver relações humanas, como é o caso de liderança ou de entrevista. Entre as técnicas orientadas para o processo estão o role-playing, o treinamento da sensitividade, treinamento de grupos, etc. - Técnicas de treinamento mistas – com as quais não só se transmite informação, mas também se procura mudar atitudes e comportamentos. São comumente utilizados não apenas para transmitir conhecimentos ou conteúdos, como também para alcançar alguns objectivos estabelecidos para as técnicas mais orientadas para o processo. Entre as técnicas mistas sobressaem métodos de conferências, estudos de casos, simulações e jogos e várias técnicas on the job. Entre as técnicas de treinamento no cargo (on the job) podemos relacionar o treinamento de instrução no cargo, treinamento de orientação, treinamento de iniciação, rotação de cargos, etc.
(2) Técnicas de treinamento quanto ao tempo
As técnicas de treinamento podem ser classificadas em dois tipos, designadamente, as técnicas aplicadas antes do ingresso no trabalho (treinamento de indução ou de integração) e as aplicadas depois do ingresso no trabalho.
O Treinamento de indução ou de integração no trabalho visa à adaptação e ambientação inicial do novo empregado à empresa e ao ambiente social e físico onde irá trabalhar. A introdução de um empregado novo ao seu trabalho geralmente é feita através de uma programação sistemática, levada a efeito por aquele que será seu chefe imediato, por um instrutor especializado ou por um colega especialmente encarregado do assunto, através do chamado “Programa de Integração ou Programa de Indução”. O programa de integração costuma conter informações sobre: a empresa (história, desenvolvimento e organização), o produto ou serviço, os direitos e deveres do pessoal, os termos do contrato de trabalho, as actividades sociais de empregados (benefícios e serviços), as normas
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e regulamentos internos, as noções sobre a protecção e segurança do trabalho, o cargo a ocupar (natureza do trabalho, horários, salários, oportunidades de promoção), o supervisor do novo empregado, as relações do cargo com outros departamentos e a descrição detalhada do cargo.
Com a integração correcta do funcionário no seu novo trabalho é possível conseguir vantagens, como:
- Redução do tempo perdido pelo empregado ao ingressar, ele recebe informações gerais de que necessita sobre a empresa, como normas, regulamentos e procedimentos que o afectam e sobre o cargo que irá ocupar da maneira mais racional, para que o seu ajustamento seja o mais rápido;
- Redução no número de demissões ou de acções correctivas que se possam efectuar graças ao desenvolvimento dos regulamentos da empresa e das consequentes penalidades advindas de sua violação;
- Fornecimento ao supervisor de uma oportunidade de explicar ao novo empregado sua posição real na organização, antes que ele seja informado erroneamente a respeito;
- Fornecimento de uma arma segura ao novo empregado para vencer o medo do desconhecido que, em geral atinge a todos que se vêem em face de uma nova situação que poderá dificultar o alcance de sua produção ideal. Ele é instruído de acordo com os requisitos definidos na descrição do cargo que irá ocupar.
O treinamento, depois do ingresso no cargo, poderá ser levado a efeito sob dois aspectos:
• Treinamento no local de trabalho (no serviço)
• Treinamento fora do local de trabalho (fora do serviço)
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As técnicas de treinamento podem ser classificadas, quanto ao local de aplicação, em treinamento no local de trabalho (on the job) e fora do local de trabalho. O primeiro refere-se ao treinamento que se desenvolve enquanto o treinando executa tarefas envolvidas na produção, no próprio local do trabalho, enquanto o segundo tem lugar numa sala de aulas ou local especialmente preparado para essa actividade.
O treinamento no local de trabalho pode ser ministrado a empregados como supervisores, através de funcionários, supervisores ou especialistas de staff. Não requer acomodações ou equipamentos especiais e constitui provavelmente a forma mais comum de se transmitir os ensinamentos necessários aos empregados. Encontra grande acolhimento, principalmente em razão de sua praticabilidade, pois o empregado aprende enquanto trabalha. Dificilmente uma empresa de pequeno e médio portes considera possível investir em treinamento.
O treinamento no trabalho apresenta várias modalidades:
a) Admissão de aprendizes a serem treinados em certos cargos; b) Rodízio (giro) de cargos;
c) Treinamento em tarefas; d) Enriquecimento do cargo.
A maioria dos programas de treinamento, processados fora do serviço não é directamente relacionada ao trabalho, geralmente é suplementar ao treinamento em serviço. A principal vantagem que oferece é possibilitar ao treinando a dedicação de toda atenção ao treinamento, o que não é possível quando o mesmo está envolvido nas tarefas de produção. As principais técnicas de treinamento fora do trabalho são:
a) Aulas expositivas;
b) Filmes, dispositivos (slides), videotape (televisão); c) Método do caso (estudos de casos);
d) Discussão em grupo, painéis, debates; e) Dramatização (role-playing);
57 f) Simulação e jogos;
g) Instrução programada, etc.