• No results found

Handlingsregel på 20 prosent

In document Årsrapport 2017 (sider 71-77)

Por conta das características do estudo foram detectados alguns aspectos limitadores, como tempo de execução e parcos recursos humanos e financeiros, que influenciaram o número de participantes da amostra estudada, bem como também a insipiente experiência da pesquisadora em trabalhos dessa natureza que envolvem aspectos complexos, desafiante, porém gratificantes no final, por proporcionam rico aprendizado acadêmico.

57

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

Andrade, M., (2014). Deficientes físicos lutam por igualdade de direitos. Recuperado em 10 de outubro de 2014 no http://www.jornaldatarde.

Almeida, L., & Freire, T., (2008). Metodologia de investigação em psicologia e educação (5a ed.). Braga: Psiquilibrios Edições.

Diogo, A., Santos, M., Costa, & Branco, A. (2010). Aplicação do coeficiente alfa de Cronbach nos resultados de um questionário para avaliação de desempenho da saúde pública. XXX Encontro Nacional de Engenharia de Produção. São Carlos, SP, de 12 a 15 de outubro de 2010. Recuperado em 29 de outubro de 2014 no http://www.abepro.org.br/biblioteca/enegep2010_tn_sto_131_840_16412.pdf.

Alves, Oliveira, D. B., & Marangon, K. (2006). Experiências Educacionais Inclusivas: refletindo sobre o cotidiano escolar.Brasília: Ministério da Educação Especial. Recuperado em 10 de outubro de 2014 nohttp://portal.mec.gov.br.pdf. ESTE ESTA BEM

Amaral, L. (1994). Pensar as diferenças: deficiência. São Paulo: Rober.

Barboni, Ramos, H., G., Oliveira, M., Maiolino & Paola et. al.(2014). Recursos terapêuticos na Educação Especial. Recuperado em 10 de outubro de 2014 no http://www.unijales.edu.br/unijales/arquivos.pdf.

Bassuma, R. (2014). Viver a vida como cadeirante. Recuperado em 17 de setembro de 2014 do http://xa.yimg.com/kq/groups/27896804/452426915pdf.

Batista, D.(1996) Departamento de Saúde Mental-IV , p. 54, Editora Artes Médicas Sul

Bee, H. (1992). A criança em desenvolvimento. São Paulo: Harper & Row do Brasil.

Bobath, B. & Bobath, K. (1984). Desenvolvimento motor nos diferentes tipos de paralisia cerebral. São Paulo: Manole.

Bueno, Silveira, J. (1999). Crianças com Necessidades Educativas Especiais, Política Educacional e Formação de Professores: Generalistas ou Especialistas? Revista Brasileira de Educação Especial,3(5). Recuperado em 02 de setembro de 2014 nohttp://www.abpee.net/homepageabpee04.pdf.

Brasil. (1961). Lei nº 4024/61, de 20 de dezembro de 1961. Estabelece as diretrizes e bases da educação nacional. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 27 dez. 1961. Recuperado em 13 março de 2009 em http://presrepublica.jusbrasil.com.br/ legislacao/129047/lei-de-diretrizes-e- base-de-1961-lei-4024-61

Brasil. (2007). Convenção sobre os direitos das pessoas com deficiência. Protocolo facultativo à convenção sobre os direitos das pessoas com deficiência. Brasília: Secretaria Especial dos Direitos Humanos. Recuperado em 13 março, 2009, de

58

http://www.grupo25.org.br/download/CartilhaConsideracoesSobreOsDireitosdaspessoascomd e ficiencia.pdf.

Brasil. (1994). Declaração de Salamanca. Sobre princípios, políticas e práticas na área das necessidades educativas especiais. Conferência Mundial Sobre Necessidades Educativas Especiais. Salamanca, Espanha.

Brasil. (1999). Decreto nº. 3.298 de 20 de dezembro de 1999. Regulamenta a Lei no 7.853, de 24 de outubro de 1989, dispõe sobre a Política Nacional para a Integração da Pessoa Portadora de Deficiência, consolida as normas de proteção, e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, DF, 21 dez. 1999. Recuperada em 20 abril, 2014, de https://www.planalto.gov.br/ ccivil_03/decreto/D3298

_____.Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação.(2006). Parecer CNE/CSE no184 de 07 de julho de 2006. Retificação do Parecer CNE/CES nº 329/2004, referente à carga horária mínima dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial (encaminhado para homologação). Brasília, DF: Ministério da Educação. Recuperada em 13 março, 2009, de http://portal.mec.gov.br/cne/ arquivos/pdf/pces0184_06.pdf

_____.Ministério da Educação. Conselho Nacional de Educação. (2007). Parecer CNE/CSE no8 de 31 de janeiro de 2007. Dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade presencial. (homologado). Diário Oficial da União, Brasília, DF, 13 set. 2007. Recuperada em 13 março, 2009, de http://portal.mec. gov.br/cne/arquivos/pdf/2007/pces008_07.pdf

_____.Subsecretaria Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência. Comitê de Ajudas Técnicas (2009. Brasília : Corde.

Bruyne, P.; H., J.; S. & Marc (1991). Dinâmica da Pesquisa em Ciências Sociais. Rio de Janeiro: Francisco Alves.

Carvalho, E. R. (1997). A nova LDB e Educação Especial. Rio de Janeiro: WWA.

Carvalho, R. E.(2005). Removendo barreiras para a aprendizagem: educação inclusiva. Porto Alegre: Mediação.

Carvalho; Peres, M.; Santos, Mega, F. & Nasser, R. (2009).Atuação da fisioterapia em deficientes visuais. Revista Brasileira de Geografia Médica e da Saúde, 5(9), 53-62. Recuperado em 10 de outubro de 2014 dohttp://www.seer.ufu.br/index.php/hygeia/article/viewFile/16933/9338.

Cavalcante, M., (2013). As leis sobre diversidade. Recuperado em 02 de agosto de 2014 no http://revistaescola.abril.com.br/inclusao/inclusao-no-brasil/leis-diversidade-424523.shtml. Ocupacional, C. F. (2014). Recuperada em 20 abril, 2014, [email protected]. Deficiência, C.. (2004). Recuperada em 20 abril, 2014, de http://www.mj.gov.br/sedh/ct/corde/dpdh/corde/ principal.asp.

59

Deficiência, C. . (2004a). Recuperada em 20 novembro, 2004, de http://www.mj.gov.br/sedh/ ct/corde/dpdh/corde/principal.asp

Correia, L. M. (2008). Inclusão e necessidades educativas especiais: Um guia para educadores e professores. Porto: Porto Editora.

Correia, L. N. (1997). Alunos com necessidades educativas especiais nas classes regulares. Porto: Porto Editora.

Duek, V. P. & Naujorks, M. I. (2006, agosto). A inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais no ensino regular: o que pensam os professores? Seminário de Pesquisa doCCSA, Rio Grande de Norte, Natal, Brasil, 12.

Faleiros E.; Santos, M. (2003). A Inclusão de alunos com deficiência mental na perspectiva de suas professoras e produções acadêmicas. Londrina: Eduel.

Ferreira, L. P. (2005). Estatística Descritiva e Inferencial. Faculdade de Economia Universidade de Coimbra, 2005. Recuperado em 11 de outubro de 2014 no https://estudogeral.sib.uc.pt/bitstream/10316/9961/1/ap200501.pdf.

Figueiredo; Brandão, S., (2010) Inclusão da pessoa com deficiência física no mercado de trabalho – Um estudo de caso na Associação Baiana de Deficientes Físicos – ABADEF (2010). Dissertação de Mestrado. Centro de Pós-Graduação e Pesquisa de Cairu, 115. Recuperado em 10 de outubro de 2014 no http://www.ceppev.cairu.br/mestrado/dhrs/arquivos/dissertacoes.pdf.

Galvão, T. A. F. (2009). Tecnologia assistiva: de que se trata. In G. J. C. Machado & M. N. Sobral (Orgs.). Conexões: educação, comunicação, inclusão e interculturalidade (pp. 207- 235). Porto Alegre: Redes Editora.

Gay, L., Mills, G., & Airasian, P. (2006). Educational research: competencies for analysis and applications. Columbus: Pearson.

Greve, J. M. D., & Amatuzzi, M. M. (1999). Medicina de reabilitação aplicada à ortopedia e traumatologia. São Paulo: Roca.

Guerzoni, V. P. D.; Barbosa, A. P.; Borges, A. C. C.; Chagas, P. S. de S.; Gontijo, A. P. B.; Eterovick, F. & Mancini, M. C. (2008). Análise das intervenções de terapia ocupacional no desempenho das atividades de vida diária em crianças com paralisia cerebral: uma revisão sistemática da literatura. Revista Brasileira de Saúde Materno Infantil, 8(1), 17-25.

Hefelmann, C. D. R. (2001). Contribuições da perspectiva histórico-cultural para o processo de inclusão da criança considerada portadora de deficiência mental. Monografia de especialização, Universidade do Vale do Itajaí, Santa Catarina.

Constant, I. B. (2014). Os conceitos de Deficiência. Recuperado em 12 de setembro de 2014 no www.ibc.gov.br/?itemid=396

60

Estatística, I. B. G. (2000). Censo demográfico 2000. Recuperada em 23 setembro, 2014, de

www.ibge.gov.br.

Estatística, I. B. G. (2010). Censo demográfico 2010. Recuperada em 23 setembro, 2014, de

www.ibge.gov.br.

Kisner, C., & Colby, L. A. (2009). Exercícios terapêuticos: fundamentos e técnicas (5a ed.). Barueri: Manole.

Lakatos, E., M. & Marina (2001). Fundamentos de Metodologia Científica. São Paulo: Atla Mantoan, M. T. E. (2003). Inclusão escolar: o que é?por quê? como fazer? São Paulo: Moderna.

Mazzota, M. J. S. (1996). Educação especial no Brasil: história e políticas públicas (4a ed). São Paulo: Cortez.

Melo; Vieira, F. R. L.; Martins & Ramos, L. A. (2007). Acolhendo e atuando com alunos que apresentam paralisia cerebral na classe regular: a organização da Escola. Revista Brasileira de Educação Especial 13(1), 111-130. Recuperado em 04 de setembro de 2014 no http://educa.fcc.org.br/pdf/rbee/v13n01/v13n01a08.pdf.

Melo, Vieira, F. R. L.; Ferreira & Araújo, C. C. (2009). O cuidar do aluno com deficiência física na educação infantil sob a ótica das professoras. Revista Brasileira de Educação Especial 15(1). Recuperado em 08 de outubro de 2014 do http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413-65382009000100009&script=sci_arttext.

Melo, Lins, F. R.; Pereira & Medeiros, A. P. (2013). Inclusão escolar do aluno com deficiência física: visão dos professores acerca da colaboração do fisioterapeuta. Revista Brasileira de Educação Especial, 19(1). Recuperado em 11 de setembro de 2014 no http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S14136538201

Molochenco, M. O. (2002). Inclusão escolar de alunos com deficiência: opinião de mães. Dissertação de mestrado, Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo.

Moraes, A. de. (2004). Direito constitucional (14a ed). São Paulo: Atlas.

Moura, E. W. Lima, E. Borges, D. & Silva, P. A. C. (2005). Fisioterapia: aspectos clínicos e práticos da reabilitação (2a ed.). São Paulo. Artes Médicas.

Niehues, Rocha, J. Niehues & Rocha M. (2014). Educação Inclusiva de Crianças com Deficiência Física: Importância da Fisioterapia noAmbiente Escolar. Revista Neurociências 22(1), 113-120. Recuperado em 10 de outubro de 2014 no http://www.revistaneurociencias.com.br/edicoespdf.

O,Sullivan, S. B. & Schmitz, T. J. (1996). Having a dream: a research strategy for DSM-IV. Archives of General Psychiatry, 45(9), 54.

61

O’Sullivan, S. B. & Schmitz, T. J. (2010). Fisioterapia: avaliação e tratamento. São Paulo: Manole.

Unidas, O. N. (1948). Declaração final e plano de ação: conferência mundial sobre os direitos humanos. Viena: ONU.

Paulon, S. M.; Lucca, L. B. & Pinho, G. S. (2005). Documento subsidiário à política de inclusão. Brasília: Ministério da Educação. Recuperada em 13 março de 2009 em portal.mec.gov.br/seesp/arquivos/txt/docsubsidiariopoliticadeinclusao.txt

Peixoto; Silva, E.; Mazzitelli & C., (2004).Avaliação dos Principais Déficits e Proposta de Tratamento da Aquisição Motora Rolar na Paralisia Cerebral. Revista Neurociências 12(1). Recuperado em 08 de outubro de 2014 dohttp://www.unifesp.br/dneuro/neurociencias.htm. Quintão; Rosa, D. T. (2005). Algumas reflexões sobre a pessoa portadora de deficiência e sua relação com o social. Psicologia & Sociedade, v. 17, 75-80.

Rezende; M.; Moreira, R., M.; Filho, A. & Antenor., (2009). A equipe multiprofissional da “Saúde da Família”: uma reflexão sobre o papel do fisioterapeuta. Revista Ciência & Saúde Coletiva 14(1). Recuperado em 12 de outubro de 2014, no http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1413812

Rotta, N. T. (2002). Transtorno da atenção: aspectos clínicos. In N. T. Rotta, L. Ohlweiler& R. S. Riesgo (Orgs.). Transtorno da aprendizagem abordagem neurobiológica e multidisciplinar (pp. 301-313). Porto Alegre: Artmed.

Sá, E. D. (2003). Educação inclusiva no Brasil:sonho ou realidade? Recuperada em 10 julho, 2014 no http://intervox.nce.ufrj.br/%7Eelizabet/ palestra.htm.

Sahb; Ferreira, W.(2011) Educação Especial: olhar histórico, perspectivas atuais e aporte legal(2011). PUC Minas Gerais. Recuperado em 20 de agosto de 2014 no http://egov.ufsc.br/portal/sites/default/files. pdf. Retirado em 20.01.2014.

Sánchez, P. A. (2005). A educação inclusiva: um meio de construir escolas para todos no século XXI. Inclusão: revista da educação especial, 1(1), 7-18.

Sassaki, R. K. (2000). Inclusão: construindo uma sociedade para todos. Rio de Janeiro: WVA Editora.

Santos; Vieira, M.; Souza; Daniele; Dresch, D.; Grave & Magali (2013). Ações interdisciplinares no processo de inclusão escolar do deficiente físico. Revista Catavento 5(1). Recuperado em 11 de outubro de 2014 no http://revistaeletronica.unicruz.edu.br/index.php/Cataventos/article.

Teixeira, E. (2005). As três metodologias: acadêmica, da ciência e da pesquisa. Petrópolis – RJ: Vozes

62

Vioto, J. R. B.; Vitaliano, C. R. (2010). O papel da Gestão Pedagógica frente ao processo de inclusão dos alunos com necessidades educacionais especiais. Revista Educação 35(2). Recuperado em 02 de setembro de 2014 no http://www.ucs.br/etc/conferencias.

63

64

Anexo A: Termode Consentimento Livre e Esclarecido – TCLE

Convidamos o (a) Sr (a) para participar da Pesquisa - O papel dos fisioterapeutas na equipe multidisciplinar atuantes no Complexo Municipal André Vidal de Araújo, Manaus – AM: um

estudo quantitativo realizado com alunos com Paralisia Cerebral, sob a responsabilidade do

pesquisador Raquel de Carvalho Vieira Cruz, a qual pretende analisar e caracterizar o papel do fisioterapeuta em uma equipe multidisciplinar na inclusão dos alunos com Paralisia Cerebral do

Complexo Municipal André Vidal de Araújo, Manaus – AM..

Sua participação é voluntária e se dará por meio de questionário aplicado..

Os riscos decorrentes de sua participação na pesquisa são mínimos por se tratar de pesquisa realizada através de questionário.

Tendo em vista que os fisioterapeutas e demais profissionais no município de Manaus não terem experiências na área de inclusão e de trabalho junto com equipes multidisciplinares, o estudo corre risco de não ter respostas adequadas, pois não tem idéias precisas de como funciona essa dinâmica. . Se você aceitar participar, estará contribuindo para mudança das práticas de inclusão nas escolas; avaliação do impacto da formação; conhecer como se pode melhorar a inclusão através da formação. Através do conhecimento práticas mais adequadas são utilizadas, resultando em benefícios mais positivos.

O fisioterapeuta através do conhecimento de biomecânica, integrando a equipe multidisciplinar realizaria as adaptações necessárias com a utilização de órteses facilitadoras para o desenvolvimento motor.

Se depois de consentir em sua participação o Sr (a) desistir de continuar participando, tem o direito e a liberdade de retirar seu consentimento em qualquer fase da pesquisa, seja antes ou depois da coleta dos dados, independente do motivo e sem nenhum prejuízo a sua pessoa. O (a) Sr (a) não terá nenhuma despesa e também não receberá nenhuma remuneração. Os resultados da pesquisa serão analisados e publicados, mas sua identidade não será divulgada, sendo guardada em sigilo. Para qualquer outra informação, o (a) Sr (a) poderá entrar em contato com o pesquisador no endereço (inserir endereço profissional), pelo telefone (92) (inserir telefone convencional – fixo), ou poderá entrar em contato com o Comitê de Ética em Pesquisa – CEP/Nilton Lins, no Campus da Universidade Nilton Lins, Manaus-AM.

Consentimento Pós–Informação

Eu,___________________________________________________________, fui informado sobre o que o pesquisador quer fazer e porque precisa da minha colaboração, e entendi a explicação. Por isso, eu concordo em participar do projeto, sabendo que não vou ganhar nada e que posso sair quando quiser. Este documento é emitido em duas vias que serão ambas assinadas por mim e pelo pesquisador, ficando uma via com cada um de nós.

65 Assinatura do participante

________________________________ Assinatura do Pesquisador Responsável

66

Anexo B: Carta de anuência solicitada junto a subsecretária de gestão educacional do município de Manaus

67

Anexo C: Instrumento de recolha de dados - Questionário

Prezado profissional:

No contexto da dissertação de mestrado subordinada ao tema “O papel dos fisioterapeutas na equipe multidisciplinar atuantes no Complexo Municipal André Vidal de Araújo em Manaus” pretende-se realizar um levantamento de informações/percepções junto dos professores, fisioterapeutas e demais profissionais do Complexo Municipal Andre Vidal em Manaus, Amazonas. O objetivo é analisar e caracterizar o papel do fisioterapeuta em uma equipe multidisciplinar na inclusão dos alunos com Paralisia Cerebral do Complexo Municipal André Vidal de Araújo.

O preenchimento do questionário é anônimo – ninguém saberá quem respondeu.

Pedimos a sua colaboração para responder a TODAS as questões deste questionário. A sua contribuição é essencial.

Obrigada pela colaboração!

Raquel de Carvalho Vieira Cruz [email protected]

1. Caracterização biográfica/demográfica

1.1. Assinale o seu gênero:

□Feminino □Masculino

1.2. Assinale a sua idade:

□ de 20 a 30 anos□ de 31 a 40 anos

□ de 41 a 50 anos □ mais de 50 anos

68

□ Doutorado □ Mestrado □ Pós-graduação/Curso de especialização

□ Licenciatura □ Bacharelado

□Outra (qual?)

________________________________________________________

1.4. Indique a formação acadêmica que possui no âmbito da Educação Especial/Necessidades Educativas Especiais:

1.5. Quantos anos de serviço tem no exercício das suas funções atuais?

□ até 5 anos □ até 10 anos □até 15 anos

□ até 20 anos □ até 25 anos □mais de 25 anos

2. Caracterização profissional

2.1. Assinale o tipo de escola/instituição em que trabalha

□ Escola Pública □ Hospital/ Clinica Público □ Escola Privada □ Hospital /Clínica Privado

2.2. Atende na sua sala de aula ou hospital/clínica crianças/ jovens com deficiência motora (por ex., paralisia cerebral)?

□Sim □Não

2.3. Qual a função que desempenha na escola?

□ Professor – indique o nível de ensino e a matéria que ensina: _________________________________________________

□ Professor de educação especial □Psicólogo □Fisioterapeuta

□ Pedagogo □ Diretor

□ Outra função: Indique qual: _________________________________

2.5. Quantas crianças ou jovens com deficiência motora apoia (ensina)? □□□□ crianças

69

2.6. Quantas crianças ou jovens com deficiência motora existem na escola /instituição onde trabalha? □□□□ crianças e jovens □não sei

2.7. Há quantos anos trabalha com crianças ou jovens com deficiência motora? □□anos

3. Práticas implementadas /recomendadas no atendimento a alunos com deficiência motora

Para cada afirmação, indique o seu nível de concordância, selecionando a opção que melhor representa a implementação das seguintes práticas no seu trabalho com alunos com deficiência motora:

1. Os alunos com NEE devem ser apoiados por uma equipe multidisciplinar.

Discordo Completamente Discordo

Concordo Concordo Completamente

2. O contato do fisioterapeuta com as crianças com alterações motoras antes de iniciar as aulas, facilitaria a

melhor adaptação aos materiais escolares.

Discordo Completamente Discordo

Concordo Concordo Completamente

3. Um fisioterapeuta dentro da sala de aula em tempo integral melhoraria o posicionamento geral da criança

facilitando o seu desempenho.

Discordo Completamente Discordo

Concordo Concordo Completamente

4. O profissional deve possuir competências para identificar um aluno com deficiência motora.

Discordo Completamente Discordo

Concordo Concordo Completamente

5. É importante interagir com outros profissionais para identificar alunos com deficiência motora.

Discordo Completamente Discordo

Concordo Concordo Completamente

6. Os alunos com deficiência motora devem ser encaminhados para a Educação Especial.

70

Concordo Concordo Completamente

7. O fisioterapeuta utiliza escalas, baterias e/ou outros instrumentos para avaliar os alunos com paralisia cerebral

ou outro tipo de deficiência motora.

Discordo Completamente Discordo

Concordo Concordo Completamente

8. O fisioterapeuta auxilia na obtenção do diagnóstico da criança com deficiência motora.

Discordo Completamente Discordo

Concordo Concordo Completamente

9. O fisioterapeuta faz adequações curriculares para os alunos com paralisia cerebral ou outro tipo de deficiência

motora.

Discordo Completamente Discordo

Concordo Concordo Completamente

10. Dou mais tempo à criança com paralisia cerebral ou outro tipo de deficiência motora para realizar as tarefas.

Discordo Completamente Discordo

Concordo Concordo Completamente

11. Verifico se o aluno com paralisia cerebral ou outro tipo de deficiência motora atingiu os objetivos.

Discordo Completamente Discordo

Concordo Concordo Completamente

12. A participação dos fisioterapeutas é fundamental em reuniões com pais, diretores e professores.

Discordo Completamente Discordo

Concordo Concordo Completamente

13. Utilizo os mesmos materiais para alunos com deficiência motora.

Discordo Completamente Discordo

71

14. Os alunos com deficiência motora não devem ser incluídos na realização de trabalhos de grupo mixtos, ou

seja alunos com e sem NEE.

Discordo Completamente Discordo

Concordo Concordo Completamente

15. O fisioterapeuta deve fazer parte da equipa multidisciplinar da escola.

Discordo Completamente Discordo

Concordo Concordo Completamente

16. Devem ser feitas adaptações necessárias as escolas ja que primordialmente trabalham em clínicas e hospitais,

para inclusão dessas crianças.

Discordo Completamente Discordo

Concordo Concordo Completamente

17. O fisioterapeuta auxilia na melhora da postura do aluno, da marcha promovendo independência nas

atividades.

Discordo Completamente Discordo

Concordo Concordo Completamente

18. O fisioterapeuta deve elaborar objetivos e atividades para serem inseridas no programa de intervenção para o

aluno com deficiência.

Discordo Completamente Discordo

Concordo Concordo Completamente

19. O fisioterapeuta proporciona um tratamento para aumentar a função das articulações, músculos, força,

mobilidade e resistência do aluno com deficiência.

Discordo Completamente Discordo

Concordo Concordo Completamente

20. O fisioterapeuta monitora a função, ajuste e uso adequado de mobilidade, aparelhos e dispositivos ajudando a

melhorar o desenvolvimento do aluno com deficiência.

72

Concordo Concordo Completamente

21. O fisioterapeuta trabalha as habilidades de transferência, que são essenciais para permitir a passagem de uma

superfície de suporte, ou seja, transferências da cadeira de rodas para cadeira da sala de aula, vaso sanitário etc. Discordo Completamente Discordo

Concordo Concordo Completamente

22. O fisioterapeuta trabalha as habilidades de desenvolvimento da mobilidade utilizando dispositivos

alimentados ou de rodas dentro do ambiente educativo. Discordo Completamente Discordo

Concordo Concordo Completamente

23. O fisioterapeuta trabalha as habilidades de fortalecimento dos sistemas muscular e respiratório que permite

ao aluno aumentar gradualmente sua resistência física, tornando o dia escolar mais produtivo. Discordo Completamente Discordo

Concordo Concordo Completamente

24. A valorização da experiência motora e desenvolvimento sensório- motor- ajuda à aprendizagem do aluno na

escola.

Discordo Completamente Discordo

Concordo Concordo Completamente

25. O fisioterapeuta deve fazer parte da equipa na avaliação da criança com paralisia cerebral.

Discordo Completamente Discordo

Concordo Concordo Completamente

In document Årsrapport 2017 (sider 71-77)