2. Begrepsavklaring
2.3. Handlingskompetanse
Ao pesquisar a aderência do Constructo da Sustentabilidade em ONGs, os resultados revelaram uma dimensão que transpassa aquelas propostas originariamente pela revisão de literatura: a dimensão do “dentro-fora” da organização, transversal a todos os Critérios utilizados. As ONGs inferidas na pesquisa não demonstram reconhecer no meio externo uma fonte de inputs que podem potencializar sua ação; demonstraram o cuidado sobre suas funções intrínsecas, relacionadas com as atividades diretamente ligadas ao seu público, seus funcionários, seu ambiente físico, sua administração de recursos do que investir na articulação com o meio externo. Desta conclusão também faz parte a componente ambiental, da qual as ONGs não se apropriaram em seu contexto de trabalho.
As ONGs têm participado da economia de mercado e têm se preparado para serem mais competitivas na captação de recursos, o que as leva ao uso de muitos indicadores,
ferramentas e linguagens em uso nas empresas e nos meios de aprendizagem, sem que
compreendam inteiramente seu significado. Ao buscar legitimação, as organizações correm o risco de viver uma confusão entre “sustentação” e “sustentabilidade” nos diálogos
intersetoriais.
Há uma similaridade observável entre as ONGs pesquisadas com relação a atitudes organizacionais. Parece haver um isomorfismo de caráter mimético, apoiado no processo de profissionalização e na emergência recente do campo do Terceiro Setor. Isto pode significar um risco de perda de identidade das ONGs e conseqüente diminuição de suas virtudes originais, que as conceberam como alternativas de mudança social profunda.
As pesquisas no Brasil que procuram relacionar sustentabilidade e ONGs são incipientes, em especial aquelas que utilizam métodos quantitativos. Está pesquisa é uma contribuição para a criação de um instrumento de mensuração da sintonia entre o discurso da sustentabilidade e o universo das ONGs.Também nesse trabalho conseguiu-se reunir um conjunto de informações descritivas sobre a gestão de ONGs, em especial informações sobre crenças e práticas de sustentabilidade que, embora não possam ser generalizados, constituem fonte interessante de questionamentos para pesquisas futuras.
Ainda lembrando que os resultados somente são válidos para o conjunto de ONGs estudadas, pois se trata de uma inferência descritiva e não estatística, entende-se que estes
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mesmos resultados podem ser úteis ao diversos interessados (stakeholders) envolvidos com ONGs:
Financiadores do Terceiro Setor, tanto do setor privado como do Governo, por exemplo, que investem e querem ter segurança sobre a qualidade de seu investimento, por meio de ONGs legitimadas e sustentáveis na execução de projetos relacionados às políticas públicas ou ao investimento filantrópico; ONGs, que buscam conhecer mais sobre si mesmas e superar paradigmas
antigos, especialmente o clássico modo de gerir olhando apenas para processos gerenciais;
Consultores, que funcionam como difusores de ferramentas de gestão e buscam constantemente na ciência alguma novidade que favoreça o seu trabalho; Pesquisadores, que podem ter à disposição mais um banco de dados e
provocações para futuras investigações.
Prevê-se que a comunicação dos resultados desta pesquisa seja feita em diversos fóruns, como reuniões públicas com acadêmicos e práticos e publicações em veículos voltados aos diferentes interessados (stakeholders) citados.
Pesquisas Futuras
Um caminho de investigações se abre em leque diante dos resultados desta Pesquisa:
1. Cada um dos seis Critérios pode ser desdobrado nos seus Indicadores internos e assim proceder a investigações no sentido de aprofundar o entendimento sobre como se comportam as ONGs em relação a cada indicador ou mesmo que padrões emergem dentro de cada Critério;
2. Cada grupo de ONGs pode ser estudado separadamente, como foi sugerido pelo próprio Grupo Foco: separadas por área de atuação, porte ou idade, as amostras podem ser ampliadas de forma a suportar análises mais intensas que verifiquem se os padrões encontrados aqui nesta Pesquisa se confirmam ou não;
3. Análise de clusters, análise discriminante e outras técnicas estatísticas podem ser utilizadas na busca de ponderar os diferentes Critérios e ajustar os “pesos” de cada Critério para ONGs;
4. Investigações qualitativas que aprofundem os achados desta Pesquisa seriam bem-vindas, pois há como comparar os resultados de medições em estudos de
casos que discutam se alguma variável é favorecida ou não pelo “momento histórico” ou constituição daquela ONG. Particularmente interessantes seriam os casos de ONGs que se situam nos quatro quadrantes propostos pela análise fatorial desta Pesquisa, pois a situação de cada uma poderia ser melhor compreendida pelo estudo de caso;
5. Outra possibilidade provocativa de pesquisa é a relação entre o tipo de liderança e o nível de aderência do constructo estudado, pois a iniciativa de gestão é tomada pela liderança interna.
Há ainda muitas outras possibilidades que acenam para o pesquisador interessado em aprender sobre o Terceiro Setor e sua relação com o meio, seu potencial de transformação, sua capacidade de trabalho e contribuição ao Planeta a partir desta Pesquisa. Será uma honra continuar a pensar sobre isto, pois há um brilho intenso não revelado, intrínseco ao ser humano, que precisa ser procurado para iluminar à volta de cada vida.
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