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gjennom samordnede tjenestetilbud mot familier

In document Fattigdom og levekår i Norge (sider 36-41)

E te os de e tifi ações a e p esa italia a otifi a: a ossa e p esa j ati ou e implementa diariamente todas as práticas com ou sem certificação que tornam toda a cadeia de produção rastreável, desde a campanha de compra até o consumidor fi al . Isso ajuda em termos de qualidade de produção, de impacto ambiental, e de sustentabilidade. Por isso, é essencial começar desde logo na campanha para educar para procedimentos saudáveis e corretos. Por outro lado a empresa francesa eleva o nível e a i fo aç o, e te os de e tifi ações, e pli ita do ue e iste ios níveis de certificação: as marcas do reconhecimento do produto fresco atualmente designado como de qualidade oficial ou denominação de origem (AOP, DOP, IGP, Rótulo de Garantia, entre outros) nacionais ou europeias, reconhecem o produto que o identifica como um produto de melhor qualidade para os consumidores. As certificações de cadeias de embalagens ou ferramentas de processamento industrial aprimoram o processo de transformação e o produto acabado e tornaram-se essenciais para o marketing em redes de distribuição nacionais ou internacionais. Todas essas certificações são obtidas como resultado de arquivos e auditorias de avaliação realizadas por órgãos certificadores, validando os processos e sistemas de qualidade implementados pelas empresas em questão para atender aos requisitos da

e tifi aç o soli itada .

11.6.11 Identificação dos problemas no negócio da castanha e possíveis

soluções

Como não poderia deixar de ser, e como núcleo deste trabalho, as problemáticas e ameaças também foram faladas durante as entrevistas.

11.6.11.1 Pragas/Doenças

A vespa asiática é a que tem mais destaque, que segundo a transformadora italiana, atingiu os castanheiros europeus nos últimos 10 anos. A transformadora francesa sugere o controlo de pragas, doenças por agentes e organismos bio reguladores.

96 11.6.11.2 Mão de-obra

Ê odo u al, e elhe i e to da populaç o u al e falta de o-de-o a (Transformadora Francesa). A solução, segundo a perspetiva da mesma serão incentivos para a retomada da exploração e organização da força de trabalho.

11.6.11.3 Alterações climáticas

Segu do a pe speti a da t a sfo ado a italia a a uda ça li ti a u desafio que devemos aceitar e trabalhar para resolver o problema. É interrompido o equilíbrio microclimático das áreas de produção, o que exige a busca de um novo equilíbrio que a natureza encontre e se consiga adaptar. Infelizmente, os tempos de produção e de negócios são diferentes. É necessário, portanto, estudar soluções que regulem a produção e os volumes produzidos para estabilizar todos os fatores sociais, económicos e ambientais que estão extremamente conectados. Sem rendimentos as pessoas abandonam os campos e não cuidam dos bosques e montanhas, causando problemas também para o meio ambiente. Este logo de seguida rematou que se deve buscar soluções, declarando que as castanhas do ponto de vista agronómico devem ser consideradas como outras frutas e vegetais com tratamentos específicos constantes e sistemáticos, administrados por agrónomos e coordenados entre todos os produtores. A transformadora francesa mencionou as mudanças climáticas e a seca como um problema ambiental, e acrescentou que como solução devem implementar- se medidas de adaptação às mudanças climáticas, controle da irrigação de pomares e controle dos recursos hídricos.

11.6.11.4 Fatores económicos

A t a sfo ado a f a esa o side ou a di e s o e o ó i a a o ga izaç o da produção, formação técnica agrícola, falta de estrutura técnica profissional e regulação de p eços . E pa a os es os apresentou como possíveis soluções na dimensão e o ó i a a o ga izaç o de est utu as p ofissio ais ag í olas g upo de p oduto es, organização interprofissional), treino de técnicos e estrutura agrotécnica, organização de mercado estável e regulação de preços (preço ao produtor, grossista, indústria) e

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11.6.12 Perspetivas futuras

As perspetivas futuras são variadas, e bastante intuitivas e essencialmente baseadas nestas mudanças que a cadeia de abastecimento da castanha está a sofrer. São e io adas pela e p esa italia a a eduç o do o su o sazo al, de sete o a abril / maio, criação de produtos alternativos e substitutos para alimentos frescos e o gelados ou, e ual ue aso, pa a os seto es de o feita ia e o su ido fi al . Foi oferecida uma visão mais global e ampla por parte da empresa francesa, que dese ol eu: O e ado permanece flutuante num mundo com uma população crescente (9 bilhões de pessoas em 2050). A produção agrícola será o próximo desafio deste século. A castanha é um fruto que transmite uma forte imagem de produto natural, saudável e dietético, que também se mostrou útil como alimento do planeta nos séculos anteriores. A China tornou-se rapidamente ciente desta utilidade e expandiu enormemente a sua produção nos últimos 40 anos, de uma produção de 400.000 toneladas para mais de 2.000.000 toneladas. Mas a sua produção cai novamente pelas mesmas razões que conhecemos na Europa (êxodo da juventude rural para as cidades, limitação de terras agrícolas disponíveis, produção de pomares para baixo) e a procura dos seus consumidores continuará ou crescerá. Com 1,5 bilhão de habitantes, a China consome 85% de sua produção e exporta para suas comunidades internacionais o restante de sua produção. Na Europa, durante o mesmo período, a produção caiu drasticamente de 400.000 toneladas para 150.000 toneladas, mas a demografia continua a crescer e a procura é forte. Precisamos encontrar um nível de produção para atender às necessidades futuras dos consumidores. Além disso, as tecnologias alimentares permitirão a criação de novos produtos e a castanha tem todas as qualidades necessárias para se adaptar a muitas formas de processamento, abrindo assim perspetivas de um consumo moderno e de boa qualidade, que se adapte perfeitamente à sua imagem. É um alimento equilibrado, energético e dietético capaz de enfrentar o desafio alime ta do pla eta .

98 Figura 9 - Produção industrial de castanha europeia (Dados de 2015).

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