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Formell utdanning

In document Fremtidige kompetansebehov I NOU (sider 36-41)

3.2 Læringsarenaer

3.2.1 Formell utdanning

Categoria Subcategoria Unidade de registo

Dados pessoais Grupo 330, Inglês. 26 anos de serviço. Experiências profissionais

nunca tinha participado num projecto durante. Depois disso fiquei ligada ao projecto “Partilhar”. Antes disso não tinha qualquer experiência de projectos. Acabei por ficar quatro anos à frente do PES.

Formação específica

formação em projecto? Ou em saúde? 8ão tinha tido nada. Apenas ao nível da Área de Projecto.

não me sentia, minimamente, preparada para conseguir organizar uma série de actividades ao nível da escola

Perfil da coordenadora Importância da temática e motivação para o cargo

Eu sempre gostei. Aliás, os temas até os considerava aliciantes. E até os costumava trabalhar em Formação Cívica.

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A imagem do

projecto na escola

8ão via assim grande envolvimento, grande vontade de participar, dos outros professores.

reuniões com os professores em geral metade desliga a outra metade diz que sim mas depois também, não vai fazer nada.

Contributo dos parceiros

os directores de turma é que me fizeram sentir o que era mais importante.

De onde recebi, de facto, colaboração e feed-back foi, principalmente, dos directores de turma.

o projecto esteve integrado na R8EPS? Estava num ano em que não se sabia se existia ou não. 8ão existia coordenador na R8EPS. E as escolas estavam em autogestão. 8ós continuamos a funcionar com o PES. Mas sem qualquer directiva de cima.

O SPO não. Eu dava-lhes a conhecer as actividades que se realizavam, principalmente, o gabinete de apoio ao aluno em que poderiam participar. 8unca houve grande interesse.

orientação do CP, da AE? Absolutamente nada.

Participação dos professores

Já tinha tentado, em anos anteriores, fazer sessões para professores e tinha sido, praticamente, um fiasco.

Apareciam só dois ou três e aquilo não servia para nada.

O projecto PES-ESL Participação dos pais Absolutamente nada. Temáticas prioritárias

havia uma espécie de guião do ministério e que me serviu como orientador para a escolha das diversas actividades. A coordenação – o exercício do cargo Decisão das iniciativas

Foi só através de conversas com os directores de turma, principalmente. (...) senti-me assim um bocadinho perdida. (...) não sabia se havia de dirigir mais as actividades para uma determinada área ou para outra. os directores de turma que me fizeram sentir o que é que era mais importante na altura.

104 Público alvo

essencialmente, tentava objectivar, ou concretizar, nos alunos. (...) os directores de turma, quase sempre, eram envolvidos

Parceiros / apoios

como não havia verba, as portas iam-se fechando. colaborei com o grupo de Filosofia.

os directores de turma eram as pessoas que mais colaboravam.

uma psicóloga do Movimento de Defesa da Vida (...) que tinha disponibilidade para vir a custo zero (...) e abriu-se o gabinete.

O centro de saúde foi sempre muito complicado. A doutora responsável punha sempre muitos entraves à vinda dos técnicos cá.

Espaços de acção

Tentávamos sempre que calhasse na hora de Formação Cívica ou de AP. Ou, se os professores não se

importassem, que calhasse em cima da disciplina deles.

Concretização das iniciativas

gabinete de apoio onde eles iam lá falar, iam desabafar. as pessoas que eu conseguia trazer cá à escola a custo zero e outras que conseguia levar os alunos também a custo zero.

Articulações efectuadas

8ão me lembro de absolutamente nada.

eu aproveitei e trabalhei com os meus alunos em AP. E sei que houve colegas que também trabalharam.

Divulgação

afixar no quadro da Sala de Professores ou na Sala dos Directores de Turma.

Às vezes, nos livros de ponto.

mais dirigido aos alunos, fiz cartazes para divulgar. O CE também passava avisos.

placard do PES (...) para divulgar artigos ou colóquios. Mas também que se ia realizar uma determinada

actividade aqui na escola. Mas era, principalmente, para alertar sobre questões de saúde.

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Coordenação

e planeamento

(CE) 8ada. Deu-me total liberdade para fazer aquilo que eu quisesse.

Portanto eles (CE) eram o mais abertos possível às iniciativas. Só que, de facto, deixavam-me assim solta; resolve, decide, faz as articulações... sem qualquer orientação.

Gestão dos recursos humanos

E se houvesse um coordenador para Formação Cívica também não seria má ideia.

era preciso que as pessoas tivessem horas nos horários para se poderem coordenar.

A nomeação do coordenador

(...) eu fui apanhada assim um bocadinho sem querer. O presidente do CE chamou-me e disse-me: olha tu vais ficar com o projecto PES. (...) mas porquê eu? Se eu não tenho qualquer experiência. Se não estou ligada nem à biologia, nem às ciências, nem à educação física. Porque razão é que sou eu a eleita? E ele: porque tu tens perfil. Mas eu não tenho perfil nenhum. 8ão tenho experiência. Mas eu sei que tu vais trabalhar e que vais conseguir. Está bem, pronto. Mas isto depois de não sei quantas semanas a tentar escapar-me. Eu até lhe arranjava outras candidatas. Mas ele sempre: essa não porque isto, a outra por aquilo...

O PEE e a integração de

projectos

8ão teve importância alguma. 8ada.

Influências / pressões

Sempre foi aprovado sem que alguém levantasse algum entrave. Gestão e organização da escola Comunicação / informação

106 Critérios e

instrumentos de avaliação utilizados

adesão das pessoas às iniciativas que eram feitas. o relatório, sempre no final.

Em algumas iniciativas pedia aos alunos que dessem a sua opinião, com o preenchimento de inquéritos.

também solicitava aos directores de turma que dessem o seu parecer. E o contacto individual. Se tinha ou não resultado, junto dos directores de turma.

Avaliação do projecto

O mais positivo era ver que os miúdos conseguiam ficar mais bem preparados para a vida.

os miúdos diziam que tinham ficado mais esclarecidos e que tinham gostado das acções. E que os

comportamentos iam ser alterados.

para os professores e encarregados de educação (...) de facto não resultava. Mas para os miúdos resultava. Porque desde que calhasse em cima das horas das aulas ou quando se faziam visitas de estudo eles iam.

Do CE não.

Avaliação

Dificuldades

perceber o que é que a escola queria. A falta de verba.

organizar um horário, para que quem viesse cá não passasse cá muitas horas e conseguir abranger o maior número de turmas. A organização dos horários era o que me dificultava mais a vida.

Motivar professores

tem de passar mais pelos directores de turma do que pelos professores em geral. Os directores de turma são as forças motrizes da escola. (...) uma reunião com os professores em geral não vai resultar em nada. Reuniões conjuntas entre os directores de turma e a coordenadora do PES. E também com os professores de AP.

Sugestões para o futuro

Envolver os encarregados

de educação

Isso é complicado. Isso é muito difícil.

Só se houvesse convocatórias com obrigatoriedade de vir o encarregado de educação em conjunto com o menino, ou com a menina, aí talvez...

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Recursos

necessários

A verba acho que era bom.

Aspectos a reformular

fazer acções em que estivessem encarregados de educação e educandos ao mesmo tempo.

passar a estar representado no CP era importante. há aí um outro projecto, o Eco-Escolas que podiam-se quase que fundir.

em AP há coisas muito mais interessantes que se podiam fazer.

horas comuns para que pudessem trabalhar em conjunto. tudo isso passa por horas.

colaboração mais estreita entre directores de turma, a coordenadora do PES e a AP e, se possível, o centro de saúde, que isso sim era o ideal, acho que se conseguia fazer coisas muito interessantes.

era importante que o PES já constasse do PEE e do Regulamento Interno. Identificação do(s) actor(es) que pode(m) melhorar o projecto

Eu acho que é o CE. É daí que parte uma série de condições e de organização.

E o CE tem um papel fundamental na coordenação e na cooperação. E, evidentemente, a pessoa que está à frente do PES também. E a coordenadora da AP. E se houvesse um coordenador para Formação Cívica.

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AEXO 4

ETREVISTA AO PROFESSOR COORDEADOR DO PES-ESL

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