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FNs narkotikakonvensjoner som et fundament for internasjonalt et fundament for internasjonalt

In document Rusreform – fra straff til hjelp NOU (sider 167-171)

krigsretorikk til en helseorientert narkotikapolitikk

7.2.1 FNs narkotikakonvensjoner som et fundament for internasjonalt et fundament for internasjonalt

Ainda na fase de análise de negócio, após o entendimento de todas as necessidades do cliente, é necessário se medir o tamanho da aplicação a ser construída. Para isso alguns métodos são disponibilizados ao analista. Uma desses métodos é a estimativa por experiência, onde uma equipe de desenvolvimento que já construiu funcionalidades semelhantes às solicitadas atribui o tempo necessário para a construção da aplicação. No entanto, algumas funcionalidades podem ficar superestimadas, comprometendo custo e prazo de entrega.

Outra opção é a utilização da análise de ponto de função (APF) que mede o tamanho das funcionalidades solicitadas pelo ponto de vista dos utilizadores que estão propostas nos modelos de layouts aprovados junto ao cliente. Suas dimensões são calculadas junto a uma tabela de complexidade onde a mesma disponibiliza a estimativa do esforço necessário para desenvolver a funcionalidade desejada.

A APF foi à conclusão de estudos realizados na década de 70 por Allan Albrecht, da IBM, diante da necessidade de se ter uma abordagem para quantificar o esforço de desenvolvimento de funcionalidade de sistema computacional independente da linguagem que se está utilizando (IFPUG, 2004).

Ponto de função é a medida do tamanho da aplicação computacional, que por sua vez, é medido de um ponto de vista funcional do utilizador. É independente de qualquer característica de dessenvolvimento (da linguagem computacional, da metodologia de desenvolvimento, da tecnologia ou da capacidade do grupo de desenvolvimento de desenvolver a aplicação). O fato do ponto de função ser usado originalmente para predizer esforço, isso nada mais é que uma consequência do fato de que tamanho é geralmente um indicador associado ao esforço do desenvolvimento.

É importante salientar o que os pontos de função não são medidas perfeitas de esforço para desenvolver uma aplicação ou seu valor de negócio, uma vez que por mais que o sistema tenha suas funcionalidades definidas, a sua construção depende de desenvolvedor para desenvolvedor (IFPUG,

2004). Isso é facilmente ilustrado com uma analogia às medidas em construções, onde em uma casa de cem metros quadrados quase sempre é mais barata do que uma casa de duzentos metros quadrados. Porém, muitos requisitos como os materiais utilizados podem fazer a casa menor mais cara. Outros fatores como número de casas de banho e localização podem fazer a casa de menor dimensão ter um custo mais elevado. Abaixo seguem algumas razões pelas quais a abordagem de APF deve ser utilizada para a estimativa de desenvolvimento de sistemas de software:

 Medir produtividade.

 Estimativa de desenvolvimento e suporte.

 Monitorizar alterações de origem externa.

 Normalização das formas de medida.

Sua contagem se inicia primeiramente classificando os componentes presentes na proposta de interface homologada. Após a identificação dos componentes, o mesmo é multiplicado pela sua faixa de esforço a realizar e por fim, multiplicado pelo custo por ponto de função para calculo de custo e/ou pelo tempo por ponto de função para calculo de prazo de entrega. Os pontos de funções classificam os componentes nas seguintes funcionalidades:

 Entrada Externa (EE) – é um processo em que os dados atravessam a camada de fronteira da aplicação de fora para dentro. Tais dados podem vir de uma tela de entrada de dados, por via eletrônica ou através de outro aplicativo podendo ser informações de controle ou informações do negócio. No caso dos dados serem informações do negócio, será utilizado para armazenar um ou mais arquivos (ALI). Se os dados forem informações de controle, não será necessário que armazenem arquivos.

 Saídas Externas (SE) – é um processo em que os dados passam através da camada de fronteira, de dentro para fora traduzidos em relatórios ou arquivos de saída, que são enviados a outros aplicativos. Esses relatórios ou arquivos são originados a partir de um ou mais arquivos lógicos internos e/ou arquivos de interface externa.

Por sua vez, dados derivados são informações cujo processamento vai além da recuperação e edição direta de registros (consulta e/ou cadastro) de arquivos lógicos internos ou arquivos de interface externa. É o resultado de um eventual processamento ou execução de funcionalidade de negócio, que ocorrem quando um ou mais elementos são combinados com uma fórmula, de modo a gerar ou derivar um ou mais elementos de dados adicionais.

 Consulta Externa (CE) – é um processo entrada e saída, que resulta na recuperação de dados (consulta) de um ou mais arquivos lógicos internos e/ou arquivos de interface externa que por sua vez é enviada para fora da camada de fronteira da aplicação.

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 Arquivo Lógico Interno (ALI) – um conjunto de dados relacionados (entidades), identificável pelo utilizador, que reside inteiramente dentro da camada de banco de dados da aplicação é mantido através de Entradas Externas.

 Arquivo de Interface Externa (AIE) – um conjunto de dados relacionados (entidades), identificável pelo utilizador, que é utilizado apenas para referência, pois residem inteiramente fora da aplicação e são mantidos por outras aplicações. O AIE é um Arquivo Lógico Interno para outra aplicação.

A Figura 10 apresenta uma visão geral dos tipos de função que são considerados na análise de ponto de função.

Figura 10 – Visão geral das funcionalidades de uma aplicação segundo a análise APF (Dias, 2012). Na Figura 11 podemos observar o fluxo dos passos necessários para a realização da contagem dos pontos de função da aplicação.

O processo de contagem de pontos de função de acordo com (Dias, 2012) se dá através de dois passos:

1. O primeiro consiste em identificar arquivos lógicos internos (ALIs) e arquivos de interface externa (AIEs) que deve ser classificada em dois conceitos: registros lógicos e itens de dados.

 Registros Lógicos são subconjuntos de dados dentro de um ALI/AIE, que foram reconhecidos pelo utilizador.

 Um Item de Dados, por sua vez, é um campo reconhecido pelo utilizador como único e não repetido. Vale destacar que só devem ser contados os itens de dados utilizados pela aplicação em contagem.

Uma vez identificando-se os registros lógicos e os itens de dados de um ALI/AIE, pode-se verificar sua complexidade relacionando a quantidade de registros com a quandidade de dados manipulados, utilizando como referência a classificação apresentada na Tabela 3.

Tabela 3 - Identificação da Complexidade das Funções de Dados (Dias, 2012).

Número de registros lógicos

Número de itens de dados

De 1 a 19 De 20 a 50 51 ou mais

Apenas 1 Simples Simples Média

De 2 a 5 Simples Média Complexa

6 ou mais Média Complexa Complexa

2. O segundo passo envolve a contagem de funções que atravessam as camadas do sistema (entradas externas, saídas externas e consultas externas) e sua classificação se dá de acordo com a complexidade funcional (simples, média ou complexa) baseada no número de arquivos referenciados e dos itens de dados manipulados pela função, utilizando a Tabela 4 para entradas externas e a Tabela 5 para saídas e consultas externas.

Nessas tabelas um arquivo referenciado pode ser um ALI/AIE lido ou um ALI mantido pela função. Já o número de dados é considerado apenas os dados efetivamente referenciados pelas funções nos arquivos em quetão.

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Tabela 4 - Identificação da Complexidade de Entradas Externas (Dias, 2012).

Número de arquivos referenciados

Número de itens de dados referenciados

De 1 a 4 De 5 a 15 16 ou mais

0 ou 1 Simples Simples Média

2 Simples Média Complexa

3 ou mais Média Complexa Complexa

Uma vez quantificadas às funções, é possível calcular os PFs de uma aplicação. Esse cálculo é feito a partir dos totais de pontos de função (NPFi) e do total de pontos de função não ajustados.

Para cada um dos cinco tipos de função (ALI, AIE, EE, SE e CE), são computados os totais de pontos de função (NPFi), segundo a seguinte expressão de contagem de acordo (Dias, 2012):

onde NCi,j = número funções do tipo i (i variando de 1 a 5, segundo os tipos de função existentes: ALI, AIE, EE, SE e CE) que foram classificados na complexidade j (j variando de 1 a 3, segundo os valores de complexidade: simples, média e complexa).

Ci,j = valor da contribuição da complexidade j no cálculo dos pontos da função i, dado pela Tabela 5. Tabela 5 - Identificação da Complexidade de Saídas e Consultas Externas (Dias, 2012).

Número de arquivos referenciados

Número de itens de dados referenciados

De 1 a 5 De 6 a 19 20 ou mais

0 ou 1 Simples Simples Média

2 ou 3 Simples Média Complexa

4 ou mais Média Complexa Complexa

O total de pontos de função não ajustados (PFNA) é dado pelo somatório dos pontos das tabelas de função de contagem de acordo (Dias, 2012):

sendo que i varia de 1 a 5, segundo os tipos de função existentes (AIL, AIE, EE, SE e CE).

Por não influenciar em mais de 10% as métricas de estimativas, a contagem de pontos de função não ajustados não é uma abordagem muito utilizada atualmente.

Tabela 6 - Contribuição das Funções na Contagem de PF’s Não Ajustados (Dias, 2012).

Função Complexidade

Simples Média Complexa

ALI 7 10 15

AIE 5 7 10

EE 3 4 6

SE 4 5 7

CE 3 4 6

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