4 PRESENTASJON AV FUNN
4.3 F ORBEREDELSE OG INNHOLD
Na TABELA 5.13 são apresentados os valores relativos médios de frequência natural experimental para as três condições de contato (SS, NaCl e óleo), nas diferentes idades e para a relação a/c 0,33.
TABELA 5.13. Valores relativos de freqüência natural experimental média para as
amostras SS, NaCl e óleo - relação (a/c) 0,33.
3dias 7dias 14dias 28dias
1,05 1,09 1,08 1,04 1,08 1,08 1,10 1,07 SS 1,06 1,05 1,08 1,06 média 1,06 1,07 1,09 1,06 desvio 0,03 0,03 0,03 0,02 1,07 1,08 1,09 1,09 1,05 1,08 1,08 1,09 NaCl 1,08 1,09 1,10 1,06 média 1,07 1,09 1,11 1,09 desvio 0,01 0,01 0,01 0,03 1,04 1,06 1,04 1,04 1,06 1,04 1,05 1,03 Óleo 1,07 1,06 1,04 1,06 média 1,06 1,06 1,05 1,04 desvio 0,02 0,02 0,01 0,02
A FIGURA 5.21 corresponde aos valores relativos de frequência natural média das amostras, para a relação a/c 0,33, considerando as três condições de contato ( SS, NaCl e óleo). Percebe-se que a substância NaCl apresentou valores superiores se comparados com as outras duas condições (SS e óleo). Esse fato indica que a presença da substância na interface pode ter efeito no parâmetro freqüência natural. No caso do NaCl, o efeito é positivo e para o óleo esse efeito é negativo, ou seja tende a reduzir os valores de frequência natural.
No entanto, devido à presença de desvios padrão elevados em relação às diferenças das freqüências relativas (TABELA 5.13) não se pode concluir que esse efeito seja significativo do ponto de vista estatístico. Esse fato pode estar atribuído ao pequeno número de amostras ensaiadas e erros cometidos na aquisição de dados, decorrente da manipulação das amostras.
FIGURA 5.21. Valores Relativos de Frequência Natural Experimental – 0,33
Desta forma para investigar a significância estatística desses resultados procedeu-se à análise de variância, utilizando o software SISVAR v. 5.3., no qual foram feitos testes para verificar se as diferenças ocorridas entre as médias dos valores relativos de frequência natural, nas três condições de contato (SS, NaCl e óleo), indicavam condições diferentes de interface, do ponto de vista estatístico.
Na TABELA 5.14 apresenta-se o resumo da análise de variância para a variável frequência natural. Observa-se que, se tomarmos como referência a condição sem substância na superfície (SS), as médias diferem ao nível de confiança de 95% somente em relação à condição com óleo, fato não ocorrido para o NaCl. Através da análise de variância percebeu-se também que a variável tratamento foi significativa, não ocorrendo o mesmo com a idade.
Mesmo percebendo a significância estatística para uma das condições (óleo) é necessário fazer investigações adicionais para ver o efeito efetivo das substâncias na interface tubo metálico/envoltória de pasta de cimento.
TABELA 5.14. Resumo da análise de variância referente à variável frequência natural
experimental relativa para relação a/c 0,33.
Valores relativos de freqüência natural experimental Variável Quadrado Médio (QM)
TRATAMENTO 0.004803*
IDADE 0.001007ns
Condição da Superfície do Tubo Metálico
NaCl 1,09 a
SS 1,07a
Óleo 1,05 b
DMS 0,02
DMS – diferença mínima significativa para a variável condição da superfície do tubo metálico; (*) significativo em nível de confiança de 95%; (ns) não significativo; médias seguidas de mesma letra não diferem entre si (p < 0,05).
Na TABELA 5.15 são apresentados os valores relativos médios de frequência natural experimental para as três condições de contato (SS, NaCl e Óleo), nas diferentes idades e para a relação a/c 0,44.
A FIGURA 5.22 corresponde aos valores relativos de frequência natural média das amostras, para a relação a/c 0,44 considerando as três condições de contato ( SS, NaCl e óleo). Nessa situação percebe-se que experimentalmente ocorreu diferença maior entre as três condições de contato. No entanto, mais uma vez devido aos desvios elevados, não se pode ser conclusivo quanto ao efeito da presença de substância na superfície (NaCl ou óleo) no parâmetro freqüência natural relativa.
TABELA 5.15. Valores relativos de freqüência natural experimental média para as
amostras SS, NaCl e óleo - relação (a/c) 0,44.
3dias 7dias 14dias 28dias
1,04 1,05 1,05 1,03 1,07 1,08 1,09 1,07 SS 1,06 1,08 1,09 1,06 média 1,06 1,07 1,07 1,05 desvio 0,02 0,02 0,03 0,02 1,08 1,11 1,02 1,09 1,10 1,11 1,10 1,10 NaCl 1,07 1,07 1,09 1,03 média 1,08 1,10 1,10 1,08 desvio 0,01 0,02 0,04 0,04 1,04 1,05 1,04 0,98 1,03 1,03 1,02 1,02 Óleo 1,04 1,03 1,04 0,99 média 1,04 1,04 1,03 1,00 desvio 0,00 0,01 0,02 0,02
Para investigar a significância estatística desses resultados procedeu-se a análise de variância, utilizando o software SISVAR v. 5.3., no qual foi feito testes para verificar se ocorriam diferenças entre as médias das três condições de contato (SS, NaCl e óleo). Na TABELA 5.16 apresenta-se um resumo da análise de variância para a variável frequência natural para a relação a/c 0,44.
Mais uma vez se compararmos em relação à situação sem substância na interface (SS), tomada como referência, observa-se que as médias só diferiram para a condição óleo, sendo as médias iguais para a presença de NaCl.
TABELA 5.16. Resumo da análise de variância referente à variável frequência natural
experimental relativa para relação a/c 0,44.
Valores relativos de freqüência natural experimental Variável Quadrado Médio (QM)
TRATAMENTO 0,00890 *
IDADE 0,00111 ns
Condição da Superfície do Tubo Metálico
NaCl 1,08 a
SS 1,06 a
Óleo 1,03 b
DMS 0,02
DMS – diferença mínima significativa para a variável condição da superfície do tubo metálico; (*) significativo com nível de confiança de 95%; (ns) não significativo; médias seguidas de mesma letra não diferem entre si (p < 0,05).
Nas duas situações, tanto para a relação a/c 0,33, quanto para a relação a/c 0,44 percebe-se que através dos resultados experimentais não foi possível ser conclusivo quanto ao efeito das substâncias na variável frequência natural, de um ponto de vista estatístico. Esse fato pode ser atribuído ao pequeno número de amostras ensaiadas como também à condição de revestimento do tubo metálico, ou seja, a extensão revestida pode não ter sido suficiente para detectar algum efeito.
Para investigar melhor esse fato, serão posteriormente (Seção 5.2.3.) realizadas análises complementares, levando-se em consideração a extensão de tubo metálico revestida. Para tal será utilizado o recurso da análise numérica.
5.2. Resultados Numéricos para Verificação da Condição de Aderência na