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External boundary spanning

CHAPTER 3: LITERATURE REVIEW ON MIDDLE MANAGEMENT .53

3.3 T HE BOUNDARY SPANNING MIDDLE MANAGER

3.3.4 External boundary spanning

Mostrou-se que a investigação sobre a aparência transcendental busca, em última análise, a compreensão de como certos objetos transcendentes surgem no pensamento de modo necessário162 e derivados da atividade lógica da razão. O estudo crítico das inferências dialéticas, encontradas nas séries hipotéticas, desdobra-se sobre a totalidade absoluta das condições objetivas dos fenômenos. Este estudo deve ser realizado a partir de como uma aparência transcendental, que resulta do tratamento objetivo do incondicionado, força ao erro da admissão de um objeto transcendente (mundo) como fundamento de séries empíricas. Para isso, retomar-se-á, agora, alguns paradigmas de interpretação que foram desenvolvidos no primeiro capítulo.

Primeiramente, será retomada a tese de que o princípio lógico analítico subjetivo da razão especulativa (ML) é o mesmo princípio sintético objetivo transcendental da razão pura (PRP). A interpretação aqui desenvolvida defende que a ML pode ser descrita como: dado um condicionado em uma cadeia silogística é dado como fundamento de toda cadeia o

162 Quando Kant diz que as ideias transcendentais são produzidas de modo necessário, ele não quer dizer que

necessariamente todas as pessoas irão pensar esses objetos transcendentes. Como se essas ideias fossem inatas e inevitavelmente nosso pensamento irá voltar-se em algum momento para elas. Essa necessidade deve ser entendida da seguinte forma: dado que foi aplicada a atividade silogística da razão ao uso empírico do entendimento, na tentativa de ampliar o conhecimento humano através do desenvolvimento prossilogístico dos conhecimentos, necessariamente esse processo resultará em uma aparência transcendental e com ela a exigência dessas ideias transcendentais. Ou seja, a atividade lógica da razão é, por assim dizer, inata, mas as ideias transcendentais são produtos, por assim dizer, tardios da consciência, quando a atividade silogística se desdobra no uso empírico do entendimento. As categorias, por serem constituintes, estão imediatamente dadas na experiência, mas as ideias transcendentais exigem um certo esforço especulativo para se apresentarem para consciência. O incondicionado é uma tarefa dada ao entendimento pela razão especulativa. Tarefa que ele só pode concluir de modo problemático.

incondicionado que encerra as relações de subordinação. O PRP, como mostrado no primeiro capítulo, é só uma variação deste princípio lógico quando: “A exposição lógica do pensamento em geral é erroneamente considerada uma determinação metafísica do objeto.”163 Sendo fiel à Kant, pode-se reproduzir essa expressão do PRP da seguinte forma: dado o condicionado na experiência é também dado o objeto incondicionado que subsome toda a cadeia objetiva de subordinação, sendo cada relação de subordinação só um momento da determinação desse incondicionado. Os efeitos dessa conversão do incondicionado como mera representação lógica em objeto pensado na ideia foi amplamente debatido no primeiro capítulo, assim como foi mostrado que Kant nomeou esse aspecto ilusório objetivo do incondicionado de aparência transcendental. Logo, sempre que a razão aplicar sua atividade silogística ao uso empírico do entendimento, inevitavelmente o desenvolvimento da relação de subordinação dada entre os conhecimentos irá supor que o incondicionado pode ser dado de alguma forma como objeto passível de receber predicados transcendentais; forçando o entendimento a realizar uma extensão transcendente do uso das categorias.

A segunda tese aqui retomada é derivada da afirmação que a razão especulativa possui apenas uma atividade lógica164, ou seja, as ideias transcendentais não são propriamente conceitos, pois apenas expressam a relação analítica do incondicionado com as categorias através de uma analogia permitida pela identidade das funções lógicas que determinam tanto a unidade analítica da cadeia de subordinação lógica nos silogismos, quanto a unidade sintética que é pensada na categoria.165 A segunda tese aqui defendida, então, afirma que as ideias transcendentais são somente as categorias em relação analítica com o incondicionado. Ou seja, os conceitos puros da razão são produzidos a priori166 pela extensão, até o incondicionado, da aplicação da atividade silogística sobre uso empírico do entendimento. Assim, as ideias, diferente das categorias, não fazem parte da estrutura originária subjetiva transcendental.

163 KrV, B 409.

164 No próximo capítulo, será mostrado como uma atividade lógica pode funcionar como se fosse transcendental

ao organizar o conhecimento produzido pelo entendimento. Esse uso transcendental da razão especulativa Kant chamou de uso regulativo.

165 Segundo Kant: “Para poder enumerar estas idéias (as cosmológicas), segundo um princípio e com precisão

sistemática, temos de observar primeiramente que os conceitos puros e transcendentais só podem ser provenientes do entendimento; que a razão não produz, propriamente, conceito algum, apenas liberta o conceito do entendimento das limitações inevitáveis da experiência possível, e tenta alargá-lo para além dos limites do empírico (…)” KrV, B435/A408,409. Grifo nosso.

166 Pois são produzidas independentes da experiência e por serem, do ponto de vista lógico, universais e

necessárias. As ideias transcendentais não são anteriores à experiência ou inatas. O que é condição para o pensamento em geral, logo indiretamente para experiência, é a forma lógica em geral da razão especulativa. Dessa atividade lógica da razão especulativa é que se desenvolve a produção das ideias transcendentais.

Porém, a nossa capacidade de inferir mediatamente, ou por silogismo, é originária e expressa a própria forma da razão especulativa e é condição a priori para o pensamento dedutivo.

Sem a introdução da representação do incondicionado, como pressuposto lógico de toda atividade silogística, a razão especulativa e o entendimento sempre operariam a cadeia silogística somente na experiência e não se formariam as aparências transcendentais, pois a razão especulativa não exigiria um uso transcendente das categorias. Se não houvesse essa falta de harmonia entre o entendimento e a razão, por causa do incondicionado, Kant não teria como explicar como surge nossa capacidade metafísica. Assim, permaneceria obscuro o surgimento de objetos transcendentes à nossa mente e Kant não poderia operar uma crítica das doutrinas transcendentais (psicologia, cosmologia e teologia). O que, por exemplo, do ponto de vista das ideias cosmológicas, seria uma catástrofe, pois os conceitos de natureza e liberdade ainda estariam presos a uma falsa antinomia. Kant, então, estaria impossibilitado de realizar seu projeto de uma crítica da razão prática, já que essa pressupõe que a contradição entre natureza e liberdade seja desfeita e, com isso, que a razão especulativa só problematicamente possa determinar esse segundo conceito.

A partir do que foi escrito nos parágrafos anteriores, tem-se que, em última análise, a aparência transcendental surge simplesmente quando as categorias são aplicadas à representação do incondicionado. Dessa forma, tem-se como terceira e última tese requisitada para explicar o sistema das ideias cosmológicas, a necessidade da determinação de quais categorias estão de acordo com o esquema lógico da função hipotética. Ou seja, trata-se de investigar as categorias em relação à função hipotética, expressa na relação entre antecedente e consequente ou condição e condicionado, e selecionar quais estão de acordo com esse esquema lógico.

As seguintes citações ratificam essa interpretação:

Assim, em primeiro lugar, as idéias transcendentais não são, em verdade, mais que categorias alargadas até ao incondicionado, e deverão caber numa tábua ordenada segundo os títulos destas últimas. Em segundo lugar, porém, nem todas as categorias servem para este efeito, mas só aquelas (categorias) em que a síntese constitui uma série, e mesmo uma série de condições subordinadas (e não coordenadas) umas às outras com vista a um condicionado.167

[...] a razão, para um condicionado dado, exige absoluta totalidade da parte das condições (às quais o entendimento submete todos os fenômenos da unidade sintética) e assim faz das categorias idéias transcendentais, para dar à síntese empírica uma integridade absoluta,

progredindo essa síntese até ao incondicionado (que nunca é atingido na experiência, mas apenas na idéia).168

Todo esforço empreendido nesse capítulo é para mostrar que se Kant não tivesse introduzido a representação do incondicionado dentro da atividade lógica da razão, todo projeto da estruturação e solução das antinomias estaria fracassado. Aliás, a rigor, não se formaria antinomia alguma, pois, como será mostrado, a antinomia que se apresenta, em seu último momento, na exigência de um conceito elaborado pelo entendimento que suporte a representação do incondicionado, surge em um conflito entre duas leis lógicas da razão pura, que por um lado exige a busca pelo incondicionado, mas por outro, para cumprir essa tarefa, terá que negar a universalidade irrestrita do princípio do terceiro excluído nos assuntos cosmológicos.169

Resumindo os pressupostos acima estabelecidos, sustenta-se aqui a tese de que o sistema das ideias cosmológicas, elaborada por Kant na Dialética, possui pelo menos três pressupostos que tomam o incondicionado como conceito central: 1. O princípio sintético transcendental da razão é só uma variação do princípio lógico analítico de desenvolvimento de cadeias silogísticas. 2. A razão especulativa não possui conceitos puros próprios, pois as ideias transcendentais são só as categorias aplicadas ao incondicionado. 3. Em relação ao desenvolvimento prossilogístico dado pela função hipotética, só algumas categorias podem subsumir o incondicionado.

É importante notar que o processo lógico envolvido se dá pela subsunção do incondicionado na categoria, embora Kant não deixe isso claro. O incondicionado é a representação do fundamento último das cadeias silogísticas que só possuem validade analítica- subjetiva. O incondicionado, a rigor, não forma conceito algum, sendo só uma representação de uma necessidade lógica. Por isso, quando ele é relacionado com a categoria é ela que o subsome, e não o inverso. Por exemplo, analisando o juízo: o mundo possui uma causalidade incondicionada. A causalidade ao ser relacionada ao incondicionado, e isso só pode acontecer analiticamente, porque não há aí nenhum diverso a ser sintetizado, subsome-o e é representada ilusoriamente como “causalidade incondicionada”. A categoria da ‘causalidade’ predicada de ‘incondicionada’ surge erroneamente como predicado do incondicionado supostamente determinado como objeto na ideia. O objeto aqui em questão seria o “mundo” ou totalidade das condições do fenômeno – incondicionado ilusoriamente tratado como objeto. Seu predicado

168 KrV, B436/A409. Grifo nosso.

seria “possui uma causa incondicionada” – categoria predicada de incondicionada ou incondicionado subsumido na categoria.

Explicando melhor o exemplo do parágrafo anterior, o incondicionado é primeiramente representado como totalidade absoluta das condições do fenômeno ou ideia de mundo, por uma exigência do PRP. O mundo, enquanto representação objetiva do incondicionado, é um objeto transcendente obtido nas séries hipotéticas. Esse conceito de mundo é vazio, pois é só o incondicionado pensado como uma condição última nas séries empíricas. Embora vazio, ele recebe erroneamente tantos predicados quantas categorias poderem ser expressas em séries de subordinação hipotética. Essas categorias são relacionadas analiticamente com o incondicionado graças a uma analogia entre as funções lógicas, formando, com isso, predicados que supostamente determinam a ideia transcendental de mundo (incondicionado representado como objeto transcendente e totalidade das condições dos fenômenos). No exemplo, a categoria da causalidade é análoga em sua forma, causa e efeito, à função hipotética, podendo ser pensada em uma série de antecedente e consequente. Ao se relacionar com o incondicionado, a categoria da causalidade produz o predicado: causalidade incondicionada. A razão especulativa parece possuir, então, um objeto (mundo – representação objetiva do incondicionado hipotético) e predicados (determinações efetivas) derivados da relação analítica entre a categoria e o incondicionado hipotético. Assim, a razão especulativa, no caso da categoria da causalidade, realiza a seguinte inferência silogística: o mundo possui uma causalidade incondicionada.170 A ideia de mundo é predicada com um tipo de causalidade incondicionada (liberdade transcendental), mas na verdade, a ideia de mundo é vazia, sendo suas determinações (predicações) aquilo que não é aparência transcendental, apenas as categorias que recebem o predicado de incondicionado. O mundo (totalidade absoluta das condições objetivas dos fenômenos) é obtido pela ilusória transformação do incondicionado hipotético (representação lógica-analítica de um antecedente absoluto que fundamenta a verdade formal de toda cadeia silogística hipotética) em objeto.

O incondicionado não é um objeto real, por isso mesmo ele não tem como ser predicado, ou seja, a categoria não tem como predicar o que não possui diversidade alguma a ser sintetizada. Todo desenvolvimento dessas relações é apenas analítico e a categoria não sintetiza nada, permanecendo vazia. É a categoria que recebe o predicado de incondicionado analiticamente e não o incondicionado que está recebendo um predicado transcendental

170 Mais adiante, será mostrado que em relação ao entendimento essa causalidade é sempre condicionada. Com

sinteticamente. Claro, a predicação existe, mas é apenas dada na relação entre dois conceitos vazios, dado que a categoria carece do diverso dado na intuição e o incondicionado é só uma representação de uma necessidade lógica. Todo juízo sintético oriundo dessa relação não possui realidade alguma, pois a relação é fundamentada em uma aparência transcendental. Isso é propriamente todo mistério que envolve a aparência transcendental, como foi exposto no capítulo anterior.

O sistema das ideias cosmológicas é estabelecido tomando como pressuposto que essas questões estão claras para o leitor. Isso é tão certo, que Kant faz um resumo destas questões antes da apresentação da tábua das ideias cosmológicas. Só a partir dessas três teses apresentadas acima é que Kant pode enumerar e classificar as ideias cosmológicas, que nada mais são do que as categorias (conforme a função hipotética) predicadas de incondicionado.

A tábua das ideias cosmológicas171, exposta no Sistema das Ideias Cosmológicas, mostra como a representação do incondicionado para cada uma das categorias, que estão de acordo com o esquema lógico da função hipotética, produz uma nova representação do conceito de mundo a partir das exigências da razão especulativa. Toma-se como exemplo a categoria da realidade. A categoria da realidade é pensada em relação ao incondicionado quando a matéria, enquanto conteúdo determinado no espaço, é admitida como um condicionado. A regressão empírica, dialeticamente, desenvolve-se até o incondicionado pensado como um objeto na ideia que possa representar a última condição da matéria no espaço. Como a matéria está em uma série regressiva em que suas partes são pensadas cada uma como a condição das outras até que se chegue no objeto que expresse uma matéria que não possua mais antecedentes na série, ou seja, não possa mais ser dividida, o incondicionado assume a aparência transcendental do simples. Porém, o predicado “simples” aplicado à ideia de mundo é só a categoria da realidade predicada de incondicionada. O simples (ou o incondicionado da série da divisão da matéria) é a realidade incondicionada pensada como condição última da matéria do fenômeno dado no espaço. O equivalente da ‘unidade lógica da série hipotética’, em relação à série empírica, é a ‘totalidade absoluta da divisão de um todo dado no fenômeno’. Para a razão especulativa, ludibriada pela aparência transcendental, o mundo possui uma realidade mínima, o simples.172

171 Cf. KrV, B443.

172 Aqui, mais uma vez, nota-se já um conflito se formando, pois o entendimento não poderá formar um conceito

adequado à ideia de simples. Com isso, uma parte da cosmologia racional resolve por admitir a afirmação oposta: não existe o simples. Mas essa nova afirmação, como será mostrado, também é contraditória. A razão, através de sua atividade silogística, produz um conflito entre afirmações opostas em que ela não pode aplicar o princípio do terceiro excluído, pois ambas as afirmações opostas podem ser reduzidas ao absurdo. A razão então cai em uma antinomia, em que suas regras lógicas, a necessidade do incondicionado e a universalidade irrestrita do princípio do terceiro excluído, entram em contradição. Será mostrado que esse conflito será vazio, pois o objeto, que

O problema é que o conceito de mundo é vazio, ou seja, sem referência na experiência, e sua predicação não é predicado algum, mas somente a categoria predicada de incondicionada.

Kant faz o mesmo com as demais categorias e chega a sua tábua das ideias cosmológicas. A tábua encontra as seguintes determinações173: a categoria da totalidade é dada como totalidade174 absoluta da composição do total dado de todos os fenômenos; a categoria da realidade é dada como a totalidade absoluta da divisão de um todo dado no fenômeno; a da causalidade, como a totalidade absoluta da gênese de um fenômeno em geral; e da necessidade (contingência)175, como totalidade absoluta da dependência da existência do mutável no fenômeno. Por uma questão de economia investigativa não serão aqui desenvolvidos todos os passos que Kant utilizou para estabelecer a tábua da maneira como ela está na Crítica. O importante aqui é apenas a compreensão do desenvolvimento teórico dessas questões.

Nesse sentido, os chamados conceitos cosmológicos são só distintas expressões da ideia de mundo como totalidade absoluta das condições objetivas dos fenômenos.176 O incondicionado é representado no conceito de mundo quando a busca pela totalidade absoluta das condições lógicas antecedentes dos silogismos hipotéticos em geral (incondicionado representado como uma necessidade lógica-silogística) é confundida na série empírica com a busca pela totalidade absoluta das condições objetivas do fenômeno (incondicionado representado na ideia de mundo). Os conceitos cosmológicos são quatro porque só quatro categorias possuem o mesmo esquema de síntese da função hipotética baseada na relação de membros em um série de subordinação entre antecedente e consequente. A rigor, esses conceitos são só as categorias predicadas de incondicionadas e transformadas em um ilusório predicado da ideia de mundo. Assim, como bem afirmou Kant, as ideias cosmológicas “só se dirigem ao que é incondicionado entre os fenômenos”. 177

fundamenta o litígio, na verdade, é só uma ilusão, ou melhor, é só o incondicionado dotado de um valor objetivo que não lhe pertence. Isso será explicado em breve.

173 Cf. KrV, B 443/A 415.

174 Kant se utiliza da palavra Vollständigkeit, que aqui foi traduzida por totalidade, porque nesse contexto

totalidade e integridade são sinônimos. Talvez Kant quisesse evitar usar a palavra totalidade aqui para não confundir com a categoria. Como mudar a palavra pode desviar o foco da questão, será usado o termo que foi utilizado na derivação da ideias transcendentais.

175 Embora seja a categoria da contingência que possua o esquema lógico da função hipotética é a categoria da

necessidade que recebe o incondicionado como predicado. Explicando melhor, o contingente, pensado como um condicionado na experiência, exige uma condição para sua existência que por vez exige uma outra, até que a regressão chegue ao incondicionado, que nada mais é que uma necessidade incondicionada. Cf. KrV, B 442/A 415.

176 Segundo Kant: “Dou o nome de conceitos cosmológicos a todas as idéias transcendentais, na medida em que

se referem à totalidade absoluta na síntese dos fenômenos; em parte, devido a essa mesma totalidade incondicionada sobre a qual também assenta o conceito de universo, que não é ele mesmo senão uma idéia; em parte, porque apenas se referem à síntese dos fenômenos, síntese empírica, (…)” KrV, B434/A407,408.