3. SUBJECTS AND METHODS
3.2 Statistics
3.2.4 Time-dependant Cox model
Neste capítulo redes de gás
esses materiais se regem
Aço sem costura Aço com costura
LEGENDA: NOTAS: NOTAS: xxxxxxxxxx xxxxxxxxxx
Como se observou igualmente neste capítulo, as redes em edifícios só podem ser executadas com recurso a tubos metálicos, a não ser que as redes sejam enterradas onde é permitido a utilização do Importa ainda referir que na estanquidade obtida através do aperto meta
pequenas quantidades de produtos acessórios, tais como vulgarmente designada por fita teflon
entanto, interdito o uso do filasso ou pastas do tipo polimerizá a rosca de acordo com a
RESUMO CONCLUSIVO
Neste capítulo, é possível observar a grande diversidade de materiais redes de gás, actualmente
esses materiais se regem
Material Aço sem costura Aço com costura
Cobre Chumbo b) Alumínio Polietileno Borracha LEGENDA: V –
NOTAS: a) Só quando embebido.
NOTAS: b) Só pode ser utilizado em
xxxxxxxxxxnesse material, anteriores a 26 de Junho de 1998 e que
xxxxxxxxxxgás natural
Como se observou igualmente neste capítulo, as redes em edifícios só podem ser executadas com recurso a tubos metálicos, a não ser que as redes sejam enterradas onde é permitido a utilização do Importa ainda referir que na estanquidade obtida através do aperto meta
pequenas quantidades de produtos acessórios, tais como nada por fita teflon
interdito o uso do filasso ou pastas do tipo polimerizá a rosca de acordo com a Figura
Figura
RESUMO CONCLUSIVO
é possível observar a grande diversidade de materiais actualmente, e ainda o grande número
esses materiais se regem. No Quadro
Quadro
Apresentação Comercial Aço sem costura
Aço com costura
M, N, R, Rg, Rv R e V M e R – vara, M – maleável; N Só quando embebido. b) Só pode ser utilizado em
nesse material, anteriores a 26 de Junho de 1998 e que gás natural.
Como se observou igualmente neste capítulo, as redes em edifícios só podem ser executadas com recurso a tubos metálicos, a não ser que as redes sejam enterradas onde é permitido a utilização do Importa ainda referir que na estanquidade obtida através do aperto meta
pequenas quantidades de produtos acessórios, tais como nada por fita teflon (Figura
interdito o uso do filasso ou pastas do tipo polimerizá 5.9.
Figura 5.9 – Procedimento de envolvimento da rosca [
RESUMO CONCLUSIVO
é possível observar a grande diversidade de materiais e ainda o grande número
Quadro 5.13, pode
Quadro 5.13 – Materiais e suas características.
Apresentação Comercial V V M, N, R, Rg, Rv a) e V R n/a R e V M e R maleável; N – Só quando embebido.
b) Só pode ser utilizado em pequenas
nesse material, anteriores a 26 de Junho de 1998 e que
Como se observou igualmente neste capítulo, as redes em edifícios só podem ser executadas com recurso a tubos metálicos, a não ser que as redes sejam enterradas onde é permitido a utilização do Importa ainda referir que na estanquidade obtida através do aperto meta
pequenas quantidades de produtos acessórios, tais como Figura 5.9), ou outras interdito o uso do filasso ou pastas do tipo polimerizá
Procedimento de envolvimento da rosca [
é possível observar a grande diversidade de materiais
e ainda o grande número de regulamentos e normas técnicas pelos q , pode-se observar um resumo dessa multiplicidade.
Materiais e suas características.
Famílias de Gases 1ª n/a n/a n/a n/a n/a n/a n/a n/a – nu, R – rolo, Rg pequenas reparações d nesse material, anteriores a 26 de Junho de 1998 e que
Como se observou igualmente neste capítulo, as redes em edifícios só podem ser executadas com recurso a tubos metálicos, a não ser que as redes sejam enterradas onde é permitido a utilização do Importa ainda referir que na estanquidade obtida através do aperto meta
pequenas quantidades de produtos acessórios, tais como a fita de politetrafluoretileno (PTFE) ou outras pastas e
interdito o uso do filasso ou pastas do tipo polimerizável [N.
Procedimento de envolvimento da rosca [
é possível observar a grande diversidade de materiais
de regulamentos e normas técnicas pelos q se observar um resumo dessa multiplicidade.
Materiais e suas características.
Famílias de Gases 2ª 3ª n/a n/a n/a n/a rolo, Rg – rígido e Rv reparações de instalações de gás nesse material, anteriores a 26 de Junho de 1998 e que
Como se observou igualmente neste capítulo, as redes em edifícios só podem ser executadas com recurso a tubos metálicos, a não ser que as redes sejam enterradas onde é permitido a utilização do Importa ainda referir que na estanquidade obtida através do aperto metal/metal, é admitido o uso de a fita de politetrafluoretileno (PTFE) pastas e líquidos apropriados, sendo
vel [N.7]. A fita de teflon deve envolver
Procedimento de envolvimento da rosca [6].
é possível observar a grande diversidade de materiais que podem ser utilizados de regulamentos e normas técnicas pelos q se observar um resumo dessa multiplicidade.
Materiais e suas características.
Norma/Especificação NP EN 10208 EN 10208 n/a NP EN 10208 EN 10208 EN 1057 n/a NP 1639 n/a n/a EN 1555 EN 1555 NP 4436 ET IPQ 107 rígido e Rv – revestido instalações de gás
nesse material, anteriores a 26 de Junho de 1998 e que estejam a funcionar com Como se observou igualmente neste capítulo, as redes em edifícios só podem ser executadas com recurso a tubos metálicos, a não ser que as redes sejam enterradas onde é permitido a utilização do /metal, é admitido o uso de a fita de politetrafluoretileno (PTFE)
íquidos apropriados, sendo A fita de teflon deve envolver
que podem ser utilizados de regulamentos e normas técnicas pelos q se observar um resumo dessa multiplicidade.
Norma/Especificação NP EN 10208-1 EN 10208-2 NP EN 10208-1 EN 10208-2 EN 1057 NP 1639 EN 1555-1 EN 1555-2 NP 4436 ET IPQ 107-1 revestido instalações de gás feitas a funcionar com Como se observou igualmente neste capítulo, as redes em edifícios só podem ser executadas com recurso a tubos metálicos, a não ser que as redes sejam enterradas onde é permitido a utilização do /metal, é admitido o uso de a fita de politetrafluoretileno (PTFE) íquidos apropriados, sendo, no A fita de teflon deve envolver
que podem ser utilizados nas de regulamentos e normas técnicas pelos quais se observar um resumo dessa multiplicidade.
Norma/Especificação
a funcionar com Como se observou igualmente neste capítulo, as redes em edifícios só podem ser executadas com recurso a tubos metálicos, a não ser que as redes sejam enterradas onde é permitido a utilização do
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PE. Nas instalações enterradas só é permitido o uso de ligações efectuas através de soldadura ou soldobrasagem.
Segundo a portaria n.º 361/98, não é permitida a reutilização de tubagens e acessórios de ligação previamente utilizados em outras instalações.
Todos os componentes utilizados numa instalação devem ser fabricados atendendo aos requisitos impostos pelas normas técnicas aplicáveis (Quadro 5.13) e ainda serem acompanhados do devido certificado de qualidade emitido pelo produtor (Quadro 5.1).
Os componentes a utilizar, nomeadamente os tubos, devem ser transportados e armazenados de modo a impedir a entrada de matérias estranhas, devendo ainda ser protegidos da acção dos agentes atmosféricos.
A título exemplificativo, apresentam-se as dimensões de uso mais corrente previstas nas diversas normas associadas aos diversos materiais (Quadro 5.14).
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Quadro 5.14 – Diâmetros e espessuras dos diversos materiais [N.9], [N.12] e [N.13].
AÇO Designação
corrente (poleg.) exterior (mm) Diâmetro
Série média Série pesada
Espessura
(mm) interior (mm) Diâmetro Espessura (mm) interior (mm) Diâmetro
1/8 10,2 2,0 8,2 2,6 7,6 1/4 13,5 2,3 11,2 2,9 10,6 3/8 17,2 2,3 14,9 2,9 14,3 1/2 21,3 2,6 18,7 3,2 18,1 3/4 26,9 2,6 24,3 3,2 23,7 1 33,7 3,2 30,5 4,0 29,7 1 1/4 42,4 3,2 39,2 4,0 38,4 1 1/2 48,3 3,2 45,1 4,0 44,3 2 60,3 3,6 56,7 4,0 56,3 2 1/2 76,1 3,6 72,5 4,5 71,6 3 88,9 4,0 84,9 5,0 83,9 4 114,3 4,5 109,8 5,4 108,9 COBRE POLIETILENO Diâmetro
exterior (mm) Espessura (mm) Diâmetro interior exterior (mm) Diâmetro
Espessura (mm) SDR 11 SDR 17 SDR 17.6 6 0,8 4,4 20 a) 3,0 2,3 b) 2,3 b) 8 0,8 6,4 32 a) 3,0 2,3 b) 2,3 b) 10 0,8 8,4 40 a) 3,7 2,4 2,3 12 0,8 10,4 63 5,8 38 3,6 15 1,0 13,0 110 10,0 6,6 6,3 18 1,0 16,0 125 11,4 7,4 7,1 22 1,0 20,0 160 14,6 9,5 9,1 28 1,2 25,6 200 18,2 11,9 11,4 35 1,5 32,0 280 25,4 16,6 15,9 42 1,5 39,0 315 28,6 18,7 17,9
54 2,0 50,0 NOTAS: a) Aplicação exclusiva em ramais.
NOTAS: b) Valores arredondados.
6. REDES EM EDIFÍCIOS
Este capítulo pretende compilar um conjunto de preceitos técnicos para a execução das instalações de gás, constituindo um auxiliar para o projectista durante a fase de elaboração d
como para os técnicos
instalações de gás em edifícios deve ser efectuada por profiss o efeito, tal como vem estipulado no decreto
De forma a simplificar a descrição da rede de gás referentes à
INS
6.1.
A instalação de gás distribuição. U seu percursoNa implantação das tubagens (ramais de ligação, colunas montantes, derivações de piso), o projectista deverá ter em atenção que as tubagens não devem atravessar locais que contenham:
Reservatórios de
Depósitos de combustíveis sólidos ou recipientes de gases de petróleo liquefeitos; Condutas e locais de recepção ou armazenagem de lixos domésticos;
Condutas de electricidade, água e telefone; Caixas de elevadores ou monta
Cabinas de transformadores ou de quadros eléctricos; Espaços vazios
Parques de estacionamento e outros locais com perigo de incêndio. Estas restrições podem ser ultrapassadas se as
estanque
espaços livremente ventilados, para que eventuais fugas de gás sejam para o exterior
Não é pe que os edifícios gás mais denso menos,
seguido por um eventual derrame de gás) e no local mais gás, a uma altura do
REDES EM EDIFÍCIOS
Este capítulo pretende compilar um conjunto de preceitos técnicos para a execução das instalações gás, constituindo um auxiliar para o projectista durante a fase de elaboração d
como para os técnicos
instalações de gás em edifícios deve ser efectuada por profiss o efeito, tal como vem estipulado no decreto
De forma a simplificar a descrição da rede de gás referentes à instalação de tubagens e
INSTALAÇÃO
A instalação de gás
distribuição. Uma vez no interior seu percurso até aos aparelhos,
Na implantação das tubagens (ramais de ligação, colunas montantes, derivações de piso), o projectista deverá ter em atenção que as tubagens não devem atravessar locais que contenham:
Reservatórios de
Depósitos de combustíveis sólidos ou recipientes de gases de petróleo liquefeitos; Condutas e locais de recepção ou armazenagem de lixos domésticos;
Condutas de electricidade, água e telefone; Caixas de elevadores ou monta
Cabinas de transformadores ou de quadros eléctricos; Espaços vazios
Parques de estacionamento e outros locais com perigo de incêndio. Estas restrições podem ser ultrapassadas se as
estanque em metal
espaços livremente ventilados, para que eventuais fugas de gás sejam para o exterior.
Não é permitido fazer uso ou
que os edifícios tenham caves em situação tal que para elas possam escoar eventuais derrames de gás mais denso do
dois detectores de gás. Estes detectores ficarão instalados à entrada da cave (no percurso seguido por um eventual derrame de gás) e no local mais
gás, a uma altura do
REDES EM EDIFÍCIOS
Este capítulo pretende compilar um conjunto de preceitos técnicos para a execução das instalações gás, constituindo um auxiliar para o projectista durante a fase de elaboração d
como para os técnicos instaladores
instalações de gás em edifícios deve ser efectuada por profiss o efeito, tal como vem estipulado no decreto
De forma a simplificar a descrição da rede de gás instalação de tubagens e