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4. RESULTS

4.2 Paper II

tubagens embebida o no interior dos

Durante a colocação em obra, é natural que o traçado definido pelo projectista, mesmo quando rigorosamente explicitado no projecto, sofra ligeiros ajustes às condicionantes que se revelam na obra (afastamento em relação a instalações já existentes (

isolante e não higroscópica. A

Esquema do atravessamento de uma parede na entrada da tubagem num edifício (adaptado

A tubagem em determinados locais fica alojada dentro de caixas de visita às quais está associada um determinado grau de acessibilidade. A acessibilidade de grau um caracteriza

necessário escadas e meios mecânicos especiais

necessário escadas mas já ser necessário meios mecânicos especiais, finalmente três por ser necessário escadas e meios mecânicos especiais.

Tubagem embebida

embebidas (Figura no interior dos edifícios.

Figura

Durante a colocação em obra, é natural que o traçado definido pelo projectista, mesmo quando rigorosamente explicitado no projecto, sofra ligeiros ajustes às condicionantes que se revelam na obra (afastamento em relação a instalações já existentes (

. A Figura 6.2

Esquema do atravessamento de uma parede na entrada da tubagem num edifício (adaptado n.

A tubagem em determinados locais fica alojada dentro de caixas de visita às quais está associada um determinado grau de acessibilidade. A acessibilidade de grau um caracteriza

necessário escadas e meios mecânicos especiais

necessário escadas mas já ser necessário meios mecânicos especiais, finalmente três por ser necessário escadas e meios mecânicos especiais.

mbebida

Figura 6.3) em paredes e pavimentos constituem .

Figura 6.3 – Exemplo de tubagem embebida.

Durante a colocação em obra, é natural que o traçado definido pelo projectista, mesmo quando rigorosamente explicitado no projecto, sofra ligeiros ajustes às condicionantes que se revelam na obra (afastamento em relação a instalações já existentes (

representa uma montagem possível para este tipo de

Esquema do atravessamento de uma parede na entrada da tubagem num edifício (adaptado n. 361/98 [N.7]).

A tubagem em determinados locais fica alojada dentro de caixas de visita às quais está associada um determinado grau de acessibilidade. A acessibilidade de grau um caracteriza

necessário escadas e meios mecânicos especiais, a acessibilidade

necessário escadas mas já ser necessário meios mecânicos especiais, finalmente três por ser necessário escadas e meios mecânicos especiais.

em paredes e pavimentos constituem

Exemplo de tubagem embebida.

Durante a colocação em obra, é natural que o traçado definido pelo projectista, mesmo quando rigorosamente explicitado no projecto, sofra ligeiros ajustes às condicionantes que se revelam na obra (afastamento em relação a instalações já existentes (

representa uma montagem possível para este tipo de

Esquema do atravessamento de uma parede na entrada da tubagem num edifício (adaptado ]).

A tubagem em determinados locais fica alojada dentro de caixas de visita às quais está associada um determinado grau de acessibilidade. A acessibilidade de grau um caracteriza

acessibilidade de grau necessário escadas mas já ser necessário meios mecânicos especiais, finalmente

três por ser necessário escadas e meios mecânicos especiais.

em paredes e pavimentos constituem

Exemplo de tubagem embebida.

Durante a colocação em obra, é natural que o traçado definido pelo projectista, mesmo quando rigorosamente explicitado no projecto, sofra ligeiros ajustes às condicionantes que se revelam na obra (afastamento em relação a instalações já existentes (Quadro 6.2

representa uma montagem possível para este tipo de

Esquema do atravessamento de uma parede na entrada da tubagem num edifício (adaptado

A tubagem em determinados locais fica alojada dentro de caixas de visita às quais está associada um determinado grau de acessibilidade. A acessibilidade de grau um caracteriza-se pelo facto de não ser de grau dois pelo facto de não ser necessário escadas mas já ser necessário meios mecânicos especiais, finalmente

em paredes e pavimentos constituem o tipo de

Exemplo de tubagem embebida.

Durante a colocação em obra, é natural que o traçado definido pelo projectista, mesmo quando rigorosamente explicitado no projecto, sofra ligeiros ajustes às condicionantes que se revelam na

2), entre outros).

representa uma montagem possível para este tipo de

Esquema do atravessamento de uma parede na entrada da tubagem num edifício (adaptado de

A tubagem em determinados locais fica alojada dentro de caixas de visita às quais está associada um se pelo facto de não ser dois pelo facto de não ser necessário escadas mas já ser necessário meios mecânicos especiais, finalmente a acessibilidade

o tipo de instalação

Durante a colocação em obra, é natural que o traçado definido pelo projectista, mesmo quando rigorosamente explicitado no projecto, sofra ligeiros ajustes às condicionantes que se revelam na

), entre outros).

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representa uma montagem possível para este tipo de

de Portaria

A tubagem em determinados locais fica alojada dentro de caixas de visita às quais está associada um se pelo facto de não ser dois pelo facto de não ser acessibilidade de

instalação mais

Durante a colocação em obra, é natural que o traçado definido pelo projectista, mesmo quando rigorosamente explicitado no projecto, sofra ligeiros ajustes às condicionantes que se revelam na

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Quadro 6.2 – Afastamento mínimo (cm) entre tubagens (Portaria n.º 361/98 [N.7]).

Tipo Paralela Perpendicular

Redes de vapor de água quente 5,0 3,0

[1,0]* Redes eléctricas 10,0 [3,0]* 3,0 [1,0 (com isolante)]* Redes telefónicas 10,0 3,0

Condutas de evacuação de gases 5,0 3,0

[5,0]*

NOTA: * A título de exemplo, apresenta-se em parênteses rectos [ ], os afastamentos recomendados na norma brasileira NBR 15526 [N.16].

Nestas circunstâncias, deverão ser observados determinados requisitos presentes no Quadro 6.3.

Quadro 6.3 – Requisitos das tubagens embebidas (adaptado da Portaria n.º 361/98 e 690/2001 [N.7, N.8]).

Situação Requisitos

Condições gerais

 O traçado deve ser simples e rectilíneo;

 Quando aplicada na parede, a tubagem deve apresentar:

 Troços horizontais situados na parte superior da parede, a uma distância máxima de 0,20 m do tecto ou dos elementos da estrutura resistente;

 Troços verticais na prumada das válvulas de corte dos aparelhos que alimentam.

 Quando aplicada no pavimento, a tubagem deve apresentar:

 Percurso efectuado preferencialmente na direcção paralela às paredes com um afastamento máximo de 0,20 m;

 Percurso efectuado pontualmente na direcção perpendicular à parede contígua, em situações de atravessamento de corredores ou ligações a balcões do tipo “ilha” em cozinhas.

 Devem ficar contidas numa caixa de visita e com acessibilidade de grau 3:  As tubagens que incorporem juntas mecânicas (Figura 6.4);

 As válvulas e acessórios com juntas mecânicas (Figura 6.4);

 As derivações ou mudanças de direcção das tubagens, quando feitas por meio de soldadura ou brasagem forte, excepto nos casos,

devidamente justificados, em que se utilizem tubos de aço sem costura soldados por arco eléctrico.

 As tubagens devem ter um recobrimento mínimo de 2,0 cm de espessura;  Os tubos de cobre devem possuir um revestimento inalterável de

policloreto de vinilo (PVC), PE ou outro material equivalente, que lhes assegure protecção química à corrosão;

 Os tubos de aço não necessitam de protecção, excepto se o revestimento da tubagem for à base de gesso, tendo neste caso de ser previamente revestidos com um material inerte e resistente à corrosão.

Impeditivo

 Não é permitido que as tubagens:

 Fiquem em contacto directo com o metal das estruturas ou armaduras das paredes, pilares ou pavimentos;

 Atravessem juntas de dilatação ou juntas de ruptura da alvenaria ou do betão;

 Passem no interior de elementos ocos, a menos que as tubagens fiquem no interior de uma manga estanque e sem soluções de

6.1.2.

As tubagens de gás po requisitos

quais se apresentam

No caso d

instalação de gás os edifícios já existentes) ou de

instalações de gás já existentes de uma família de gases para outra), efectuado com recu

Figura 6.4 –

Tubagem e

As tubagens de gás po

requisitos da portaria n.º 361/98 [N.7] com as alterações impostas pela portaria n.º 690/2001 [N.8], os quais se apresentam

caso dos edifícios

instalação de gás os edifícios já existentes) ou de

instalações de gás já existentes de uma família de gases para outra),

efectuado com recurso a coluna montante, é muito frequente a utilização de canaletes.

continuidade, desembocando pelo menos uma das extremidades dessa manga num local ventilado;

 Sejam instaladas nas paredes  Não devem ser executados roços:

 Se reduzirem a solidez, ventilação, estanquidade e o isolamento térmico ou sonoro da obra;

 Horizontais em paredes ou divisórias construídas em tijolo furado de espessura inferior a

inferior a 8,0 cm  Em paredes pré

 Em divisórias finas, em pavimentos de betão moldado nervurado ou em outras condições similare

– Esquema da montagem de um dispositivo de corte e de uma união mecânica [

Tubagem em canalete

As tubagens de gás podem ser instaladas em canaletes

da portaria n.º 361/98 [N.7] com as alterações impostas pela portaria n.º 690/2001 [N.8], os quais se apresentam no Quadro

Figura

edifícios que forem

instalação de gás os edifícios já existentes) ou de

instalações de gás já existentes de uma família de gases para outra),

rso a coluna montante, é muito frequente a utilização de canaletes.

continuidade, desembocando pelo menos uma das extremidades dessa manga num local ventilado;

Sejam instaladas nas paredes Não devem ser executados roços:

Se reduzirem a solidez, ventilação, estanquidade e o isolamento térmico ou sonoro da obra;

Horizontais em paredes ou divisórias construídas em tijolo furado de espessura inferior a

inferior a 8,0 cm, e Em paredes pré-

Em divisórias finas, em pavimentos de betão moldado nervurado ou em outras condições similare

Esquema da montagem de um dispositivo de corte e de uma união mecânica [

analete

dem ser instaladas em canaletes

da portaria n.º 361/98 [N.7] com as alterações impostas pela portaria n.º 690/2001 [N.8], os Quadro 6.4.

Figura 6.5 – Exemplo de um canalete de plástico.

forem objecto de

instalação de gás os edifícios já existentes) ou de

instalações de gás já existentes de uma família de gases para outra),

rso a coluna montante, é muito frequente a utilização de canaletes.

continuidade, desembocando pelo menos uma das extremidades dessa manga num local ventilado;

Sejam instaladas nas paredes Não devem ser executados roços:

Se reduzirem a solidez, ventilação, estanquidade e o isolamento térmico ou sonoro da obra;

Horizontais em paredes ou divisórias construídas em tijolo furado de espessura inferior a 6,0 cm, em

, em estafe com espessura inferior a 10,0 cm; -fabricadas de espessura inferior a 10,0 cm;

Em divisórias finas, em pavimentos de betão moldado nervurado ou em outras condições similares.

Esquema da montagem de um dispositivo de corte e de uma união mecânica [

dem ser instaladas em canaletes

da portaria n.º 361/98 [N.7] com as alterações impostas pela portaria n.º 690/2001 [N.8], os

Exemplo de um canalete de plástico.

objecto de conversão (operação que consiste em dotar com uma instalação de gás os edifícios já existentes) ou de

instalações de gás já existentes de uma família de gases para outra),

rso a coluna montante, é muito frequente a utilização de canaletes.

continuidade, desembocando pelo menos uma das extremidades dessa Sejam instaladas nas paredes envolventes

Não devem ser executados roços:

Se reduzirem a solidez, ventilação, estanquidade e o isolamento Horizontais em paredes ou divisórias construídas em tijolo furado de

,0 cm, em betão maciço ou celular de esp m estafe com espessura inferior a 10,0 cm; fabricadas de espessura inferior a 10,0 cm;

Em divisórias finas, em pavimentos de betão moldado nervurado ou em

Esquema da montagem de um dispositivo de corte e de uma união mecânica [

dem ser instaladas em canaletes (Figura 6.5

da portaria n.º 361/98 [N.7] com as alterações impostas pela portaria n.º 690/2001 [N.8], os

Exemplo de um canalete de plástico.

conversão (operação que consiste em dotar com uma instalação de gás os edifícios já existentes) ou de reconversão

instalações de gás já existentes de uma família de gases para outra),

rso a coluna montante, é muito frequente a utilização de canaletes.

continuidade, desembocando pelo menos uma das extremidades dessa envolventes de chaminés.

Se reduzirem a solidez, ventilação, estanquidade e o isolamento Horizontais em paredes ou divisórias construídas em tijolo furado de

betão maciço ou celular de esp m estafe com espessura inferior a 10,0 cm; fabricadas de espessura inferior a 10,0 cm;

Em divisórias finas, em pavimentos de betão moldado nervurado ou em

Esquema da montagem de um dispositivo de corte e de uma união mecânica [

5) desde que estes cumpram da portaria n.º 361/98 [N.7] com as alterações impostas pela portaria n.º 690/2001 [N.8], os

Exemplo de um canalete de plástico.

conversão (operação que consiste em dotar com uma conversão (operação de adaptação de instalações de gás já existentes de uma família de gases para outra), em que o a

rso a coluna montante, é muito frequente a utilização de canaletes.

continuidade, desembocando pelo menos uma das extremidades dessa de chaminés.

Se reduzirem a solidez, ventilação, estanquidade e o isolamento Horizontais em paredes ou divisórias construídas em tijolo furado de

betão maciço ou celular de espessura m estafe com espessura inferior a 10,0 cm;

fabricadas de espessura inferior a 10,0 cm;

Em divisórias finas, em pavimentos de betão moldado nervurado ou em

Esquema da montagem de um dispositivo de corte e de uma união mecânica [12].

desde que estes cumpram da portaria n.º 361/98 [N.7] com as alterações impostas pela portaria n.º 690/2001 [N.8], os

conversão (operação que consiste em dotar com uma (operação de adaptação de

o abastecimento rso a coluna montante, é muito frequente a utilização de canaletes.

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continuidade, desembocando pelo menos uma das extremidades dessa

Se reduzirem a solidez, ventilação, estanquidade e o isolamento Horizontais em paredes ou divisórias construídas em tijolo furado de

essura Em divisórias finas, em pavimentos de betão moldado nervurado ou em

desde que estes cumpram os da portaria n.º 361/98 [N.7] com as alterações impostas pela portaria n.º 690/2001 [N.8], os

conversão (operação que consiste em dotar com uma (operação de adaptação de bastecimento seja

56 Quadro Condições ger Canalete da c Canalete da c montante de edifícios de grande altura NOTAS NOTAS:

6.1.3.

Os troços de tubagem à vista amarela, em conformidade com a NP da superfície,

demãos de tinta

estas ser baças ou semibrilhantes, do tipo retardador de fogo.

Quadro 6.4 – Requisitos das tubagens em canalete (

Situação Condições gerais analete da coluna montante analete da coluna montante de edifícios de grande altura

S: Cada uma das situações posteriores obriga ao cumprimento dos requisitos das situações anteriores.

NOTAS: As classes (M.0 e M.1) foram revogadas pela publicação do regulamento de segurança

contra incêndios em edifícios, tendo actualmente outra designação ( 220/2008 [N.15]).