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2. Dagens praksis og erfaringer med lokal ledelse og organisering

2.2 Eksisterende modeller

5 6 7 8

9ºano 12ºano Licenciatura e Bacherlato

HABILITAÇÕES LITERÁRIAS

4 1 1 1 1 0 1 2 3 4 5 6 7 8

Técn. Adm. Eng.Civil Topógrafo Ass. Direção Diretor/a Obra

CATEGORIA PROFISSIONAL

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formação. Aquilo que se verifica é que apenas três dos inquiridos revelou não ter quaisquer dificuldades na sua adaptação, no entanto os restantes revelaram dificuldades em compatibilizá- la com a sua atividade profissional ou pelo facto de a plataforma não ser muito funcional, intuitiva e prática.

A questão seguinte consiste em saber se os formando identificam vantagens nesta modalidade de formação e as respostas variaram de formando para formando. Apenas dois dos inquiridos refere que não, os restantes consideram que existem vantagens nomeadamente na comodidade e na gestão do tempo. Alguns dos exemplos dados foram:

Apenas a comodidade. (F1)

Depende do conteúdo da formação. (F2)

Sim, uma vez que somos nós próprios a fazer a gestão do tempo. (F3)

A única vantagem que aponto é a de poder fazer a formação onde quer que esteja (trabalho, casa…). (F5)

Sim, principalmente porque evita deslocações e aprendizagem presencialmente. (F7)

A questão que se segue procurou saber se os formando preferiam que esta formação tivesse sido presencial e a esmagadora maioria dos inquiridos revelou que sim, neste caso em concreto seria mais vantajoso e mesmo a nível de concentração. Considerou-se bastante pertinente questionar os formandos sobre a importância desta formação em contexto de trabalho uma vez que esta empresa opera igualmente no mercado africano.

Quando questionados acerca da importância da ação de formação em contexto de trabalho as respostas foram positivas na medida em que revelam ser extremamente necessário uma formação em francês uma vez que todos eles comunicam com os restantes colegas que se encontram fora do país. Passamos a destacar alguns dos exemplos que foram dados:

Correção de alguns erros de vocabulários e erros ortográficos. (F1)

(…) esta formação ajudou a melhorar os conhecimentos, nomeadamente a nível gramatica. (F2)

Uma vez que esta empresa tem delegações no Senegal e no Mali (países francófonos), pode dar-se o caso de ir para lá trabalhar, ou ter de contactar com alguns dos ossos colaboradores locais. (F3)

É importante pois temos colegas que comunicam só em francês. (F4)

É importante melhorar o nosso francês tanto escrito como oral. É importante para uma melhoria contínua do desempenho. (F7)

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Relativamente às competências adquiridas durante a formação, os formandos foram questionados com o intuito de percebermos se as competências que desenvolveram contribuíram para a melhoria do seu desempenho profissional, uma vez que esta é uma das finalidades da formação. O motivo mais evocado para explicar esta importância das competências adquiridas foi o facto de a empresa trabalhar num país francófono onde o francês é a língua dominante, uma vez que permitia uma melhor perceção da língua no contacto com os restantes trabalhadores escrita e oralmente. Questionados os formandos se costumam utilizar a língua francesa na comunicação que estabelecem com os colegas da empresa. Aquilo que verificamos é que na grande maioria a língua francesa é utilizada, no entanto alguns dos inquiridos revelam não ter qualquer contacto com os colegas que se encontram no país francófono. A questão que se segue pode ter múltiplas interpretações. Tal como foi questionado anteriormente acerca da frequência em formações e-learning, alguns dos formandos nunca frequentaram uma ação de formação nesta modalidade dai as resposta serem variadas e nesse sentido a questão revela algumas críticas por parte dos formandos. A questão procurou saber se a plataforma pedagógica utilizada correspondeu às expectativas, se foi interativa e as respostas variam de formando para formando:

Sim, embora inicialmente fosse muito confuso. (F1)

Sinceramente não gostei da plataforma e não a considerei interativa. (F2)

Sim. Como referi anteriormente, ao início era um pouco complicado, mas com a ajuda da formadora foi-se resolvendo. (F3)

Não correspondeu às necessidades nem expectativas. (F4)

Como foi a primeira experiência, não tenho termo de comparação. Achei um pouco confuso e não achei produtiva e interação no chat. Para mim essa parte não funcionou bem. (F5)

Não, possui muita informação agrupada e fastidiosa para quem tem poucos minutos para se dedicar à navegação na plataforma. (F7)

Tal como podemos verificar as opiniões divergem bastante, por um lado, alguns dos formandos nunca tiveram qualquer contacto com cursos em e-learning, por outro, aqueles que já detinham alguma experiência em outras plataformas consideravam esta em concreto confusa e pouco interativa. No entanto durante a execução da ação de formação a equipa pedagógica esteve sempre disponível no apoio a eventuais dúvidas/problemas que surgissem relacionadas com a plataforma.

Por último, quando questionados se voltariam ou não a frequentar formações na modalidade e-learning a maioria respondeu de forma positiva, no entanto salientaram o facto de

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que gostariam de poder ter mais tempo para a dedicação, a 100%, à formação e dependendo do tipo de formação.

Todo este feedback leva-nos a questionar a importância da formação em contexto de trabalho e tal como foi acima referido, no referencial teórico, esta está presente na transmissão de várias competências profissionais que são necessárias no desempenho das funções dos trabalhadores e esta finalidade constitui “ a vocação primordial da formação e pode assumir diferentes formas: o aperfeiçoamento, a reciclagem, a reconversão e a promoção profissional” (Cruz,1998, p.56)”.

As formações em contexto de trabalho operam no sentido de dotar os trabalhadores de competências inerentes ao exercício da função assim como atualização de novas.

4.3 Entrevistas

As entrevistas realizadas, tal como foi referido anteriormente são do tipo semi- estruturadas, tendo por base um guião previamente elaborado, no entanto, sempre que achassem necessário os entrevistados poderiam intervir acerca de outras questões com o intuito de explorar mais informações sobre a área de atuação da WINNERGES, diferentes opiniões inerentes à situação atual da formação e perceber qual a importância que detém a aprendizagem ao longo da vida. A estrutura das entrevistas possui pontos em comum, questões sobre a WINNERGES e questões sobre a formação com o intuito de comparar pontos de vista diferentes.

Começando por uma breve análise aos dados sociodemográficos, no caso das gestoras da formação, constata-se que as idades não divergem muito, 37 e 40, no caso do gerente 47. Relativamente à antiguidade na empresa, o gerente encontra-se desde o momento da sua fundação, seguindo-se as gestoras 2 e 3 anos após o momento da fundação, em 2000.

As questões colocadas no âmbito da construção, das necessidades, das linhas que orientaram esta empresa ao longo dos anos consideraram que a consultoria e a formação são os grandes pilares da WINNERGES:

(…) já estava a funcionar portanto desde 2000, já tinha definidas as áreas de negócio, (…) em que existia a consultoria empresarial, a consultoria na área do ambiente e da qualidade (…) empresarial e depois a formação profissional. A formação profissional na altura já estava definida como quererem, digamos atingir quer as empresas e portanto a

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formação intra empresa e para o público em geral a formação inter empresa. (Gestora da Formação1)

(…) a formação é uma parte substancial da atividade da empresa, aliás uma parte mesmo grande da atividade da empresa, eu diria praí uns 75% da atividade da empresa é a formação- Ela é financiada, é não-financiada, trabalhamos com adultos, trabalhamos com jovens, trabalhamos com empregados, trabalhamos com desempregados, portanto, todas aquelas pessoas que careçam de formação de alguma maneira nós temos resposta, porque efetivamente a nossa atividade é muito direcionada para a formação. No que diz respeito à consultoria, normalmente… portanto é feita em clientes não é? Em empresas clientes. (…) onde no fundo nós, com consultores especializados ou nós internamente quando há recursos nos deslocamos a empresa, no fundo para apoiar em alguns pontos. (Gestora da Formação 2)

Seguiu-se uma questão pertinente às gestoras sobre a sua opinião em relação às práticas de formação ao longo dos anos, se estas se mantiveram ou se com o passar do tempo se alteraram:

Agora, há tendencialmente algumas empresas a pedir mais formação na área da produção, mais tecnológica para, porque é necessária a atualização. Houve também um período em que surgiu muito a formação na área da higiene e segurança no trabalho que se mantém. (…) Com o decorrer dos anos e acho que nomeadamente na questão da formação para desempregados e noto que os grupos nomeadamente os adultos já começam a perceber a importância da formação e começam a ter consciência de que a formação é um aspeto muito importante, quer no momento da contratação, quer depois na evolução dessa na própria empresa e no seu trabalho e a aquisição de competências no fundo vai de encontro a isso. (Gestora da Formação 1)

No caso concreto de atuação da formação, nos dias que correm, as empresas da área da formação são bastante dependentes dos quadros comunitários, não tendo por vezes, opção de escolha em relação à temática e à duração das ações de formação e a Gestora da Formação retrata uma visão interessante neste ponto:

(…) o que eu acho relativamente à formação é que muitas vezes, sobretudo para os ativos empregados a formação não está adequada a essas realidades. E passo a explicar, imagine, uma pessoa que… sei lá trabalha com um determinado programa todos os dias e que se nós quisermos uma formação financiada temos que ir buscar essa formação ao catálogo que o mínimo são 25horas e o máximo são 50h. Imagine que para um determinado programa de formação existe a necessidade de 20horas,nós do ponto de vista financiado não temos resposta. (…) o que significa muita das vezes não é uma resposta às empresas que acabamos por ter… havia pelo menos no quadro anterior, havia uma medida que era a formação mais direcionada para as empresas em que aí sim podia haver formação adaptada à realidade da empresa mas isso não me parece

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que seja, portanto que no fundo, a utilização do catálogo acho que é interessante e devia haver aqui uma abertura maior, devia haver uma bolsa de horas e não uma bolsa de horas por áreas ou um catálogo tão fechado, devia haver uma bolsa de horas, uma variação. (Gestora da formação 2)

A questão sobre a mobilização dos formadores na WIINERGES é, normalmente concretizada a partir de uma bolsa interna de formadores em que estes são selecionados de acordo com a área que detenham, não só dimensões teóricas, mas também dimensões práticas sobre o tema. Se na WINNERGES estiverem disponíveis recursos para dar formação são esses mesmos utilizados. Por vezes quando é difícil encontrar formadores, e acontece muitas vezes quando se tratam de formações mais específicas, são colocados anúncios na Internet e posteriormente é iniciada a fase de recrutamento.

(…) os formadores, nós temos uma bolsa de formadores (…) muitas vezes as pessoas mandam nos os curriculuns por iniciativa… (Gestora da Formação1)

(…) nós temos sempre várias formas, às vezes há candidaturas espontâneas outras vezes são pessoas que nos são indicadas por outros formadores, outras vezes temos que publicar anuncio para responder às necessidades, enfim são de variadíssimas formas que nos recrutamos. (Gestora da Formação2)

É de facto importante percebermos se os formadores estão ou não preparados para dar formação em outras modalidades além da presencial ou se apenas se adaptam. Nesta medida procurou-se auscultar os entrevistados com o intuito de percebermos as opções que tomam quando se inicia um curso em e-learning.

Exatamente, os formadores… há já formadores com.. e é a tal questão da atualização e nos formadores também se nota essa necessidade. Nem todos os formadores estão neste momento a apostar em eles próprios em tirar formação de como ser e-formadores, já há cursos que indicam ou que trabalham essas áreas dos e-formadores mas nós o que temos feito até agora é com formadores que são da nossa confiança e que nos sabemos que se vão interessar por trabalhar e desenvolver competências tecnológicas para que as coisas corram bem (…) temos confiado digamos a formação nesse formato sem exigir que eles tenham uma formação específica de e-learning para trabalhar a formação de e-learning. Nós próprios, é assim, quando tivermos se calhar mais cursos se calhar pensamos olha se calhar só vamos começar a, ou quando houver oferta de formadores que já haja mais formadores começamos a selecionar só aqueles que tenham já formação, sejam formadores de e-formadores. (Gestora da Formação 1)

A formação que é desenvolvida na WINNERGES foi uma das questões igualmente colocadas na perspetiva de percebermos se apenas atuam na formação por catálogo ou se quando

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se desempenha o papel de comercial perante outras empresas é dada ou não a oportunidade de escolha de outras formações. Uma formação dada numa determinada empresa, numa outra pode já não funcionar se o setor de atividade não for o mesmo. É primordial que estas empresas consigam adequar as formações aos vários setores e é nesta linha o gerente refere que este é um dos pontos em que a WINNERGES se destaca de todas as outras empresas de formação:

Eu acho que isso também é uma das coisas que nos diferencia dos demais Nós fazemos qualquer tipo de formação porque temos a capacidade de identificar necessidades e temos a capacidade de fazer a conceção e desenvolvimento de referenciais que se ajustem a essas necessidades, portanto aquilo é uma referência, temos que ter uma referência para mostrar aos potenciais clientes mas é apenas um ponto de partida.(…) cada vez mais são formações mais específicas mais concretas que fogem dos catálogos. Esta questão dos catálogos (…) facilitaram algumas determinadas questões mas também limitou bastante. E quando olhamos para a formação de empresas, que tem uma cultura de formação, a formação normalmente é identificada como uma forma de resolver determinados problemas. Problemas esse que são identificados no dia-a-dia ou porque há não conformidades relacionadas com determinada situação ou porque há tecnologias novas e depois são ações de formação muito concretas para públicos muito concretos. (Gerente)

No seguimento da questão anterior, foi colocada uma outra relacionada com a formação não universitária que se encontra disponível por parte de algumas Universidades hoje em dia. A aposta das Universidades nestas formações tem aumentado e um exemplo claro desta passa pelos CET’S (Cursos de Especialização Tecnológica), que facilitam o acesso aos cursos superiores. As empresas de formação estarão ou não preparadas para enfrentar a concorrência:

(…) Nesse tipo de formação não porque não nos podemos equiparar em termos de credibilidade, ainda que em termos reais pudéssemos ser muito melhores mas há aqui um fator extremamente importante para quem decide, o cliente. Eu vou optar por fazer uma ação de formação numa determinada área, formação de especialização de uma determinada área numa universidade ou numa empresa, eu acho que de alguma forma é desleal a concorrência. (Gerente)

Seguidamente surge uma questão colocada aos entrevistados, relacionada com os desafios que as empresas de formação enfrentam nos dias de hoje no que diz respeito à formação e nessa linha, tanto o gerente como uma das gestoras das formação revelam a grande importância que a aprendizagem ao longo da vida detém nos dias que correm:

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(…) sem dúvida alguma não é? O próprio dinamismo que a vida hoje em dia tem, a rapidez com que as situações se alteram, não só em termos de tecnologia mas também a rotação da vida como um todo. A parte profissional é uma das vertentes, é tão rápida, está tao presente no dia-a-dia que temos que estar em constante atualização. (Gerente)

(…) há uma questão que me parece fundamental que é… as pessoas começam a acreditar que a aprendizagem ao longo da vida é mesmo fundamental. (…) Quando se olha para um curriculum e se vê uma licenciatura, dá uma ideia de que a pessoa parou no tempo, porque tu tirando uma licenciatura tens as bases, tens um know-how muito grande mas no mundo de hoje… (…) tudo muda a uma velocidade tecnológica, o mundo global é tao grande que se as pessoas (…) Não se adaptarem no seu dia-a-dia não se adaptarem não procurarem saber, o saber de forma mais cientifica, acabam por ficar para trás, ou seja acabam por não estar atualizadas. (…) A atualização no fundo ou resumidamente, o que é que motiva a formação? É a atualização. (Gestora da Formação 1)

A aposta na diversificação da formação e dos seus dispositivos, nomeadamente o e- learning, foi uma das questões colocadas em todas em entrevistas uma vez que este estudo pretende aferir os resultados dessas ações de formação e perceber os pontos fortes e fracos destas. A comparação entre a modalidade presencial foi sempre um ponto de referência:

Sim acho, sem dúvida alguma, acho que não vai substituir na íntegra a presencial, mas sem dúvida alguma, no mínimo como suporte, ou seja, na pior das hipóteses como suporte à formação presencia, quer seja na disponibilização de conteúdos (…) (Gerente) (…)sim nós na experiência que tivemos de dois cursos em formato e-learning foram pedidos das empresas e no caso de uma empresa que tem pessoas por todo, por todo o mundo, e diria mais no Norte de África. Têm pessoas lá e querem ao mesmo tempo formar as pessoas que estão cá em Portugal e as que estão lá e para isso tem que ser mesmo o formato de e-learning.(…) Eu acho que nós neste momento conseguimos ser melhores em termos de desenvolvimento da formação na formação presencial. No e- learning temos tido alguns problemas tecnológicos e que esses problemas tecnológicos quer nós queiramos quer não (Gestora da Formação 1)

Uma vez que as entrevistas foram realizadas após a conclusão do curso em e-learning “Francês Comercial- e-learning”, foram abordadas questões relacionadas com as plataformas que eram utilizadas nestes cursos uma vez que os formandos revelaram algum descontentamento com a plataforma utilizada. Atualmente a plataforma utilizada é a Moodle, uma plataforma gratuita, a plataforma utilizada no ensino mas segundo o gerente os recursos ainda são escassos:

(…) reconhecidamente nós não temos ainda a experiência nem as ferramentas mais adequadas para trabalhar essas formações. (Gerente)

(…) aquilo que realmente eu me questiono é que o e-learning não é um deposito o seja uma plataforma, quando nós damos formação através de uma plataforma, temos que entender que ela não é um depósito, de materiais nem de coisas. Quando nos temos esta

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conceção de e-learning, de no fundo depósito de materiais e não temos que ter mais nada para, e sinceramente na formação de francês nem acho que isso seja assim muito dramático, mas não percebo como é que se dá formação comportamental em e-learning. (…) não acho que seja a mesma coisa uma formação presencial e uma formação e- learning(Gestora da Formação 2)

Ainda temos algumas limitações em termos de plataforma tecnológica (…) nós fizemos um breve estudo quando decidimos ir pela plataforma moodle e percebemos que em termos mundiais ela está a ser utilizada em muitos, muitas universidades, muitas escolas, em muitos centros de formação, porque tem as bases, digamos, principais para que os cursos decorram nessa modalidade. Agora se for uma plataforma construída de raiz, além do custo que significa, o desenvolvimento de uma plataforma, se calhar não justifica o investimento para aquilo que a moodle neste momento oferece. (Gestora da Formação 1)

Os cursos em e-learning têm sido bastante reduzidos, mas no entanto o gerente da empresa considera que deve ser a própria empresa a tomar iniciativa. Parte do discurso do gerente da empresa a questão dos formandos se familiarizem com a plataforma mesmo nos cursos presenciais, passando a utilizar-se a mesma para aceder, inicialmente, aos conteúdos programáticos e deste modo, quando surgirem ações de formação em outras modalidades os formandos sentir-se-ão aptos para a execução destas. No entanto uma das gestoras da formação considera que a aposta no e-learning deve ter em conta a temática da própria ação de formação:

(…) estarmos a falar de formação comportamental, estamos a falar de formação inicial de formadores, estamos a falar de uma série de coisas que quando eu penso nisso e completamente inconcebível (Gestora da Formação 2)

No entanto, nos últimos anos a formação financiada tem reduzido bastante o seu volume na WINNERGES, muito devido à conjuntura que o país enfrenta. Os apoios destinados à formação reduzem drasticamente. Foi colocada uma questão nomeadamente ao gerente da WINNERGES relativamente aos financiamentos para a formação. Se num futuro próximo os investimentos reduzirem, quais são as repercussões ou soluções das empresas de formação.

(…) só as formações que forem de especialização, que tiverem uma forte componente de especialização é que continuam a fazer sentido porque em termos de volume, quantidade, não tenho duvida que não diria que morre mas que reduz drasticamente. (…) o nosso melhor ano foi talvez em 2013. 2014 já começamos a viver a redução do financiamento, dos apoios à formação e o 2015 drasticamente. (Gerente)

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Na questão inerente à formação, quando esta decorre dos projetos de investimento sé vista como algo essencial ou apenas contempla um dos pontos do investimento da empresa o gerente retrata que no anterior quadro comunitário era possível um financiamento apenas para a