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10 Den vertikale aksen; dokumentasjon og rapportering til styringsformål og helseregistre

10.4 Eksempler på styringsindikatorer som følges opp

a) Quais são, em sua opinião, os diferenciais do curso. Como esses diferenciais devem influenciar o aluno ingressante em sua formação?

A grade da Uniban tem um diferencial no mercado e atendem ao que o MEC solicita.

b) Qual você considera o objetivo principal a ser atingido pelo formando, para que exerça de maneira satisfatória sua profissão?

Aplicabilidade teórico na prática. Nossos alunos já exercem a profissão, portanto, podem e devem amarrar esse conhecimento institucional.

c) Você acredita que o modelo de Planejamento da Instituição em análise contempla os pré-requisitos aventados no item a? Justifique.

Sim. O que acontece é que devido á imprevistos algum conteúdo pode ficar comprometido, mas de maneira geral, o modelo atende aos requisitos.

d) Quais as características fundamentais, em sua opinião, que devem ser contempladas para o exercício profissional da/o futuro pedagoga/o?

Comprometimento, constante capacitação, porque as leis mudam constantemente, domínio da disciplina a qual se comprometeu ministrar.

Professor dois (Na ativa) 1ª Parte – Formação Gênero: Feminino Idade: 69 anos

Formação Acadêmica: Mestre em História e Filosofia da Educação Tempo de Profissão:

Tempo na Instituição: 7 anos Matérias que Ministra/ Ministrou.

Fundamentos da Educação, Didática e Avaliação da Aprendizagem.

2ª Parte – Experiência específica como docente da Instituição

1) Comente a sua experiência como docente da Instituição (alunos por sala / os aspectos gerais: positivos e negativos / considera que os alunos obtiveram um ganho aceitável de aprendizado ao final do curso, etc.).

Neste ano de 2011 tenho uma média de 50 alunos por sala nos cursos de Pedagogia ( 2ºs e 3ºs anos) e de 10 alunos nos cursos de Licenciatura ( 3ºs de Química e Matemática). No tocante ao aproveitamento dos mesmos, atesto que apenas os alunos do curso de pedagogia, aos quais leciono “Avaliação da Aprendizagem” ( 2ºs anos) e “Didática” ( 3º ano)comprovam a construção de conhecimentos a partir das informações trabalhadas em sala de aula sob a minha mediação. Embora tal construção seja quantitativamente heterogênea, é passível verificá-la qualitativamente via avaliação formativa, a qual tem regulado a aprendizagem dos mesmos e meu processo de ensino. Tal cenário, com certeza, conferirá uma aprendizagem significativa a maioria dos alunos dos referidos curso/disciplinas, fato esse que, em minha opinião, é inerente ao bom planejamento das disciplinas, particularmente o que tange o planejamento da disciplina “avaliação da aprendizagem, ficando a desejar o relativo à disciplina Didática.

2) Comente o que você acha sobre a qualidade dos cursos oferecidos.

Atualmente se torna difícil falar em qualidade dos cursos oferecidos na “unis” surgidas a partir da multiplicação neoliberal exacerbada de instituições de ensino superior no Brasil, nas quais, cada vez mais, o principal produto vendido/comprado é o conhecimento. Assim, operacionalizar educação de qualidade no Brasil é um diferencial de poucas instituições de

ensino superior, minoria da qual não faz parte a instituição analisada, cuja qualidade dos cursos, salvo poucas exceções, deixa muito a desejar devido uma série de variáveis intervenientes no campo da administração organizacional e da gestão educacional.

3) Com relação ao Planejamento Institucional que define quais os conteúdos a serem trabalhados aula-a-aula, responda:

a) Você considera esse modelo satisfatório? Justifique.

Não considero, uma vez que há um número grande de implicações de transposições lineares e dicotômicas relativas às teorias e práticas de planejamento não condizentes com os fins da educação e o papel social da universidade.

b) Quais as implicações positivas e/ou negativas de tal modelo no que tange à aprendizagem do aluno?

A falta de efetiva gestão democrática na universidade em questão impede que os envolvidos no seu processo educacional (coordenadores pedagógicos e professores) concretizem as decisões e construções propostas a priori nos planejamentos (planos, programas, projetos, ações, eventos), resultando assim uma ineficiência e ineficácia de implementação, acompanhamento e avaliação dos educandos universitários.

4) Relate como você planeja suas aulas e como compatibiliza seu planejamento particular e o planejamento a ser seguido, em todos os campi da instituição, disponível na Intranet?

Seguindo o planejamento anual construído pelos vários professores das disciplinas que leciono, planejo e operacionalizo os conteúdos programáticos em minhas aulas a partir dos conhecimentos prévios dos meus alunos,auxiliando-os na assimilação/acomodação de novos conhecimentos.

5) De que maneira este norte proposto pela instituição influencia seu trabalho cotidiano, nas diversas classes dos diversos campi em que você ministra as mesmas aulas?

Compreendendo/aceitando como “norte”o discutido nos momentos de planejamento, procuro desenvolver uma prática didático pedagógica calcada na construção coletiva do conhecimento em sala de aula.

6) Descreva o processo avaliativo proposto pela instituição e sua relação com o currículo pré-estabelecido?

O processo de avaliação adotado na instituição consta de duas provas designadas de AC1 e AC2 relacionadas ao currículo pré-estabelecido pela instituição para cada curso. Elas ocorrem no final de cada semestre, após o que o aluno tem direito de solicitar uma outra prova designada de prova substitutiva, que ocorre na segunda semana após a AC. Tal modalidade de avaliação pode ser considerada como avaliação somativa e tem o objetivo de avaliar o progresso realizado pelo aluno no final de cada semestre. Segundo o regimento dos cursos que leciono, tal modalidade de avaliação tem como objetivo aferir resultados já colhidos por avaliações do tipo formativa ou reguladora da aprendizagem dos alunos, feitas pelos professores ao longo de cada semestre.

3ª Parte – Relação Professor/ Corpo Discente.

1) Sobre sua impressão do corpo discente, responda: a) Em quantas unidades você leciona?

Três unidades

b) Você vê diferença entre os alunos dos diferentes campi? Comente sua resposta. Vejo grande diferença sócio-econômica-cultural entre os alunos dos vários campi, bem como entre os de um mesmo curso e campus; períodos matutinos e noturnos.

c) As matérias que você leciona estão distribuídas em quais anos do curso de Pedagogia? Avaliação da Aprendizagem – 2º ano

Didática – 3º ano

d) Caso lecione matérias de diferentes anos do curso de Pedagogia, sente que o aluno, ao término do curso, teve um aumento significativo de seu conhecimento acerca das questões pedagógicas em geral?

Um número pequeno deles apresenta um aumento significativo de seu conhecimento.

2) Acerca do curso de Pedagogia, comente;

a) Quais são, em sua opinião, os diferenciais do curso. Como esses diferenciais devem influenciar o aluno ingressante em sua formação?

Não vejo nenhum diferencial no referido curso que leciono na instituição, não podendo mesmo definir o que levam os alunos a escolher nossos cursos, a não ser o valor das parcelas mensais.

b) Qual você considera o objetivo principal a ser atingido pelo formando, para que exerça de maneira satisfatória sua profissão?

Competência teórico/prática, ou seja, que ele saiba fazer bem o seu dever.

c) Você acredita que o modelo de Planejamento da Instituição em análise contempla os pré-requisitos aventados no item a? Justifique.

Não, conforme/devido o já explicitado no item a.

d) Quais as características fundamentais, em sua opinião, que devem ser contempladas para o exercício profissional da/o futuro pedagoga/o?

É preciso dominar conhecimentos teórico-práticos inerentes ao fazer pedagógico, capacitando-se assim para planejar e operacionalizar um processo de ensino e aprendizagem nas suas três dimensões, ou seja, dimensão humana, político-social e técnica. Para tanto, esse profissional precisa ser eficiente/eficaz/efetivo para enfrentar, com criatividade e competência, os problemas do cotidiano escolar.

Professor três (Na ativa) 1ª Parte – Formação

Gênero: Feminino Idade: 59 anos

Formação Acadêmica: Graduada em Letras e Pedagogia, Mestre em Educação no programa “Supervisão e Currículo” pela PUC/SP e Doutora em Ciências Sociais pela PUC/SP

Tempo de Profissão: 40 anos

Tempo na Instituição: 6 anos com registro e dois sem registro. Matérias que Ministra/ Ministrou.

Matérias que Ministra/ Ministrou – Didática, Sociologia, Teoria e Prática da Educação, História da Educação, Avaliação das Aptidões, Metodologia da Alfabetização.

2ª Parte – Experiência específica como docente da Instituição

1) Comente a sua experiência como docente da Instituição (alunos por sala / os aspectos gerais: positivos e negativos / considera que os alunos obtiveram um ganho aceitável de aprendizado ao final do curso, etc.).

Aspectos negativos: falta de autonomia do professor em relação: ao planejamento do curso; escolha do conteúdo programático; estratégias de aula, elaboração da avaliação; horário de início e término das aulas e atividades.

Excesso de vigilância: coordenadores, bedéis e outros que passam nos corredores para vigiar e depois punir;

Chancelar as folhas de chamada no horário estipulado, e formam filas enormes no horário em que todos já deveriam sair livremente;

Indisponibilidade de recursos tecnológicos; poucas salas inteligentes para o número de professores que gostariam de usar tecnologia e sair da aula comum.

Em alguns cursos, Pedagogia, por exemplo, há classes superlotadas, sem espaço ou condição para trabalhos em equipes. Só funciona aula expositiva, no esquema bem tradicional. O professor passa um resumo na lousa, depois explica e os alunos são viciados em copiar. Não há discussão de texto, pois os alunos não leem. Percebe-se que os alunos precisam ser preparados assim que entram na Universidade para acompanharem as aulas. Cada professor passa quase um semestre ou mais para ensinar leitura de textos com compreensão. Não são preparados para a escrita, pois não há na faculdade incentivo à pesquisa. Muitos realmente saem diferentes do que quando entraram, mas ainda precisarão voltar e estudar muito para se adequarem ao mercado de trabalho.

2) Comente o que você acha sobre a qualidade dos cursos oferecidos.

A maioria dos cursos oferecidos não atende ao fator qualidade, pois a Universidade não possui uma infraestrutura para os cursos existentes. Há cursos de educação física e não tem quadra de esportes e nem piscina para as aulas práticas, curso de pedagogia, sem oficina pedagógica, nem brinquedoteca, Curso de Informática e não tem Internet nos laboratórios, curso de geografia e não tem sala de cartografia, curso de Enfermagem e não tem laboratório de anatomia, etc. A preocupação é com lucro e não com qualidade.

3) Com relação ao Planejamento Institucional que define quais os conteúdos a serem trabalhados aula-a-aula, responda:

a) Você considera esse modelo satisfatório? Justifique.

Não acho satisfatório, muito pelo contrário, acho o fim do mundo receber os textos escolhidos, sem a mínima interferência. Não concordo com o conteúdo imposto, mas não se pode mudar, pois os alunos fazem prova com o conteúdo desses textos. O professor tem que se “anular” e aceitar o conteúdo que lhe é jogado. È claro que existe um momento, geralmente no dia antes do início das férias de meio, ou de fim de ano, em que os professores se reúnem para “discutirem” o tal plano de curso, mas existem os professores que são “tutores” que já vêm com o planejamento pronto, e também, como os professores lecionam várias disciplinas, não dá tempo de participar de várias reuniões que acontecem ao mesmo tempo.

b) Quais as implicações positivas e/ou negativas de tal modelo no que tange à aprendizagem do aluno?

As implicações negativas são que os professores não conhecem a maioria dos textos, precisam gastar mais tempo para preparar as aulas e como não gostam e nem acreditam no conteúdo, é claro que a qualidade da aprendizagem cai, pois por mais que disfarcem os alunos percebem o mal estar dos professores.

4) Relate como você planeja suas aulas e como compatibiliza seu planejamento particular e o planejamento a ser seguido, em todos os campi da instituição, disponível na Intranet?

Planejo aula por aulas, como não conheço o conteúdo, pois cada ano me “jogam” disciplinas diferentes, sou “dadora” de aula. Gosto de aplicar dinâmicas e trabalhar em grupo, mas acabo planejando esquemas e resumos para passar na lousa para os alunos copiarem. As aulas são

meramente expositivas, é a verdadeira educação bancária tão criticada pelo prof. Paulo Freire.

5) De que maneira este norte proposto pela instituição influencia seu trabalho cotidiano, nas diversas classes dos diversos campi em que você ministra as mesmas aulas?

Não ministro aulas em vários campi. Só aceito aulas em Campi perto de minha casa, mas mesmo assim leciono no Morumbi e na Vila Mariana. Percebo que a clientela é diferente, mas que no fundo esperam tudo de mão beijada do professor, não gostam de ler e adoram encher o caderno das cópias da lousa que o professor passa.

6) Descreva o processo avaliativo proposto pela instituição e sua relação com o currículo pré-estabelecido?

Não dá para falar que é “processo avaliativo”. È uma única prova no final do semestre, portanto é uma única vez que o aluno lê a cada seis meses. Os professores elaboram várias provas de um mesmo conteúdo. Essas provas são colocadas na Intranet. Armazenam um banco de questões de cada conteúdo programático da matriz curricular. Na época das avaliações, montam-se provas utilizando as questões armazenadas. Não é o professor que elabora a prova para sua classe. Às vezes montam cada prova que nada tem a ver com o conteúdo estudado, e tem mais, colocam duas provas para a mesma classe, turma A e turma B. Na maioria das vezes a avaliação de uma turma é sempre mais difícil e desproporcional que a da outra. Se o aluno tira menos que 5, pode fazer uma prova substitutiva. Os professores na correção levam em consideração muita coisa, pois as provas são tão mal elaboradas que às vezes, mesmo com os textos em mãos, não conseguem fazer o gabarito, mas o bom é que todos tiram notas boas e passam.

Tenho a convicção de que os alunos devem estudar para aprender, mas não para tirar nota nas provas, mas existe um problema muito sério: eles são condicionados à nota, Só fazem alguma coisa se for para nota. Aconteceu até um fato que vou relatar e que me desmotivou mais ainda a continuar trabalhando nesta instituição. Dando aulas para o 3ª Ano de Pedagogia de Metodologia da alfabetização, solicitei aos alunos que aproveitassem o horário de estágio e entrassem em contado com as professoras alfabetizadoras para conhecerem como elas estavam ensinando as crianças a ler e a escrever. Pedi que conversassem com as professoras e trouxessem material para ser analisado e discutido nas minhas aulas. Expliquei o objetivo desse trabalho, dividi a classe em grupos e marque a data para a entrega desse trabalho. No dia marcado nenhum grupo apresentou, disseram que não fizeram porque não tinha nota, outros porque tinham coisas mais interessantes para fazer e outros porque não tiveram tempo. Isso me deixou irritada e os alunos ainda me disseram: - a professora está tendo “piti” na classe. Refleti

sobre o ocorrido e estou chegando à conclusão que meu tempo de professora já está chegando ao fim.

3ª Parte – Relação Professor/ Corpo Discente.

1) Sobre sua impressão do corpo discente, responda: a) Em quantas unidades você leciona?

Em apenas duas, porque eu não aceito mais, então eles me diminuem as aulas, mas tem colegas que parecem ping-pong e passam por mais de cinco campi numa semana.

b) Você vê diferença entre os alunos dos diferentes campi? Comente sua resposta. Sim, depende muito do bairro que a unidade está localizada, mas todos que estudam na Uniban pertencem à classe social baixa e apresentam muita dificuldade de leitura e compreensão.

c) As matérias que você leciona estão distribuídas em quais anos do curso de Pedagogia? Teoria e Prática da educação – primeiro ano; Avaliação das Aptidões- no segundo e Metodologia da Alfabetização - terceiro ano.

d) Caso lecione matérias de diferentes anos do curso de Pedagogia, sente que o aluno, ao término do curso, teve um aumento significativo de seu conhecimento acerca das questões pedagógicas em geral?

Sim. Percebo diferença, mas não significativa, acho que quando terminam estão prontos para começar.

2) Acerca do curso de Pedagogia, comente;

a) Quais são, em sua opinião, os diferenciais do curso. Como esses diferenciais devem influenciar o aluno ingressante em sua formação?

Não vejo diferenciais.

b) Qual você considera o objetivo principal a ser atingido pelo formando, para que exerça de maneira satisfatória sua profissão?

c) Você acredita que o modelo de Planejamento da Instituição em análise contempla os pré-requisitos aventados no item a? Justifique.

O conteúdo do planejamento é atual, percebo isso pelas provas dos concursos em geral.

d) Quais as características fundamentais, em sua opinião, que devem ser contempladas para o exercício profissional da/o futuro pedagoga/o?

Ter conteúdo, conhecer a parte pedagógica, dominar a didática, ser criativa, ter iniciativa, gostar de crianças, ser flexível, ter competência e habilidades exigidas para o exercício do magistério.

Professor quatro (Desligado) 1ª Parte – Formação

Gênero: Feminino Idade: 61 anos

Formação Acadêmica: Pedagogia- Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Santo Tomás de Aquino –Uberaba –Minas Gerais – 1966 – 1970 (quatro anos)

Pós-graduação Latu Sensus :

1 Filosofia Da Educação –PUC/ MG/ BH- 1973 -360 H

2 Metodologia Das Ciências Humanas – FFCL –Ribeirão Preto – 1974 -370 h; Monografia: Método e Técnica de Pesquisa em Ciências Sociais; Orientador: Evaldo Amaro Vieira

Mestrado

1-Psicologia da Educação –PUC- 1979 a 1982 ( todos os créditos concluídos)

2-História e filosofia da Educação-(completo) FEUSP –Defesa em 02 de agosto de 2000; Dissertação: “Política Social, Política Cultural e Autonomia no Brasil” - 380 paginas; Orientador: Evaldo Amaro Vieira.

Tempo de Profissão: Exerce o Magistério superior há 37 anos, desde 1971.Suas experiências acadêmicas abrangem o ensino em cursos de Graduação em Pedagogia, Comunicação, Economia, Letras e Direito . As disciplinas ministradas pertencem ao eixo de conhecimento Sociedade, Política, Gestão, Cultura e Educação, dentre outras: como Sociologia Geral e Educacional, Gestão Educacional, Comunicação e Sociedade, Política e Economia. Também ministrou Orientação cientifica assim como também trabalhos de conclusão de curso (TCC) e Estagio Supervisionado em Educação Infantil e Gestão Escolar. Também atua no ensino e na orientação monográfica em cursos de pos- graduação em Gestão Pública.

Ensinou de 1971 a 1978 em 5 Faculdades e Universidades do estado de Minas Gerais , das cidades de Uberaba, Araxá e Ituiutaba, a saber, Universidade do Triângulo Mineiro (atualmente UNIUBE), Faculdade de Araxá . Faculdade de Ituiutaba, Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras Sto Tomás de Aquino, de Uberaba.

De 1978 até aos dias atuais, ensina em faculdades e Universidades da capital paulistana. entre estas:. Uninove, Uniban, FMU, Faculdades Ideal e Capital, São Judas Tadeu, UMC.

Tempo Na Instituição: 11 anos, ensinou na UNIBAN de janeiro de 1993 a dezembro de 2003. Matérias que Ministra/ Ministrou.

Sociologia Geral, Sociologia Educacional e Estagio Supervisionado.

1) Comente a sua experiência como docente da Instituição (alunos por sala / os aspectos gerais: positivos e negativos / considera que os alunos obtiveram um ganho aceitável de aprendizado ao final do curso, etc.).

Curso regular: Ministrei aulas nos cursos noturnos de Pedagogia e Letras. O curso de Pedagogia com classes com 50 a 60 alunos, de idades e experiências profissionais bem diversificadas; metade dos alunos não possuindo nenhuma atuação na carreira de educador e muitos sequer tinham consciência dos motivos pelos quais escolheram tal qualificação. O perfil escolar destas turmas revela a realidade das camadas de estudantes de extratos sociais populares, que ingressando cedo no mercado de trabalho, poucas condições têm de efetivar uma escolaridade com qualidade necessária. Assim, além da fraca identificação com a área profissional escolhida, trazem as marcas da precária escolaridade ( ora de ensino supletivo ora de escola pública noturna) com dificuldades nas habilidades requeridas desde redação, raciocínio lógico.

Diante deste perfil, meus esforços se concentravam em tentar um mágico equilíbrio entre o que o currículo exige, estimulando com atividades valorizadoras do registro de leituras de obras de autores instigantes, bem como de clássicos, em continuo treino do aprender a argumentar. Neste sentido, nem sempre o ganho esperado era satisfatório, flexibilizando a avaliação para uma média de ganhos obtidos em relação ao nível de responsabilidade e pontualidade em realizar estas tarefas.

Paralelamente durante todo o meu tempo na instituição ministrei aulas para um curso intensivo denominado Complementação Pedagógica, curso este com 1200 h, destinado a profissionais graduados em licenciatura e desejosos de prosseguir na carreira com a formação em Gestão educacional.( curso sempre (tido como um "aligeiramento" da formação). O perfil dos alunos era interessante, com professores licenciados e de outras áreas como psicólogos, sociólogos. De modo geral, traziam rica e uma larga experiência no ensino em diversas cidades do Estado e da Capital. Eram turmas enormes, absurdas, de 120 a 140 alunos. Como forma de manter o