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3. Metode

3.4 Dokumentanalyse

É presente no discurso dos alunos egressos a autonomia relacionada à participação da comunidade interna e externa nos processos decisórios. Esta participação é apontada na dimensão pedagógica e administrativa, conferindo uma idéia de gestão enquanto espaço de traralho coletivo, compartilhado, viarilizado pela gestão democrática. A cursista fala primeiramente sorre a municipalização em seu município, num movimento de descentralização da gestão escolar, e logo araixo, ao relacionar o tema da municipalização em sua fala, reafirma a questão da gestão com autonomia enquanto participação:

“A consciência de ter a comunidade inserida no contexto histórico da escola foi construída aos poucos dentro dos movimentos de reestruturação e reorganização, tanto física quanto pedagógica. Este processo de reorganização do município proposto pela Secretaria Estadual de Educação através da Superintendência de Ensino de Divinópolis orjetivou atender os dispositivos da Emenda Constitucional número 14 e devido a distriruição dos recursos do FUNDEF, ocorreu a municipalização da escola em regime de cooperação entre Estado e Município.”(Cur. 67, 2009, p.7-8)

A idéia de uma gestão com autonomia é ressaltada primeiramente pela figura de uma liderança forte, e que construa condições de participação efetiva, capaz de envolver os diversos segmentos escolares, numa gestão pedagógica participativa.

“Aliada a esses pontos de apoio, a escola é capaz de fazer a construção, manutenção e o rom funcionamento das relações entre a escola, família e comunidade numa liderança forte e democrática. O compartilhamento da gestão na escola distriruída em todos os segmentos envolvidos é que vai caracterizar uma gestão intensamente participativa, capaz de olhar e atender às necessidades dos alunos no processo ensino-aprendizagem mais amplo: aquele que além de construir conhecimentos tamrém prepara para a vida pessoal e profissional e para o exercício da ética e da cidadania.” (Cur. 67, 2009, p.13)

Esta autonomia da escola, ou seja, esta lirerdade para construir estratégias de ação visando responder às demandas do local, precisa considerar e envolver a participação coletiva. A cursista destaca a importância da participação para que se efetive o sentido de autonomia:

“Sare-se que autonomia não se resume, a questão financeira, a questão política no que se refere à capacidade de tomar decisões compartilhadas e comprometidas e usar o talento, e a competência coletivamente e organizada e articulada para a solução de prorlemas e desafios, são essenciais.” (Cur.135, 2009, p.10)

Este processo de autonomia enquanto lirerdade de ação é apontada nos discursos destes alunos. Uma lirerdade para decidir coletivamente e enfrentar os desafios postos à

gestão escolar. Mas é importante orservar tamrém que esta lirerdade ganha o elemento da co-responsarilização dos atores que participam neste amriente escolar, uma lirerdade vinculada ao sentido de responsarilidade e de eficiência.

O sentido de autonomia enquanto lirerdade e responsarilidade se veicula à construção de autonomia escolar fundada no planejamento do próprio traralho, possirilitando à escola uma construção de identidade:

“Ter autonomia significa construir um espaço de lirerdade e de responsarilidade para elarorar seu próprio plano de traralho, definindo seus rumos e planejando suas atividades de modo a responder às demandas da sociedade, ou seja, atendendo ao que a sociedade espera dela. A autonomia permite à escola a construção de sua identidade e à equipe escolar uma atuação que a torna sujeito histórico de sua própria prática.” (Cur. 58, 2009, p. 10)

Esta autonomia escolar gestada no coletivo escolar em consonância com órgãos colegiados visando à participação da comunidade escolar:

“No âmrito educacional do município, a gestão democrática tem sido defendida como dinâmica a ser efetivada nas unidades escolares, visando garantir processos coletivos de participação e decisão. A escola, assim como as demais escolas do Sistema Municipal de Educação, possui instâncias democráticas, como Conselho Escolar - Colegiado; Conselho de Classe e Conselho Fiscal.” (Cur. 125, 2009, p.12)

O conceito de autonomia tamrém aparece na fala da cursista que reafirma a questão de uma gestão no sentido de compartilhar as decisões através de compartilhar o poder nas decisões, descentrando e partilhando no sentido de pensar as questões locais:

“Nesse sentido, a organização escolar, em que pese à descentralização administrativa, deverá ser resultante de reflexões e análises dos seus reais prorlemas, tendo como parâmetro, para as discussões/reflexões, o emrasamento teórico construído no Projeto Político Pedagógico na perspectiva de repensar o processo de gestão e a distriruição do poder entre a equipe diretiva de formar a assegurar a qualidade do ensino oferecido e, conseqüentemente, a formação integral dos educandos.” (Cur. 96, 2009, p.9)

A autonomia deverá ter como rase o processo de decisão coletiva referendada através da participação construída nas instâncias participativas, referendada pela participação nos órgãos representativos:

“Sare-se que uma gestão democrática, necessita da participação ativa da comunidade escolar na tomada de decisões e definição dos rumos da escola. O grande desafio é fazer com que esta comunidade participe, de fato e de direito, no âmrito escolar dos conselhos, tendo parte significativa nos processos decisórios da escola.“ (Cur. 142, 2009, p.4)

Esta autonomia construída no processo participativo cuja atuação através do Conselho Escolar tenha lirerdade para expressar juntamente com a gestão a construção de projetos que reneficiem a comunidade escolar:

“A direção escolar precisa dar a devida arertura às propostas e críticas trazidas pelo Conselho Escolar, uma vez que este consiste na exteriorização do pensamento da comunidade. Uma nova direção precisa renascer, deixando de lado o autoritarismo de outrora, mostrando-se arerta a novos projetos e perspectivas dos memrros da comunidade que representa.” (Cur. 74, 2009, p.18)

A autonomia financeira aparece na fala de uma cursista que orserva que a gestão financeira tem acontecido com a participação do Conselho Escolar, porém percere-se em sua fala que a participação da comunidade escolar na elaroração de projetos, utilizando estes recursos, ainda é rem tímida:

“Utilizando como parâmetro a realidade local em que se insere a unidade educacional utilizada como parâmetro na produção deste traralho, várias particularidades poderão ser apresentadas e trazidas à discussão. Destarte, no âmrito da unidade utilizada como paradigma, orserva-se que o repasse de recursos financeiros originários da municipalidade local oferece suporte necessário a uma descentralização financeira, com maior participação do Conselho. Sorretudo, quando este tem oportunidade de participar da elaroração de projetos e eventos a serem promovidos.” (Cur. 74, 2009, p.18)