• No results found

5.2 Resultatdiskusjon: Hvordan kan sosial ulikhet i trafikkulykker forklares?

5.2.5 Den doble byrden

AύUIδAR, Rosa εªέ “σietzsche y la όilología Clásica”έ Inμ Cuadernos de Filología Clásica. Estudios griegos e indoeuropeos, 1993, Vol. 3.

ALMEIDA, Rogério M. de. Nietzsche e os impasses do princípio de prazer: uma leitura a partir do primeiro período. In: Estudos Nietzsche, Curitiba, v. 1, n. 2, p. 163-184, jul./dez. 2011.

ANDLER, C. Nietzsche, as vie et as penséé: Les Précurseurs de Nietzsche (Vol. I). Paris: Éditions Bossard, 1920a.

___________. Nietzsche, as vie et as penséé: La Jeunesse de Nietzsche (Vol. II). Paris: Éditions Bossard, 1921b.

___________. Nietzsche, as vie et as penséé: Le Pessimisme Esthétique de Nietzsche (Vol. III). Paris: Éditions Bossard, 1921c.

ARALDI, Clademir Luíz. Nietzsche: do mito de Dioniso à visão dionisíaca de mundo. In: Humanas (Porto Alegre), Londrina - PR, v. 1, n.2, p. 235-251, 1999.

__________________________. Niilismo, Criação, Aniquilamento: Nietzsche e a filosofia dos extremos. São Paulo: Discurso Editorial; Ijuí, RS: Editora UNIJUÍ, 2004.

__________________________. As criações do gênio – Ambivalências da “metafísica da arte” nietzschiana. Kriterion. Belo Horizonte, n. 119, Jun./2009a, p. 115-136.

__________________________. O conflito trágico entre arte e verdade no pensamento de Nietzsche. In: Revista Trágica, v. 2, 2009b, p. 37-52.

BACELAR, Kleverton; “A vida como ela é...: Crítica e Clínica em Nietzsche”. In: Cadernos Nietzsche, 1. São Paulo, GEN, 1996.

BALEN, Regina Maria Lopes van. Sujeito e identidade em Nietzsche. Rio de Janeiro: UAPÊ, 1999.

BARBERA, Sandro. Um sentido e incontáveis hieróglifos. Alguns motivos da polêmica de Nietzsche com Schopenhauer nos tempos de Leipzig e de Basiléia. Tradução de Nuno Nabais. In: Cadernos Nietzsche 27, 2010.

BARBOSA, Marcelo Giglio. Crítica ao conceito de consciência no pensamento de Nietzsche. São Paulo: Beca Produções Culturais, 2000.

BARRENECHEA, Miguel A. (Org.). Assim falou Nietzsche II: memória, tragédia e cultura. Rio de Janeiro: Relume Dumerá, 2000.

BARRETO, Ana Cláudia Gama. Sobre o “conceito” de vida no Nascimento da Tragédia. Revista Trágica: estudos sobre Nietzsche. Rio de Janeiro, Vol. 4, nº 2, 2011, pp. 18-37.

BARROS, Fernando de Moraes. O coro Trágico: organon vivo ou sensorium ideal? In: AZEREDO, Vânia Dutra de (org.). Encontros Nietzsche. Ijuí: Editora Unijuí, pp. 147-162. BENCHIMOL, Márcio. Apolo e Dionísio: arte, filosofia e crítica da cultura no primeiro Nietzsche. Rio de Janeiro: São Paulo: Annablume, 2003.

BRITTτ, όabiano de δemosέ “σietzsche, Bildung e a tradição magisterial da filologia alemã”έ Inμ ANALYTICA, Rio de Janeiro, vol 12 nº 1, 2008.

BRUM, José Thomaz. O pessimismo e suas vontades: Schopenhauer e Nietzsche. Rio de Janeiro: Rocco, 1998.

BURNETT, Henry. A recriação do mundo: a dimensão redentora da música na filosofia de Nietzsche. Campinas, SP: [s.n.], 2004.

_______________. Cinco prefácios para cinco livros escritos. Belo Horizonte: Tessitura, 2008.

CASTILHO, Kelly de Fátima. A verdade dionisíaca contraposta à verdade metafísica. Tese de mestrado: UFSC, 2009.

CAVALCANTI, A. H. Nietzsche e a leitura de Do Belo Musical de Eduard Hanslick. In: Cadernos Nietzsche 16, 2004.

__________________.Símbolo e Alegoria: a gênese da concepção de linguagem em Nietzsche. São Paulo / Rio de Janeiro: Annablume/Fapesp/Daad, 2005.

___________________έ “Arte da Experimentação: Política, Cultura e Natureza no Primeiro Nietzsche”έ Inμ Trans/όorm/Açãoέ São Paulo, 30(2)μ 11η-133, 2007.

CHAVES, Ernani. Cultura e política: o jovem Nietzsche e Jakob Burckhardt. In: Cadernos Nietzsche 9. São Paulo: Discurso Ediotorial/USP, 2000.

_______________. No limiar do moderno: estudos sobre Friedrich Nietzsche e Walter Benjamin. Belém: Paca-Tatu, 2003.

_______________έ “σas origens do Nascimento da tragédia”έ Inμ σIETZSCHE, όέ Introdução à tragédia de Sófocles. Apresentação, notas e tradução de Ernani Chaves. RJ: Jorge Zahar Ed., 2006.

_______________έ “Nem Gênio, Nem Heróiμ σietzsche, Renan e a figura de Jesus”έ Rev. Filos., Aurora, Curitiba, v. 20, n. 27, p. 321-336, jul./dez. 2008.

DALLAVECCHIA, Ricardo Bazilio. Nietzsche e a metafísica do artista: o Centauro e o fio de Ariadne. Tese de mestrado pela Universidade de Campinas (Unicamp), 2009.

DELEUZE, G. Nietzsche e a filosofia. Trad. Ruth Joffily e Edmundo. Fernandes Dias. Rio de Janeiro: Editora Rio, 1976.

DIAS, Rosa Maria. Nietzsche e a música. Rio de Janeiro: Imago, 1994.

_________________έ “A influência de Schopenhauer na filosofia da arte de σietzsche em O nascimento da tragédia”έ In Cadernos Nietzsche¸ n. 3, São Paulo, 1997, p. 7-21.

_________________. “Nietzsche e Wagner: ‘amizade de astros’”έ Inμ Assim όalou Nietzsche II. Rio de Janeiro: Sette Letras, 2001.

_____________________έ “Um Dionísio Bárbaro e um Dionísio Civilizado no Pensamento do Jovem σietzscheέ” Inμ Vânia Dutra de Azeredo. (Org.). Encontros Nietzsche. 1ª ed. Ijuí, Rio Grande do Sul: Editora Unijuí, 2003, v. 1, p. 173-186.

FERRAZ, Maria C. Franco. Nietzsche: O bufão dos deuses. Rio de Janeiro: Editora Relume Dumará, 1994.

FOGEL, Gilvan. Conhecer é criar: Um ensaio a partir de F. Nietzsche. São Paulo: Discurso Editorial / Editora UNIJUÍ, 2005.

FREZZATTI Jr., W. A. Nietzsche contra Darwin. São Paulo: Discurso Editorial / Editora UNIJUÍ, 2001.

GIACOIA JÚNIOR, O. Nietzsche como Psicólogo. Editora Unisinos, 2001.

___________________. Nietzsche x Kant: uma disputa permanente a respeito de liberdade, autonomia e dever. Rio de Janeiro: Casa da Palavra; São Paulo: Casa do saber, 2012.

GIRARDOT, Rafael Gutiérrez. Nietzsche y la filologia clásica. Buenos Aires, Editorial Universitária, 1966.

HENRY, Michael. Morte dos deuses: vida e afetividade em Nietzsche. Trad. Antonio José Silva e Souza. Rio de Janeiro: Zahar, 1985.

ITAPARICA, André Luís Mota. Nietzsche: estilo e moral. São Paulo: Discurso Editorial; Ijuí: UNIJUÍ, 2002.

δEBRUσ, ύérardέ “Que era Dioniso?” Tradução de εaria Heloísa σoronha Barrosέ Kriterion, Revista de Filosofia. Departamento de Filosofia da Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, Belo Horizonte: UFMG. v. 26, n. 74-75, p.39-66, jan.-dez. 1985.

LIMA, Márcio J. S.. As máscaras de Dioniso: filosofia e tragédia em Nietzsche. 1ª ed. Unijuí/São Paulo: Editora Unijuí/Discurso, 2006.

MACHADO, Roberto. Zaratustra: tragédia nietzschiana. 3ª ed. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.

_____________________ (org.). Nietzsche e a polêmica sobre O nascimento da tragédia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2005.

_____________________. O Nascimento do Trágico: de Schiller a Nietzsche. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2006.

MARTON, Scarlett. “Introdução”έ Inμ Nietzsche: das forças cósmicas aos valores humanos. 2ª ed. Belo Horizonte: UFRG, 2000. (Humanistas).

PAULA, W. A. de. O(s) Sócrates de Nietzsche: uma leitura d’ O Nascimento da Tragédia. UNICAMP, 2009 (Dissertação de Mestrado).

_________________. Nietzsche, Apolo e Sócrates: sobre a noção de Principium Individuationis. In: Revista Hypnos, São Paulo, número 25, 2º semestre de 2010.

PASCHOAL, A. E. Neuroses de Sanidade. In: Adverbum (Campinas. Online), v. 1, p. 59- 69, 2006.

________________. Transformação conceitual. Revista Trágica: Estudos sobre Nietzsche – 2º semestre 2009 – Vol.2 – nº2 – pp. 17-30.

RτHDE, Erwinέ “O nascimento da tragédia no espírito da música de Friedrich Nietzsche. δeipzig, 1κι2” (Resenha publica no Norddeutsche Allgemeine Zeitung de 26 de maio de 1872). In: Nietzsche e a polêmica sobre O nascimento da tragédia. Trad. de Pedro Süssekind. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 2005.

SAFRANSKI, Rüdiger. Nietzsche: biografia de uma tragédia. Tradução de Lya Lett Luft. São Paulo: Geração Editorial, 2001.

SAMPAIO, Alan. Origem do Ocidente: a antiguidade grega no jovem Nietzsche. Ijuí: Editora da Unijuí, 2008.

SEILLIÈRE, Ernest. Apollôn ou Dionysos: étude critique sur Frédéric Nietzsche et l’utilitarisme impérialisteέ Parisμ Imprimeurs-Éditeurs, 1905.

SILVA, I. M. M. G. Nietzsche, Wagner e a época trágica dos gregos. São Paulo: Annablume, 2006.

SILVEIRA, J. E. N. Nietzsche e Wagner: O diário de aproximação. Dissertação de mestrado, UNESP – Marília, 2010.

SIMMEL, G. Schopenhauer y Nietzsche. Buenos Aires, Editora Schapire s/d.

SOUZA, Marcelo Rocha. Nietzsche, A Genealogia e a Arte: Uma leitura de O nascimento

da tragédia. AISTHE, nº 3, 2008.

TOLEDO, Daniel. A metafísica incipiente a partir do predomínio tácito do apolíneo em O Nascimento da Tragédia. In: Revista Trágica estudos sobre Nietzsche. 1º semestre de 2011 – Vol. 4, nº 1, pp. 01-24.

WEBER, José Fernandes. A teoria nietzschiana da tragédia. Trans/Form/Ação. São Paulo, 30(1): 205-223, 2007.

WHITMAN, J. Nietzsche in the magisterial tradition of German classical philology. In: Journal of the History of Ideas, vol. 47, n. 3, 1986.

WILAMOWITZ-MÖLLENDORFF, U. von. “Filologia do Futuro! – Primeira parte”. In: Nietzsche e a

polêmica sobre O nascimento da tragédia. Trad. de Pedro Süssekind. Rio de Janeiro: Jorge Zahar

Editor, 2005a.

________________________________έ “Filologia do Futuro! – Segunda parte”. In: Nietzsche e a

polêmica sobre O nascimento da tragédia. Trad. de Pedro Süssekind. Rio de Janeiro: Jorge Zahar