6. Vedlegg
6.5 Rapportering 2016 Helse Sør-Øst RHF for bidrag fra nasjonale medisinske
O início da preparação da divulgação do projeto ocorreu no seguimento da atividade descrita no ponto 4.2.4., em que a turma analisou uma notícia que dava conta da realização de
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um projeto sobre as profissões, por uma turma da Póvoa de Lanhoso. Perante esta forma de divulgação, e atendendo a que a nossa mediação encaminhou para tal, os alunos concluíram que seria proveitoso dar a conhecer o seu projeto, e os conhecimentos que construíram, para que as outras pessoas pudessem ficar a saber todas as informações que eles haviam descoberto no decorrer das atividades. Inicialmente, a turma revelou algumas dificuldades em decidir qual seria o melhor meio para fazer a divulgação na escola, mas no final a sua escolha acabou por recair na elaboração de cartazes informativos.
Estando decidida a criação de cartazes, foi importante que os alunos, mobilizando os seus conhecimentos, chegassem a algumas conclusões sobre como seria a estrutura e a aparência estéticas dos mesmos. Então, rapidamente começaram a surgir várias sugestões, sendo que todos os alunos concordaram que os cartazes deviam ser coloridos, para chamar a atenção de quem passava por eles; conter nem muito, nem pouco texto, para que as pessoas compreendessem o que aconteceu e quisessem ler as informações até ao fim; com fotografias, para que quem lesse conseguisse visualizar o que se passou; e que, as informações deveriam de estar divididas por atividades. Perante esta tarefa a turma mostrou-se muito satisfeita e entusiasmada por poder partilhar o que haviam vivenciado com os restantes colegas da escola, na esperança de que também estes valorizassem o trabalho desenvolvido.
Para a criação dos cartazes, a turma ficou dividida pelos quatro grupos de trabalho habituais, sendo que três se encarregaram de cada uma das atividades e o último ficou responsável por fazer uma introdução ao projeto. Foi notório como todos os alunos encararam esta tarefa com motivação mas, também, com responsabilidade, o que se manifestou nas produções finais.
Primeiramente, os grupos reuniram-se para registarem em papel as informações que correspondiam a cada parte. Pude verificar que esta atividade decorreu bastante bem, sendo notórias melhorias nos trabalhos em grupo: os alunos conversavam mais entre si, tentavam chegar a consensos, usando votações, fazendo trabalhos mais completos e com maior motivação. Para além disso, evidenciaram uma maior autonomia, não estando, como em trabalhos colaborativos anteriores, a requerer várias vezes a nossa ajuda. Posto isto, posso concluir que o funcionamento dos trabalhos de grupo foi adquirindo sérias melhorias, chegando a este, no âmbito do qual os alunos, de forma autónoma e organizada, conseguiram mobilizar as
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aprendizagens construídas e os processos utilizados, demonstrando um desenvolvimento das suas capacidades metacognitivas.
Quando as informações para os cartazes estavam preparadas, dois alunos de cada grupo foram, à vez, escrever o texto no computador para ser impresso (Figura 38). Esta escolha foi também feita pelos alunos, que preferiram utilizar os textos impressos invés de manuscritos, na exposição. Para além disso, cada grupo teve ainda a tarefa de eleger algumas fotografias representativas da sua parte do trabalho.
Figura 38 – Alunos registam no computador as informações para a exposição de divulgação do projeto
Estando todas informações inseridas no computador, estas foram revistas por toda a turma, para que se verificasse se estava tudo correto ou se algum aluno achava importante introduzir mais alguma informação. Este foi o resultado deste trabalho:
Grupo 1 – Introdução
Quem somos?
R.: A turma do 2.º ano do Centro Escolar de Maximinos. O que fizemos?
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R.: Um projeto sobre profissões em que: lemos textos informativos, fizemos pesquisas na internet, realizamos visitas, entrevistas e um questionário.
Porquê?
R.: Para sabermos mais sobre as profissões e o jornal. Quando?
R.: 2 meses e meio, desde novembro.
Grupo 2 – 1.ª Fase
Título: “Profissões que descobrimos” O que aprendemos?
- Nesta fase aprendemos profissões novas, como: realizador, estivador, ladrilhador e apicultor. - Aprendemos o nome das profissões, o que fazem, onde trabalham, que materiais utilizam e com quem interagem.
- Descobrimos profissões novas do nosso contexto. Como aprendemos?
- Pesquisas na Internet. - Leitura de textos informativos.
- Falar e ouvir os colegas falarem de profissões. - Ouvir as professoras
- Trabalhar em grupo. - Realizar uma ficha trabalho.
Grupo 3 – 2.ª Fase
Título: “As profissões dos nossos pais” O que aprendemos?
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- Nesta fase ficamos a conhecer melhor as profissões dos nossos pais.
- Aprendemos profissões que não conhecíamos muito bem, dos pais que vieram à escola: o que fazem, que instrumentos utilizam, o local de trabalho, o horário de trabalho e as profissões com que interagem.
- Descobrimos a profissão mais comum dos pais, que é metalúrgico, e a profissão mais comum das mães, que é doméstica.
Como aprendemos? - Pictograma - Questionário
- Visitas dos pais à escola
- Ouvir os colegas e as professoras - Entrevista
Grupo 4 – 3.ª Fase
Título: “As profissões do jornal” O que aprendemos?
- Nesta fase aprendemos as profissões do jornal.
- Aprendemos que o jornal é feito em dois sítios diferentes: a redação e a gráfica.
- Na redação aprendemos várias profissões, como: telefonista, secretária, paginador, jornalista, fotógrafo e diretor.
- As notícias depois de escritas são enviadas para a gráfica. - A gráfica é o local onde se imprime o jornal.
Como aprendemos?
- Visitas à redação e à gráfica - Ouvir as professoras e os colegas - Ler textos informativos
- Trabalhar em grupo - Fazer entrevistas
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Após estarem os textos todos inseridos, estes foram impressos, tal como as fotografias, e procedeu-se à montagem da exposição no placard do corretor da escola. Esta montagem foi feita por mim e pela minha colega pois, como se situava numa posição elevada, os alunos não conseguiam chegar ao placard, nem seria seguro deixá-los subir para uma cadeira. Contudo, a sua estrutura foi organizada de acordo com o indicado pela turma, sendo que foram incluídos também todos os outros trabalhos já realizados e até ao momento expostos na sala. Concluía a montagem, todos os alunos saíram da sala para observar o resultado.
Figura 39 – Exposição do projeto na escola
Quando os alunos se depararam com a exposição montada foi notório como ficaram muito surpresos com a sua dimensão. O A12 disse, “Tchiii, tão grande!”. Começaram, então, a comentar uns com outros que tinham realizado muitas atividades ao longo deste projeto, referindo-se a algumas como as que mais tinham gostado. Este momento foi, deste modo, aproveitado para fazer uma “revisitação” ao projeto, tendo como suporte as informações,
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imagens e trabalhos expostos, e que permitiu aos alunos partilhar as suas ideias e conhecimentos, relembrando tarefas e estratégias utilizadas, um momento que foi muito positivo e serviu de preparação para a avaliação final do projeto, que ocorreu de seguida.
Um dos meus receios era que os restantes alunos não se interessassem por “visitar” a exposição, pois esta não foi divulgada na comunidade escolar e poderia não surtir interesse nos alunos. Contudo, pude observar como alunos de outras turmas autonomamente iam ver os trabalhos expostos, demonstrando interesse pelas atividades representadas, curiosidade pelas palavras diferentes e desconhecidas, e vontade de realizar tarefas semelhantes. Esta situação faz-me acreditar que o trabalho realizado em torno deste projeto foi inovador, não só para a turma em que foi implementado, mas também para aquela comunidade escolar.
Figura 40 – Alunos de outra turma “visitam” a exposição do projeto