• No results found

2.1. H VA ER FOSSILISERING ?

2.1.1. Definisjoner og beskrivelser

O presente documento, pretende compilar um conjunto de questões que foram surgindo tanto durante a fase da revisão de literatura, como durante a fase de desk-research. Destina-se a ser um guia de pontos a abordar e esclarecer aquando o contacto directo com as empresas.

Uma vez que existem 4 estratégias e 3 dimensões, 12 questões foram elaboradas, baseadas no trabalho de Leong e Tan (1989), no sentido de perceber a percepção da(s) pessoa(s) entrevistada(s), averiguar a realidade da empresa e o enquadramento nas perspectivas dos autores. Os cuidados relatados na metodologia foram cumpridos para triangulação e coerência dos resultados. As questões não foram colocadas directamente, mas sim através de confrontação e pedido de complementaridade com o desk-research. O outcome da reunião constitui numa identificação de cada uma das dimensões.

Perguntas objectivo das Guidelines para entrevista:

1) As competências e recursos da organização estão espalhados pelo mundo mas cada

unidade estrangeira conduz as suas operações sem depender das competências de outras unidades?

2) O principal papel das operações no estrangeiro é de implementar a estratégia da

casa mãe?

3) Novo conhecimento é desenvolvido na casa-mãe e depois transferido para as

unidades estrangeiras?

4) As competências e recursos estratégicos e vitais da organização tendem a estar

localizados na sede enquanto actividades de importância inferior estão localizados nas subsidiárias?

5) O principal papel das operações no estrangeiro é de encontrar e tirar partido das

oportunidades dos países em que opera?

6) Actividades de pesquisa e desenvolvimento são conduzidas e os resultados retidos

na casa-mãe com pouca difusão para as unidades no estrangeiro?

7) As competências e recursos estão centralizados e escalados a nível global?

8) Actividades de pesquisa e desenvolvimento são conduzidas conjuntamente entre a

casa-mãe e as unidades no estrangeiro e partilhado o conhecimento gerado por toda a organização?

9) As unidades no estrangeiro recebem e adaptam produtos e serviços fornecidos pela

casa-mãe para ganhar vantagem nos países em que operam?

10) A organização aloca competências e recursos especializados pelo mundo mas as

subsidiárias cooperam frequentemente e dependem umas das outras?

11) O novo conhecimento desenvolvido nas unidades estrangeiras tende a não ser

transferidas para outras localizações nas quais a organização opera?

12) A organização é integrada globalmente e as unidades estrangeiras prestam um

papel importante contribuindo com as suas forças individuais e conhecimento para toda a organização?

Referências Bibliográficas

Aharoni, Y. (1966), The Foreign Investment Process. Harvard Graduate School of Business Administration, Division of Research.

Andersson, S. e Wictor, I. (2001), Innovative international strategies in new firms – born

globals. Paper presented at the Nordic Workshop in International Business, Idoborg,

Sweden.

Bartlett, C. A. e Ghoshal, S. (1989), Managing Across Borders – The Transnational

Solution Boston, Harvard Business School Press.

Bartlett, C. A. e Ghoshal, S. (2000), The Transnational Management: Text, Cases and

Readings in Cross-Borders Management. McGraw-Hill International Editions.

Birkinshaw, J. (1997), Entrepreneurship in multinational corporations: The Characteristics of subsidiary initiatives. Strategic Management Journal 18, pg. 207-229.

Bonache, J. (1999), El estudio de casos como estrategia de construcción teórica: características, críticas e defensas, vol.3, Enero-Junio de 1999, pg.123-140.

Caves, R. (1996), Multinational Enterprise and Economic Analysis. Cambridge University Press, Cambridge.

Cyert, R. e March, J.G. (1963), A behavioural theory of the firm. Englewood Ciffs, NJ: Prentice-Hall.

Doz, Y. L. e Prahalad, C. K. (1991), Managing DMNCs: A Search for a New Paradigm.

Strategic Management Journal; Summer 12, pg. 145.

Doz, Y.; Santos, J. e Williamson, P. (2001), From Global to metanational. How companies

win the knowledge economy. Harvard Business School Press. Boston, Massachusetss.

Dunning, J. H. (2003), Some antecedents of internalization theory. Journal of International

EDP – Energias de Portugal, Relatório e Contas (2008)

Eisenhardt, K. M. (1989), Building Theories from Case Study Research, Academy of

Management Review, 1989, vol.14, nº4. pp. 532-550.

GALP – GALP Energia, Relatório e Contas (2008)

Gao, G.; Pan, Y; Lu, J. e Tao, Z. (2008), Performance of multinational Firm’s Subsidiaries: Influence of cumulative experience. Management International Review, pg. 749.

Geisler, E. (2007), A typology of knowledge management: strategic groups and role behavior in organizations. Journal of Knowledge Management. Kempston. N.º 1; pág. 84.

Gooderham, P. (2007), Enhancing knowledge transfer in multinational corporations: a dynamic capabilities driven model, Norwegian School of Economics and Business. 5, pág. 34.

Gupta, A. e Govindarajan, V. (1991), Knowledge Flows and the Structure of Control Within Multinational Corporations. The Academy of Management Review; Oct; 16, 4 pg. 768

Hamel, G. (1995), The Financial Times handbook of management: the state of the art, Pitman Publ., London.

Hayes, R.; Pisano, G.; Upton D. e Wheelwright, S. (2005), Operations Strategy and

Technology: Pursing the Competitive Edge, John Wiley & Sons.

Hedlund, G. (1993), Organization and Management of Transnational Corporations in Practice and Research, Organization of Transnational Corporation. The U.N. Library on Transnational Corporations. Vol.6, John Dunning, Gen. Editor.

Heenan, D. and Perlmutter, H. (1979), Multinational Organization Development. Reading, Massachusetts: Addison-Wesley Publishing Company.

Hemais, C. A. e Hilal, A. (2002), O processo de internacionalização da firma segundo a escola nórdica. In: ROCHA, A. da (Org.). A Internacionalização das Empresas

Inkpen, A. C. e Tsang. K. (2005), Social capital, networks and knowledge transfer.

Academy of Management Review 30(1), 146–165.

Jarillo, J.; Martinez, C. e Jon I. (1990), Different Roles for Subsidiaries: The Case of Multinational Corporations in Spain. Strategic Management Journal, 11- pp. 501-512.

Kenney, M. e Florida, R. (1993), Beyond Mass Production: The Japanese System and Its

Transfer to the US. Oxford University Press,New York.

Kogut, B. e Zander, U. (1993), Knowledge of the firm and the evolutionary theory of the multinational corporation. Journal of International Business Studies, 24, pp. 625–645.

Leong, M. e Tan C. (1989), An empirical Test of the Bartlett and Ghoshal (1989) organizational typology. Journal of International Business Studies; 3rd Quarter (1993) pp.460-461.

Luostarinen, R. (1988), Internationalization: Evolution of a concept. Journal of General

Management, 14 (2): 34-55.

Martin, X.; Mitchell, W. e Swaminathan, A. (1995), Recreating and extending Japanese automobile buyer-supplier links in North America. Strategic Management Journal 16(8), 589–620.

Martin, X. e Salomon, R. (2003), Knowledge transfer capacity. Journal of International

Business Studies 34(4), 356–373.

Michailova, S. e Nielsen, B. (2006), MNCs and knowledge management: a typology and key features. Journal of Knowledge Management; n.º10, pg. 44.

Minbaeva, D. (2003), MNC knowledge transfer, subsidiary absorptive capacity, and HRM.

Journal of International Business Studies. 34, 586–599.

Nevado, P. P. (2004), Tese de Doutoramento – O Controlo e a Coordenação na Gestão

Patton, M. Q. (1987), How to use qualitative methods in evaluation. Newbury Park, CA: SAGE Publications.

Penrose, E. T. (1959), The Theory of Growth of the firm. New York: John Wiley & Sons.

Porter, M. (1985), Competitive Advantage: Creating and sustaining superior performance, New York: Free Press.

Porter, M. (1986), Competition in Global Industries: A conceptual framework, in Michael Porter, ed, Competition in Global Industries. Boston: Harvard Business School Press.

Porter, M. (1998), Clusters and the now economics of competition. Harvard Business

Review, 76 (6): pp. 77-90

Prahalad, C. K. e Doz, Y. (1987), The Multinational Mission: Balancing Local Demand.

and Global Vision. New York, The Free Press.

Rennie, M. (1993), Global Competitiveness: Born Global, McKinsey Quarterly, 4, pp. 45- 52.

REN – Redes Energéticas Nacionais, Relatório e Contas (2008)

Silverman. D. (1993), Interpreting Qualitative Data: methods for analysing talk, text and

Interaction. London, Sage Publications.

Simões, V., C. e Dominguinhos, P. (2001), Portuguese Born Globals: An Exploratory

Study, Alliances and Confrontations: Globalization and the Logics of Trading Blocs. Working paper, 27th Annual Conference of EIBA, Paris 13-15.

Tallman, S. (2001), Global Strategic Management in Hitt, Freeman e Harrison, (Eds), The

Handbook of Strategic Management, Blackwell, pp. 464-490.

Teece D. J. (1977), Technology transfer by multinational corporations: the resource cost of transferring technological ‘Know-how’. Economic Journal 87, 242–261.

White, R. E. e Poynter, T. A. (1984), Strategies for Foreign-Owned Subsidiaries in Canada. Business Quarterly, Summer. pp. 59-69.