6 CASE A: NONSTOP KLARERING AV TUNGE KJØRETØY
6.5 UTVIKLING AV EN TEORIBASERT EVALUERINGSMETODIKK
6.5.5 DATAINNSAMLING
O presente trabalho partiu de proposições teóricas para que fosse definido o seguinte problema de pesquisa: Como os ganhos competitivos de redes de cooperação podem ser proporcionados aos artesãos em uma iniciativa de comércio justo?
Para realizar a pesquisa de forma a responder esse problema, foi realizado um estudo de caso único integrado, com abordagem qualitativa. O caso estudado foi o da Rede Asta, organização fundada em 2005 com o propósito de empoderar mulheres e seus negócios de artesanato. É válido ressaltar que a unidade de análise estudada foi referente à rede de cooperação proporcionada a partir de uma iniciativa de comércio justo e, por isso, o caso foi selecionado a partir de uma iniciativa de comércio justo que congregasse os diversos produtores e prezasse pelo envolvimento dos demais atores.
Ao longo da análise de dados, buscou-se compreender empiricamente quais ganhos competitivos apresentados pela literatura são proporcionados aos artesãos que fazem parte de uma iniciativa de comércio justo e como os diversos atores que participam dessa iniciativa percebem esses ganhos competitivos, cumprindo com alguns objetivos específicos.
O primeiro objetivo específico era o de identificar uma iniciativa de comércio justo de artesanato e analisá-la como uma rede de cooperação, o que foi cumprido na apresentação do caso. Ainda na apresentação do caso, o segundo objetivo específico foi cumprido, referente a mapear os atores que compõem essa iniciativa de comércio justo.
Já os demais objetivos específicos eram os de identificar os ganhos competitivos dos artesãos a partir da visão da iniciativa de comércio justo, identificar os ganhos competitivos percebidos pelos artesãos, realizar uma complementação da análise a partir da visão dos demais atores da rede e comparar os achados com as características e princípios do comércio justo. Esses objetivos foram cumpridos ao longo da análise de dados e as sínteses dos achados foram apresentadas nos Quadros 14, 15, 16, 17, 18 e 19, sendo cada um referente a um ganho competitivo e este último referente à comparação feita com o comércio justo.
O desenvolvimento da pesquisa foi feito a partir do referencial teórico de Verschoore (2006) e Verschoore e Balestrin (2008), que se mostrou aderente para a análise do caso em questão. Essa análise, por sua vez, apresentou elementos empíricos esperados pelas proposições teóricas estabelecidas no início do trabalho.
Ao aplicar o referencial teórico de Verschoore (2006) e Verschoore e Balestrin (2008) para compreender quais ganhos competitivos eram proporcionados aos artesãos em iniciativas de comércio justo, essa dissertação contribui com a literatura de redes interorganizacionais a partir de uma nova aplicação deste referencial teórico. Além disso, o trabalho também contribui com a literatura de comércio justo, uma vez que analisa um caso de fair trade a partir da literatura de redes e proporciona uma nova perspectiva teórica para uma lacuna apontada por Davies (2009).
Com isso, este trabalho contribui para que pesquisadores da área de redes interorganizacionais vislumbrem tanto novas oportunidades de estudo com casos de comércio justo como novas possibilidades para aplicação de seus modelos teóricos. Já os pesquisadores de comércio justo podem se beneficiar do presente estudo ao entenderem que outros modelos teóricos de redes interorganizacionais podem embasar seus trabalhos, atendendo a uma lacuna da literatura e desenvolvendo ainda mais essa nova perspectiva teórica. Em sala de aula, por sua vez, professores e alunos podem aproveitar o presente trabalho como um caso a ser estudado, proporcionando novas discussões acerca da temática do comércio justo e de redes interorganizacionais.
Ainda, para este trabalho foi realizado o estudo bibliométrico a ser publicado por Barros et al (no prelo), que teve suas contribuições para a análise da produção científica sobre o comércio justo, bem como para propor sugestões de estudos futuros.
Já como implicações gerenciais, este trabalho é relevante ao compreender que o modelo teórico utilizado é aderente para a análise de um caso de comércio justo, o que justifica que iniciativas que atuam com essa causa avaliem quais ganhos competitivos já são proporcionados aos seus produtores para, posteriormente, aprimorar outros possíveis ganhos competitivos que ainda não são presentes em suas redes de cooperação.
Para organizações que comercializam produtos respeitando os princípios do comércio justo e para outros membros da cadeia de suprimento, este trabalho pode evidenciar diversas ações que favorecem o desenvolvimento dos artesãos e que podem ser replicadas para melhorar a cadeia como um todo. Com isso, todas as organizações e empresas envolvidas com a comercialização de produtos artesanais e que buscam respeitar os princípios do comércio justo podem fomentar uma configuração similar à de uma rede de cooperação e estimular que os envolvidos proporcionem aos artesãos os ganhos competitivos mencionados pela teoria. É
evidente que cada rede pode possuir suas particularidades e desafios próprios, o que faz com que os benefícios proporcionados aos artesãos possam variar a cada caso. Entretanto, é relevante o conhecimento dos possíveis ganhos competitivos para um constante monitoramento das ações visando proporcioná-los ao máximo aos envolvidos com a cadeia produtiva e, especialmente, aos artesãos.
Outras ONGs envolvidas com a causa do comércio justo, como Artesol, FACES do Brasil, e até mesmo organizações internacionais, como a WFTO, também podem se interessar por este estudo, estimulando e dando visibilidade para ações que proporcionem ganhos competitivos aos membros da cadeia e em especial aos artesãos. Essas organizações congregam diversos membros da cadeia de suprimentos, são referências em produção de conhecimento e educação para o comércio justo, propõem a articulação entre diversos atores e têm importante papel ao advogar pela causa. Por isso, elas podem ter um papel relevante no fomento dos ganhos competitivos em organizações que comercializam os produtos respeitando o fair trade. É válido apontar ainda uma possibilidade futura de que a partir destas ONGs os ganhos competitivos inclusive possam ser considerados em um processo de certificação e avaliação de resultados de iniciativas de comércio justo.
Por fim, é importante destacar a contribuição deste trabalho para o setor público, que no Brasil se envolve com a causa por meio da SCJS e de organizações como o SEBRAE. O envolvimento do governo e seu interesse em proporcionar melhores condições aos pequenos produtores pode se refletir inclusive em políticas públicas para fomentar a constituição de configurações similares às redes de cooperação, estimulando que ganhos competitivos sejam proporcionados a esses pequenos produtores e demais membros da cadeia de suprimento.
Como principais limitações, pode-se apontar que o trabalho é um estudo de caso único, sendo então uma visão apenas deste caso estudado. Para lidar com essa limitação do método, buscou-se realizar o estudo de caso de forma integrada ao se propor uma investigação da ótica dos diversos atores presentes na rede mapeada. Ainda assim, por limitações de tempo e acesso aos entrevistados, a coleta de dados não foi feita com mais grupos de artesãos e com alguns atores da rede de cooperação da Rede Asta, como empresas e organizações parceiras.
Já na coleta dos dados, uma limitação foi um possível não entendimento pelos artesãos das perguntas feitas durante as entrevistas, uma vez que alguns termos teóricos da área de administração que foram abordados não são necessariamente conhecidos por todos os
entrevistados. Para mitigar os efeitos dessa limitação, buscou-se explicar alguns termos durante a coleta de dados, bem como complementar as perguntas dos roteiros de entrevistas com exemplos práticos identificados em dados secundários, na observação informal e em entrevistas anteriores.
No tratamento e análise dos dados, a principal limitação é resultante da realização das inferências pelo autor para a utilização dos dados qualitativos e para se realizar as comparações entre o comércio justo e os ganhos competitivos. De forma a evitar ao máximo um viés no tratamento e análise dos dados, os procedimentos metodológicos foram adotados a partir da análise de conteúdo, entretanto, a categorização temática dos dados e a realização de inferências para a análise podem sofrer influência do pesquisador nessa análise qualitativa.
Por fim, pode-se afirmar que essa pesquisa testou os limites da aplicação do modelo de ganhos competitivos em redes de cooperação ao comércio justo, ampliando as perspectivas teóricas sobre o tema.
Como estudos futuros, recomenda-se que sejam realizadas replicações dessa pesquisa. Uma primeira replicação pode ser feita com casos múltiplos de comércio justo de artesanato, para uma comparação mais próxima dos resultados. Uma outra replicação da pesquisa relevante para o avanço teórico é com casos de comércio justo de outros produtos, como os alimentos ou serviços, o que poderia expandir ainda mais a aplicação do referencial teórico de redes interorganizacionais em casos de comércio justo. Recomenda-se ainda que estas replicações da pesquisa sejam realizadas em casos múltiplos, para uma contribuição ainda maior para a validação das proposições teóricas estabelecidas.
Além das replicações, espera-se que o resultado desse estudo contribua para a elaboração de instrumentos de coleta para futuros estudos descritivos com artesãos, que possam ter como objetivo tanto a mensuração da importância atribuída a cada ganho competitivo, tal qual Verschoore (2008), quanto a identificação de outros aspectos referentes aos ganhos competitivos em iniciativas de comércio justo na visão dos artesãos. É válido também se realizar pesquisas de natureza descritiva com demais produtores, como agricultores, e também com outros atores relacionados à causa.
Ainda, uma recomendação para pesquisas futuras é a de aprofundar o estudo da relação entre as variáveis do comércio justo e dos ganhos competitivos em redes de cooperação, ou até mesmo da relação entre as variáveis dos diversos ganhos competitivos entre si.
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