System motions
2.5 Clinical validation
• Consolidar e avaliar os dados municipais.
• Repassar cópias das fi chas e consolidado para as regionais de saúde (quando houver) ou secretarias estaduais de saúde, até o quinto dia útil de cada mês.
• Promover a capacitação e atualização dos recursos humanos. Nível regional (quando houver)
• Receber, analisar e consolidar os dados dos municípios de sua área de abrangência. • Notifi car de imediato os casos graves (fl uxo imediato) ao nível estadual.
• Assessorar os municípios na investigação dos casos, quando necessário. • Detectar e notifi car a ocorrência de surtos de eventos adversos.
• Repassar cópias das fi chas e consolidado para as secretarias estaduais de saúde, até o décimo dia útil de cada mês.
• Promover a capacitação e atualização dos recursos humanos. Nível estadual
• Receber, consolidar e analisar as notifi cações regionais ou municipais. • Notifi car de imediato os casos graves (fl uxo imediato) ao nível nacional.
• Garantir, através dos Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais (Crie), os mecanismos necessários para a investigação, acompanhamento e elucidação de eventos adversos graves ou inusitados, associados temporalmente às aplicações de imunobiológicos (Instrução Normativa nº 2, de 24 de setembro de 2002). • Assessorar as regionais ou os municípios na investigação dos casos, quando neces-
sário.
• Detectar e notifi car a ocorrência de surtos de eventos adversos. • Consolidar e analisar os dados do estado.
• Repassar o consolidado para o nível nacional até o décimo quinto dia útil de cada mês.
• Promover a capacitação e atualização dos recursos humanos e/ou colaborar, nesta área, com as regio nais e municípios.
Nível nacional
• Estabelecer as diretrizes gerais para vigilância de eventos adversos pós-vacinação. • Receber e analisar os consolidados estaduais.
Anexo 1
Descrição, tempo decorrente entre aplicação e evento, freqüência, conduta e exames para cada vacina do Calendário Básico de Vacinação
Vacina adversosEventos decorrenteTempo Freqüênciadas doses Conduta Exame
Tétano Difteria
Dor 1º dia
1/2 a 5 Aumenta com a repetição das doses
Notifi car e investigar reações
muito intensas ou “surtos” -
Edema,
eritema Idem
1/4 a 1/3 Aumentam com a repe tição das doses
Idem -
Edema
acentuado Idem Menos de1/50 Idem -
Febre 24/48 horas 1/14 a 1/200 Idem -
Febre alta Idem Rara Notifi car e investigar -
Reação anafi lática Menos de 2 horas, geralmen- te nos primeiros 30 minutos 1/100 mil a 1/150 mil
Notifi car e investigar. Contra-indica doses subseqüentes - Síndrome de Guillain-Barré Semanas Extremamente rara
Notifi car e investigar Tratamento especializado Contra-indica doses subseqüentes Investigação clínica e laboratorial especializada Neuropatia periférica Horas a semanas 0,4/1milhão
Notifi car e investigar. Avaliação neurológica. Contra-indica doses subseqüentes
Idem
DTP (I)
Rubor, calor, dor, endurecimento local
De 24 a
48 horas De 1/3 a 1/2 Notifi car reações maisintensas ou “surtos” -
Febre Nas primeiras48 horas 1/330 Notifi car e investigar
Tratamento: ver Anexo 2 -
Febre maior ou igual a 39,5ºC Nas primeiras 48 horas 1/330 Não contra-indica doses subseqüentes Recomenda-se antitérmico profi lático
-
Sonolência Ocorre nas pri-
meiras 24 horas 1/3 - - Choro persistente Inicia-se entre 2 a 8 horas, prolongando-se até 48 horas após a vacina 1/100
Tratamento: ver Anexo 2 Recomenda-se tratamento sintomático Observar
Não contra-indica doses subseqüentes
Notifi car e investigar a existência de relação com outras causas
4 Vacina Eventos adversos decorrenteTempo Freqüênciadas doses Conduta Exame
DTP (II)
Irritabilidade Nas primeiras24 horas 1/2
Não há necessidade de notifi car e investigar
Não contra-indica doses subseqüentes
-
Vômito Idem 1/15 Idem -
Anorexia Idem 1/5 Idem -
Episódio hipotônico- hiporresponsivo (EHH) Nas primeiras 48 horas, prin ci palmente nas primeiras 6 horas após a vacina 1/1.750
Notifi car e investigar Tratamento de suporte
Avaliar o EHH e o risco de adquirir coqueluche. Utilizar nas doses subse- qüentes a dupla infantil DT ou a DTP, de preferência acelular, se disponível, com as precauções indicadas Alertar os pais quanto às com plicações da coqueluche
Clínico, para diagnóstico diferencial
Encefalopatia Nos primeiros7 dias 1/110 mil
Notifi car e investigar
Tratamento a cargo do neurologista Contra-indica as doses subseqüentes de DPT. Completar o esquema com a DT (dupla infantil)
Alertar os pais quanto às com plicações da coqueluche
Exame neurológico Investigação clínica e laboratorial especializada Convulsão Até 72 horas, quase sempre nas primeiras 12 horas 1/1.750
Notifi car e investigar Tratamento: ver Anexo 2 Continuar esquema com DT ou DPT ou DTaP, caso disponível, com precauções (avaliar riscos) Administrar antitérmico profi lático e alertar os pais quanto ao risco da coqueluche No caso de convulsões de mais de 15 minutos, exame neu rológico e investigação clínica e labora- torial
Anafi laxia Geralmente nos primeiros 30min até 2 horas Extremamente rara - Clínico Reações imunoalérgicas Mais de 2 horas até dias após a aplicação da vacina
- Notifi car e investigar Tratamento: ver Anexo 2
Não contra-indica doses subseqüentes
Clínico, para diagnóstico diferencial Ardência, eritema,
hiperestesia,
enduração 1º dia Raros
Notifi car e investigar reações intensas e “surtos”. Não contra-
indica doses subseqüentes -
Linfadenopatia
regional - Rara Idem -
Vacina Eventos adversos decorrenteTempo Freqüênciadas doses Conduta Exame Tríplice viral (II) Meningite 2-3 semanas Desde 1/1 mil até 1/1 milhão conforme a cepa do compo nente caxumba
Notifi car e investigar. Tratamento sintomático. Contra-indica dose subseqüente Investigação clínica e laboratorial especializada Pan-encefalite Em média, 5 a 7 anos 0,7/1 milhão
Notifi car e investigar. Tratamento com neurologista. Contra-indica dose subseqüente
Idem
Púrpura
trombocitopênica Até 2 meses De 1/30 mila 1/1 milhão
Notifi car e investigar
Tratamento a cargo de especialista Contra-indica dose subseqüente
Idem
Urticária local - Muito rara Notifi car e investigar. Tratamento:ver Anexo 2. Aplicar dose subseqüen- te, se necessária, com precauções
- Tríplice viral (III) Reação anafi lática Nos primeiros 30 min até 2 horas 1/2,1 milhões
Notifi car e investigar. Contra-
indica dose subseqüente. -
Articulares -
Em crianças: 1/333 Em mulheres adultas: 1/6,7
Notifi car e investigar. Tratamento sintomático. Contra-indica doses subseqüentes
Investigação clínica, para diagnóstico diferencial
Parotidite 10-14 dias - Notifi car e investigar. Tratamento sintomático. Não contra-indica doses subseqüentes
Idem
Orquite,
pancreatite - Raras
Notifi cação e investigação: desne- cessárias. Tratamento sinto mático. Não há contra-indicação para doses subseqüentes
Idem
Hepatite B
Dor 1º dia 1/3,5a 1/33,3 Notifi car e investigar. Contra-indica dose subseqüente -
Enduração Idem 1/12,5 Idem -
Febre Idem 1/16,9a 1/100 Idem -
Mal-estar, cefaléia, astenia, mialgia, artralgia
Idem - Não é necessário notifi car e in ves-tigar. Tratamento sintomático. Não contra-indica doses subseqüentes
Clínico, para descartar intercorrência infecciosa Febre amarela
Local (dor, abcesso) 1º dia - - -
Febre, mialgia,
cefaléia 6 dias 1/20 Idem -
Reação anafi lática Nos primeiros 30 min até 2 horas 1/1 milhão Geralmente em pessoas com aler- gia a proteí nas do ovo de galinha
Notifi car e investigar.
Contra-indica doses subseqüentes -
Encefalite -
1/17 milhão (USA). No Brasil não há relato
Notifi car e investigar.
Contra-indica doses subseqüentes. Tratamento da encefalite Investigação clínica e labo- ratorial para afastar outros diagnósticos Visceralização 30 dias após vacinação Raro. Eminvestigação Notifi car -
4 Vacina adversosEventos decorrenteTempo Freqüênciadas doses Conduta Exame
BCG (I)