Capítulo 6: MATERIALES Y MÉTODOS
6.2. MÉTODOS
6.2.7. Caracterización de las proteínas G recombinantes
CIEP Professora Rosa da Conceição Guedes - Piraí/RJ
Receitas próprias do município foram usadas para a implantação e manutenção do Projeto UCA. Foi feito, junto à Secretaria de Fazenda uma estimativa de custos e o estimado, e o que foi orçado em favor do Projeto, através das secretarias de Educação e Planejamento e Ciência e Tecnologia, foi devidamente empenhado.
Escola Estadual de Ensino Fundamental Luciana de Abreu - Porto Alegre/RS
• Em relação à Secretaria de Educação
A Secretaria de Educação permitiu que o projeto experimental fosse realizado nesta instância do sistema educacional.
Este projeto foi desenvolvido a partir de uma perspectiva metodológica inovadora, que propõe mudanças importantes na forma de pensar e fazer educação.
Como falamos de um piloto que recebeu máquinas doadas por uma organização não governamental e que se estruturou sobre bases teóricas e acadêmicas com a perspectiva de uma mudança radical de visão pedagógica da escola, entendemos a dificuldade em aceitar encontrada nos mais diferentes grupos.
Então, passamos a incorporar técnicos e pesquisadores que acreditavam na proposta feita e desejavam experimentar sua prática.
• Em relação à escola
A Escola possui orçamento restrito que não cobririam as demandas deste projeto.
Portanto, as necessidades detectadas foram atendidas com soluções alternativas que contemplaram o trabalho voluntário, as doações de empresas privadas da comunidade.
Então, concluímos que: mudanças dependeriam mais de comunidades que se mobilizam ao redor de uma idéia do que de suporte oficial político ou econômico.
• Em relação à Secretaria de educação
A Secretaria de educação não disponibilizou nenhum recurso financeiro para o projeto. Foi necessário utilizar uma verba de um outro projeto do LSI para adquirir carrinhos para o armazenamento dos laptops, componentes para a fabricação de extensões, e equipamentos de rede sem fio.
• Em relação à Escola
A escola não teve financiamento específico para o projeto.
Colégio Estadual Dom Alano Marie Du Noday - Palmas/TO
Fontes de financiamento: FUNDEB – Programa Nacional de Financiamento para Educação Básica; tesouro estadual: Programa de Escola Comunitária de Gestão Compartilhada (do governo do estado); Tesouro Estadual: projeto de aprendizagem.
Dificuldades financeiras do projeto: 2007 e 2008 os custos aumentaram, mas os repasses foram similares aos anos anteriores. Em 2009, esses repasses foram corrigidos. O custo anual do colégio em 2008 era de 121.043, 30 em 2009 passaram a receber 135.543, 30 (fonte: PPP).
3.8.3 Sustentabilidade metodológica
CIEP Professora Rosa da Conceição Guedes - Piraí/RJ
As ações de formação sempre foram balizadas pela possibilidade de apropriação pela própria Escola. Buscamos sempre o desenvolvimento das competências e habilidades de forma a criar uma
alunos nos processos de formaçã colocado com detalhes numa das
Escola Estadual de Ensino Fundam
O Laboratório de Estudos Cogn implementação de inovação curr pesquisa e acompanhamento da distancia ou, ainda, pelas parceria escolas publicas de todo o País, metodologia de projetos de apren
Tem-se percebido e investigado implementar uma mudança curric de um primeiro nível de equilibra que pode ser compensatória ou dinâmica da escola regride ao equ um novo nível de equilíbrio em mu
ação de várias práticas inovadoras. Este dese das experiências a serem disponibilizadas pelo P
damental Luciana de Abreu - Porto Alegre/RS
ognitivos tem acompanhado, ao longo dos a curricular em muitas escolas publicas, seja po
da formação de professores, seja por curso erias como o Instituto Ayrton Senna, cujas form s, propondo justamente o uso inovador da rendizagem.
ado, ao longo desse processo, que as esco urricular, passam por etapas similares de equilí
bração, sofre perturbações e desencadeia um ou não compensatória. Quando a regulação é equilíbrio anterior. Quando ela é compensató
mudança.
desenho de formação será lo Projeto BID.
os anos, os processos de por meio do trabalho de ursos de pós-graduação a ormações se estendem por r da tecnologia digital e a
escolas, as quais tentam quilíbrio dinâmico. A partir um processo de regulação, o é não compensatória, a tória, a escola avança para
1. Início da inovação da estrutura da instituição por um grupo: Um grupo de professores ou a equipe diretiva tem a iniciativa de implementar a mudança curricular na escola inteira.
2. Processo de desequilibro: Tanto a equipe diretiva como os professores que se engajaram no processo mostram-se desacomodados diante da mudança e das novas necessidades e demandas dos alunos.
3. Retorno a configuração original: Parte dos professores envolvidos e, muitas vezes, a equipe diretiva sugerem retorno à estruturação tradicional por não se acomodarem a nova situação e não conseguirem suprir as novas necessidades de reorganização dos tempos e espaços.
4. Nova tentativa de inovação: Alguns professores isoladamente ou em pequenos grupos implementam a mudança em algumas turmas ou em seus horários de aula, em função de dificuldades em relação as inovações pedagógicas mas, ao mesmo tempo não conseguirem mais retornar a uma postura tradicional.
5. Novo processo de desequilíbrio: equipe diretiva e os professores que não se engajaram na mudança questionam a proposta de inovação implementada pelos colegas, mas sentem a necessidade de apoiar ou, pelo menos, não se opor a ela.
6. Inovação na escola ou parte dela: Inicia-se a consolidação da mudança apenas na etapa de escolaridade subsidiada pela formação continuada, pelo planejamento conjunto dos professores. Percebem-se, nessa etapa, algumas alterações curriculares e na organização de tempos e espaços.
Em relação ao processo do experimento no Luciana de Abreu, pode-se afirmar que a escola se encontra entre as fases 4 e 5.
Em 2007, a inovação e reestruturação dos horários foi proposta pela vice-direção o que caracterizou a fase 1 da mudança. Durante o ano de 2007, a mudança foi implementada embora o grupo de professores tenha se sentido desestabilizado com a nova configuração.
Em 2008, iniciou-se a fase 3 na escola com o retorno da grade curricular com períodos de 50 minutos por disciplina, mas introduzindo períodos de trabalho interdisciplinar e inovador por parte de um grupo de professores tanto das series iniciais e como das finais do ensino fundamental. Ainda no ano
de 2008, iniciou-se nova tentativa de mudança conjunta por parte de alguns professores o que gerou novo desequilíbrio.
Em 2009, em função da não chegada dos laptops, para substituir os modelos ultrapassados, e da substituição de professores afastados por professores novos ainda sem formação para uso da tecnologia, o processo de mudança ainda esta sendo avaliado.
Escola Municipal de Ensino Fundamental Ernani Silva Bruno - São Paulo/SP
A partir do uso dos laptops alguns docentes sentiram a necessidade de trabalhar com Projetos interdisciplinares, o que facilitou a questão da flexibilização dos horários de aula no ciclo II e também ajudou a organizar o trabalho pedagógico no ciclo I. O desenvolvimento de trabalhos em grupos, debates e produções de autoria dos alunos, bem como a publicação das mesmas em blogs aumentou bastante e isso não era uma prática antes do laptop. O desenvolvimento de pesquisas teve como base o uso da metodologia cientifica e neste ano de 2009 a escola tem uma professora de ciclo I que está desenvolvendo um trabalho com “Projetos de aprendizagem”, onde grupos de alunos pesquisam o que quiserem com base em questões para resolução de problemas que acreditam ser importantes, utilizam a metodologia científica, fazem a avaliação do desenvolvimento dos projetos, publicam as descobertas no blog da classe. Além disso, há diversas possibilidades didáticas observadas em alguns trabalhos, entre elas:
• Interatividade, cooperação, colaboração;
• Trabalhos em grupos com diferentes níveis de aprendizagem; • Aluno/a (co) autor (desafio, produção, criação);
• Construção de conhecimentos (trabalho baseado em pesquisas); • Aprendiz Ativo (não é mero receptor de informação);
• Aprendizagem significativa (situação social real de uso da língua); • Partilha de saberes (inclusive em redes);
• Planejamento considerando o PPP da escola que, no caso, tem como um de seus objetivos priorizar a leitura e a escrita em todas as áreas do conhecimento considerando o trabalho com diferentes gêneros do discurso;
• Trabalho focando as dificuldades das crianças (agrupamentos produtivos); • Repensar Tempos e espaços escolares.
As práticas inovadoras foram elaboradas pela equipe de professores e gestores da escola e contou com o apoio da equipe de pesquisadores do LSI. Assume-se que a continuidade destas práticas na ausência das equipes de formação e suporte sejam plenamente viáveis tendo em vista que as inovações foram construídas pela própria equipe da escola, apenas com apoio do grupo externo.
Colégio Estadual Dom Alano Marie Du Noday - Palmas/TO
Com o Projeto UCA foi possível ampliar o acesso dos professores, alunos e comunidade aos recursos digitais melhorando as aulas e promovendo a inclusão digital nas diversas situações vivenciadas no cotidiano escolar.
3.9 Avaliação
As informações sobre avaliação encontram-se compiladas de maneira mais completa no documento Guia de Implementação, Monitoramento e Avaliação, também disponível para consulta. Além deste material, também recomenda-se a leitura, na íntegra, dos documentos produzidos pelos grupos de pesquisa contratados para a documentação dos experimentos no tocante à avaliação. Este item busca sistematizar os principais resultados alcançados pelos experimentos.
Além das estratégias e instrumentos de avaliação utilizados, deve-se salientar a importância de definir, antes do início dos pilotos, os objetivos e temas que deverão avaliados e mensurados. De maneira resumida é possível destacar três objetivos:
• Melhora no aprendizado – Os alunos aprendem mais com o uso dos laptops?
• Inclusão digital – Há uma evolução efetiva no entendimento e uso das TICs por parte dos alunos?
• Outras habilidades não cognitivas – Há melhora na confiança dos alunos, independência, socialização, curiosidade etc.?
Uma vez definidos os objetivos a serem avaliados, é de suma importância que seja feita uma avaliação inicial na escola utilizando os parâmetros escolhidos. Este retrato servirá como linha de base para acompanhar a evolução dos indicadores e, assim, permitir comparações ao longo do tempo.
Tomando como base as cinco experiências, foi possível observar as seguintes estratégias e instrumentos a serem utilizados para avaliar o impacto do UCA no cotidiano escolar.
• Entrevistas individuais ou em pequenos grupos de professores e alunos; • Reuniões gravadas;
• Observações em sala de aula; • Registro em fotos e vídeos;
• Anotações periódicas em relatórios (pelos alunos monitores).
A avaliação também tem buscado parâmetros de aceitação e assimilação do uso dos equipamentos, destacados abaixo e citados nos relatórios do experimento em Porto Alegre.
• Aceitação e apropriação do uso da tecnologia na escola; • Facilidade de uso percebida;
• Intenção de usar o equipamento;
• Dissociação temporal (se o tempo parece maior ou mais curto nas atividades); • Envolvimento;
• Maior prazer proporcionado pelo uso dos equipamentos; • Atualidade dos dados disponíveis nos recursos utilizados; • Exatidão dos dados;
• Nível de detalhamento dos dados; • Facilidade de localização dos dados; • Facilidade de entender os dados; • Autorização para acesso aos dados.
4. Referências
As referências relacionadas abaixo foram produzidas pelas instituições contratadas pela Fundação Pensamento Digital, apoiada pelo BID, para documentar os experimentos iniciais do UCA e serviram de subsídio para a consolidação do presente relatório. Tão logo suas versões finais estejam disponíveis na Internet em endereço definitivo, serão acrescentados links apontando para os respectivos documentos.
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO – PUCSP - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: CURRÍCULO. Preparando para Expansão: Lições da Experiência Piloto Brasileira na
Modalidade Um Computador por Aluno. Relatório I – Descrição do Contexto da Escola. São Paulo,
2010. 42 p. (LINK)
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO – PUCSP - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: CURRÍCULO. Preparando para Expansão: Lições da Experiência Piloto Brasileira na
Modalidade Um Computador por Aluno. Relatório II – Infraestrutura e Conectividade. São Paulo,
2010. 20 p. (LINK)
PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO – PUCSP - PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO: CURRÍCULO. Preparando para Expansão: Lições da Experiência Piloto Brasileira na
Modalidade Um Computador por Aluno. Relatório III – Gestão. São Paulo, 2010. 32 p. (LINK)
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO – ASSOCIAÇÃO DO LABORATÓRIO DE SISTEMAS INTEGRÁVEIS TECNOLÓGICO – LSI-TEC. Preparando para Expansão: Lições da Experiência Piloto Brasileira na
Modalidade Um Computador por Aluno. Relatório I – Descrição da Escola. São Paulo, 2010. 43 p.
(LINK)
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO – ASSOCIAÇÃO DO LABORATÓRIO DE SISTEMAS INTEGRÁVEIS TECNOLÓGICO – LSI-TEC. Preparando para Expansão: Lições da Experiência Piloto Brasileira na
Modalidade Um Computador por Aluno. Relatório II – Infra Estrutura e Conectividade. São Paulo,
2010. 16 p. (LINK)
UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO – ASSOCIAÇÃO DO LABORATÓRIO DE SISTEMAS INTEGRÁVEIS TECNOLÓGICO – LSI-TEC. Preparando para Expansão: Lições da Experiência Piloto Brasileira na
Modalidade Um Computador por Aluno. Relatório III – Gestão. São Paulo, 2010. 26 p. (LINK)
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE. LABORATÓRIO LAREDEL/CNPQ. Preparando para Expansão: Lições da Experiência Piloto Brasileira na Modalidade
Um Computador por Aluno. Relatório I – Descrição do Contexto da Escola. Rio de Janeiro, 2010. 72 p.
(LINK)
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE. LABORATÓRIO LAREDEL/CNPQ. Preparando para Expansão: Lições da Experiência Piloto Brasileira na Modalidade
Um Computador por Aluno. Relatório II – Infraestrutura. Rio de Janeiro, 2010. 26 p. (LINK)
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO. UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE. LABORATÓRIO LAREDEL/CNPQ. Preparando para Expansão: Lições da Experiência Piloto Brasileira na Modalidade
Um Computador por Aluno. Relatório III - Problemas e Soluções Relacionados a Gestão da Escola. Rio
de Janeiro, 2010. 26 p. (LINK)
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - INSTITUTO DE PSICOLOGIA - LABORATÓRIO DE ESTUDOS COGNITIVOS. Preparando para Expansão: Lições da Experiência Piloto Brasileira na
Modalidade Um Computador por Aluno. Relatório I – Contexto da Escola. Porto Alegre, 2010. 87 p.
(LINK)
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - INSTITUTO DE PSICOLOGIA - LABORATÓRIO DE ESTUDOS COGNITIVOS. Preparando para Expansão: Lições da Experiência Piloto Brasileira na
Modalidade Um Computador por Aluno. Relatório II – Infraestrutura e Questões Técnicas. Porto
UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL - INSTITUTO DE PSICOLOGIA - LABORATÓRIO DE ESTUDOS COGNITIVOS. Preparando para Expansão: Lições da Experiência Piloto Brasileira na
Modalidade Um Computador por Aluno. Relatório III – Gestão. Porto Alegre, 2010. 48 p. (LINK)
Documentos internos do MEC de registro da experiência do programa UCA na escola do DF e documentos de trabalho (internos) gerados pela Mediateca como fontes para referências ao DF neste relatório.