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Byssal Threads and Adhesive Plaques as Archetypes for New Biomimetics

Biotechnologies from Marine Bivalves

6.3 Byssal Threads and Adhesive Plaques as Archetypes for New Biomimetics

A contratação é considerada o penúltimo estágio do processo que o candidato é submetido, a maioria das empresas o profissional precisaram passar por um longo processo seletivo, composto por testes psicológicos, dinâmicas de grupo, entrevistas com gestor de RH e com o gestor da área de atuação.

Com o objetivo de reduzir os custos do processo e tornar a seleção mais eficiente, muitas empresas estão reduzindo o tempo desse procedimento.

É nessa fase que o profissional levará todas as documentações exigidas para a sua admissão e finalmente conseguindo conquistar a vaga dentro do mercado de trabalho.

3.3.4 A integração

Nesta etapa o RH auxilia no entrosamento do admitido junto ao seu novo ambiente de trabalho assim como obtém informações sobre como este se sente na nova condição. É nessa fase de finalização, muitas empresas adotam um vídeo institucional para apresentar de forma mais clara os produtos e serviços da organização.

Snell e Bohlander (2009, p. 283) confirma que o treinamento de integração é para que os novos funcionários comecem bem e as empresas em geral oferecem um programa formal de orientação.

A integração é um processo muito importante para imagem que a empresa repassa para os seus colaboradores novatos. Snell e Bohlander (2009, p. 284) ressalta que quanto mais tempo e esforços a empresa dedica para ajudar os novos funcionários a se sentirem bem- vindos, maior a probabilidade de eles se identificarem com a empresa e se tornarem membros valiosos dela. Ou seja, a integração dos admitidos só gera benefícios tanto para a empresa como para os colaboradores.

CAPÍTULO 4 – ESTUDO DE CASO

Conforme mencionado nos capítulos anteriores, este trabalho teve a finalidade de saber se os estudantes de Secretariado Executivo da UFC planejam sua trajetória para torná- los atraentes no mercado de trabalho. Identificar se sabem o que é e para que serve o IRA na perspectiva da empregabilidade.

O contexto da pesquisa foi constituído por estudantes da UFC, a amostra de conveniência corresponde a 15 estudantes inseridos no curso de secretariado executivo em Fortaleza, do período noturno do semestre 2012.2. Foi aplicado como um instrumento de pesquisa um questionário com 19 perguntas das quais algumas foram abertas, prevalecendo a maioria de caráter fechado. Abaixo seguem as questões pertinentes ao estudo de caso em que os resultados obtidos serão apresentados por meio dos gráficos seguidos pela interpretação. Gráfico 1 – Qual a sua idade?

Fonte: A autora.

No gráfico 1 foi perguntado aos entrevistados sobre qual era a faixa etária deles e verificou-se que os 15 responderam que estão entre 21 a 30 anos de idade. Ou seja, um total de 100%.

De acordo com a representação gráfica, percebe-se que todos os estudantes entrevistados já são maiores de idade e já ultrapassou a adolescência que é considerada a fase das diversas transformações incluindo os aspectos psíquicos e sociais do individuo. Entende que eles já tenham uma opinião formada sobre a própria carreira profissional.

Gráfico 2 – Qual o semestre que você está cursando no curso de secretariado executivo?

Fonte: A autora.

No gráfico 2 foi perguntado aos estudantes em qual o semestre eles estão cursando o curso de secretariado executivo. Verificamos que dos 15 entrevistados 1 estudante está no 4º semestre e o outro está no 6º semestre, os demais 13 estão cursando o 8º semestre.

Com base no gráfico acima, observa-se que 87% dos estudantes entrevistados já concluíram mais de 80% da grade curricular, ou seja, a maioria já estão se preparando para conquistar uma futura colocação ou promoção no mercado de trabalho.

Gráfico 3 – Você trabalha na área de secretariado?

No gráfico 3 foi perguntado aos entrevistados se eles estão atualmente trabalhando na área de secretariado e 12 confirmam que trabalha na área e 3 informam que não trabalham na área.

Analisando os dados concluir-se que a maioria dos entrevistados estudantes estão se engajando na área de secretariado, isso pode ser um motivo bom, pois é sinal que os estudantes profissionais não estão desviando da profissão e estão trabalhando na própria área de estudo.

Gráfico 4 – Há quanto tempo você trabalha na área?

Fonte: A autora.

O gráfico 4 mostra o tempo em que os entrevistados estão trabalhando na área de secretariado e as respostas foram bastante divididas. Somente 1 entrevistado informou que trabalha até 1 ano na área, 5 responderam que estão entre 1 a 3 anos, 3 estão entre 3 e 5 anos, 3 estão entre 5 a 10 anos e outros 3 afirmaram que não trabalha na área.

Considerando o tempo normal de graduação que são aproximadamente 4 anos, a maioria iniciaram a graduação e pouco tempo depois estavam inseridos no mercado de trabalho e empregados na área conforme resultados do gráfico 3.

Gráfico 5 – Caracteriza a empresa onde trabalha.

Fonte: A autora.

No gráfico 5 é perguntado em qual é caracterizada a empresa onde o estudante trabalha e 9 responderam que trabalha em uma empresa privada, 6 trabalham em uma empresa pública e nenhum respondeu que está em uma empresa mista.

Podemos considerar pelo gráfico que a maioria não são concursados, mas sim, passam por algum tipo de processo seletivo. Os demais entrevistados estão atuando em empresas públicas, mesmo assim não podemos considerar que os 6 estudantes são concursados visto as algumas organizações públicas contrata mão de obra através de prestação de serviços.

Gráfico 6 – Qual o tamanho do porte da empresa onde trabalha?

Fonte: A autora.

No gráfico 6 é perguntado o tamanho do porte da empresa dos estudantes profissionais e 2 afirmaram que trabalham em uma microempresa, 3 estão em uma empresa de pequeno porte, 3 também afirmou que estão em uma empresa de médio porte e 7 afirmaram que estão em uma empresa de grande porte.

Com base nas informações do gráfico, verificamos que a maioria estão atuando em empresas de grande porte, isso pode ser considerado algo positivo, pois geralmente as empresas de grande porte são bem mais estruturada que as empresa de porte menor, e isso auxilia bastante para a formação da carreira profissional do estudante.

Gráfico 7 – Qual o segmento de mercado da empresa que trabalha?

Na pergunta referente ao questionário 7 é pesquisado qual o segmento de mercado da empresa em que o estudante trabalha e 2 responderam estar trabalhando em uma empresa de segmento comercial, nenhuma afirmou que trabalha em uma empresa do segmento industrial, 10 disseram que estão trabalhando em uma empresa do segmento de serviços e 3 afirmaram que o segmento da empresa são outros, sendo que 1 entrevistado não especificou o tipo de segmento e os outros dois informaram que o segmento é da administração pública, algo que pode ser considerado como serviços e outro estudante informou que o segmento da empresa é de Educação.

Na análise dos dados do gráfico 7 percebe-se que a grande maioria estão inseridas no segmento das empresas prestadora de serviço.

Gráfico 8 – Em algum momento do periodo do curso você se sentiu prejudicado (a) por trabalhar de dia e estudar a noite?

Fonte: A autora.

Nesta pergunta tem a característica de ser fechada e aberta, pois solicita que o estudante descreva os aspectos que ele se sentiu prejudicado.

O gráfico demonstra que 9 afirmam que sentiram prejudicados no curso por trabalhar e estudar a noite, já 5 afirmaram que não houve nenhum momento que se sentiram prejudicados no curso por trabalhar e estudar a noite. E 1 entrevistado disse que às vezes se sente prejudicado de trabalhar e estudar ao mesmo tempo.

As interpretações das resposta os estudantes alegaram que se sentiram prejudicados foram:

• Nos períodos de provas e trabalhos;

• Na falta de tempo para estudar e a necessidade de ficar além do expediente normal na empresa;

• A sobrecarga de trabalho;

• Cansaço e a falta de melhor horário para estudar para as avaliações;

• Chegar sempre atrasada nas primeiras aulas devido trabalhar longe da faculdade;

• Falta de tempo para estudar em casa devido ao sono e o cansaço; • Nos períodos de trabalhos em equipe.

Uma das respostas dos que não se sentem prejudicados foi citado que trabalhar durante o dia e estudar a noite é cansativo, mas conciliável.

Ao serem investigados os dados do gráfico, sobre ser ou não prejudicado na graduação por trabalhar, as respostas não são consideradas como algo diferente, ou seja, elas são esperadas, pois sabe-se que o trabalho ocupa bastante o tempo do aluno.

Gráfico 9 – Em algum outro momento do período do curso você se sentiu privilegiado (a) por trabalhar de dia e estudar a noite?

Fonte: A autora.

No gráfico 9 interpreta a pergunta que também tem característica fechada e aberta, e solicita que o estudante descreva os aspectos que ele se sentiu privilegiado (a) por trabalhar de dia e estudar a noite.

Dos 15 entrevistados, 4 afirmaram que já se sentiram privilegiado por trabalhar durante o dia e estudar a noite, 8 disseram que não se sentiram privilegiado por trabalhar de dia e estudar a noite. E 3 entrevistados afirmaram que às vezes se sentiram privilegiados.

As interpretações das justificativas por se sentirem privilegiado foram: • Por ter a oportunidade de sair da graduação com uma experiência na área;

• Estudar a noite é a melhor opção, tendo em vista que quem estuda durante o dia, muitas vezes perde oportunidade de emprego;

• Facilidade na disciplina de estágio supervisionado e nas demais que necessite vivência no mercado;

• O amadurecimento tanto pessoal quanto os dos colegas de classe pela experiência; • Estar colocando os conhecimentos em prática.

A análise do gráfico e das informações descritas pelos entrevistados, verifica-se que apesar do trabalho ocupar bastante tempo do estudante, mesmo assim possui o lado positivo que é a empregabilidade do profissional.

Gráfico 10 – Além da faculdade você realizou algum curso de caráter profissional?

Fonte: A autora.

No gráfico 10, constatou-se que 8 estudantes afirmaram que realizou cursos de caráter profissional e 7 disseram que não. Foi perguntado se caso positivo os cursos feitos pelos estudantes. Conforme abaixo, diversos foram citados:

• Arquivologia; • Informática • Gestão financeira; • Artes cênicas; • Negociação empresarial; • Atendente ao cliente.

Baseando na análise do gráfico, as respostas foram bem divididas e constatou-se que quase a metade dos estudantes não estão se preocupando em realizar cursos em termos profissionais. Isso é algo ruim para a carreira, pois não estão buscando outras formas de capacitação, pois sabe-se que o conhecimento adquirido por esses cursos são muito importante para o crescimento tanto pessoal, como profissional.

Gráfico 11 – Os cursos foram realizados pensando que lhe seriam úteis em termos profissionais?

Fonte: A autora.

No Gráfico 11, 7 estudantes afirmaram que SIM, os cursos foram realizados pensando que seriam úteis em termos profissionais, somente 1 estudante afirmou o curso não seria pensando em termos profissionais. E 47% dos entrevistados afirmaram que não fizeram nenhum curso.

Na análise dos dados do gráfico só confirmou os resultados do gráfico 10, algo negativo para a carreira do estudante que não estão se preocupando em na capacitação através dos cursos.

Salientamos que o único estudante que respondeu que NÃO realizou o curso para termos profissionais descreveu o curso de artes cênicas.

Gráfico 12 – A percepção dessa utilidade dos treinamentos informado no tópico 10 foi:

Fonte: A autora.

No gráfico 12 foi mostrado a percepção da utilidade dos treinamentos informados no tópico 10 do questionário, e 5 pessoas disseram que foram por iniciativa própria, 1 pela empresa onde trabalha, 2 afirmaram que foi por iniciativa própria e da empresa onde trabalha e 7 disseram que não fizeram nenhum curso.

Excluindo o índice dos estudantes que não fez nenhum curso, a segunda opção foi por iniciativa própria, isso é importante, pois conforme o autor Minarelli (1995), citado neste estudo, diz que uma carreira profissional é responsabilidade de quem a desenvolve, isto é, do seu proprietário, e não do tomador de serviços ou do empregador. Ou seja, a pesquisa veio confirmar a visão do autor.

Gráfico 13 – Você identificou que os certificados dos cursos foram importantes para:

Fonte: A autora.

No gráfico 13 foi pesquisado se os certificados dos cursos foram importantes. 2 estudantes afirmaram que foram por promoção interna na empresa, 6 pessoas disseram que foram para um diferencial no processo seletivo e os demais citados no gráfico 12 que totalizou 7 disseram que não fizeram nenhum curso.

Com base nas informações, verifica-se que os cursos realizados foram um diferencial para entrevistas de processo seletivo, e que as empresas dos entrevistados não estão realizando promoções somente por cursos profissionalizantes, e isso pode ser devido ao fato de muitos estarem em empresas de grande porte.

Gráfico 14 – O IRA é para você:

Fonte: A autora.

Nesse gráfico 14, há uma pergunta bastante interessante e que tem um valor primordial para a pesquisa. Foi questionado aos alunos o que o IRA significava para eles, e as respostas foram: 8 estudantes disseram que o IRA é importante e 7 afirmaram que o IRA é pouco importante e nenhum afirmou que desconhece o IRA.

As opiniões analisadas no gráfico parece ser um pouco preocupante, pois quase metade não está interessada na real importância do IRA, pois ele é índice que resulta diretamente pelas notas dos alunos.

Gráfico 15 – Você sabe quanto está o seu IRA atualmente?

Fonte: A autora.

No gráfico 15 foi perguntado se os estudantes sabiam o valor do próprio IRA e as respostas foram desanimadoras. 5 estudantes disseram que sabiam do valor do IRA e 10 afirmaram que não sabiam o valor do IRA.

Ao serem investigados sobre o valor do IRA, em consequência da análise dos dados do gráfico 14, os resultados do gráfico 15 não foram muito diferentes. Ou seja, mais da metade dos alunos não sabem o valor do próprio IRA.

Na pergunta 16 do questionário foi perguntado se caso o aluno afirmasse que sabia o valor do seu atual IRA, e as respostas foram:

• 9.3 Individual e 8.3 Geral; • 9.2 Individual;

• 8.000 aproximadamente; • 8.000;

• 8.470 aproximadamente;

Considerando as informações de formas diferenciadas alguns dos respondentes não dominam o padrão de numeração definido para o IRA, no caso, no máximo na casa de unidades de milhar, incluindo somente os dois primeiros dígitos.

Gráfico 17 – Você se preocupa com o nível do seu IRA?

Fonte: A autora

No gráfico 17 foi questionado sobre a preocupação com o nível do IRA, e 7 alunos afirmaram que se preocupam, 3 disseram que não se preocupam com o nível do próprio IRA, e 5 confirma que somente às vezes se preocupam com o nível do IRA.

Analisando os dados, mais da metade dos entrevistado afirmam que se preocupam com o IRA, confirmado as análises do gráfico 14 sobre a importância do IRA.

Gráfico 18 – Em alguma entrevista que você realizou, o entrvistador perguntou sobre o seu IRA?

Neste gráfico 18 é analisado se os estudantes em algum momento de um entrevista que realizou, o entrevistador perguntou sobre o IRA. Dos 15 entrevistados, 13 informaram que nenhuma entrevista foi perguntado sobre o IRA e 2 estudantes informaram que já foram questionado sobre o próprio IRA.

De acordo com as análises do gráfico, podemos considerar que pelo fato de 60% dos entrevistados trabalharem em uma empresa privada, os resultados do gráfico pode ser uma consequência de que a maior marte dos entrevistados estarem inserido no mercado de serviços de uma empresa privada. Ou seja, os entrevistadores podem desconhecer o IRA da UFC. Gráfico 19 – Você acha que o IRA influi ou influenciará na sua empregabilidade no mercado de trabalho?

Fonte: A autora.

No gráfico 19, é perguntado aos estudantes se o IRA irá influenciar na empregabilidade deles e 2 responderam que SIM, 10 disseram que NÃO, ou seja um número bastante elevado. E 3 disseram que somente às vezes o IRA poderá influenciar na sua empregabilidade do mercado de trabalho.

Nesta análise, verifica a falta de conhecimento por parte dos alunos da importância do IRA para a própria empregabilidade deles. Ressaltamos que o IRA não é somente apenas um número, ele é um índice de como o estudante está atuando com as notas das suas disciplinas cursadas ou reprovadas.

CAPÍTULO 5 – CONSIDERAÇÕES FINAIS

A realização desta monografia foi importante para agregar valor intelectual tanto a autora quanto para os demais estudantes e profissionais que necessitarem de um aprofundamento maior dos conhecimentos relacionado ao mercado de trabalho e aos estudos com foco na empregabilidade e no IRA da UFC.

Podemos concluir que a UFC tem a capacidade de formar profissionais na área de secretariado, pois investe em uma formação de qualidade, e o curso é um dos requisitos primordiais para o crescimento da carreira. Uma formação é fundamental, não só para os profissionais de secretariado, mas para todas as áreas de atuação. Estar atento às demandas do mercado, gostar de trabalhar e ter vocação profissional é um dos pontos chaves para manter-se empregável.

É preciso que o estudante e profissional esteja antenado e atualizado constantemente com as novas tendências e as práticas da carreira. É necessário também conhecer o ramo de negócio da empresa em que atua, pois cada vez mais o profissional de secretariado está envolvido com as ações e participações dos negócios da empresa.

Para as empresas, identificar, administrar e reter talentos está se tornando um dos desafios para os gestores. Contribuir para a formação do colaborador e disponibilizar ferramentas que auxiliem para a melhoria profissional, como forma de desenvolvimento de funções e crescimento da visão de negócio, fazem parte da gama de ações promovidas pelos RHs nas empresas. Mas cabe ao estudante e profissional aprimorar as suas habilidades investindo em idiomas e diversos cursos profissionalizantes para tonar sua carreira promissora, tendo mais chance de conquistar uma oportunidade.

O fenômeno da empregabilidade atribui às pessoas o esforço de se qualificarem para melhor terem sucesso no mercado de trabalho. Isto pode ser constatado pelo menos em boa parte dos entrevistados;

No que diz respeito às dificuldades inerente a quem trabalha o dia todo e estuda à noite também ficou claro que as pessoas manifestaram insatisfação com essa condição que na maioria dos casos acarreta um a dificuldade a mais no desempenho acadêmico.

No que se refere ao IRA, além de alguns desconhecimentos sobre o seu significado e importância prevaleceu a opinião de que, para o mercado de trabalho, em processos seletivos o IRA não seria um critério de diferenciação deste ou daquele candidato.

considerado que um bom rendimento corresponde a um IRA elevado e que estudantes melhor preparados poderão, isto sim, sair-se melhor em disputas por vagas em empregos.

Algumas questões aplicadas na pesquisa colocou em reflexão a proposta da necessidade de se repensar em uma melhor atenção dada ao IRA.

Sendo assim, conclui-se que é preciso que o estudante e profissional de secretariado reflita sobre qual é o seu papel dentro da Universidade, e, a partir disto, desenvolva um olhar crítico sobre a sua carreira que nos coloca para um mercado de trabalho em constantes mudanças. E que um nível elevado do IRA irá influenciar de uma forma direta ou indiretamente no exercício da profissão de secretário executivo.

REFERÊNCIAS

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