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4   Resultater fra kartlegging av elvesandjeger

4.3   Gudbrandsdalslågen og Ottavassdraget

4.3.1   Bestandssituasjonen

Existem no mundo apenas três igrejas dedicadas a São Vitor Mártir. Uma em Praga, outra em Polignano A‟Mare e a de São Paulo, no Brás. Há mais de 70 anos essa igreja atrai uma grande massa de fiéis. Suas festas em homenagem a “San Vitto Martire” são tradicionais e fazem parte oficialmente do Calendário Cultural da cidade de São Paulo.

A atual igreja que vemos hoje na rua Polignano A Maré, nº 51, no bairro do Brás, somente foi declarada paróquia a partir de 24 de março de 1940. Sua construção somente teve início quatro anos após essa nomeação, e foi financiada por meio de ofertas arrecadadas nas festas de São Vitor Mártir e por contribuições de industriais italianos. O término da construção possibilitou a nomeação de um vigário, como observa (BASACCHI, 2004, p. 6).

As práticas de ofertas e de doação de prendas não cessaram com o término da construção da paróquia, uma vez que tais práticas estão ligadas à Associação São Vitor Mártir. Essas ofertas e prendas doadas pelos descendentes de Polignano A Maré se destinam aos festejos de São Vitor Mártir que ocorrem anualmente no mês de maio, ocasião em que são distribuídas comidas típicas e são promovidos shows e outros eventos da cultura italiana. A renda obtida com os valores arrecadados é destinada à paróquia, à manutenção de uma creche e à assistência social na comunidade. (RIBEIRO, 1994, p. 135), ao escrever sobre a prática de ofertas e de prendas feitas pelos comerciantes imigrantes bareses, afirma que: “a oferta é um sério compromisso de fé relacionado à crença da proteção e retribuição de um ano próspero”.

A associação São Vitor Mártir, fundada oficialmente em 21 de outubro de 1919, é responsável pela organização da festa de São Vitor. Para manutenção da creche com mais de 120 crianças e de outras atividades culturais, a instituição promove shows, em que é distribuída comida típica da região das Apulias, em todos os fins de semana de maio, estendendo-se até a primeira quinzena de julho. (BASACCHI, 2004, p. 6)

Existem duas festas com apelo à homenagem a São Vitor Mártir, sendo a mais antiga aquela da Associação de São Vitor Mártir, realizada na rua Fernandes Silva, nº 96, em salão coberto; no ano de 2013, completou a sua 95ª. A outra festa é a da paróquia realizada na rua Polignano A Maré, ocasião em que a rua é fechada e decorada para receber a quermesse com barracas de comidas típicas; no ano 2013, ocorreu a 16ª edição dessa festa.

O caráter das festas dos imigrantes italianos, nos seus primórdios, tinha um forte apelo cultural, e estava ligado à expressão religiosa desses imigrantes. No entanto, com o passar dos anos, novos significados foram incorporados às festas, as quais passaram a ser momentos

de reencontros, de preparo de comidas, oportunos para construir e aprimorar a Associação com recursos adquiridos das vendas nas festividades. (RIBEIRO, 1994, p.133)

Dentre as duas festas que prestam homenagem ao santo, a que mais evidencia a devoção ao padroeiro é a da rua Polignano A Maré, até mesmo por ser organizada pela paróquia, que promove procissão e quermesse. A missa solene e a procissão que comemora a devoção ao santo ocorrem no segundo domingo de maio após o dia 15; nas primeiras edições da festa, os hinos eram cantados no dialeto italiano (RIBEIRO, 1994, p.133).

Os devotos de São Vitor Mártir na cidade de São Paulo são reconhecidos como a maior comunidade de fiéis no mundo fora da Itália. No ano de 2011, ocorreu um fato único nessa devoção, por iniciativa do presidente da Associação de São Vitor Mártir, com a intenção de integrar as comunidades de devotos: foi trazida da Itália a relíquia do braço de São Vitor Mártir, conhecida como "Il Braccio di San Vito".17, ocasião em que a devoção

tomou conta dos fiéis, com a realização de missa e da procissão a cargo do arcebispo de São Paulo Don Odilo Scherer.

Atualmente a festa de São Vitor está na 93ª edição. Por tratar-se do ano da Itália no Brasil, um fato histórico ocorreu pela primeira vez na paróquia, a relíquia de São Vitor intitulada "Il Braccio di San Vito". Deixou a cidade de Polignano A Maré e veio a São Paulo.18

A devoção, que teve início com os imigrantes italianos, hoje excede as fronteiras do Brás, fazendo parte da cidade de São Paulo, não somente pelos festejos que estão inseridos no calendário cultural do município, mas pelas pessoas, (i) migrantes, que, de diversas etnias, frequentam a paróquia, participam de suas missas, procissões e eventos venerando o santo.

2.5 A Procissão de Nossa Senhora da Penha: expressão da religiosidade popular no Brás

17 A relíquia trata-se de um dos ossos do braço do santo, considerado milagroso, protegido em um

relicário em formato de mão. Festa de São Vitor. Brasil receberá visita inédita de relíquia de São Vito. Disponível em: <http://festadesaovito.com.br/2014/?p=257 > Acesso em: 20 ago. 2013.

18 FESTA de São Vito traz a SP relíquia "Il Braccio di San Vito". GUIA Folha de SP, São Paulo, 14

mai. 2011. Disponível em: < http://guia.folha.com.br/passeios/ult10050u915880.shtml>. Acesso em 20 ago. 2013.

Ainda no Brasil Colônia, as pregações jesuítas eram feitas por meio de música, bailado e procissão. Kantor (2005, p. 325) descreve os tipos de procissão existentes:

Eram quatro tipos de procissões: 1) as festivas ou jubilares (padroeiros, inauguração de igrejas e grandes festas); 2) as rogativas (epidemias, penitências, catástrofes naturais, pela saúde dos monarcas, expedições militares); 3) gratulatórias (celebração de vitória de militares[...]. Havia também as procissões em comemoração à chegada de relíquias ou recepção de autoridades nas vilas e povoações); 4) finalmente, as procissões de desagravo, realizadas em protesto contra alguma medida autoritária.

Dentre as concentrações ocorridas de festas e de procissões católicas no bairro do Brás, a da Nossa Senhora da Penha era a mais expressiva, no âmbito municipal, nos séculos XVII e XVIII, especialmente por razões relacionadas à situação de saúde pública que frequentemente afetava a cidade.

As procissões rogativas em favor dos munícipes atraíam pessoas das mais diversas partes da localidade. Por sua regularidade e pelo caráter oficial que ela assumia diante das demais devoções, a festividade da Penha tornou-se o centro das atenções da população municipal. A procissão de Nossa Senhora da Penha ficou conhecida após as transladações da imagem da padroeira da igreja da Penha para a igreja da Sé, fato que, segundo Jesus (2006, p. 53), ocorreu pela primeira vez em 1768.

Na procissão misturavam-se elementos da doutrina católica, elementos da cultura popular e da religiosidade de brancos, de indígenas e de negros. Assim, as festas e procissões eram marcadas por grande colorido cultural, com rezas e ladainhas, com enfeites e fantasias que lembravam elementos medievais e romanos, com danças de negros, com elementos da cultura indígena, como chocalhos e adornos feitos de palha e penas, além de tabuleiros de quitutes de mais variada origem, junto à farta bebida e à fumaça das velas e do fumo de corda.

A procissão de Nossa Senhora da Penha ocorria mediante prévio entendimento entre as autoridades eclesiásticas e a Câmara Municipal, e estava vinculada à religiosidade dos paulistanos. (TORRES, 1985, p. 53)

É interessante observar como, burocraticamente, se processava o trâmite para efetuar a transladação da imagem da Nossa Senhora da Penha: primeiro,

a petição popular ou de algum político era entregue à câmara; daí, ela seguia até as mãos do governador da província que a enviava para ser apreciada pelo vigário geral que, enfim, a mandava de volta para a câmara. Cabia a esta organizar e financiar a procissão, exigir que as ruas fossem limpas e enfeitadas, exigir a presença da população, das pessoas ilustres e dos políticos que acompanhariam a saída e a chegada da santa peregrina. (JESUS, 2006)

A população acreditava, segundo relatos, que, no ato rogativo da procissão, a cidade seria curada dos males e das diversas pestes que a assolavam. Esses males, ora provocados pelas enchentes, ora por epidemias, tornavam os fiéis os mais devotos penitentes da santa. (SOUZA, 2004, p.441)

Naquele contexto, Nossa Senhora da Penha era a padroeira de toda a cidade. A procissão passava pelo bairro do Brás, e a Igreja do Senhor Bom Jesus de Matosinhos servia de parada obrigatória para a imagem, tanto no seu trajeto de ida quanto no de volta. Essa parada somente foi reconhecida em 23 de agosto de 1819, após a ação do estado em elevar a Capela do Brás à categoria de Freguesia. A transladação da imagem de Nossa Senhora da Penha, que tantas vezes atravessara o Brás, ocorreu pela última vez em 1876.

Depois daquele ano, somente na celebração do terceiro centenário de Nossa Senhora da Penha, em 1968, é que novamente se viu a trasladação da santa, como narra a historiadora Maria Celestina Torres:

O ano de 1968 é particularmente auspicioso. No domingo de 14 de abril, domingo de Páscoa, celebrou-se também o terceiro centenário de Nossa Senhora da Penha, padroeira da cidade, e nesse dia os paulistanos reviveram a antiga tradição de se transladar a imagem de Nossa Senhora da Penha, do seu santuário, para a praça da sé, onde presidiria as cerimônias da “páscoa da fraternidade”, realizada pelo cardeal Agnelo Rossi. (TORRES, 1985, p. 200)

O cortejo do século XX apresentou uma mudança significativa na relação entre religião e cidade. O bairro do Brás havia mudado, as antigas ruas pouco movimentadas no passado estampavam uma nova paisagem, exigindo das autoridades religiosas, que organizavam a celebração, novas formas de condução dos elementos que compunham o ritual religioso, incluindo-se a imagem da santa.

No passado, a santa era transladada da Penha de França à matriz da Sé, através da avenida Rangel Pestana – Celso Garcia, com parada na igreja do Bom Jesus de Matosinho. Desta feita, por ocasião do terceiro centenário de Nossa Senhora da Penha, em 1968, ela foi

levada de helicóptero até a concentração no Parque Dom Pedro II e daí até a Sé em cortejo, onde ocorreram desfiles com as Forças Armadas e a missa campal, com as bênçãos do Papa Paulo VI.

No retorno à igreja de Nossa Senhora da Penha, a imagem da santa foi conduzida em cortejo motorizado pelas ruas do Brás.

Torres ressalta que as mudanças na procissão estão diretamente ligadas às mudanças urbanas do século XX (Torres, 1985, pp. 200,201), evidenciando a relação direta entre a religiosidade popular e o desenvolvimento do espaço da cidade de São Paulo, demarcado por novas concentrações da fé, expressas na presença de novos templos e de diferentes devoções.

2.6 Mapas das denominações religiosas no Brás e corredor da fé: uma abordagem espacial

O mapa religioso do Brás é resultado de observações de campo e de registros cartográficos realizados no bairro. Nesse levantamento, foram cadastradas todas as denominações religiosas em atuação no distrito, de modo a caracterizar sua distribuição.

Para tanto, foram utilizados três recursos. O primeiro deles foi o trabalho de campo, que visou ao levantamento das denominações religiosas previamente conhecidas ao longo do distrito do Brás. Em um segundo momento, foram buscadas informações junto à base de endereços do Google Maps/Google Street View19, aliadas às páginas virtuais de diversas instituições religiosas, com o objetivo de identificar mais unidades não detectadas durante o trabalho de campo, e de verificar se as referidas unidades, no momento desta pesquisa, ainda estão em exercício no endereço cadastrado do bairro. Como último recurso, foi realizada a validação do mapa, por meio da observação direta das denominações cadastradas, durante um percurso pelas ruas do bairro.

O recorte espacial da pesquisa envolve o distrito do Brás, com destaque para a avenida Rangel Pestana e seu prosseguimento, a avenida Celso Garcia; assim, caracteriza-se para além do Brás um longo corredor, permeado por denominações de diversas orientações religiosas.

19 Neste procedimento, só foram cadastrados igrejas e templos com fotografias do Google Street View, atualizadas entre o período de julho e setembro de 2014. As informações obtidas com fotografias de datas anteriores não foram utilizadas em razão da volatilidade de permanência de algumas denominações na região.

Ressalte-se que esse recorte respeita o limite distrital oficial utilizado pela Prefeitura da Cidade de São Paulo. Entretanto, historicamente, o local conhecido popularmente como "Brás" envolvia (e ainda envolve) partes da vizinhança que hoje integra outros distritos, como Pari, Belém, Bresser e Mooca.

O Mapa (Mapa 01), o Quadro (Quadro 01) e a Tabela (Tabela 01) a seguir apresentam o resultado desse levantamento.

Mapa 01: Denominações Religiosas no distrito do Brás e Eixo do Corredor da Fé

Fonte: Dados elaborados a partir do Google Maps/ Google Street View: Crédito do Autor visita aos locais.

Quadro 1 – Denominações Religiosas no distrito do Brás e Eixo do Corredor da Fé ______________________________________________________________________

Denominações Religiosas no distrito do Brás

Denominações Endereços

Protestante Históricas

Igreja Metodista no Brás Rua Xavante, 195

Terceira Igreja Presbiteriana Independente Rua Joli, 492

União Central Bras. da Igreja Adv. Sétimo Dia Rua Cap. Faustino lima, 289 Pentecostais

Igreja Congregação Cristã do Brasil Rua Visc. de Parnaíba, 1616 Igreja Mundial do Poder de Deus Rua Carneiro Leão, 439 Igreja Pentecostal O Poder da Fé Rua Carneiro Leão, 90 Igreja Evangélica Catedral da Bênção Rua Domingos Paiva, 270 Igreja Evangélica Assembleia de Deus em São Paulo Rua do Hipódromo, 146 Igreja Ev. Assembleia de Deus M. "Cristo La Roca" Rua Júlio César da Silva,164 Igreja Evangélica Camhi Rua Gonçalves Dias, 216 Espíritas:

União Brasileira Espiritualista Rua Mons. Anacleto, 75 União Espírita Cristã B. Laudelino Novaes de Brito Rua Brig. Machado, 264 Centro Espírita José Barroso Rua Inácio de Araújo, 255 Casa de Caridade Espírita Três Estrelas Rua Flora, 172

Sinagoga e Mesquita:

Mesquita Mohammad Mensageiro de Deus (S.A.A.S.) Rua Elisa Whitaker, 17 Sinagoga Israelita do Brás Rua Bresser, 47

Católicas

Igreja São Vito Mártir Rua Polignano A Maré, 51

Igreja Nossa Senhora Casaluce Rua Caetano Pinto, 618

Igreja Católica Das Santas Missões Rua Do Gasômetro, 996 Ortodoxa

Igreja Ortodoxa Grega São Pedro Rua Bresser, 793

Denominações Endereço

Paróquia Bom Jesus do Brás Av. Rangel Pestana, 1421

Comunidade Essência de Deus Av. Rangel Pestana, 1897

Catedral Carismática das Nações Av. Rangel Pestana, 2345 Igreja Internacional do Poder da fé Av. Rangel Pestana, 2419 Santuário Espiritualista de São Paulo Av. Celso Garcia, 14 Santuário dos Santos Anjos Av. Celso Garcia, 174 Igreja Jesus Fonte de Vida Av. Celso Garcia, 188

Comunidade Nova Geração Av. Celso Garcia, 238

Comunidade Cristã Amor e Graça Av. Celso Garcia, 243 Igreja Universal do Reino de Deus Av. Celso Garcia, 499 Igreja Evangélica Assembleia de Deus – M. do Brás Av. Celso Garcia, 560 Igreja Católica Paróquia São João Batista do Brás Av. Celso Garcia, 600 Templo de Salomão (IURD) Av. Celso Garcia, 605 Ministério Mudança de Vida Av. Celso Garcia, 777 Igreja Pentecostal Concerto Eterno Av. Celso Garcia, 816 Igreja Apostólica Plenitude do Trono de Deus Av. Celso Garcia, 899 Igreja Avivamento em Glória Av. Celso Garcia, 1010 Catedral da Bênção Av. Celso Garcia, 1081 Comunidade Missão dos Sinais de Deus Av. Celso Garcia, 1515 Igreja Pentecostal Deus é Amor Av. Celso Garcia, 2214 Igreja do Evangelho Pleno em Cristo Av. Celso Garcia, 3478 Igreja Internacional do Mover de Deus Av. Celso Garcia, 3503 Bola de Neve Av. Celso Garcia, 3147 Igreja Internacional da Graça de Deus Av. Celso Garcia, 3757 Templo da Fé Av. Celso Garcia, 4030 Ministério Plenitude do Avivamento Av. Celso Garcia, 4217 Igreja Nova Geração Mundial de Deus Av. Celso Garcia, 4224 Casa de Umbanda Caboclo Changa Av. Celso Garcia, 4725

Igreja Evangélica Assembleia de Deus - M. Belém Av. Celso Garcia, 4906 Igreja Pentecostal Deus é Amor Av. Celso Garcia, 5426 Ministério Apostólico de Reavivamento Profético Av. Celso Garcia, 5436 Igreja Internacional da Graça de Deus Av. Celso Garcia, 5519 Igreja Batista Palavra Viva Av. Celso Garcia, 5518 Igreja Mundial do Poder de Deus Av. Celso Garcia, 5520 Comunidade Cristã Paz e Vida Av. Celso Garcia, 6076 _____________________________________________________________________

Fonte: Dados elaborados a partir do Google Maps/ Google Street View: Crédito do Autor visita aos locais.

Tabela 1- Quantidade de denominações catalogadas segundo a orientação religiosa

Denominação Religiosa Templos ou salões

Igreja Católica 5

Igreja Protestante Histórica 3

Igreja Evangélica Pentecostal 40

Espírita 4

Islâmica 1

Judaica 1

Afro-americana 1

2.6.1 As igrejas do distrito do Brás

A catalogação das denominações religiosas no Brás mostra que existe uma diversificação no bairro, abrangendo unidades católicas, protestantes, pentecostais e espíritas, além de uma mesquita e de uma sinagoga. Para além destas, encontramos, nas proximidades, denominações intituladas como “do Brás” (Mapa 02, Quadro 02 e Tabela 02).

Mapa 02: Denominações Religiosas no Distrito do Brás e Denominações intituladas como “Do Brás”

Fonte: Dados elaborados a partir do Google Maps/ Google Street View: Crédito do Autor visita aos locais.

Quadro 2 – Denominações Religiosas no Distrito do Brás e Intituladas como do “Brás”

Denominações Endereços

Denominações Religiosas no distrito do Brás

Evangélicas Históricas

Igreja Metodista no Brás Rua. Xavante, 195

Terceira Igreja Presbiteriana Independente Rua. Joli, 492

União Central Bras. da Igreja Adv. Sétimo Dia Rua. Cap. Faustino lima, 289 Evangélicas Pentecostais

Igreja Congregação Cristã do Brasil Rua. Visc. De Parnaíba, 1616 Igreja Mundial do Poder de Deus Rua. Carneiro Leão, 439 Igreja Pentecostal O Poder da Fé Rua. Carneiro Leão, 90 Igreja Evangélica Catedral da Bênção Rua. Domingos Paiva, 270 Igreja Evangélica Assembleia de Deus em São Paulo Rua. do Hipódromo, 146 Igreja Ev. Assembleia de Deus M. "Cristo La Roca" Rua. Júlio César da Silva,164 Igreja Camhi Rua. Gonçalves Dias, 216 Espíritas:

União Brasileira Espiritualista Rua. Mons. Anacleto, 75 União Espírita Cristã B. Laudelino Novaes de Brito Rua. Brig. Machado, 264 Centro Espírita José Barroso Rua. Inácio de Araújo, 255 Casa de Caridade Espírita Três Estrelas Rua. Flora, 172

Sinagoga e Mesquita:

Mesquita Mohammad Mensageiro de Deus (S.A.A.S.) Rua Elisa Whitaker, 17 Sinagoga Israelita do Brás Rua Bresser, 47

Católicas

Igreja São Vito Mártir Rua Polignano A Maré, 51

Igreja Nossa Senhora Casaluce Rua. Caetano Pinto, 618 Igreja Católica Das Santas Missões Rua. Do Gasômetro, 996 Ortodoxa

Igreja Ortodoxa Grega São Pedro Rua. Bresser, 793 Denominações Religiosas no Eixo do Corredor da Fé – Perímetro do Brás

Denominações Endereço

Paróquia Bom Jesus do Brás Av. Rangel Pestana, 1421

Comunidade Essência de Deus Av. Rangel Pestana, 1897

Catedral Carismática das Nações Av. Rangel Pestana, 2345 Igreja Internacional do Poder da fé Av. Rangel Pestana, 2419 Santuário Espiritualista de São Paulo Av. Celso Garcia, 14 Santuário dos Santos Anjos Av. Celso Garcia, 174 Igreja Jesus Fonte de Vida Av. Celso Garcia, 188

Comunidade Nova Geração Av. Celso Garcia, 238 Comunidade Cristã Amor e Graça Av. Celso Garcia, 243 Igreja Universal do Reino de Deus Av. Celso Garcia, 499 Igreja Evangélica Assembleia de Deus – M. do Brás Av. Celso Garcia, 560 Igreja Católica Paroquia São João Batista do Brás Av. Celso Garcia, 600 Templo de Salomão (IURD) Av. Celso Garcia, 605 Ministério Mudança de Vida Av. Celso Garcia, 777 Igreja Pentecostal Concerto Eterno Av. Celso Garcia, 816 Igreja Apostólica Plenitude do Trono de Deus Av. Celso Garcia, 899 Igreja Avivamento em Glória Av. Celso Garcia, 1010 Catedral da Bênção Av. Celso Garcia, 1081 Comunidade Missão dos Sinais de Deus Av. Celso Garcia, 1515 Denominações para além do distrito do Brás – intituladas como do “Brás”

Igreja Presbiteriana do Braz Rua. São Leopoldo, n.º 318 Igreja Batista Unida do Brás Rua. Valdemar Dória, 44 Primeira Igreja Batista do Brás Rua. Major Otaviano, 363

Fonte: Dados elaborados a partir do Google Maps/ Google Street View: Crédito do Autor visita aos locais.

Tabela 02- Quantidade de denominações no distrito do Brás de acordo com a orientação religiosa (incluindo igrejas fora do distrito, mas intituladas como "do Brás")

Orientação Religiosa Templos ou salões

Igreja Católica 4

Igreja Evangélica Pentecostal 24 Espírita 4 Islâmica 1 Judaica 1 Ortodoxa Grega 1 2.6.2 Igreja Católica

A Igreja Católica no Brás conta com quatro unidades, das quais três são paróquias ligadas à Mitra Arquidiocesana de São Paulo, e todas elas antigas no bairro. A Paróquia do Bom Jesus, a mais antiga de todas, evoluiu de uma capela do século XVIII, dedicada ao