3. Compliance programmer
3.1 Bedrifters behov for et effektivt compliance program
Prezado (a) senhor (a):
Você está convidado (a) para participar, voluntariamente, de uma entrevista que servirá para a realização de uma investigação científica intitulada: A EXPERIÊNCIA DO ENFERMEIRO COM EDUCAÇÃO PERMANENTE NO HOSPITAL DAS CLÍNICAS UNIDADE MATERNO INFANTIL DE MARÍLIA, tendo como pesquisadora a Enfermeira Vanessa Baliego de Andrade Barbosa.
Leia atentamente as informações a seguir antes de dar o seu consentimento.
A pesquisa tem como propósito Compreender a experiência do enfermeiro com a educação permanente oferecida no Hospital das Clínicas Unidade Materno Infantil.
Caso você participe do nosso estudo, não haverá nenhum problema institucional, legal ou qualquer tipo de risco, uma vez que esta pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética da Faculdade de Medicina de Marília.
A sua participação neste estudo é voluntária. Mesmo que você decida participar, você tem plena liberdade para se retirar da pesquisa a qualquer momento.
Você pode e deve fazer todas as perguntas que julgar necessárias antes de concordar em participar da atividade, assim como a qualquer momento durante a discussão.
Sua identificação será mantida como informação confidencial. Os resultados do estudo serão publicados sem revelar a sua identidade ou de outro participante. Os registros, entretanto, estarão disponíveis para uso da pesquisa.
A entrevista será audiogravadas e após o pesquisador transcrevê-las serão destruídas.
Eu,... .., abaixo assinado (a), concordo em participar voluntariamente desta pesquisa. Declaro que li e entendi todas as informações referentes a este estudo e que todas as minhas perguntas foram adequadamente respondidas pela pesquisadora.
___________________ _________________ _____________
(nome do participante) (assinatura) (data)
Vanessa Baliego de Andrade Barbosa RG:254795626 Fone:34176761 E-mail: [email protected]
Quadro 4 - Categoria A1. Restabelecendo relações de confiança com gestores: códigos.
Categoria A1. Restabelecendo relações de confiança com gestores: códigos.
- Sentindo que a EP se tornou um espaço onde os enfermeiros se sentem mais a vontade para se posicionarem com franqueza (E1.1)
- Percebendo que as pessoas ganham segurança no espaço da EP em expor suas opiniões com franqueza sem medo de perseguições (E1.1)
- Percebendo que problemas discutidos em grupo, protegem o indivíduo de perseguições, porque o assunto não centraliza a uma pessoa (E1.1)
- Percebendo de um lado que para algumas pessoas a EP se constitui numa nova oportunidade de estimulá-las ao processo de opinar com franqueza em segurança (E1.2) - Percebendo de outro lado que há pessoas que já colocam suas idéias bem à vontade e
com franqueza (E1.2)
- Percebendo esse ciclo pesado, mas importante, porque permitiu que as pessoas expressassem acerca de suas desmotivações (E1.2)
- Percebendo que os enfermeiros se sentem acolhidos na EP, porque mesmo problemas de outra ordem são ouvidos (E1.1)
- Não sentindo mais perseguida atualmente e sim em processo de crescimento (E2.2) - Reconhecendo a EP como um espaço terapêutico, onde se pode expor e ser ouvido (E2.2) - Permitindo compartilhar experiências práticas vivenciadas por outros colegas (E2.3) - EP ajudando a desfazer a conotação de perseguição para uma dimensão de crescimento
profissional (E2.2)
- Pensando, anteriormente a EP, que as decisões da chefia ou diretoria sempre estiveram atreladas à perseguição e não a crescimento pessoal e profissional (E2.2)
- Reconhecendo primeiramente as fragilidades pessoais para depois construir uma nova prática (E2.2)
- Percebendo o momento de EP como um espaço de acolhimento e alívio das tensões da práxis (E5.3)
- Sentindo que a oportunidade de exposição dentro do grupo, das angustias vividas pelo enfermeiro, já produz resultados positivos de mudança das práxis (E5.3)
- Identificando a necessidade de acolher às demandas trazidas nos momentos de EP (E5.3) - sentindo a EP como um espaço de aproximação da gestão local (E5.3)
- EP atendendo uma das maiores angústias dos enfermeiros, a de ser ouvidos (E6.1) - Utilizando a Educação Permanente como um momento de desabafo, no primeiro momento
(E6.1)
- Acreditando que os enfermeiros confundem o verdadeiro propósito da EP, porque ainda não constituíram espaço para tratar de assuntos específicos de sua unidade (E7.1)
- Sentindo necessidade de ter outros momentos para discutir problemas específicos de cada unidade (E7.2)
- Percebendo a EP como um momento de escuta, oportunizando o desabafo dos enfermeiros (E7.2)
- Percebendo que alguns membros do grupo utilizam o espaço da EP inadequadamente, para discutir casos de suas unidades (E7.1)
- Sentindo se a vontade para se colocar e fazer exposições de suas experiências no grupo(E9.1)
- Percebendo a EP como um espaço em que os enfermeiros podem desabafar e expor suas necessidades e trocar experiências (E9.1)
- Sentindo-se mais seguro por estar mais próximo da diretoria (E9.2)
- Percebendo a EP como um movimento importante e necessário para troca de experiências , crescimento pessoal e profissional (E9.2)
- Sentindo que no início a EP se configurou como um espaço para acolher as angústias e reclamações, e que o grupo percebeu este movimento e propôs outro momento para este fim (E10.5)
- Considerando o espaço da EP como um momento de compartilhar os problemas da prática (E11.1)
Quadro 5 – Subcategoria A2.1. Encorajando-se a tomar decisões fundamentadas na teorização de problemas.
Subcategoria A2.1. Encorajando-se a tomar decisões fundamentadas na teorização de problemas: códigos
- incentivando os enfermeiros a buscar melhorias (E1.1)
- observando ao final dos encontros na EP que as pessoas se interessaram e começaram a se mobilizarem pela busca do conhecimento (E1.2)
- Estimulando a busca do conhecimento produzido sobre assunto para subsidiar as discussões. (E2.3)
- reconhecendo a EP como uma ferramenta de trabalho da Enfermagem para ajudar a resolver conflitos do cotidiano (E2.1)
- Facilitando a resolução de problemas, quando estes são colocados para o grupo,
principalmente quando envolve pessoas com dificuldades de relacionamento (3.2)
- Reconhecendo que o momento da EP oportuniza a discussão dos problemas da práxis, a fundo, identificando o contexto e explicando as causas e conseqüências. (E3.3)
- Reconhecendo o movimento de teorização dos problemas da práxis ao levantar os problemas e refletir sobre eles com o apoio da busca da teoria (E4.1)
- quanto mais próximo da prática são os assuntos discutidos na EP, mais estimulante se torna o momento de busca do conhecimento cientifico. (E6.1)
- percebendo que o momento de capacitação se torna valioso, pois permite construir estratégias (produto) visando à mudança da prática, a partir de discussões iluminadas pelas experiências do grupo (E7.1).
- a EP propiciou um amadurecimento pessoal, preparando o enfermeiro para enfrentar os problemas cotidianos da práxis e fazer a diferença na equipe. (E7.3)
- percebendo a fragilidade do grupo em conhecimento e apresentando um movimento ativo para a mudança da práxis. (E10.1)
- reconhecendo a EP como um espaço de reflexão, busca de conhecimento e mudança da práxis. (E10.5)
- sentindo que todos os enfermeiros quando estão no grupo participam das discussões propostas durante a EP. (E10.5)
- a EP se constituindo como um momento de repensar atitudes que desempenhava na sua práxis e promoveu mudanças de postura com os colegas de trabalho. (E10.5)
Quadro 6 - Subcategoria A2.2. Convencendo-se da influência das experiências exitosas na adesão de outros enfermeiros à EP: elementos.
Subcategoria A 2.2. Convencendo-se da influência das experiências exitosas na adesão de outros enfermeiros à EP: elementos
Elementos A2.2.1. Reconhecendo o papel da EP no êxito na solução de problemas
- Avaliando o primeiro ciclo da EP como uma oportunidade de reconhecer a EP como uma ferramenta de mudanças da práxis, a partir da reflexão do grupo (E1.2)
- Transpondo para a prática o referencial estudado na educação permanente (E7.2) - Observando algumas mudanças significativas na prática profissional (E7.2)
- Percebe que a partir do movimento de EP foi possível normatizar algumas condutas, no entanto tem dificuldade de perceber crescimento do grupo (E4.1)
- Sentindo o espaço de EP como um momento de transformação da práxis. (E9.2)
- Sentindo que a partir da reflexão de sua prática durante a EP, houve um ganho pessoal e consequentemente refletiu nos relacionamentos com a equipe de trabalho. (E10.6) - Percebendo mudança na comunicação entre os colegas de trabalho. (E10.6) - Avaliando positivamente a experiência que o grupo teve de ter conseguido mudar a
situação relativa aos plantões discutida no grupo (E1.2)
- Passando a considerar a EP como estratégia positiva ao ver se materializar a solução do problema dos plantões de forma efetiva, a partir das discussões e reflexões do grupo (E1.3)
- Melhorando o relacionamento entre os profissionais (E2.1)
- Percebendo mudanças significativas nas relações depois do início da EP (E2.1) - Reconhecendo a EP como uma ferramenta que fortalece as relações entre os
profissionais, visando o paciente e não as vaidades individuais (E2.1)
- Deixando de adotar uma postura de fofocas e de enfrentamentos, para assumir uma postura honesta e transparente com os atores no cenário da práxis (E2.3)
- Permeando o diálogo no trabalho em grupo (E3.2)
- Percebendo mudança no relacionamento de um enfermeiro com o outro, em relação ao tom de voz e no jeito menos agressivo de se colocar, principalmente entre os enfermeiros participantes da EP (E3.2)
- Sentindo que a EP tem favorecido as relações de trabalho (E6.2)
-Percebendo que o maior desafio da EP é o processo de mudança de comportamento (E6.4)
- Sentindo que houve mudança no comportamento da maioria dos enfermeiros que participam da EP (E6.4)
- Percebendo mudança nas relações entre os profissionais da equipe (E7.3)
Elemento A2.2.2. Acreditando que experiências exitosas possam motivar outros enfermeiros a aderirem à EP
- Percebendo que quanto maior o número de unidades e pessoas participando da EP, maior o impacto de mudança da práxis (E6.3)
- EP oportunizando uma atualização de conhecimentos e construção de novas práticas (E7.2)
- Considerando a materialização da EP, quando se consegue desenvolvê-la com as equipes de trabalho, para que as mesmas sejam capazes de aplicar o conhecimento na práxis. (E7.2)
- Achando que o convencimento de mais pessoas participarem da EP, dependerá das mesmas perceberem a materialização da mudança na Práxis a partir da proposta operacionalizada (E7.4)
- percebendo que para dar certo a EP, primeiro os profissionais envolvidos precisam acreditar na proposta (E6.3)
Quadro 7 - Subcategoria A2.3. Compreendendo o papel da EP na formação de agentes transformadores de sua práxis: códigos.
Subcategoria A2.3. Compreendendo o papel da EP na formação de agentes transformadores de sua práxis: códigos
- incentivando fazer diferente o que vem sendo feito (E1.1) - sendo uma coisa nova para alguns membros do grupo (E1.1)
- percebendo que nem todas as pessoas estão acostumadas a se responsabilizarem pela busca de conhecimento (E1.2)
- observando ao final dos encontros na EP que as pessoas se interessaram e começaram a se mobilizarem pela busca do conhecimento (E1.2)
- mudando a postura passiva para ativa na resolução de problemas relativos ao processo de trabalho (E2.3)
- Incentivando fazer diferente o que vem sendo feito (E2.1)
- percebendo o enfermeiro participante da EP com melhores condições de resolver problemas na práxis (E2.1)
- ajudando a refletir sobre as atitudes com o outro, não só no trabalho, mas na vida pessoal também (E2.1)
- percebendo que o sofrimento com a práxis amenizou à medida que se foi apropriando do conhecimento (E2.2)
- reconhecendo que para mudar a práxis é necessário o envolvimento de todos (E3.1) - saindo da postura passiva para a ativa (E3.3)
- percebendo a troca de informações e colaboração entre os enfermeiros para construção do conhecimento conforme a disponibilidade de cada um (E6.1)
- percebendo que a EP provoca mudança na práxis (E6.2)
-percebendo a efetividade da EP, somente depois que o grupo consegue compreender a sua proposta (E6.1)
- observando algumas mudanças significativas na prática profissional (E7.2) - transpondo para a prática o referencial estudado na educação permanente (E7.2)
- sentindo que os participantes são estimulados a encontrarem soluções, após refletirem sobre os problemas (E8.1)
- percebendo o grupo amadurecido para discutir os problemas da prática. (E9.1)
Quadro 8 - Subcategoria A3.1. Reproduzindo a EP com o restante da equipe: códigos.
subcategoria A3.1. Reproduzindo a EP com o restante da equipe: códigos
- sentindo motivada em replicar a EP com os funcionários (E1.3)
- planejando um processo de EP com os funcionários, semelhante ao experienciado (E1.3)
- não vendo outro caminho a não ser a EP para começar a trabalhar com a equipe técnica de enfermagem (E2.4)
- tendo uma proposta de reprodução da EP junto à equipe técnica (E2.4)
- elaborando um planejamento de forma que todos os membros da equipe possam participar (E2.4)
- percebendo-se motivada em reproduzir a experiência com os demais membros da equipe. (E2.4)
- percebendo a necessidade de oportunizar a educação permanente para os funcionários. (E5.3)
- sentindo a necessidade de realizar a EP com outros profissionais da equipe. (E6.2)
- percebendo que o enfermeiro de uma determinada unidade hospitalar já está desenvolvendo EP com os auxiliares de enfermagem. (E6.3)
- sentindo a necessidade de se organizar para realizar a EP. (E6.3)
- sentindo a necessidade de apoio de outro profissional, além do enfermeiro, para realizar a EP no local de trabalho. (E6.3)
- Sentindo que para realizar a EP é preciso ser persistente e comprometimento com o trabalho. (E6.3)
- encontrando-se em uma fase de discussão de estratégias para reunir técnicos e auxiliares de enfermagem para atividades de EP (E8.2)
- sentindo que a visibilidade do impacto da EP, será constatada, quando totalmente implantada, envolvendo também os auxiliares e os técnicos de enfermagem, que são a maioria (E8.2)
Quadro 9 - Subcategoria A3.2. Motivando-se com os resultados ao envolver outros membros da equipe na tomada e decisões.
subcategoria A3.2. Motivando-se com os resultados ao envolver outros membros da equipe na tomada de decisões
- percebendo uma evolução coletiva da equipe. (E2.4) - percebendo o fortalecimento do trabalho em equipe (E2.3)
-proporciona um movimento de integração da equipe de enfermagem com a equipe médica para estabelecimento de consenso. (E3.3)
- percebendo que a EP como um momento de fortalecimento e crescimento da equipe de trabalho. (E4.1)
- tentando encontrar estratégias para agregar à EP pessoas que exercem influências sobre determinados grupos (E6.3)
- acreditando que o movimento do grupo dos enfermeiros envolvidos na EP, influenciará positivamente a participação dos que se mantém afastados. (E6.4)
- acreditando que a necessidade de se sentir incluído nos processos de trabalho será um componente que resgatará os enfermeiros ainda resistentes à EP (E6.4)
- percebendo que a organização em grupos, de algumas equipes, para melhorar o processo de trabalho, se configura em um caminho para a implantação da EP. (E6.3)
- conseguindo realizar a discussão de um referencial e integrar com a equipe médica para mudança do processo de trabalho. (E7.2)
-conseguindo compartilhar com a equipe o conhecimento adquirido. (E7.2)
-percebendo melhoras no trabalho, após ter desencadeado discussões com a equipe multiprofissional sobre questões da prática que precisam ser mudadas. (E7.3)
- sentindo que a mudança do seu comportamento influencia o comportamento do outro. (E7.4)
- sentindo que a EP pode ajudar no processo de trabalho de uma equipe desgastada físico e emocionalmente com a escassez de recursos humanos e materiais (E8.3)
- mesmo com pouco envolvimento com a EP, percebe que o grupo está mais crítico e mais envolvido com a proposta da EP. (E9.2)
Quadro 10 – Categoria B1 Aprovando a iniciativa dos gestores de implantar a EP na instituição: códigos
Quadro 10. Categoria B1 Aprovando a iniciativa dos gestores de implantar a EP na instituição: códigos
- vendo com bons olhos o movimento da EP (E1.1) - reconhecendo a importância da EP (E2.4)
- não tendo oportunidade anteriormente de usufruir dos benefícios da EP (E2.2)
- avaliando as atividades da EP como boa, porque permite discutir os problemas vivenciados na práxis (E3.1)
- reconhecendo o envolvimento dos participantes da EP (E3.2)
- percebendo o momento de EP, de grande valor para os enfermeiros gerentes como para os enfermeiros assistenciais (E5.1)
- avaliando positivamente o movimento de EP (E6.1)
- percebendo uma participação regular dos membros do grupo (E6.1)
- sentindo a EP como uma estratégia excelente priorizada pela gestão (E7.2) - aprovando o movimento da Educação Permanente (E7.4)
- aprovando a Educação Permanente (E8.1)
- percebendo os membros bastante participativos nas discussões dos assuntos que emergem (E8.1)
- considerando a EP uma atividade produtiva (E8.2)
- reconhecendo a importância em deixar a pratica profissional para participar de um momento reflexivo do cotidiano. (E9.2)
- percebendo a EP como um momento de crescimento e um espaço terapêutico. (E9.2) - reconhecendo que em outras instituições que já trabalhou, nunca foi oferecido a EP. (E10.1)
- percebendo a EP como uma metodologia nova de aprendizagem se comparado com outros serviços. (E10.1)
Quadro 11 – Elementos B2.1.1. Não depositando credibilidade no processo de implantação da EP na instituição.
Elementos B2.1.1 Não depositando credibilidade no processo de implantação da EP na instituição.
- vivenciando a dificuldade em deixar o cenário da práxis para participar da EP (E3.1) - percebendo a necessidade de motivação do grupo para a participação efetiva nos
momentos de EP (E5.3)
- percebendo que algumas enfermeiras não conseguem descer para participarem das atividades na EP (E6.1)
- Perdendo a oportunidade de vivenciar o processo de busca e de compartilhamento do conhecimento que permite enfrentar a falta de tempo (E2.4)
- percebendo pouco envolvimento dos participantes para com a proposta de EP (E4.1) - percebendo que a Educação permanente favorece a mudança da práxis, porém de forma
insipiente. (E6.2)
- reconhecendo que ainda existe um grupo minoritário resistente à participarem da EP (E6.4)
- sentindo que alguns enfermeiros ainda não acreditam no potencial de mudança da prática que a EP pode proporcionar. (E6.2)
- percebendo que a EP é um processo de mudança da prática, no entanto é um movimento lento, e exige o envolvimento de pessoas. (E7.3)
- percebendo que o movimento de EP está em construção. (E8.1) - percebendo a EP como uma atividade nova (E8.2)
- percebendo que a mudança na práxis é tênue, porque somente os enfermeiros estão participando da EP (E8.2).
- sentindo dificuldades em se ausentar da prática para participar da EP, devido a estar em um cenário novo e vivenciar uma prática nova. (E9.1)
-sentindo-se insegura em se ausentar do local de trabalho. (E9.1)
- sentindo que o envolvimento com a prática cotidiana dificulta a participação na EP. (E10.2) - percebendo que a prática diária dificulta o enfermeiro a se ausentar da unidade para
participar da EP. (E10.3)
- sentindo que quando há cobertura nas unidades de maior complexidade no cuidado é possível o enfermeiro participar da EP sem ser interrompido. (E10.3)
- percebendo que os enfermeiros de unidades de menor complexidade no cuidado, conseguem se ausentar deste setor e participar ativamente da EP. (E10.3)
- sentindo que uma das fragilidades da EP é ter cobertura para os setores, para possibilitar os enfermeiros participarem tranquilamente. (E10.4)
- reconhecendo que a falta de recursos humanos dificulta a participação dos profissionais nos encontros de EP. (E11.2)
- sendo interrompida nos momentos de EP, para retornar no setor devido à intercorrências no cuidado. (E11.2)
Quadro 12 - Elementos B2.1.2. Defrontando-se com participantes desempenhando papel desmotivador no desenvolvimento do grupo. Elementos B 2.1.2. Defrontando-se com participantes desempenhando papel desmotivador no desenvolvimento do grupo
- sentindo que as pessoas assumem diferentes papéis na dinâmica de grupo (E5.2)
- percebendo que alguns participantes realizam um movimento desestimulador no grupo (E5.2)
- observando que os enfermeiros estão mais calados em uma ou outra reunião (E6.1) - percebendo que a postura e as atitudes de um profissional exercem influencias sobre o
outro dentro do grupo. (E6.4)
- permeando o diálogo no trabalho em grupo (E3.2)
- percebendo que quanto há um número maior de enfermeiros, eles ficam mais a vontade de falar (E6.1)
- notando que para a EP se materializar faz-se necessário a existência de um movimento de propagação entre pessoas e grupos (E6.4)
-percebendo a efetividade da EP, somente depois que o grupo consegue compreender a sua proposta (E6.1)
- mostrando-se distante dos colegas de trabalho (E9.2)
- sentindo dificuldade em se relacionar com os colegas de trabalho devido a estar envolvido com as demandas do cotidiano. (E9.3)
-sentindo um pesar em não participar assiduamente da EP e se comprometendo a iniciar novamente estes encontros. (E9.3)
- reconhecendo que quanto maior a participação nos encontros maior é o envolvimento e conseqüentemente o crescimento. (E10.1)
- percebendo que o processo de EP só se inicia quando o grupo se estabelece e fortalece as relações de confiança. (E10.2)
- sentindo que quanto maior a freqüência dos encontros maior o envolvimento dos participantes. (E10.2)
- percebendo que em alguns momentos quando a EP é interrompida devido a uma necessidade do serviço e o enfermeiro tem que se ausentar do grupo, o grupo se fragiliza. (E10.2)
- percebendo a necessidade do grupo se fortalecer ou se constituir enquanto grupo. (E10.2) - percebendo que existe a necessidade de envolvimento entre as pessoas do grupo para adesão da EP. (E10.4)
Quadro 13 - Subcategoria B2.2. Observando participantes com dificuldades de compreender e utilizar o conhecimento produzido na práxis.
Subcategoria B2.2. Observando participantes com dificuldades de compreender e utilizar o conhecimento produzido na práxis
- reconhecendo que apresenta dificuldade de compreensão de determinados assuntos. (E5.1)
- percebendo que o tema levantado pelo grupo é complexo para alguns enfermeiros. (E5.1) - sentindo que o grupo apresenta dificuldade na discussão dos conteúdos teóricos
levantados. (E5.1)
- percebendo diversidade de formação dos integrantes dos grupos. (E5.1)
- apresentando dificuldade em aplicar os conhecimentos adquiridos na prática. (E6.2) - necessitando desenvolver a capacidade nos membros do grupo de se apropriarem de
conhecimento como ferramenta de mudança da práxis, a partir de problemas comuns para os participantes (E7.1)
- sentindo que a desmotivação em participar da EP deve–se ao fato de que quanto mais