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Kapittel 8. Årsaksforklaringer

8.7. Avsluttende kommentarer

A comunicação eficaz sobre ciência e tecnologia é item fundamental ao desenvolvimento social e econômico. É preciso que haja efetivo diálogo entre ciência, meios de comunicação e população. Massarani (2004) comenta iniciativas da América Latina, em busca da popularização da ciência, que ganha destaque: a Rede-POP (http://www.redpop.org/RedPopAsp/Index.asp), uma rede interativa que reúne membros, centro e programas para a popularização da ciência na América Latina e no Caribe; o programa Explora (http://www.explora.cl/), no Chile, criado em 1995, pela Comissão Nacional de Pesquisa Científica e Tecnológica – CONICYT; o DESTELLOS (http://www.senacyt.gob.pa), do Panamá, criado em 1997, vinculado à Secretaria Nacional de Ciência, Tecnologia e Inovação.

Há ainda outros centros na América Latina:

● Argentina: Área de Actividades Científicas Juveniles; Centro de Divulgación Científica; Exploratorio - Centro Científico Tecnológico Interactivo; CETEA -

Centro de Tecnología Aplicada; Eureka - Parque de la Ciencia; Museo de Ciencia e Técnica; Museo de Ciencias; Museo Experimental de Ciencias; Museo Participativo de Ciencias; Museo Provincial de Ciencias Naturales "Florentino Ameghino"; Museo de La Plata; Museo de Telecomunicaciones; Planetario de La Ciudad de Buenos Aires Galileu Galilei; Programa de Actividades de Difusión Popular; Programa de Divulgación Científica y Técnica; Programa Provincial de Actividades Científicas Tecnológicas y Juveniles; Puerto Ciencia – Museo Interactivo de Ciencia; Programa Mundo Nuevo; Proyecto de Equipamiento Didáctico a Bajo Costo; Proyectos Multimedios: Popularización de la Ciencia y la Tecnología; ECO Museo Regional MAIPU - Asociación LIFCO; Centro de Cultura Tecnológica - Fundación Aquiles Gay; Programa de Divulgación Científica y Tecnológica; Propacyt - Programa Provincial de Actividades Científicas Tecnológicas y Juveniles; Proyecto Ameghino - Instituto de Estudios Sociales de la Ciencia y la Tecnología; Proyecto Medioteca CERIDE- Centro Regional de Investigación y Desarrollo de Santa Fe.

● Bolivia: Fundación Cultural Quipus – Museo del Niño; Instituto de Investigaciones Antropológicas – Museo Arqueológico; Museo Nacional de Historia Natural

● Chile: Fundación Planetario; Museo de Ciencia y Tecnología – MUCYTEC; Programa Explora (já citado); Museo Interactivo Mirador – MIM; Programa de Divulgación Científica y Educación Ambiental Marina – Valoraciencia.

● Colombia: ACAC – Asociación Colombiana Para el Avance de la Ciencia; AUPEC – Agencia Universitaria de Periodismo Científico Y Cultural; Centro de Historia de La Medicina Andres Soriano Lleras; Fundación Multitaller; Museo de La Ciencia y el Juego – Programa “Recreo”; Fundación Museo de los Niños; Programa de Actividades Científicas Infantiles Y Juveniles “Cucli-Cucli”; Programa Eureka; Programa Orígenes.

● Peru: CEPRECYT – Centro de Preparación para La Ciencia y la Tecnología

● Uruguay: Asociación Ciencia Viva; Espacio Ciencia; Planetario Municipal; UNESCO - ORCYT - Oficina Regional Ciencia y Tecnología.

● Venezuela: CENAMEC; Casa de la Ciencia; Museo de Ciencias; Museo de los Niños.

No Brasil33, a área de museus e centros de ciência é marcada por um expressivo crescimento a partir da década de 1990, enquanto na década de 1980, era modesta a quantidade de centros e museus interativos. Há cerca de 200 espaços dedicados à divulgação científica. Em 2005, na primeira versão do Guia de Centros e Museus de Ciência do Brasil, o número chegou a várias dezenas. A seguir, estão listados alguns exemplos brasileiros: Usina Ciência, de Alagoas; Museu Antares de Ciência e Tecnologia, na Bahia; Museu de Ciência & Tecnologia da Bahia, Planetário Rubens de Azevedo, de Fortaleza, Seara da Ciência, de Fortaleza; Espaço Ciência – museu interativo de ciência,       

33 Neste link é possível acessar o guia completo de Centros e Museus de Ciência do Brasil, um passeio pelos

mais diferentes espaços de popularização da ciência, feito pela Associação Brasileira de Centros e Museus de Ciência (ABCMC). Disponível em:

<http://www.casadaciencia.ufrj.br/Publicacoes/guia/Files/guiacentrosciencia2009.pdf>. Acesso em: 06 jan. 2014.

em Olinda/PE; Planetário de Parnamirim, no Rio Grande do Norte; Casa de Ciência e Tecnologia da cidade de Aracaju; Museu de Arqueologia, de Xingó; Parque de Ciências, no Pará; Núcleo de Ciências (da Universidade Federal do Espírito Santo); Planetário de Vitória; Praça da Ciência, em Vitória; Centro de Ciências da Universidade Federal de Juiz de Fora; Centro de Pesquisas Paleontológicas Llewellyn Ivor Price e Museu dos Dinossauros; Laboratório de Divulgação Científica da Universidade Federal de Minas Gerais; Casa da Ciência - Centro Cultural de Ciência e Tecnologia da UFRJ; Espaço Ciência Interativa do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio de Janeiro (IFRJ); Espaço da Ciência de Paracambi; Espaço UFF de Ciências; Fundação CECIERJ – Centro de Ciências do Estado do Rio de Janeiro; Sesciência; Centro de Divulgação Científica e Cultural, de São Paulo; Centro Integrado de Ciência e Cultura, em São José do Rio Preto; Estação Ciência; Tecnorama; Museu de Ciência e Tecnologia de Londrina; Parque da Ciência Newton Freire Maia; Parque Viva Ciência; Sala de Ciência, do SESC Santa Catarina.

No último levantamento, realizado pela consultoria Thomson Reuter, entre 2007 e 2011, o Brasil correspondeu a 2,6% da produção científica global. No entanto, esses artigos, que ultrapassam 25 mil publicações por ano, não são produzidos por cientistas, e sim, por professores, avaliou a neurocientista e professora do Instituto de Ciências Biomédicas da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) Suzana Herculano-Houzel.

Em uma matéria do site Agência Gestão CT&I, intitulada “A ciência brasileira não é feita por cientistas”, a professora da UFRJ34 ressalta que o fato de não haver regulamentação da profissão cientista, atrasa o desenvolvimento tecnológico do Brasil. Além disso, ela defende que a maior parte da ciência, no Brasil, é gerada por professores universitários ou por estudantes de pós-graduação.

Massarani e Moreira (2009, p. 111) expõem que o uso da Internet para a divulgação científica no Brasil, caminha pela ação de museus, centros de ciência, grupos        34 Disponível em: <http://www.agenciacti.com.br/index.php?option=com_content&view=article&id=4363%3Aa-ciencia- brasileira-nao-e-feita-por-cientistas-afirma-professora-da- ufrj&fb_action_ids=4072098377082&fb_action_types=og.likes&fb_source=other_multiline&action_object_ map=%5B1424197561156915%5D&action_type_map=%5B%22og.likes%22%5D&action_ref_map>. Acesso em: 28 fev. 2014.

de pesquisa na área de comunicação e C&T e de alguns órgãos governamentais. Entretanto, esse movimento ainda é modesto em comparação a outros países e precisa de uma interação maior entre os sites existentes. Os autores destacam o Science Blogs Brasil e o Anel de Blogs Científicos, ambos pesquisados nesta Tese, como grandes iniciativas de popularização da ciência.

Aprimorar a cultura científica não implica na ocorrência de uma via de mão única, na transmissão do conhecimento, explicam Massarani e Moreira (2009, p. 119), e completam mostrando a necessidade da noção do que concerne à ciência, à tecnologia, seus métodos e riscos, e dos interesses que presidem seus processos e aplicações para a educação de qualquer cidadão no mundo contemporâneo.

A busca por ciência na Internet pode caminhar por vários labirintos. Entre eles estão os ciberdiários. Elemento da comunicação globalizada, os blogs fazem circular uma rede científica que dissemina ciência e pseudociência de forma heterogênea.

A sociedade global traz no seu bojo as bases do seu movimento. Ela é necessariamente plural, múltipla, caleidoscópica. A mesma globalização alimenta a diversidade de perspectivas, a multiplicidade dos modos de ser, a convergência e a divergência, a integração e a diferenciação; com a ressalva fundamental de que todas as peculiaridades são levadas a recriar- se no espelho desse novo horizonte, no contraponto das relações, processos e estruturas que configuram a globalização. (IANNI, 1996, p. 37).

Marques (2012) destaca três etapas da globalização, introduzidas pelas novas tecnologias, que mudaram os rumos da história e da economia global: a expansão mercantilista, a industrialização e a comunicação em tempo real. A fase mercantilista iniciou-se por volta de 1450, quando predominava a monarquia absolutista e as colônias europeias. A segunda fase, cerca de 1850, ocorre com a industrialização. “A Revolução Industrial trouxe a máquina a vapor, a modernidade para o setor agrário e até um novo estilo de vida, isto é, uma nova organização social já com os princípios de cidadania” (MARQUES, 2012, p. 26). A terceira fase, aproximadamente em 1950, é marcada pela incisiva presença das Tecnologias da Informação e da Comunicação (TIC). Nessa fase, “o regime dominante é democrático, embora ainda existam outros regimes autoritários.

Surgiram grupos industriais fortes, grandes bancos e um sistema financeiro global” (MARQUES, 2012, p. 26).

A redução das distâncias e das barreiras nos mostra o “informacionalismo”, ao qual Castells (2006, p. 54) referiu-se, configurando-se uma nova estrutura social associada ao surgimento de um novo modo de desenvolvimento. O mundo em rede é complexo e as tecnologias da comunicação e informação fornecem a base para a estrutural ciberssocial.

Redes constituem a nova morfologia social de nossas sociedades e a difusão da lógica de redes modifica de forma substancial a operação e os resultados dos processos produtivos e de experiência, poder e cultura. Embora a forma de organização social em redes tenha existido em outros tempos e espaços, o novo paradigma da tecnologia da informação fornece a base material para sua expansão penetrante em toda a estrutura social. Além disso, eu afirmaria que essa lógica de redes gera uma determinação social em nível mais que a dos interesses sociais específicos expressos por meio das redes: o poder dos fluxos é mais importante que os fluxos de poder. [...] Redes são estruturas abertas,capazes de expandir de forma ilimitada, integrando novos nós desde que consigam comunicar-se dentro da rede,ou seja, desde que compartilhem os mesmos códigos de comunicação (por exemplo, valores ou objetivos de desempenho). Uma estrutura social com base em redes é um sistema aberto altamente dinâmico suscetível de inovação sem ameaças ao seu próprio equilíbrio. (CASTELLS, 2000, p. 565-566).

A eminência da convivência em rede do mundo contemporâneo reorganiza o tempo, o espaço e a comunicação. A interação glocal (local-regional-global) do mundo cibercultural revela que a comunicação ocorre em tempo real no espaço global. O fenômeno glocal é a junção dos termos global com local (TRIVINHO, 2007, p. 242). Não se trata de globalização ou da prevalência de um dos termos em detrimento de outro, é um fenômeno que surge com as telecomunicações, e suas imposições aparecem com as tecnologias do virtual, da distância.

Essa clivagem bidimensional do mundo é tecnologicamente ‘resolvida’ pelo processo de glocalização, e isso de maneira tal que os dados se rearranjam como se nada de fundamental e de inédito na história tivesse ocorrido. As tecnologias que respondem pela cisão estrutural são as mesmas que, ato simultâneo, reconjuntivam os dois flancos e operam em prol da obliteração da própria cisão. (TRIVINHO, 2007, p. 250).

As tecnologias em tempo real reprogramam a vida humana e ajudam a ampliar a eminência do glocal. Nos últimos anos, acrescenta Trivinho (2005), a categoria do glocal passou a ser muito utilizada no âmbito corporativo. “O glocal perfaz a imagem de tendência tecnoburocrática a ser seguida, consubstanciada, grosso modo, no princípio pragmático segundo o qual toda ação economicamente relevante deve referenciar-se na comunidade” (TRIVINHO, 2005, p. 63). Estão imbricadas no fenômeno da glocalização a falta de distinção entre local, virtual, público e privado, a anulação de fronteiras territoriais e temporais e a supremacia do tempo real.

Em 1943, Thomas Watson, chairman da IBM, acreditava haver mercado, em nível mundial, para apenas cinco computadores. Não se imaginava que a comunicação seria móvel. Para os 7 bilhões de habitantes do planeta existem mais de 6,7 bilhões de celulares em uso35. Os aspectos da glocalização e a utilização das tecnologias, trazidas para o dia a dia, modificaram a participação social dos indivíduos.

Castells (2009) argumenta que as redes de comunicação definem o poder de persuasão das pessoas. Para ele, essas organizações estabelecem as relações de poder, que incluem ou excluem os usuários, dessa forma, há o poder da rede, em que alguns usuários exercerão poder sobre outros. As junções e as redes formadas por esses nós podem ter pesos muito diferentes nessa teia. A Red de Popularización de la Ciencia y de la Tecnología en América Latina y del Caribe, conhecida como Red-POP, é um dos exemplos de rede de ciência. É estabelecida como uma rede interativa que agrupa centros e programas de popularização de ciência e tecnologia e que funciona mediante mecanismos regionais de cooperação, que favorecem o intercâmbio, a capacitação e o aproveitamento de recursos entre seus membros.

      

35Dados de 2013. Portal Teleco – Inteligência em Telecomunicação. Ranking feito com base em dados da

UIT, Wireless Intelligence e GSA/Informação. Disponível em: <http://www.teleco.com.br/pais/celular.asp>. Acesso em: 01 jan. 2014.

Figura 3.3 - Homepage da Red-POP.36

No Brasil, a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) também é um dos exemplos. É uma entidade civil, fundada em 1948, voltada para a defesa do avanço científico e tecnológico, e do desenvolvimento educacional e cultural do país. Exerce um papel importante na expansão e no aperfeiçoamento do sistema nacional de ciência e tecnologia, bem como na difusão e popularização da ciência no país. Está sediada em São Paulo e nos demais estados brasileiros, por meio de Secretarias Regionais.

      

Figura 3.4 - Homepage da SBPC37.

Com o surgimento da Internet, em um primeiro momento, os meios de comunicação de massa tradicional migraram para o digital, no início apenas replicando informação e, posteriormente, criando conteúdo online. Os jornais apenas replicavam seus conteúdos sem diferenciá-los em termos de linguagem e, muitas vezes, de layout. De acordo com Marques (2012, p. 61), o texto eletrônico representa uma revolução da leitura, pois o fato de estar disposto em uma tela configura uma forma bem diferente de um texto impresso. A materialidade do texto impresso é substituída pela imaterialidade da imagem na tela, e a sucessão de telas cria novas possibilidades. A relação linear não é mais necessária e a continuidade da leitura permanece a critério do usuário. Nesse sentido, a navegação se faz de forma fragmentada e singular.

As tecnologias invadem a realidade com pouca ou nenhuma resistência consciente por parte do que as adotam rapidamente. Os impulsos tecnológicos e as promessas do mercado, assim como um exuberante tecnofetichismo, entorpecem o público em geral que permanece psicologicamente ligado às antigas imagens de si e do mundo. (KERCKHOVE, 2009, p. 188).

      

Redes formais de popularização da ciência existem e conduzem eventos, reuniões e progressos para a ciência no país. Além delas, outras aglomerações online se unem para expandir a ciência. É natural que vozes independentes levantem para questionar, complementar ou apresentar versões sobre conteúdo científico. Assim, surgem espaços para novas opiniões, relatos, pontos de vista, compartilhamentos, meditações etc. Os blogs são adjetivados com essa descrição relacionada à divulgação independente.

Os blogs são típicos da cibercultura e Trivinho (2007) afirma que eles passam a existir na era da dromocracia cibercultural, determinando esse novo ritmo da rapidez para a difusão da informação. Marques (2012) argumenta que eles trazem em si a necessidade da aptidão tecnológica (dromoaptidão), produzem um novo tipo de raciocínio, baseado no acesso e experiência, na exploração de novas relações e de novas possibilidades, e criam procedimentos fundamentados na troca, em um espaço de diálogo e de interação social. Dessa maneira, ocasionam mudanças estruturais e reforçam o fenômeno da glocalização.

Em julho de 2006, segundo a Technorati (empresa que rastreia o tráfego na web), o número de blogs era de 50 milhões, o que significa o dobro do levantamento anterior, realizado no mês de abril. Em outubro do mesmo ano, já havia ultrapassado 55 milhões e um ano depois, o número chegava a quase 100 milhões. Atualmente, estima-se a existência de mais de 200 milhões.

Com o objetivo de divulgar ciência, os blogs independentes, não ligados a instituições, munem-se de instrumentos para popularizar a ciência em meio ao grande público. Uma das iniciativas observadas durante nossa pesquisa foi o concurso “Explique sua tese para a vovó”. O texto38 explicativo do concurso dizia o seguinte:

Você sempre fica nervoso quando algum parente te pergunta o que você está estudando no seu mestrado/doutorado (ou pós-doutorado, iniciação científica)? Nunca fica satisfeito com as suas tentativas de explicar um assunto que você sabe que conhece com a ponta da língua? Infelizmente, essa não é uma habilidade treinada na academia e muitos cientistas apanham quando precisam explicar o que fazem para alguém que não seja formado na sua área de atuação.

      

38Disponível em: < http://scienceblogs.com.br/raiox/2013/11/explique-sua-tese-para-a-vovo/>. Acesso em:

O objetivo foi estimular no pesquisador ou estudante, de graduação, mestrado, doutorado ou profissional, a habilidade de explicar o seu trabalho de maneira simples e compreensível. A seguir, disponibilizamos imagens da divulgação dos vencedores. O primeiro lugar foi para a pesquisadora Ligia Moreiras Sena que tinha como título de sua pesquisa “Atividade neurofarmacológica do pericarpo dos frutos de Passiflora edulis variedade flavicarpa: envolvimento de flavonoides C-glicosideos”. Ao explicar o título, de tal forma que a “vovó” pudesse compreendê-lo, Ligia sugeriu a seguinte explicação: “Vó, tentei fazer o povo trocar o rivotril por maracujá, mas não consegui”. Além da frase, a imagem compôs a explicação acerca do título.

Figura 3.5 - Página do Science Blogs Brasil39.

      

39Disponível em: <http://scienceblogs.com.br/raiox/2013/11/explique-sua-tese-para-a-vovo/> Acesso em: 02

Figura 3.6 – Concurso “Explique sua tese para a vovó”40

      

40Disponível em: <http://scienceblogs.com.br/raiox/2014/01/ganhadores-do-concurso-explique-sua-tese-para-

São notáveis os esforços para que os conteúdos divulgados no ciberespaço se tornem compreensíveis. Permanece, também, sob a responsabilidade dos divulgadores, que a sociedade possa assimilar o que se divulga sobre ciência. A divulgação científica independente, ocorrida via blogs, depende muito da visibilidade mediática, para que os conteúdos cheguem ao seu destino e cumpram a função de informar. Este tema será discutido mais detalhadamente no próximo capítulo.