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1. Innledning

1.4 Definisjoner og begrepsavklaringer

1.4.1 Arbeidstaker

6.3.1 A opinião dos Projetistas da Sprech

Para contato com os projetistas da Sprech foi elaborado um roteiro de entrevista (Apêndice B), que buscava dados sobre o processo projetual das tensoestruturas, sem focar em um modelo específico. As questões abordavam perguntas sobre sua formação, o modo como trabalham, os recursos computacionais utilizados, o processo de projetação e as potencialidades de uso do sistema.

A equipe técnica da Sprech é formada por 07 (sete) integrantes, sendo 03 (três) engenheiros, 01 (um) Designer, 01 (um) arquiteto e 02 (dois) técnicos peritos de projeto. Todos os projetos desenvolvidos pela equipe estão no campo da arquitetura têxtil. A primeira tenda foi projetada pelo atual diretor

técnico, engenheiro Pasquale Rescio. Além dele, foi entrevistado o arquiteto Dino Coricciati, também diretor técnico, que se mostrou mais familiarizado com o sentido das perguntas feitas.

Segundo os entrevistados, na concepção dos SRC disponibilizados pela empresa são considerados a geometria, as possibilidades formais permitidas pelo tecido e a portabilidade do sistema, sempre tendo como preocupação não comprometer a estabilidade do sistema e proporcionar funcionalidade.

Todas as instalações da Sprech estão no campo da arquitectura têxtil, no qual o espaço é configurado através da geometria e das formas do tecido, resultando num sistema portável que, apesar de ser reduzido, garante a estabilidade e funcionalidade8 (Arquiteto Dino Coricciati - entrevista

realizada em dezembro de 2011).

Outro ponto imprescindível no processo de projetação é combinar a tectônica à flexibilidade funcional, de modo a facilitar o uso e aumentar a portabilidade do sistema, além de promover harmonia entre o espaço construído e o meio ambiente; para garantir esta última qualidade, um membro a equipe técnica acompanha a produção das peças e, se possível, a execução da obra.

Ao serem questionados sobre como ocorre o processo de projetação do SCR e como é definido o partido para elaboração dos estudos iniciais, a resposta foi clara:

O conceito de cada SCR se distingue por algumas características, sendo essencial e inevitável: a originalidade da estrutura, confiabilidade, segurança, beleza e luz mínima. Em cada criação os profisisonais combinam racionalidade do design, flexibilidade e elegância no processamento técnico dos tecidos. O resultado é a definição de um espaço que não é estático e imutável, mas está em constante evolução, em conjunto e em harmonia com a natureza9 (Dino Coricciati - entrevista realizada em dezembro de 2011).

8Tradução livre da autora do original em italiano: “Tutte le strutture della Sprech rientrano nel

campo dell'architettura tessile, in cui lo spazio si configura con la geometria e le forme del tessuto, e con un sistema portante che, pur essendo ridotto al minimo, garantisce stabilita' e funzionalità”

9 Tradução livre da autora do original em italiano: “Il concept di ogni struttura realizzata è

contraddistinto da poche caratteristiche, ma essenziali ed imprescindibili: originalità delle strutture, affidabilità, sicurezza bellezza minimale e leggera. Ogni realizzazione scaturisce dal connubio tra la razionalità progettuale dei professionisti e la flessuosita e l'eleganza della lavorazione dei tessuti tecnici; il risultato è la definizione di uno spazio non statico ed immutato, ma in evoluzione continua, in sinergia ed in sintonia con la natura.”

Falando do uso do SCR por outros profissionais durante a elaboração de projetos arquitetônicos, em vários momentos os entrevistados ressaltaram a facilidade de consulta ao catálogo, bem como a grande variedade e quantidade de informações disponíveis, indicando que o material existente (na versão impressa e, sobretudo, na digital) permite desenvolver inúmeros projetos, tanto utilizando a repetição de um mesmo módulo quanto combinando vários, os quais podem ser diferentes em dimensões ou em forma. Eles também deixaram clara a possibilidade de trabalhar com espaços abertos e fluídos e com espaços fechados (climatizados ou não), bem como a oportunidade de, em casos de grandes áreas cobertas, utilizar peças com alturas variadas, o que permitiria a criação de elementos para favorecer a iluminação zenital ou, ainda, para a exaustão de ar quente ou captação de ventilação.

Nos depoimentos se tornou especialmente evidente a importância dos softwares para o projeto, pois auxiliam o projetista a “obter o design esperado sem comprometer a parte estrutural”. A definição da díade design-estrutura envolve todos os profissionais da equipe técnica, de acordo com os entrevistados correspondendo ao “maior desafio do projeto, sua parte mais complexa”, pois somente a partir do domínio deste conhecimento a proposta pode ser finalizada.

Para a proposta de novas tendas ou para o atendimento de solicitações específicas de clientes, partimos da idéia da cobertura. Em seguida, com ajuda software específico, procuramos a forma ideal da membrana têxtil. Sucessivamente dimensionamos a estrutura metálica remontável, verificamos a estabilidade estrutural das partes metálicas e das juntas, através da aplicação de cargas de projeto e de cargas acidentais (neve, vento). No processo de concepção de novos edifícios ou estruturas sob pedidos especiais toda a equipe técnica se envolve 10 (Dino Coricciati - entrevista realizada em dezembro de 2011).

10 Tradução livre da autora do original em italiano: “Per la realizzazione di nuove tende da

proporre al mercato o per richeste specifiche da parte dei clienti, si parte dall'idea di soluzione di copertura, poi con l'ausilio di software dedicati, si effettua la ricerca di forma ottimale della membrana tessile, successivamente si dimensiona la struttura metallica portante e si verifica la stabilità strutturale delle parti metalliche e delle giunzioni bullonate con l'applicazione dei carichi di progetto e dei carichi accidentali ( neve, vento). Nel processo di progettazione di nuove realizzazioni o di strutture particolari richieste dai clienti intervengono tutte le figure del team técnico”.

Destacam-se como programas adotados pelos projetistas da Sprech o

Mpanel software CAD/CAM (que permite encontrar a forma plástica da

membrana têxtil, testa esforços e define a forma final que irá para a produção), o Software AutoCAD (para adaptar a estrutura da membrana têxtil) e o

Mastesap (voltado apenas pra análise estrutural). “O projeto em AutoCAD é

aquele que irá para a produção, após ter passado pelo Mpanel” (Pasquale Rescio – entrevista em dezembro/2011).

Como dentre os softwares citados, apenas o AutoCAD é de uso cotidiano dos arquitetos brasileiros, questionamos como seria se um arquiteto local olhasse o catálogo e quisesse projetar uma tensoestrutura semelhante. A resposta indicou que os arquitetos poderiam apenas utilizar os modelos já existentes, propondo arranjos bi e tridimensional (plantas/cortes/fachadas), definidos a partir da adequação das peças disponíveis às propostas em desenvolvimento. Ressaltaram, ainda, que no caso de um novo modelo, só o

staff técnico da empresa poderia fazer o projeto, de modo que o arquiteto local

no máximo proporia uma ideia inicial a ser desenvolvida pelos profissionais da equipe italiana.

Para solicitações específicas de concepção, o cliente deve enviar a ideia, solução ou projeto a ser executado, o staff técnico elabora o projeto da tensoestrutura11 (Pasquale Rescio - entrevista em dezembro/2011).

O entendimento dessa relação levanta outras questões importantes: qual a opinião dos arquitetos sobre os SCR produzidos pela Sprech? E ainda, o que os arquitetos acham do processo de projetação utilizando um sistema pré- fabricado? Como projetar novos espaços utilizando um sistema com peças pré- definidas? No caso das tensoestruturas produzidas pela Sprech, até que ponto ou etapa de projetação um arquiteto poderia sugerir uma nova cobertura tensionada e a partir desta, a equipe técnica italiana elaborar o projeto executivo?

Certamente não encontraremos respostas para todas estas questões as quais nos apontam novos estudos, bem como a necessidade de, durante a

11 Tradução livre da autora do original em italiano: “Per le richieste di progettazione specifiche, il

cliente deve inviare l'idea di soluzione prevista o il progetto di ciò che si deve realizzare, lo staf tecnico redige il progetto come già specificato in precedenza“.

concepção projetual, os projetistas se debruçarem com maior interesse sobre as questões de estrutura.

6.3.2 A opinião dos Profissionais Atuantes (PA) no mercado

A fim de tentar responder algumas das questões levantadas no item anterior, investigamos como profissionais de arquitetura compreendem e usam este tipo de produto, opinião que utilizarmos como base para entender as ponderações dos estudantes (no capítulo 7).

Para coletar essas informações foi aplicado um questionário abordando: (i) aspectos pertinentes ao processo de projetação que adotasse um sistema industrializado portável, tendo como parâmetro os procedimentos utilizados na projetação da arquitetura convencional, e ainda, (ii) avaliação de um SCR produzido pela Sprech. Para permitir uma maior compreensão dos dados qualitativos, além de gráficos estatísticos, também indicamos valores numéricos relacionados à aferição das respostas, o que tornou possível a obtenção de médias aritméticas que ajudaram na interpretação das respostas, pois permitiram a análise estatística dos dados obtidos (tanto com os profissionais quanto, posteriormente, com os estudantes) e a elaboração de gráficos comparativos dos itens avaliados. As tabelas numéricas que geraram o material gráfico disponível no texto encontram-se no Apêndice H, assim como os outros gráficos não diretamente inseridos neste texto.

As questões abordadas no questionário dos profissionais foram divididas em 04 (quatro) blocos:

Bloco 01 - dados pessoais e profissionais do entrevistado.

Blocos 02 e 03 - referências projetuais utilizadas pelo projetista e sua opinião sobre o processo de projetação que utilize o SCR apresentado. Esta parte do questionário contou com questões de ordem subjetiva. A liberdade de expressão destas perguntas gerou diversas interpretações, decodificadas por meio de palavras-chave. Assim, para uma maior compreensão e análise dos dados, selecionamos as palavras mais significativas em sinônimos, e separamos as respostas em algumas palavras chaves, organizadas em alguns

quadros de palavras (Quadros 02, 03, 04 e 05) que ajudaram a compreender o entendimento dos projetistas sobre os assuntos pesquisados.

Bloco 04 - questões objetivas para avaliação do sistema Arcostruttura com base nas informações do catálogo disponibilizado pela empresa em seu site e que pedimos que o projetista consultasse antes de responder ao questionário. Este bloco é semelhante a uma parte do questionário aplicado junto aos alunos de arquitetura (explicado na experiência de utilização do sistema descrita no capitulo 7) e também a uma etapa da entrevista feita com professores (também esclarecida no capítulo 7).

Foram aplicados 17 (dezessete) questionários com profissionais atuantes no mercado com projeto de arquitetura, quantidade que equivale ao número de alunos das turmas participantes do exercício em sala de aula, pois entendemos que essa similaridade ampliaria a possibilidade de comparações mais diretas, trazendo maior confiabilidade aos resultados.

Dentre os arquitetos participantes, 10 (dez) atuam exclusivamente com Projeto de Arquitetura, e 07 (sete) também trabalham em outros setores, notadamente em instituições públicas.

Intencionalmente, o tempo de experiência desses profissionais foi bem diversificado, variando entre 02 e 31 anos (Gráfico 01), embora a maior parte deles atue há mais de 10 anos no mercado (70,6%), ou seja, são profissionais com bastante experiência na prática projetual.

Gráfico 01: Tempo de Atuação (anos) - Profissionais

Como também se buscavam informações de arquitetos que atuassem várias localidades distintas (dentro e fora do Brasil), o que poderia representar um ponto de vista mais ‘globalizado’ sobre a arquitetura atual, embora o maior número de entrevistados atue em Natal/RN (10 dos 17), os demais trabalham ou já trabalharam em outros locais, inclusive em campos internacionais como o Canadá, a França e a Espanha.

Além da graduação em arquitetura e urbanismo, à exceção de 02 profissionais entrevistados que são apenas graduados, quase todos os participantes possuem formação complementar à graduação como especialistas (01), mestres (10) e doutores (04). Esta titulação aponta o nível de conhecimento e atualização profissional dos participantes, aprofundamento que proporciona ao projetista um crescente aperfeiçoamento em sua maneira de atuar, pois tal exercício exige que se esteja em constante atualização com as novas tendências de projeto e de mercado, as novas tecnologias e os materiais que surgem no cotidiano construtivo. No entanto, nesta pós- graduação apenas 04 (quarto) dos entrevistados têm formação em Projeto de Arquitetura e somente 01 (um) deles é especialista em Arquitetura Remontável (Efêmera). A formação complementar dos demais abrange Mobilidade Urbana, Sociologia Urbana, Conforto no Ambiente, Engenharia de Produção, Engenharia de Materiais e Segurança no Trabalho. Tal fato denota a inexistência, até pouco tempo atrás, de cursos de pós-graduação na área de projeto de arquitetura ou afim, bem como, a carência (ainda hoje) de cursos de

upgrade nesse campo, o que se reflete na maneira de pensar, agir e projetar

dos arquitetos. Como avaliar processo de projeto, em sua maioria, se nossa formação não ultrapassa a fronteira da graduação, onde se exercita o ‘fazer’ e não o ‘refletir sobre o fazer’?

Quando questionados sobre seu repertório projetual e ‘referências inspiradoras’, as respostas dos participantes variaram desde “leituras e

viagens” (PA8 – projetista nº 08), até a pesquisa na arquitetura regional,

nacional e internacional. Contudo, a maioria dos entrevistados destacou “os

condicionantes locais os materiais construtivos, e os usuários”, como sendo

Nossas principais referências como projetistas são realmente as necessidades individuais dos clientes. No entanto, de forma mais abrangente, costumamos pesquisar tipologia e materiais nas revistas, livros, mostras nacionais e internacionais e sites de profissionais e referências da internet, além de enriquecer nosso olhar sobre a arquitetura através de viagens (Extraído da entrevista do PA7).

Outros, ainda, são pautados nos estudos de referência como possibilidade de aprendizado e minimização de possíveis erros de projetação, o que corresponde a uma maneira didática de pautar as premissas projetuais.

As minhas referências projetuais são os projetos executados no mesmo domínio do projeto que estou desenvolvendo no momento. Busco estudo de casos concretos e preferivelmente referenciado pelos usuários. Não utilizo nenhum arquiteto como uma referência a seguir. O mais importante é o resultado obtido pelo projeto edificado (Extraído da entrevista do PA3).

Pensar no objeto arquitetônico como ‘construção voltada para os usuários’, é uma premissa que não aparenta estar no horizonte de muitos dos entrevistados, que, em suas respostas, demonstram se preocupar mais em priorizar as questões estéticas, desconsiderando as necessidades e opinião de quem vai usar o edifício (usuário).

Outro aspecto que chama a atenção é o fato de metade dos projetistas atuar sozinho, enquanto a outra metade trabalha em parceria com outros profissionais de arquitetura e/ou de engenharia civil, e áreas afins tais como paisagista. Projetar em conjunto com um parceiro ajuda ao projetista a lidar com outras ideias e pensar em outras nuances da questão espacial. No caso da parceria ser com um profissional de formação diferente, como, por exemplo, a engenharia civil, a influência pode acontecer no âmbito da execução e do detalhamento construtivo, o que é bastante salutar para o processo.

Quanto à formação de repertório, as respostas variaram desde a “observação da natureza” até a “adoção de elementos estéticos da arquitetura contemporânea”, com predomínio de “pesquisa bibliográfica”. Com relação aos “principais exemplos” seguidos por eles destacaram-se 03 (três) depoimentos:

Meu repertório tem como premissa a qualidade dos lugares que proponho, e que consequentemente, permitem que os usuários se adeqüem a este ambiente de maneira harmoniosa. (...) não nasce necessariamente no território da arquitetura. Vem da observação em diversos campos da vida, da lógica da natureza, de lições nas quais estão presentes palavras como: fluidez, harmonia, essência, bem comum, flexibilidade, autoeficiência,

autonomia, permeabilidade, transformação, dinamismo. A arquitetura em meu trabalho busca refletir espaços que tenham essas características. Materiais e técnicas devem permitir refletir essa filosofia (Extraído da entrevista do PA1).

Elementos da Arquitetura Moderna sempre me atraíram. Mas não como um dogma e sim pela pureza e clareza das soluções. A cor é algo que sempre me atraiu. Mas deve-se ter cuidado com o excesso de claridade dos trópicos (Extraído da entrevista do PA9).

O repertório atual foi formado com a necessidade projetual de cada caso, sempre procurando solucionar e atender os anseios e necessidades de cada cliente. Em meus projetos procuro utilizar de elementos limpos e sempre que possível introduzindo novos materiais e tecnologias (Extraído da entrevista do PA4).

Esses trechos mostram que este aspecto é compreendido de maneira diferente pelos projetistas, denotando que projetar é uma ação muito subjetiva, difícil de ser avaliada ou comparada. Talvez, por isso mesmo, necessite se voltar para outros campos do saber e da vivência humana. Como visto acima, o repertório PA1 não tem como base unicamente o território da arquitetura, mas perpassa aspectos que fogem da natureza única do campo arquitetônico, como a experiência adquirida e as impressões pessoais. Por outro lado, aspectos próximos da arquitetura, como novos materiais e tecnologias, também fazem parte de todo este conjunto de informações selecionadas e rebatidas nas soluções propostas (Apêndices K, L, M, N, O e P).

Diante do SCR Arcostruttura, os projetistas comentaram que o catálogo causou uma “boa impressão” e apontaram como pontos positivos a linguagem (considerada didática e, por isso mesmo, de fácil compreensão) e a quantidade de informações técnicas (julgadas suficientes para utilização em projetos). Segundo eles, utilizar este sistema não traria grandes dificuldades projetuais, pois as informações do fabricante são suficientes.

O catálogo mostra imagens dos produtos aplicados em situações reais, detalhes de montagem, dimensões, padronagens, (...) é rico em dados técnicos (PA6).

Além de boas fotos, o que dá para ter ideia da peça já pronta, os desenhos dos detalhes permitem a compreensão da montagem das engrenagens necessárias à execução (PA10).

Um aspecto a ser lembrado ainda sobre o catálogo apresentado no site da empresa está ligado aos idiomas disponíveis na consulta. Convém lembrar que a Sprech é uma empresa italiana, cuja sede do setor técnico ser em sua matriz no norte da Itália. Porém apesar de parecer uma barreira aos projetistas brasileiros à questão do idioma não se mostra como sendo uma barreira para a consulta de informações, pois no próprio site existe a ferramenta que possibilita a alteração do idioma para o português e outros idiomas.

As perguntas abertas conduziram a respostas bastante subjetivas, que foram organizadas e agrupadas por similaridade. Desta forma, expressões e/ou termos sugeridos foram convertidos em palavras-chaves que refletem o sentimento de entendimento e valoração do sistema analisado, de modo é possível perceber quais as características mais marcantes do sistema (Quadro 02)12, como sejam: linguagem didática, disponibilidade de informações técnicas, possibilidade de composições, modulação, portabilidade, sistema pré- definido, flexibilidade e falta de clareza.

QUADRO 02 – Avaliação do Sistema Arcostruttura

ASPECTO PALAVRAS - CHAVES Palavras e/ou expressões encontradas no Questionário

1 LINGUAGEM DIDÁTICA Compreensão, Linguagem Didática.