Chapter V: Factors for the failure of the Addis Ababa Peace
5.4. The Adoption of Shar'a
Dimensões Indicadores 1.1 P ap el So ci al d as IS Is.
1.1.1 No contexto global; a) Fatores históricos;
b) Representações do papel social da Igreja; b) Condicionantes da diferenciação da ação das ISIs;
1.1.2 Preponderância das ISI;
a) Papel territorial intermédio; b) Confiança;
c) Proximidade;
d) Representações sociais da caridade e missão da Igreja; e) Fatores históricos;
f) Natureza das ISIs
1.1.3 Quantidade e Qualidade;
a) Contributos e influência das direções para a quantidade e qualidade (ou falta dela); b) Tradições nas estruturas;
c) Representações sociais para a quantidade de ISIs; d) Formas jurídicas e relações com a qualidade;
e) Dimensão das ISIs e relação com a centralização na figura do diretor; 1.1.4 Posição de vantagem das
ISIs; a) Credibilidade;
b) Proximidade territorial; c) Matriz católica em Portugal; 1.1.5 Tratamento concedido às
ISIs pelas entidades públicas, face às demais IS;
a) Representação social do posicionamento não distintivo de tratamento concedido; b) Raízes cristãs em Portugal como fator de diferenciação;
c) Simbioses entre Estado e Igreja;
1.2 R eg ul aç ão int er na e e xt er na 1.2.1 Por parte do Estado/Segurança Social;
a) Articulado Estado/Igreja – organização complexa
b) Maior fiscalização/acompanhamento atribuído ao Estado face à Igreja; c) Representações sociais da fiscalização/ acompanhamento do Estado; d) Controle pela implementação das políticas de qualidade;
e) Legitimidade de fiscalização/acompanhamento; f) Práticas de acompanhamento;
1.2.2 Por parte da Igreja/diocese
a) Menor fiscalização/acompanhamento face ao Estado;
b) Representações sociais da fiscalização/ acompanhamento da Igreja; c) Legitimidade de fiscalização/acompanhamento;
d) Falta de Práticas de Fiscalização/acompanhamento – falta de acompanhamento; e) Falta de coordenação;
f) Falta de formação e avaliação;
Problemática 2 - Estado Providente/Sociedade Providente
Dimensões Indicadores 2.1 P ap el d o Est ad o 2.1.1 Abrangência do Estado e do Terceiro Sector;
a) Representações sociais sobre o posicionamento do Estado face ao Terceiro Sector. Estado reduzido ou interventivo (substituição; coordenação; apoio; vigilância; controle; suplência; de duplo caminho: interventivo e de delegação; b) Representações sobre as Incapacidades do Estado;
c) Responsabilidades do Estado – o Estado subsidiário; 2.1.2 Subsidiariedade; a) Incapacidade financeira;
b )Fundamentos da subsidiariedade;
c)Comparticipações como forma de controle e fiscalização; d) Perda da autonomia pela subsidiariedade;
2.2 Respostas sociais das ISI no contexto do
2.3 Substituição das redes informais pelas formais;
a) Importância da rede informal;
b) Enfraquecimento da responsabilidade social da família: incapacidade, destruturação familiar e alterações demográficas;
c) Respostas informais prestadas pela rede formal; d) Ruralidade e urbanidade;
Problemática 3 - Inovação
Dimensões Indicadores
3.1 Margem para inovação;
a) Acordos como condicionantes da inovação:
b) Representação da inovação como parte integrante da especificidade da natureza das ISIs;
c) Fatores de promoção da inovação: formação, meios e recursos técnicos, avaliação; d) Certificação de Qualidade;
e) Estagnação processual, dos recursos humanos e das direções;
f) Outras condicionantes de inovação: renovação direções, dimensão, organização, património;
g) Menor impacto da forma jurídica das IPSS na inovação face aos indicadores de dimensão, organização, património e renovação;
3.2 Respostas sociais e Práticas de inovadoras
a) Práticas; b) Respostas Sociais;
3.3 Inibição de inovação pela condicionalização dos acordos;
a) Executar o formalmente acordado – dependência; b) Constrangimentos pela perda de autonomia; c) Fragilização do princípio de universalidade;
d) Representações de controlo excessivo por parte do Estado; e) Boa gestão como resposta à fragilização de recursos;
Problemática 4 - Especificidades
Dimensões Indicadores
4.1 Natureza distintiva das ISIs
a) Contexto organizacional complexo; b) Princípios orientadores específicos – DSI;
c) Ação social das ISIs como parte da natureza, missão e identidade da Igreja;
d) Representações de especificidades de formas como se prestam os serviços, mais do que pela diversificação de serviços ou respostas socias;
e) Ação social como “um mais do que uma resposta profissional”; f) Centralização e verticalidade organizacional;
g) Deficit de formação específica;
h) Peso da história, experiência, densidade, mediação;
4.2 Confiança como fator de relações privilegiadas.
a) Representações de confiança e privilégios;
b) Especificidade da missão da Igreja como fator de confiança;
c) Fator de confiança, como resultado da pertença das ISIs à Igreja ou como atributo dado à credibilidade institucional? (Tónica na Igreja ou na credibilidade institucional?);
d) Fatores históricos;
e) Experiência (densidade) e identidade nacional; f) Proximidade e mediação;
4.3 Nomeação
a) Fraca preparação e formação inicial dos dirigentes nomeados; b) Equipas técnicas como fator de equilíbrio;
c) Garantia do cumprimento dos princípios fundacionais das ISIs; d) Centralização na figura do “padre” (ISIs de pequena dimensão); e) Falta de rotatividade;
Problemática 5 - Perceções sociais das vantagens e limitações das ISIs
Dimensões Indicadores
5.1 Pontos fortes e potencialidades
a) Pontos fortes: credibilidade; redes internas de comunicação e de divulgação; haver um espaço de debate próprio; Igreja como “manto protetor” das ISIs; experiência no campo social; gestão de recursos; cariz (missão) próprio; sentido de serviço; princípios fundacionais sólidos; serem resposta nas falhas do Estado;
b) Potencialidades/oportunidades: coordenação entre ISIs pode levar a um serviço de maior qualidade e quantidade; promover protocolos entre ISIs; pode-se fazer mais e melhor; poder ter espírito criativo; estabelecer protocolos para a parte ativa da vida, direcionados para os jovens e famílias; poderem partilhar entre si a informação e recursos, maximizando a capacidade de resposta das ISIs; promoção de Iniciativas para a intervenção na organização da sociedade através de iniciativas empresariais; capacidade de gerir fundos europeus;
4.2 Riscos e pontos fracos
a) Das direções;
b) Da estrutura e identidade das ISIs;
c) Do tipo de serviços prestados, da qualidade e avaliação; d) Fatores externos condicionantes;
Pontos Fortes das ISIs Potencialidades/oportunidades das ISIs
Credibilidade;
Redes internas de comunicação e de divulgação;
Ter um espaço de debate próprio;
Igreja como “manto protetor” das ISIs;
Experiência (densidade) no campo social;
Conhecimento (“know how”);
Proximidade;
Boa gestão de recursos;
Cariz (missão) próprio;
Sentido de serviço;
Princípios sólidos da fundação;
Serem resposta nas falhas do Estado;
Coordenação entre ISIs pode levar a um serviço de maior qualidade e quantidade;
Promover protocolos entre ISIs;
Pode-se fazer mais e melhor;
Poder ter espírito criativo;
Estabelecer protocolos para a parte ativa da vida, direcionados para os jovens e famílias;
Poderem partilhar entre si a informação e recursos, maximizando a capacidade de resposta das ISIs;
Promoção de Iniciativas para a intervenção na organização da sociedade através de iniciativas empresariais;
Capacidade de gerir fundos europeus;
Coordenação entre entidades superiores entre si (Igreja/Segurança Social);
Indicadores de riscos das ISIs:
Direções
Pouca formação e baixos conhecimentos técnicos;
Organigrama vertical;
Alguma liderança autoritária;
Ausência de delegação de competências;
Falta de colaboradores;
Equipas com deficiente profissionalismo, demasiadas limitações e baixa rotatividade
Falta de multidisciplinariedade nas equipas;
Pouca cooperação com o exterior;
Pouca rotatividade/renovação;
Persistência de alguns Interesses privados e pessoais (nomeadamente Misericórdias) ;
Risco de não seguirem os princípios estruturantes das ISIs;
Estrutura e identidade das ISIs;
Falta de profissionais credenciados e habilitados;
Falta de recursos humanos e materiais;
Falta de profissionalização e de direções técnicas;
Constrangimentos financeiros que afetam os encargos com funcionários e os meios profissionais e técnicos;
Ausência de formação específica das ISIs (princípios que regem as ISIs, DSI e ética cristã);
Fechamento ao mundo e realidades exteriores, centrando-se em si mesmas;
Não partilharem a informação e os recursos;
Falta de coordenação entre instâncias (intraeclesiais e com o exterior);
Falha da identidade de uma ISI: não seguirem os princípios estruturantes (DSI); dificuldade em assegurar a assistência espiritual; falha na transposição da identidade das ISIs;
Falsa conceção de solidariedade (assistencialismo em vez de solidariedade social); Tipo de serviços
prestados, qualidade e avaliação;
Estagnação (incompatível com a reformulação de processos);
Inibição de inovação;
Falhas e ausência de programação;
Incapacidade em acompanhar o processo de implementação das Políticas de Qualidade e de Certificação;
Ausência da avaliação interna;
Fatores externos;
Peso da responsabilidade por se ser uma ISI;
Abandono familiar;