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A aprendizagem das trabalho de grupo, através do

vocabulário e colaborar entre si em atividades práticas colaborativas. difícil implementação (pelo menos numa fase inicial, em alunos de faixas baixas) os alunos devem trabalhar em pequenos grupos a partir d

escolaridade (Ward et al., 2010),

os alunos a trabalhar em equipa e a intervir autónoma e problemas de forma colaborativa (Lopes e Silva, 2009).

Convém, contudo, distinguir o trabalho de grupo (cooperativo) do trabalho em grupo (colaborativo): o primeiro pressupõe a execução de tarefas por cada elemento do grupo; e, o segundo maximiza a aprendizagem de cada aluno no contexto de grupo. Assim, o trabalho colaborativo contribui para o seu sucesso académico, dada a sua utilizada na construção de co

diversas. Para além disso, a aprendizagem grupal permite um melhor acompanhamento do professor sobre a realização e evolução da tarefa e, confere oportunidades de partilha

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Aprendizagem através de situações-problema (Trindade, 2002)

APP e Trabalho Colaborativo

aprendizagem das ciências proporciona que os alunos se envolvam no através do qual possam compartilhar ideias, aperfeiçoar o colaborar entre si em atividades práticas colaborativas. Ain

difícil implementação (pelo menos numa fase inicial, em alunos de faixas trabalhar em pequenos grupos a partir dos primeir escolaridade (Ward et al., 2010), como aliás é isso que se espera da escola os alunos a trabalhar em equipa e a intervir autónoma e criticamente problemas de forma colaborativa (Lopes e Silva, 2009).

Convém, contudo, distinguir o trabalho de grupo (cooperativo) do trabalho em o primeiro pressupõe a execução de tarefas por cada elemento do maximiza a aprendizagem de cada aluno no contexto de grupo. Assim, o trabalho colaborativo contribui para o seu sucesso académico, dada a sua utilizada na construção de conhecimento e no desenvolvimento de competências diversas. Para além disso, a aprendizagem grupal permite um melhor acompanhamento do professor sobre a realização e evolução da tarefa e, confere oportunidades de partilha proporciona que os alunos se envolvam no possam compartilhar ideias, aperfeiçoar o Ainda que seja de difícil implementação (pelo menos numa fase inicial, em alunos de faixas etárias mais os primeiros anos de cola, que habilite mente para resolver Convém, contudo, distinguir o trabalho de grupo (cooperativo) do trabalho em o primeiro pressupõe a execução de tarefas por cada elemento do maximiza a aprendizagem de cada aluno no contexto de grupo. Assim, o trabalho colaborativo contribui para o seu sucesso académico, dada a sua nhecimento e no desenvolvimento de competências diversas. Para além disso, a aprendizagem grupal permite um melhor acompanhamento do professor sobre a realização e evolução da tarefa e, confere oportunidades de partilha

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de opiniões e ideias (Vasconcelos & Almeida, 2012) para além de se constituir como uma mais-valia para os alunos que revelam dificuldades de aprendizagem (Ferreira & Santos, n.d.) não só por permitir um ambiente mais descontraído (o que não quer dizer caótico) tornando mais fácil, para aqueles alunos, o envolvimento nas tarefas académicas propostas e facilitando aspetos da sua personalidade que individualmente serão mais difíceis de exteriorizar.

De qualquer modo o professor deve estar atento e a supervisão do trabalho dos grupos evita que os alunos pouco produtivos se “encostem” passivamente aos restantes elementos do grupo e evita comportamentos agressivos ou provocadores por parte de alunos mais conflituosos. Esta supervisão é igualmente fundamental para transmitir a necessidade de todos participarem ativamente e motivar os alunos a dar as suas contribuições.

Relativamente à composição do grupo deve privilegiar-se a heterogeneidade no que diz respeito ao sexo, etnia e às capacidades académicas dos alunos. Sublinhando esta última ideia (Ward, et al., 2010, p. 98) salientam que “ se todos tiverem o mesmo nível de capacidade, eles poderão não querer ouvir os outros, ou não ter a habilidade para falar ou ouvir com confiança”. O tamanho dos grupos depende de vários fatores, como o número de alunos da turma, os objetivos da aula (da tarefa), o tempo disponível, a complexidade da tarefa e as competências dos alunos (Reis, 2003; Ferreira & Santos, n.d.). A metodologia da Aprendizagem por Problemas requer o trabalho em grupos colaborativos de 4 a 6 elementos, que devem ser mediados por um tutor, que no caso de alunos de níveis de escolaridade mais baixos, deve ser o professor. Na APP a aprendizagem de conhecimentos auxilia o desenvolvimento de competências associadas ao trabalho de grupo, designadamente as relacionadas com a comunicação, as relações interpessoais, a colaboração e o respeito mútuo.

Ao nível do ensino básico e secundário a Aprendizagem por Problemas tem vindo a ser implementada por alguns professores em algumas disciplinas e tem sido crescente o interesse por esta metodologia nos processos de ensino-aprendizagem. Alguns estudos têm sido levados a cabo e o elevado interesse da temática levou mesmo à realização de um Encontro Nacional de Educação em Ciências através da Aprendizagem Baseada na Resolução de Problemas (2013). Das atas do referido encontro salientamos o estudo de Vasconcelos e Torres (2013) que pela sua “proximidade” com o presente estudo é pertinente descrever. As autoras desenvolveram um estudo com alunos do 7º e 8º ano de escolaridade sob a temática da Educação

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Ambiental com o objetivo de verificar se a APP poderia contribuir para um maior sucesso na aprendizagem de competências diversas (p. 51). Os resultados mostram que a APP permitiu aos alunos com menores rendimentos melhorias cognitivas mais evidentes que os alunos que não foram alvo de intervenção (p.54). A maioria das respostas dos alunos à questão “em relação à metodologia utilizada nas aulas considerei” aponta para um elevado grau de satisfação destacando-se como justificações: captou a minha atenção; ajudou a desenvolver a capacidade de argumentar em grupo e no grupo turma; ajudou a desenvolver a capacidade de escrita científica.

Dourado, Leite, Morgado, Pinto e Silva (2013) apresentaram um estudo sobre as opiniões de 42 alunos de duas turmas de 8º ano, acerca da APP. Dos resultados obtidos salienta-se a contribuição desta metodologia no desenvolvimento de competências de comunicação (aprender a comunicar ideias e expressar as suas próprias ideias); aumento da motivação para a aprendizagem (permitiu aprender de forma mais interessante); desenvolvimento de competências de relacionamento interpessoal, nomeadamente ao nível do trabalho de grupo (respeitar as opiniões dos outros; colaborar com os colegas; partilhar tarefas e planear o trabalho); promoveu o desenvolvimento de competências de resolução de problemas (pensar; interpretar; resolver problemas; argumentar e contra-argumentar e sintetizar) e contribuiu para a aprendizagem de novos conceitos através do aprofundamento de ideias e conhecimentos e da compreensão da matéria.

2.3. Envolvimento e Atitudes dos Alunos – sua importância no