Vekstregulering og delt vårgjødsling ved frøavl av timotei
Faktor 1: Vekstregulering når plantene er i god vekst
Efeito Observado: O mostrador varia constantemente em uma direção.
Motivo: A existência de uma diferença de temperatura entre a amostra e o ambiente da câmara de pesagem provoca correntes de ar. Estas correntes de ar geram forças sobre o prato de pesagem fazendo a amostra parecer mais leve (chamada flutuação dinâmica). Este efeito só desaparece quando o equilíbrio térmico for estabelecido. Além disso, o filme de umidade que cobre qualquer amostra, e que varia com a temperatura, é encoberto pela flutuação dinâmica. Isto faz com que um objeto frio pareça mais pesado ou um objeto mais quente mais leve.
Medidas corretivas:
- Nunca pesar amostras retiradas diretamente de estufas, muflas, ou refrigeradores. - Deixar sempre a amostra atingir a temperatura do laboratório ou da câmara de
pesagem.
- Procurar sempre manusear os frascos de pesagens ou as amostras com pinças. Se não for possível, usar uma tira de papel.
- Não tocar a câmara de pesagem com as mãos. - Usar frascos de pesagem com a menor área possível.
1.5.3.2 Variação de massa
Efeito Observado: O mostrador indica leituras que aumentam ou diminuem, continua e lentamente.
Motivo: Ganho de massa devido a uma amostra higroscópica (ganho de umidade atmosférica) ou perda de massa por evaporação de água ou de substâncias voláteis.
Medidas corretivas:
- Usar frascos de pesagem limpos e secos e manter o prato de pesagem sempre livre de poeira, contaminantes ou gotas de líquidos;
- Usar frascos de pesagem com gargalo estreito; - Usar tampas ou rolhas nos frascos de pesagem.
1.5.3.3 Eletrostática
Efeito Observado: O mostrador da balança fica instável e indica massas diferentes a cada pesagem da mesma amostra. A reprodutibilidade dos resultados fica comprometida.
Motivo: O seu frasco de pesagem está carregado eletrostaticamente. Estas cargas formam-se por fricção ou durante o transporte dos materiais, especialmente os pós e grânulos. Se o ar estiver seco (umidade relativa menor que 40%) estas cargas eletrostáticas ficam retidas ou são dispersadas lentamente. Os erros de pesagem acontecem por forças de atração eletrostáticas que atuam entre a amostra e o ambiente. Se a amostra e o ambiente estiverem sob o efeito de cargas elétricas de mesmo sinal [+ ou -] ocorrem repulsões, enquanto que sob o efeito de cargas opostas [+ e -], observam-se atrações.
Medidas corretivas:
- Aumentar a umidade atmosférica com o uso de um umidificador ou por ajustes apropriados no sistema de ar condicionado (umidade relativa ideal: 45-60%);
- Descarregar as forças eletrostáticas, colocando o frasco de pesagem em um recipiente de metal, antes da pesagem;
- Conectar a balança a um "terra" eficiente.
1.5.3.4 Magnetismo
Efeito Observado: Baixa reprodutibilidade. O resultado da pesagem de uma amostra metálica depende da sua posição sobre o prato da balança.
Motivo: Se o material for magnético (ex.: ferro, aço, níquel, etc.) pode estar ocorrendo atração mútua com o prato da balança, criando forças que levam a uma medida errônea.
Medidas corretivas:
- Se possível, desmagnetize as amostras ferromagnéticas;
- Como as forças magnéticas diminuem com a distância, separar a amostra do prato usando um suporte não-magnético (ex: um béquer invertido ou um suporte de alumínio).
- Usar o gancho superior do prato da balança, se existir.
1.5.3.5 Gravitação
Efeito Observado: As pesagens variam de acordo com a latitude. Quanto mais próximo do equador maior a força centrífuga devido à rotação da Terra, que se contrapõe à força gravitacional. Desta forma, a força atuando sobre uma massa é maior nos pólos que no equador. As pesagens dependem também da altitude em relação ao nível do mar (mais exatamente, em relação ao centro da Terra). Quanto mais alto, menor a atração gravitacional, que decresce com o quadrado da distância.
Medidas corretivas:
- -Pesagens diferenciais ou comparativas ou de precisão, efetuadas em diferentes latitudes ou altitudes (ex.: no térreo e em outros andares de mesmo prédio) devem ser corrigidas.
2 VIDRARIAS
2.1 Calibração
A Vidraria deve ser verificada contra um padrão calibrado ou adquirido em laboratórios da Rede Brasileira de Calibração – RBC.
2.2 Limpeza e sanitização
De acordo com o manual de biossegurança da Escola Baiana de Medicina e Saúde Pública (1999): a vidraria deve ser autoclavada a 120°C por 20 minutos e postas para secar em estufa. A vidraria com tampa de poliestireno não deve ser submetida à temperatura acima de 50°C no forno, assim como os seguintes critérios podem também ser observados:
- Tubos de ensaio, frascos e pipetas contaminadas, após o uso imergí-los em solução de hipoclorito de sódio a 1% por, no mínimo, 12 horas;
- Vidraria suja com material aderente (Nujol, Percoll, Adjuvantes oleosos, etc.): Lavar em água de torneira e colocá-los em solução de Extran (detergente MercK) a 2% próximos a pia das salas dos laboratórios por um período mínimo de 04 horas;
- Vidrarias utilizadas com água ou soluções tampões sem proteínas: os frascos deverão ser lavados pelo próprio usuário, em água corrente e, em seguida, três vezes em água destilada, colocados para secar deixando-os emborcados sobre papel–toalha no laboratório, próximo a pia. Após secarem, deverão ser tampados com papel alumínio e guardados nos armários. Tubos e pipetas deverão ser processados como se estivessem contaminados.
1. PROTOCOLOS EXPERIMENTAIS (MÉTODOS LABORATORIAIS)
Os Critérios para a Habilitação de Laboratórios Analíticos em Saúde, segundo os Princípios da ISO/IEC 17025, Procedimento GGLAS 02/17025 Revisão 00 (BRASIL, 2001a), descreve que quando os métodos não forem especificados, o laboratório deve, quando possível, selecionar métodos que tenham sido publicados em padrões nacionais ou internacionais, aqueles publicados por organizações técnicas reconhecidas ou em textos ou jornais científicos relevantes.
As normas internacionais, regionais e nacionais ou outras especificações reconhecidas que contenham informações suficientes para a realização dos ensaios normalmente não precisam ser reescritas como procedimentos internos.
Antes de realizar qualquer tipo de experimento, o laboratório deve elaborar seus protocolos de pesquisa (modelo de acordo com o APÊNDICE B) e procedimentos operacionais padronizados de modo a assegurar que os mesmos sejam adequados para o uso pretendido, estejam de acordo com os requisitos especificados, baseando-se nas políticas de qualidade pré-estabelecidas. Deve haver uma evidência completa do cumprimento das boas práticas de laboratório, a partir da etapa na qual o processo, a amostra ou os materiais utilizados tenha influência crítica na qualidade do experimento realizado.
Segundo Barker (2002, p. 93), qualquer investigação, não interessa o quão experimental seja, deve ter um protocolo. Mesmo uma técnica montada pela primeira vez ou repetindo um procedimento feito comumente, isso deve ser feito de acordo com um protocolo escrito.
A elaboração de um protocolo pode evitar as perdas durante um experimento. A gestão de perdas ensina a olhar as diferenças existentes entre a condição ideal e a condição real em todos os ativos da organização.
No laboratório de ensino e pesquisa temos que ter clareza para identificar o que poderia provocar desperdícios nos experimentos. Portanto, com o protocolo devidamente elaborado, com o detalhamento de todos os processos envolvidos, podemos evitar as seguintes perdas:
1. Perda por falta de ajustes calibração; 2. Perda por pequenas paradas / ociosidade; 3. Perdas por defeito de equipamentos; 4. Perdas por falhas operacionais;
5. Perdas por desorganização no processo do experimento; 6. Perdas por desperdício de energia;
7. Perdas de rendimento;
8. Perdas por falta de programação e de procedimentos escritos; 9. Perda de animais;
10. Perda de amostras; 11. Perda de tempo.
Planejando bem os seus protocolos e realizando os procedimentos operacionais dos mesmos antes de começar um experimento, sabe-se exatamente o que será consumido, sobretudo no tocante ao uso de material importado. Com isso evita-se a perda de tempo com relação ao início e final dos experimentos.