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UTTALELSER TIL HØRINGSFORSLAGET

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1. INNLEDNING

8.6 Vedlegg 6 SAMMENFATTNING AV HØRINGSUTTALELSER

8.6.2 UTTALELSER TIL HØRINGSFORSLAGET

Programa de formação para os professores de línguas estrangeiras (2º e 3º ciclos do Departamento de Línguas) Representações e Práticas de Avaliação no Ensino de Línguas Estrangeiras

Documento orientador da 2ª sessão de formação 29 de Janeiro de 2009

Apresentação dos resultados do questionário relativos às:

Representações e percepção das práticas de auto-avaliação no ensino de línguas estrangeiras

Apresentação dos resultados da análise dos instrumentos de auto-avaliação

Objectivos:

Confrontar as inquiridas com os resultados do questionário Problematizar sobre os resultados obtidos

Completar dados do questionário

Partilhar representações pessoais de auto-avaliação Partilhar experiências de práticas de auto-avaliação

Apresentar os resultados da grelha de análise de instrumentos Reflectir sobre esses resultados

Partes da sessão de formação

1ª parte: Caracterização das participantes

Participantes Idade Situação

profissional Tempo de serviço

Habilitações

literárias Disciplina Nível de ensino Formação anterior na área de auto- avaliação 1 29 Professora

contratada 3 Licenciatura Inglês 2º Não

2 36 PQZP 11 Licenciatura Inglês 2º Não

3 41 PQE 18 Licenciatura Inglês 2º Não

4 47 PQE 22 Licenciatura Inglês 2º Não

5 42 PQZP 15 Licenciatura Fancês 3º Não

6 44 PQE 19 Licenciatura Francês 3º Não

7 45 PQE 20 Licenciatura Inglês 3º Sim

2ª parte: Reflexão sobre os resultados obtidos através do questionário e da análise dos instrumentos de auto-avaliação disponibilizados

Visionamento de uma apresentação em PowerPoint sobre os resultados obtidos através do questionário e da análise dos instrumentos de auto-avaliação, será fornecido o mesmo documento em suporte de papel às participantes.

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Confronto dos resultados e colocação de algumas questões orientadoras para a reflexão conjunta conforme serão apresentando os dados. No entanto, o seguimento destas questões ou mesmo a sua pertinência poderá sofrer alterações conforme o desenrolar da reflexão:

2.1. No que diz respeito às representações: 2.1.1 Finalidades da auto-avaliação

As respostas de concordância/concordância parcial que deram a estas afirmações relativas às finalidades da auto-avaliação mostram que vocês as valorizam. Qual a razão para esta situação?

Há um grande consenso no que diz respeito às afirmações 10, a auto-avaliação permite aos alunos verificar o grau de distanciamento entre os objectivos previstos e os resultados alcançados; 11, a auto-avaliação permite aos alunos identificar dificuldades de aprendizagem; 14, a auto-avaliação permite aos alunos adequar atitudes e comportamentos. Gostaria de saber porque é que valorizaram mais estes aspectos?

Pela discordância manifestada relativamente à afirmação 6, entendo que consideram que a auto-avaliação tem reflexos significativos no processo de aprendizagem dos alunos. Em que medida é que isso acontece?

Valorizaram também a possibilidade que a auto-avaliação proporciona aos alunos em reflectir sobre estratégias para ultrapassar as dificuldades e para identificar processos de aprendizagem. Podem esclarecer esta posição?

2.1.2 Atitudes e Valores

As respostas relativas à afirmação 4, mostram que consideram que os alunos, de uma forma geral, os alunos são honestos quando se auto-avaliam. Porquê? Há situações em que os alunos são desonestos? Quais serão os motivos?

Porque é que consideram existir uma ligação entre o desenvolvimento do espírito crítico e práticas de auto-avaliação? Como é que esse desenvolvimento se torna visível?

2.1.3 Capacitação dos alunos

Há grande concordância quanto à afirmação que a auto-avaliação permite ao aluno desenvolver a capacidade de reflexão e avaliação. Poderiam explicar esta posição?

Concordam que a auto-avaliação permite aos alunos desenvolver a capacidade de gerir a própria aprendizagem. Como é que permite desenvolver? Como é que verificam, em que se baseiam?

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De uma forma geral, concordam que os alunos têm dificuldades em fazer a sua auto- avaliação. Qual será o motivo ou os motivos para essas dificuldades? Essas dificuldades relacionam-se com quê?

Consideram haver alguma relação entre a capacidade de auto-avaliação e o aproveitamento dos alunos. De que modo é eu isso se manifesta?

Consideram que os alunos com melhor aproveitamento são capazes de fazer uma auto- avaliação mais correcta? Porque motivo?

Porque é que, na vossa opinião, os alunos com dificuldades na aprendizagem também revelam dificuldades na auto-avaliação?

Por um lado, consideram que os alunos têm dificuldades em fazer a sua auto-avaliação, por outro consideram que os alunos são, de uma forma geral, honestos quando se auto- avaliam. Como explicam estas posições?

2.1.4 Autoridade do professor/ Função certificativa

Não consideram haver diminuição de autoridade do professor através da partilha da avaliação. Porquê?

A maioria considerou que a auto-avaliação permite a confirmação do nível a atribuir ao aluno. Porque é que consideram esta função importante?

A auto-avaliação interfere com a avaliação feita pelo professor? Em que medida? A avaliação é feita em colaboração com o professor? Porquê/porque não?

Qual o motivo para a auto-avaliação se tornar relevante no final do período?

2.2 No que concerne à percepção das práticas: 2.2.1 Competência de comunicação

Verifica-se um enfoque acentuado da auto-avaliação no conhecimento do aluno sobre a componente do funcionamento da língua e capacidade do uso da língua em contextos diversificados de comunicação. Qual a razão da incidência nestas sub-dimensões desta competência?

A auto-avaliação sobre o conhecimento intercultural dos alunos, sobre a capacidade de resolução de problemas comunicativos e sobre atitudes e valores do aluno face à cultura alvo não é prática frequente e um número significativo de professoras não as promove. Como é que se explica esta situação? Quais as razões que levam a esta opção?

O momento da implementação da auto-avaliação foi sinalizado maioritariamente no final da unidade. Porquê nesta altura?

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2.2.2 Competência de aprendizagem

Mas há uma incidência significativa na auto-avaliação sobre progressos e resultados de aprendizagem e sobre atitudes e comportamentos dos alunos por outro. Quais as razões que levam a centrar a auto-avaliação nestes aspectos?

Um número significativo assinalou não implementar práticas de auto-avaliação com enfoque na planificação das actividades a desenvolver. Porque é que isso acontece?

3. Relativamente à análise dos documentos facultados

Um número muito significativo assinalou promover práticas de auto-avaliação sobre dúvidas e dificuldades de aprendizagem dos alunos, valorizaram também este aspecto enquanto finalidade da auto-avaliação. No entanto, nos instrumentos de auto-avaliação facultados só existem 4 que têm itens que focam este aspecto? Porque é que isso acontece?

O momento da implementação da auto-avaliação foi sinalizado maioritariamente no final da unidade. Contudo, os instrumentos analisados são aplicados maioritariamente no final de período? Porquê?

Quais os constrangimentos que impedem uma implementação mais regular de actividades de auto-avaliação?

Muitos dos instrumentos fornecidos solicitam que o aluno se atribua uma “nota”, isto é, um número muito significativo solicita a auto-classificação do aluno? Qual é o motivo?

Quais as razões que levam a não implementar práticas de auto-avaliação sobre as seguintes dimensões da competência de comunicação: conhecimento intercultural do aluno, atitudes e valores face à língua alvo e capacidade de resolução de problemas comunicativos?

Quais as razões que levam a não implementar práticas de auto-avaliação sobre as seguintes dimensões da competência de aprendizagem: planificação das actividades, identificação das finalidades da tarefa a executar?

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