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VANNTANK I FORERROM

In document • Periodisk Vedlikehold (sider 55-65)

KLARINGER I BOGGI/SIDEBÆRING

1.07 VANNTANK I FORERROM

Considero impossível conhecer as partes sem conhecer o todo, assim como conhecer o todo sem conhecer as partes. (Pascal)

Quando se deu a compra do terreno com a doação dos Maristas, tudo em volta era só mato, uma casa de lavrador ali, outra acolá. Três mais próximas, cerca de 100, 200 e 300 metros de distância e depois algumas casas mais afastadas, até chegar ao povoado mais próximo, Chã de Lindolfo, que fica, aproximadamente, a um quilômetro e meio de distância da Escola, onde habita cerca de 340 famílias.

A escolha do local foi pela proximidade com o terreno do Carmelo. Assim, ficava mais fácil a relação entre a Escola e as monjas.

58 Cercada por muros baixos, para impedir a circulação de animais nos seus espaços, ao se deparar de frente com a escola, se avista logo seu nome, em letras ornamentais, desenhadas na fonte “Cloister Black” e, ao lado, seu símbolo, um livro aberto, com as iniciais “E. N. S. C.”, escritas em suas páginas e, na parte superior do livro, agregado a ele, a cruz carmelita com suas três estrelas, simbolizando o vínculo com o Carmelo, bem como a proposta de educar o ser humano como um todo.

Ao abrir o portão de entrada da Escola, nos deparamos com um pequeno jardim, dividido por uma alameda, até chegar ao próximo portão, que dá entrada para os espaços internos. Nesse jardim, dividido pela passagem em dois lados, pequenos bancos, onde os alunos costumam sentar na chegada, saída e horários de intervalos, para bate-papos e descontrações e, ao fundo do lado direito de quem entra, os mastros, para hasteamento das bandeiras.

Ao adentrarmos no segundo portão, nos encontramos num hall, onde, do lado esquerdo, estamos diante de duas pequenas salas, medindo em torno de quatro metros quadrados cada, destinas à coordenação e à direção; do lado direito, fica a secretaria, com a dimensão equivalente às duas salas opostas.

Como seguimento do hall, um enorme pátio coberto, arrodeado de salas. O olhar mirante à frente, se depara com um pensamento de Santo Agostinho, em letras emborrachadas, pregadas na parede, formando um desenho de um pergaminho, que chama a atenção de quem chega, onde está escrito: “Senhor, ensina-me o que tenho de ensinar; ensina- me o que ainda tenho de aprender; ensina-me a conhecer tua vontade e sabedoria.” No pátio, nos deparamos, no lado esquerdo, com um mural, fixado na parede, onde encontramos o calendário escolar e de atividades, avisos, comunicados, convites e prestação de contas. Mas adiante, definido por fita adesiva colorida delineando um retângulo na parede, um painel de acompanhamento, onde encontramos os resultados bimestrais das metas pedagógicas (relacionadas à aprendizagem) e operacionais (presença de pais na Escola, frequência nas aulas, de alunos e professores, bem como a realização das atividades enviadas para casa). Do outro lado da parede, um extenso cordão fixado nas duas extremidades, onde se encontra a socialização de pesquisas, trabalhos grupais, cartazes e desenhos.

São dez salas ao redor do pátio, quatro de cada lado e duas ao fundo. Percorrendo as salas do lado direito do pátio nos deparamos com as duas primeiras destinadas à Educação Infantil, a terceira ao 2º ano e 9º ano, a quarta ao 1º ano e na última sala deste lado encontramos a sala de leitura. Das cinco salas do lado esquerdo, três são destinadas ao

59 restante do funcionamento do fundamental I e II (3º/6º, 4º/7º e 5º/8º anos), uma ao telecentro e a outra restante, fazendo lateral com a sala de leitura, o almoxarifado. No meio do pátio, entre as salas ficam os banheiros; do lado esquerdo, o feminino, do lado oposto, o masculino, com estruturas iguais. Ao abrirmos a porta do banheiro, nos deparamos com dois espaços destinados aos alunos da educação infantil e dois aos maiores e um chuveiro, bem como duas pias de mãos, uma pequenina e baixa e outra maior e mais alta, bem como espelhos e lindos desenhos emborrachados fixados nas paredes. Uma coisa chama a atenção de quem neles entram: muito limpos, as paredes e portas sem riscos, nem rabiscos, sem papéis fora do cesto e sem depreciação dos vasos e pias.

Em anexo ao pátio, seguindo um corredor central, ligando o pátio ao restante da Escola, novamente nos deparamos com outro jardim, dividido ao meio pela rampa que dá acesso à sala dos professores, ao refeitório e à cozinha. Um jardim pensado para os dois públicos da Escola; de um lado, um ambiente para os maiores, com bancos e, ao fundo, uma gruta com a imagem da santa que leva o nome da Escola; do outro lado, um ambiente pensado para os pequeninos: em um canto, uma pequena casa em madeira mobiliada, mais à frente um pequeno poço, mais adiante uma pequena mina e, distribuídos nesse meio, nos encantam a branca de neve e os sete anões, de cimento e tamanhos medianos, bem como alguns animaizinhos e plantas ornamentais, constituindo um lindo espaço para as crianças brincarem.

Por fim, fechando todo o espaço escolar, na ponta do jardim da branca de neve tem um portão, que leva ao parquinho e ao minicampo, onde as crianças brincam nos intervalos, onde acontecem os campeonatos, os jogos e as brincadeiras.

Toda a estrutura física da Escola encontra-se ajustada para o deficiente físico.

Com sua frente para o poente, possibilita a contemplação do por do sol, sempre nos finais da tarde, como uma despedida suave e um desejo de se reencontrar no dia seguinte.

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