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In document SØLNA KRAFTVERK ALVDAL KOMMUNE (sider 45-49)

Em r e la ção à mulhe r , houve vár ia s muda nça s . Nos Es ta dos Unidos , 8 4 por cento da for ça de tr abalho fe minina e s tá conce ntr ada nos s e tor e s de infor mação e se rviços. No mundo ocidental, de metade a dois te rços das novas empresas pertencem a mulhe re s , e elas ocupam 40 por cento dos cargos executivos, de administração e gerenciamento.

Em hierarquias masculinas tradicionais, a mulhe r ainda te m que lutar para s ubir. Algumas mulhe re s , como já vimos , ne m fazem que s tão desses pos tos . Na maioria dos sistemas de gove rno, me nos de cinco por cento dos políticos s ão mulhe re s . Se você é mulh e r e t r abalha s ob hie rarquia tradicionalme nte mas culina, te m dois caminhos para o sucesso: desistir e procurar um emprego em que as mulheres s e jam tratadas com imparcialidade ou se comportar de modo mais mas culino. A masculinidade ainda abre portas . Es tudos confir mam que a mulhe r com um estilo de roupa mais masculino te m maiores chances de ser contratada para um cargo de che fia do que outra ve s tida de modo mais fe minino - ainda que a responsável pela decisão s e ja uma mulhe r . Qua ndo o e nt r e vis t a do r é um ho me m, cos tuma preferir as candidatas que não usem perfume.

A FEMINILIZAÇÃO DOS NEGÓCIOS

Caracte rís ticas e valores masculinos s ão largamente responsáveis por le var as pe s s oas ao alto da e s cada, mas os valor e s fe mininos e s tão s e tor nando o único modo de se equilibrar lá.

Tradicionalmente as empresas tê m sido controladas por uma hierarquia masculina em que há um líder cujo lema é "faça o que e u digo, s e não...". Es s a s empresas e s tão se tor na ndo r a r ida de , a s s im c omo o va le ntão da e s c ola , que te ve s e u pe ríodo de s uce s s o no te mpo e m que a mas s a mus cular e ra mais importante do que a mas s a cinzenta, e que hoje e s tá completamente fora de moda. Qualque r pessoa que queira chegar ao topo te m que conhecer as prioridades mas culinas , mas o s is te ma de valore s fe mininos funciona muito me lhor quando s e trata de faze r

as coisas funcionare m com e ficiência, harmonia e , portanto, suce sso.

Nos mais altos escalões, a ênfas e em valores masculinos leva a lutas inte r nas pe lo pode r . Quando não há acor do, a te ndência é s e guir "cada um por s i", eliminando o espírito de equipe.

Os valores fe mininos , ao contrário, e s timulam o trabalho de equipe, a colaboração e a interdependência, que s e adaptam me lhor aos r e cur s os humanos e à e s tr a té gia da or ga niza ção. Não que r o dize r c om is s o que os home ns de va m s e r fe mininos ne m as mulheres mas culinas , mas que home ns e mulheres pre cis am aprender a colaborar mutuame nte , aprendendo de que forma a contribuição específica de cada um pode harmonizar - se para o bem da organização.

FINALMENT E...

O relacionamento home m/mulher funciona, apesar das enormes diferenças entre eles. Bo a p a r t e d o c r é d it o d e s t e sucesso vai para a mulhe r, que pos s ui a habilidade necessária para adminis trar o relacionamento e a família. Ela te m a capacidade de pe r ce be r o que s e e s conde por tr ás de palavras e atitude s , pre ve r o que e s tá por vir e agir antes que o pr oble ma s e a gr a ve . Só is s o s e r ia s ufic ie nte para fa ze r do nos s o mundo um luga r be m ma is s e gur o, c a s o ma is na çõe s fos s e m gove r nadas por mulhe r e s . O home m e s tá mais pr e par ado par a pe r s e guir e abate r a caça, e ncontrar o caminho de volta para casa, olhar o fogo e procriar. Precisa aprender novos métodos de sobrevivência no mundo mode rno, como fazem as mulheres.

O re lacioname nto fica difícil quando home m e mulhe r não re conhe ce m que s ão biologicamente diferentes e cada um quer que o outro atenda suas expectativas.

É um r is c o c r ia r mos me ninos e me nina s de modos idê ntic os , e ns ina ndo que s ão iguais e têm as me s mas capacidade s . Cre s ce rão s e m a cons ciência de que cada s e r huma no é únic o e de que de ve s e r obje to de uma de s cobe rta pe rmane nte . E de que há diferenças determinadas por questões biológicas e s truturando home ns e mulhe r e s e m for mas de s e r dis tintas . Então, de pois de adultos , s e cas am. E um dia a c or da m de ma nhã e de s c obr e m que não tê m na da a ve r c om a pe s s oa que e s tá a seu lado. Não há dúvida de que os r e lacioname ntos e cas ame ntos e ntr e os jove ns de hoje vão de mal a pior. Qua lque r teoria que ins is ta na unifor mida de s e x ua l é muito perigosa porque exige o me s mo comportame nto de pessoas com circuitos cerebrais completamente dife r e nte s . A boa notíc ia é : a o e nte nde r a or ige m de s s a s diferenças, fica mais fácil convive r, adminis trar, apreciar e até gos tar das diferenças entre os sexos. Prever os conflitos que as diferenças pode m causar ajuda a prevenir e resolver, quando elas se evidenciam.

A cada dia, exames detalhados do cére bro nos trazem novas e excitantes descobertas sobre o seu funcioname nto e explicam muitas coisas. A garota que te m anorexia se olha no espelho e vê uma image m gorda, obesa. É u m t ip o de dis torção da realidade. O dr. Bryan Las k, do London's Gre at Or mond Stre e t Hospital, mape ou o c é r e br o de jove ns a nor é tic a s e m 1 9 9 8 e de s c obr iu que qua s e todas tinham o fluxo de sangue reduzido na parte que controla a vis ão. Es te é

apenas um do s muito s e s t udos que vê m de s ve nda ndo o que a c onte c e no c é r e br o quando as coisas desandam.

Cie ntis tas de toda parte tê m apresentado sólidas evidências de que a bioquímica é responsável, ainda no úte ro, pelo direcionamento da e s trutura do cére bro e, c omo c ons e qüê nc ia , das nos s a s pr e fe r ê nc ia s . Ma s nós não pr e c is a mos gas tar milhõe s de dólares em equipamentos para perceber que os home ns não e s cutam e as mulheres não entendem mapas . Os e quipa me ntos s ó explicam por quê.

Ao escrever este livro, trouxemos dados que seu subconsciente provave lme nte já conhe cia. Só que você não tinha parado para pe nsar no assunto.

É incrível que , começando o s éculo XXI, as escolas ainda não te nham incluído nos currículos o e s tudo do relacionamento home m/mulhe r. Pre fe re m mos trar ratos e m labirintos e cachorros s alivando quando toca um s ino. A ciência é lenta, e os resultados demoram a chegar às escolas.

In document SØLNA KRAFTVERK ALVDAL KOMMUNE (sider 45-49)