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In document SØLNA KRAFTVERK ALVDAL KOMMUNE (sider 34-40)

nunca precisaria tanto se não tivesse casado.

Qual é a va nta g e m do c a s a me nto pa r a o ho me m? Em te r mo s de e vo lução , apare nte me nte ne nhuma. O home m é como o galo, te m ne ce s s idade de e s palhar ao máximo e com a maior fre qüência suas sementes ge néticas . Apesar dis s o, a maioria dos home ns ainda se casa e, qua ndo s e divor c ia , tor na a c a s a r ou vive r com outra mulhe r.

A s e guinte pe r gunta foi fe ita a vár ios home ns : "O que o c a s a me nto lhe tr a z de bom?" A maior parte de le s re s mungou qualque r cois a s obre te r um lugar s e guro e confor táve l par a vive r , comida e r oupa be m pas s ada. Bas icame nte , que r iam uma mis tura de mãe com empregada domés tica. Apenas 22 por cento deles cons ide ravam a companhe ira como s ua me lhor amiga. Em ge ral, o me lhor amigo de um h o m em é outr o home m, já que os dois s e e nte nde m qua nto a os pr oc e s s os de pensamento.

Ao ouvir a pe rgunta "Que m é s e u me lhor amigo?", 86 por ce nto das mulhe re s apontaram outra mulhe r, ou s e ja, alguém com e s trutura ce re bral s imilar.

Muitos home ns , ao assinar a certidão de cas ame nto, pensam estar dando início a uma e ra de s e xo a qualque r hora. Só que is s o nunca é dis cutido ante s , e as mulhe r e s não pe ns am do me s mo modo. Pe s quis as r e ve lam, por ém, que os home ns

casados fa ze m ma is s e x o que os s olte ir os , s e ndo que os pr ime ir os , e ntr e 25 e 50 anos , alcançam a média de três vezes por s e mana. A média dos solteiros é de me nos de uma ve z por s e ma na . Em 1 9 9 7 , foi fe ita na Aus tr ália uma pe s quis a que concluiu: 21 por cento dos home ns solteiros não tinham feito sexo uma s ó vez dur ante o ano, as s im como tr ês por ce nto dos cas ados . Confor me já vimos , s e x o é ótimo pa r a a s a úde . Os home ns s olte ir os ou viúvos de ve m por ta nto vive r me nos , e m média, que os casados.

POR QUE AS MULHERES PRECISAM DE MONOGAMIA?

Embora o cas ame nto, do ponto de vis ta legal, tenha se tornado um "tigre desdentado" nas sociedades ocidentais, ele ainda é o s onho da maioria das mulhe re s . Noventa e um por cento das pessoas se cas am. Para a mulhe r, o casamento é uma de mons tração pública de que ela é "especial" para um certo home m, que pre te nde te r com e la um re lacioname nto monogâmico, além de lhe dar segurança. A sensação de ser "especial" te m um efeito s ignificativo s obr e a ação química do cére bro fe minino. Es te fato foi comprovado por pesquisas que apontaram que a mulher te m de duas a três vezes mais orgas mos nos relacionamentos monogâmic os e de qua tr o a c inc o ve ze s ma is qua ndo fa z s e x o na cama do casal.

Corre entre os mais velhos a crença de que os jove ns consideram o casamento uma ins tituição supe rada. Em 1998, foram entrevistados 2.344 estudantes unive rs itários de 18 a 23 anos , metade rapazes, metade moças , e se pôde ve r que não é be m as s im. Entre e las , 84 por ce nto, e e ntre e le s , 70 por ce nto afirmaram que pre te nde m s e cas ar algum dia. Some nte cinco por ce nto dos rapazes e dois por cento das moças achavam o casamento ultrapassado.

Para 92 por cento das pessoas de ambos os sexos, a amizade é mais impor tante que o r e lacioname nto s e x ual. A idéia de um cas ame nto par a o r e s to da vida a gr a da a 8 6 por c e nto da s mulhe r e s e a 75 por ce nto dos home ns . Ape nas 35 por cento dos casais dize m que os r e la c iona me ntos de hoje e m dia s ão me lhor e s que os da geração ante rior. A fidelidade é muito importante para as mulhe re s , s e ndo que , e ntr e as de me nos de 30 anos , 44 por ce nto afir mar am que te rminariam o relacionamento se descobrissem uma traição. Esse índice desce para 32 por cento entre as de 3 0 a 3 9 a nos . A pa r tir dos 4 0 a nos , a pe r c e nta ge m c he ga a 2 8 por c e nto e c a i pa r a 1 1 por c e nto e ntr e a s de ma is de 6 0 . Da í s e c onc lui: qua nto mais jove m a mulhe r , mais intole r ante com o home m que "pula a ce r ca", e maior a impor tância da monogamia e m s ua e s cala de valor e s . É pos s íve l também que , par a os cas ados há mais te mpo, haja raíze s no re lacioname nto que re lativize m o impacto de uma infidelidade.

É e s s a dife r e nça que os home ns cus tam a e nte nde r . A maior ia acha que uma ave ntura pas s age ir a não inte r fe r e no r e lacioname nto. Par a e le s , s e x o é uma cois a, amor é outr a. Mas , par a as mulhe r e s , amor e s e xo e s tão inte r ligados . Um e ncontr o sexual c om outr a mulhe r pode s e r cons ide r ado uma tr aição impe r doáve l e um bom motivo para dar por te rminado o re lacioname nto.

P OR QUE OS HOMENS EVIT AM COMP ROMISSOS?

O home m c a s a do ou que te m um r e la c iona me nto e s táve l s e mpr e s onha e m segredo com o festival de sexo e divertime nto que os solteiros aprove itam. Imagina as fe s tas , as ave ntur as , a libe r dade e banhe ir as che ias de lindas mulhe r e s peladas. Tem me do de e s ta r pe r de ndo opor tunida de s que não volta m ma is . Ainda que , quando s olte ir o, nunca houve s s e tido e s s as opor tunidades. Es que ce as noite s que pas s ou s ozinho jantando comida e nlatada fria, os foras que le vou na fre nte dos amigos e os longos je juns de s e xo. Mas não cons e gue e vitar a ligação que faz e ntre compromisso e oportunidades perdidas.

In document SØLNA KRAFTVERK ALVDAL KOMMUNE (sider 34-40)