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Vangsnes (2006) and the complexity constraint on non-V2 . 37

3.2 Previous research on wh-questions

3.2.5 Vangsnes (2006) and the complexity constraint on non-V2 . 37

Este dispositivo de avaliação divide-se em seis parâmetros, referentes à área de Matemática.

O primeiro parâmetro refere-se à identificação da unidade de volume, em que os alunos tinham de identificar o volume, utilizando a unidade de volume dada, de várias peças do material estruturado Cuisenaire.

O parâmetro seguinte designa-se por, aplicação da soma com unidades de volume, ou seja, após descobrirem o volume de cada peça, tinham de calcular o volume da construção, mais uma vez na unidade de volume indicada.

A interpretação é o terceiro parâmetro deste dispositivo de avaliação, sendo que avalia a capacidade de interpretar um determinado pedido, neste caso a construção de um sólido com volume equivalente.

O parâmetro seguinte refere-se à capacidade de expressão, em que os alunos tinham de explicar o seu raciocínio utilizando uma das duas formas pedidas.

A caligrafia está referida no quinto parâmetro em que avaliarei se os alunos têm uma caligrafia legível ou pouco legível.

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apresentação do mesmo na sua folha.

No quadro 20 apresentam-se os parâmetros, critérios de avaliação e as respetivas cotações.

Quadro 20 – Cotações atribuídas aos critérios definidos na atividade de Matemática.

Parâmetros Critérios de avaliação Cotações Cotações Finais

Identificação da unidade de volume

Identifica o volume de todas as

peças 2

2 Identifica o volume de duas peças 1,5

Identifica o volume de uma peça 1

Resposta incorreta 0

Aplicação da soma como unidades de volume

Aplicou a soma com as unidades

de volume de três peças 1,5

1,5 Aplicou a soma com as unidades

de volume de duas peças 1 Aplicou a soma com as unidades

de volume de uma peça 0,5

Resposta incorreta 0

Interpretação Interpreta corretamente 2

2 Interpreta incorretamente 0

Capacidade de expressão Expressou com cálculos ou

palavras corretamente 2,5

2,5 Expressou de outra forma

corretamente 1,5

Expressou incorretamente 0 Caligrafia Apresentou uma caligrafia legível 1

1 Apresentou uma caligrafia pouco

legível 0,5

Organização Utiliza uma organização do

raciocínio 1

1 Não utiliza uma organização do

raciocínio 0,5

174 3.5.3. Grelha de avaliação

No quadro 21 apresenta-se a grelha de avaliação do 4.º ano de escolaridade.

Alunos/ Parâmetros Identificação da unidade e volume 2. Aplicação da soma com unidades de volume Interpretação Capacidade de Expressão Caligrafia Organização Total 1 2 1,5 0 2,5 1 1 8 2 2 1,5 0 2,5 1 0,5 7,5 3 2 1,5 0 2,5 1 0,5 7,5 4 2 1,5 0 2,5 1 0,5 7,5 5 2 1,5 0 2,5 1 0,5 7,5 6 2 1,5 0 2,5 1 1 8 7 2 1,5 0 2,5 1 0,5 7,5 8 2 1,5 0 0 1 0,5 5 9 2 1,5 0 0 1 0,5 5 10 2 1,5 0 2,5 1 0,5 7,5 11 2 1,5 0 0 1 0,5 5 12 2 1,5 0 2,5 1 0,5 7,5 13 2 1,5 0 2,5 0,5 0,5 7 14 2 1,5 0 2,5 1 1 8 15 2 1,5 0 2,5 1 0,5 7,5 16 2 1,5 0 2,5 1 1 8 17 2 1,5 0 0 1 1 5,5 18 2 1,5 0 2,5 1 0,5 7,5 19 2 1,5 0 2,5 1 1 8 20 2 1,5 0 0 1 0,5 5 21 0 1,5 0 2,5 1 0,5 5,5 22 0 0 0 2,5 0,5 0,5 3,5 23 2 1,5 0 0 1 0,5 5 24 2 1,5 0 0 1 0,5 5 25 2 1,5 0 2,5 0,5 0,5 7 26 2 1,5 0 0 1 0,5 5 Média ≈1 0 ≈2 ≈1 ≈1 ≈7

175 3.5.4. Descrição da grelha

Este dispositivo de avaliação foi feito para vinte e seis alunos, com idades compreendidas entre os nove e os dez anos. O primeiro parâmetro, identificação da unidade de volume, tinha a cotação máxima de dois a cotação máxima foi atribuída a vinte e quatro alunos. Os restantes dois tiveram a cotação mínima: zero.

O segundo parâmetro, relativo à aplicação da soma como unidades de volume, foi atribuída a cotação máxima, um valor e meio a vinte cinco dos alunos. Apenas um aluno teve a cotação mínima de zero valores.

O parâmetro seguinte, interpretação, foi o único em que todos os alunos tiveram a cotação mínima de zero. O parâmetro relativo à capacidade de expressão teve dezoito alunos com a cotação de dois e meio, cotação máxima. Os restantes oito alunos tiveram a cotação mínima, zero.

O penúltimo parâmetro, designado por caligrafia, teve vinte e três alunos com a cotação máxima de um e três alunos com a cotação mínima de cinco décimas de um.

No último parâmetro, relativo à organização do raciocínio dos alunos, as cotações foram mais baixas. Vinte alunos tiveram a cotação mínima de cinco décimas de um e, apenas seis alunos tiveram a cotação máxima, um.

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3.5.5. Apresentação dos resultados em gráfico circular

Na figura 5 apresenta-se o gráfico circular.

3.5.6.

Figura 5 Gráfico alusivo aos resultados da avaliação da atividade da área de Matemática.

3.5.6. Análise do gráfico

A partir da observação do gráfico podemos concluir que 4 % dos alunos tiveram classificação de insuficiente. Quanto à classificação de suficiente a percentagem é de trinta e cinco. Mais de metade da turma, 61%, obteve a classificação de bom. Não houve nenhum aluno com a cotação máxima de muito bom, nem com a cotação mínima de fraco.

0% 4% 35% 61% 0%

Análise do Gráfico

Fraco Insuficiente Suficiente Bom Muito Bom

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180 1. Considerações Finais

Durante o estágio que decorreu ao longo de quase cinco anos foi possível fazer uma excelente formação. Nesta Escola, alia-se a parte teórica com a parte prática para a formação de professores. Day (2001) defende que “o sentido do desenvolvimento profissional dos professores depende das suas vidas pessoais e profissionais e das políticas e contextos escolares nos quais realizam a sua actividade” (p.15).

A escola tem um papel fundamental na formação inicial e progressiva dos docentes sendo que, é nesta, que se dão os primeiros passos na formação profissional.

O estágio profissional constitui uma das unidades curriculares durante toda a formação. No mestrado, esta unidade continha um total de 12 horas semanais, as quais, consistiam na observação de aulas lecionadas pelas professoras assim como, aulas lecionadas por nós.

A formação deve ser contínua e intensiva e é, neste sentido que o autor acima referido explica que este tipo de formação “tem como objetivo proporcionar uma aprendizagem intensiva (…)” (p.204). Alarcão e Roldão (2008) defendem também que o “contacto privilegiado com a realidade da prática docente apresenta-se como provocador de questionamentos e pesquisas, mobilizador do saber (…)” (p.28).

O estágio não seria possível sem a equipa de supervisão pedagógica. Esta equipa esteve sempre presente durante a formação, ajudando em todo o processo de ensino/aprendizagem, necessários à formação.

A realização de reuniões com a supervisão das professoras são fundamentais para o desenvolvimento do docente, tanto pessoal como profissional. Segundo Alarcão e Roldão (2008) o supervisor é “alguém que se preocupa em ajudar a crescer como professor, alguém que proporciona aos seus alunos ambientes formativos estimuladores de um saber didáctico, alguém que sabe abanar quando é preciso, (…)” (p.54).

Considero, assim, que a supervisão é um processo de orientação que nos apoia durante a nossa formação e que nos ajuda a crescer enquanto pessoas e profissionais.

Durante o estágio foi possível fazer uma aprendizagem baseada na experimentação e na reflexão, essencial na formação da prática letiva futura.

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bem como nos valores e contextos sociais em que estes são expressos” (p.83).

O facto de existir um feedback da nossa prestação do estágio ajuda a melhorar a nossa postura e formação. Segundo o autor acima referido, os “processos de aprendizagem que não só desafiam as competências emocionais e cognitivas dos professores, como também os valores pessoais e profissionais (…)” (p.83), permitindo-nos um progressivo melhoramento da nossa prática.

Em suma, os estagiários, segundo Alarcão e Roldão (2008) “valorizam o contacto com as escolas, com os professores, como os artefactos que estes utilizam” (p.27) e foi essa a minha realidade, em termos de formação pedagógica.

Desta forma, torna-se essencial um contacto regular com o ensino, em que este contacto é fundamental para o crescimento pessoal e profissional. Como defende Zeichner (1993) “o processo de aprender a ensinar se prolonga durante toda a carreira do professor” (p.17), por isso este foi dos percursos da minha aprendizagem.

2. Limitações

Durante a elaboração deste relatório deparei-me com algumas limitações. Estas não foram mais do que obstáculos necessários a ultrapassar para um crescimento pessoal e profissional.

Começo por descrever a maior limitação, e para mim a mais importante, com que me deparei. Na elaboração do relatório é necessário rigor em relação à atualidade científica e algumas vezes não encontrei alguns livros atuais, na biblioteca da escola. Procurei assim, outras fontes e às vezes foi difícil conciliar horários.

Outra limitação, que senti foi a minha falta de organização, perante o tempo disponível para a elaboração do presente relatório. Esta situação não foi mais do que uma lição aprendida que obtive para não repetir em futuros trabalhos.

Penso que teria sido benéfico que o estágio decorresse durante um dia inteiro e não somente nas manhãs pois, determinadas áreas, não puderam ser observadas, eu gostaria de ter estado presente.

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Hoje em dia vivemos numa sociedade em constante mudança. Sendo a educação, uma ciência social é necessário estar em permanente formação para acompanhar as mudanças que possam surgir.

Uma das pesquisas futuras que gostaria de fazer, na área de educação, é em Supervisão Pedagógica. Como complemento à minha formação profissional, realizar um mestrado nessa área será um prazer, pois é uma temática que me fascina e que proporcionará ferramentas. Poderei utilizar na prática profissional e alicerçar melhor as bases que me foram transmitidas durante toda a formação inicial na Escola Superior de Educação João de Deus.

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 Abbagnano, N. e Visalberghi, A. (1981). História da pedagogia II. Lisboa: Livros Horizonte.

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 Aguera, I. (2008). Brincar e aprender na primeira infância: actividades, rimas e brincadeiras para a educação de infância. Lisboa: Papa-letras.

 Alarcão, I. (1996). Formação reflexiva de professores estratégias de supervisão. Porto: Porto Editora.

 Alarcão, I. (org.) (2000). Escola reflexiva e supervisão uma escola em desenvolvimento e aprendizagem. Porto: Porto Editora.

 Alarcão, I. e Tavares, J. (2003). Supervisão da prática pedagógica. Uma perspectiva de desenvolvimento e aprendizagem. Coimbra: Livraria Almedina.

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