• No results found

Ultrasonic Evaluation Tools

In document Cement bond evaluation (sider 31-35)

Os principais instrumentos derivativos utilizados pelas empresas não-financeiras referem-se aos derivativos lineares, como por exemplo, swaps, termos e futuros. Algumas empresas também utilizam os contratos de opções que representam

0 2 4 6 8 10 12 14

Simulações através de planilhas internas Simulações através de sistemas

de precificação adquiridos de vendors

Contratação de consultores Levantamento de cotações

EAESP/FGV/NPP - NÚCLEODEPESQUISAS EPUBLICAÇÕES 42/62

RE L A T Ó R I O D E PE S Q U I S A Nº 6 3 / 2 0 0 1

derivativos não-lineares, devido à assimetria de direitos e deveres destes instrumentos.

Apenas uma empresa afirmou utilizar opções sobre taxa de juros. Em contrapartida, nove empresas utilizam derivativos sobre taxa de câmbio. Esta discrepância com relação ao tipo de ativo-objeto da opção pode ser decorrente de vários fatores, como por exemplo, maior necessidade de hedge de taxa de câmbio, maior oferta de derivativos de taxa de câmbio, dificuldade de precificação de derivativos de taxa de juros etc.

As opções de taxa de câmbio mais utilizadas são do tipo americano e do tipo europeu, em sua maioria. Algumas empresas relatam que realizam também operações com derivativos mais exóticos, como por exemplo, opções de barreira sobre a taxa de câmbio.

Com relação ao entendimento das operações com derivativos, os resultados sugerem um adequado nível de conscientização da alta administração da empresa. Cerca de 83% das respostas indicaram que a alta administração detinha entendimento médio ou ótimo sobre as características e dos riscos envolvidos no uso de contratos derivativos.

A figura a seguir sumariza os resultados sobre o nível de conhecimento, da alta administração, a respeito dos derivativos.

EAESP/FGV/NPP - NÚCLEODEPESQUISAS EPUBLICAÇÕES 43/62

RE L A T Ó R I O D E PE S Q U I S A Nº 6 3 / 2 0 0 1

Gráfico 13

Entendimento da Alta Administração sobre o Uso de Derivativos (número de respostas)

Quanto à qualidade de explicação do dealer sobre as operações de balcão com derivativos para as empresas, os executivos financeiros classificaram-na na maioria das vezes como adequada. Pode-se concluir que as empresas estão satisfeitas com as explicações e argumentos que as instituições financeiras apresentam no processo de negociação com derivativos.

No processo de escolha do dealer, a pesquisa identifica que o preço competitivo do derivativo é o principal aspecto na tomada de decisão, independentemente do prazo da operação com o derivativo. Os resultados também mostram uma preocupação no estabelecimento de contra-partes com grande reputação, diminuindo desta maneira, o risco de crédito das operações. Além disso, quanto maior a maturidade do contrato de derivativo, maior a preocupação das empresas em dealers que possibilitem operações com flexibilidade e, por conseguinte, permitindo maior adequação a necessidades específicas. 6 8 3 Ótimo Médio Baixo

EAESP/FGV/NPP - NÚCLEODEPESQUISAS EPUBLICAÇÕES 44/62

RE L A T Ó R I O D E PE S Q U I S A Nº 6 3 / 2 0 0 1

Gráfico 14

Explicação do Dealer sobre as Operações com Derivativos (número de respostas)

Tabela 14

Aspectos Relevantes no Processo de Escolha do Dealer de Derivativos (número de respostas)

Finalmente, foram investigados, dentre as empresas que somente operam derivativos em mercado de balcão, os principais motivos para as empresas não utilizarem o mercado de bolsa para transacionarem derivativos. Estes resultados podem servir de base para a BM&F aprimorar seus produtos e serviços para adequar às necessidades dos clientes. 1 1 14 1 Inadequada Pouco adequada Adequada Excelente Aspecto

menos de 3 meses de 3 a seis meses de 6 meses a 1 ano mais de 1 ano

Menor preço 7 8 7 7

Relacionamento com o dealer 3 3 2 2

Flexibilidade nas operações 0 1 2 3

Reputação do dealer 4 4 6 5

EAESP/FGV/NPP - NÚCLEODEPESQUISAS EPUBLICAÇÕES 45/62

RE L A T Ó R I O D E PE S Q U I S A Nº 6 3 / 2 0 0 1

Tabela 15

Principais Motivos para não Operar Derivativos na BM&F (número de respostas)

É interessante observar que o problema mais citado foi o elevado nível de risco. Este fato pode sugerir a necessidade de um programa de divulgação e conscientização das empresas com relação aos produtos e serviços da BM&F, pois o risco de crédito no mercado de bolsa, em função dos mecanismos de garantia é relativamente inferior do que no mercado de balcão. Adicionalmente, o risco de mercado associado aos derivativos, principalmente em termos de contratos de dólar e de taxa de juros, é praticamente igual nos dois mercados.

Outras barreiras importantes contra a utilização da BM&F nas transações com derivativos pelas empresas brasileiras envolvem justamente características específicas de bolsas: problemas de liquidez advindos das incertezas dos ajustes diários, necessidades de mais recursos disponíveis para margens de garantia, falta de

0 1 2 3 4 5 6

Escassez de informações Pouca divulgação Necessidade de contratação de corretores Escassez de produtos Padronização de produtos Necessidade de margem de garantia Falta de liquidez dos contratos Custos de transação Elevado nível de risco Necessidade de ajustes diários Operações realizadas no exterior

EAESP/FGV/NPP - NÚCLEODEPESQUISAS EPUBLICAÇÕES 46/62

RE L A T Ó R I O D E PE S Q U I S A Nº 6 3 / 2 0 0 1

flexibilidade em função da padronização de produtos e a percepção de elevados custos de transação.

V. COMENTÁRIOS FINAIS

Este trabalho teve por objetivo identificar diversos aspectos do uso de derivativos por empresas não-financeiras brasileiras a partir das respostas aos questionários enviados para executivos financeiros. Em especial, foram investigados os objetivos da utilização dos derivativos, a gestão de riscos de taxa de câmbio e taxa de juros e os mecanismos e procedimento de controle.

Apesar da complexidade de precificação e de estruturação de operações com derivativos, algumas empresas já adotam postura madura na gestão de riscos utilizando derivativos, estabelecendo políticas de monitoramento e controle de riscos com o objetivo de proteção contra flutuação de variáveis de mercado.

Porém, o uso destes instrumentos poderia ser prática mais disseminada em empresas brasileiras, tendo em vista o elevado nível volatilidade do mercado nacional que, notadamente, apresenta grandes alterações nas taxas de câmbio, juros e preços de ativos.

Este trabalho constitui um passo inicial no processo de entendimento dos objetivos e da forma de utilização de derivativos pelas empresas brasileiras, possibilitando insumos para, dentre outras finalidades, os executivos financeiros compararem procedimentos de gestão de riscos, os órgãos reguladores definirem exigências de transparência do uso de derivativos e as bolsas de valores e instituições financeiras estabelecerem esforços de divulgação de produtos e técnicas de administração de exposições financeiras.

EAESP/FGV/NPP - NÚCLEODEPESQUISAS EPUBLICAÇÕES 47/62

RE L A T Ó R I O D E PE S Q U I S A Nº 6 3 / 2 0 0 1

VI. BIBLIOGRAFIA

AHN, D.; BOUDUKH, J.; RICHARDSON, M.; WHITELAW, R. F. “Optimal risk management using options.” Journal of Finance 54, 1999.

BERKMAN, H.; BRADBURY, M. E. “Empirical evidence on the corporate use of derivatives.” Financial Management 25-2, 1996.

BESSEMBINDER, H. “Forward contracts and firm value: incentives and contracting effects.” Journal of Financial and Quantitative Analysis 26, 1991. BODNAR, G. M.; MARSTON, R. C.; HAYT, G. “1998 Survey of financial risk

management by US non-financial firms.” Working paper, Wharton School, 1998.

BODNAR, G.; HAYT, G. MARSTON, R. C.; SMITHSON, C. W. “Wharton survey of derivatives usage by US non-financial firms.” Financial Management 24-2, 1995.

BODNAR, G.; MARSTON, R. C. “Survey of derivatives usage by US non-financial firms.” Working paper, Wharton School, 1996.

CAMPBELL, T. S.; KRACAW, W. A. “Corporate Risk Management and the Incentive Effects of Debt.” The Journal of Finance 45-5, 1990.

CULP, C. The risk management process. John Wiley & Sons, 2001.

DOLDE, W. “The trajectory of corporate financial risk management.” Journal of Applied Corporate Finance 6, 1993.

EAESP/FGV/NPP - NÚCLEODEPESQUISAS EPUBLICAÇÕES 48/62

RE L A T Ó R I O D E PE S Q U I S A Nº 6 3 / 2 0 0 1

DOWNIE, D.; MCMILLAN, J.; NOSAL, E. “The University of Waterloo survey of Canadian derivatives use and hedging activities” in: Smithson, C. W. (editor), Managing Financial Risk, 1996.

EITEMAN, D. K.; STONEHILL, A. I., MOFFETT, M. Multinational business finance, 7th edition, Readings, 1995.

FIGLEWSKI, S. Hedging with financial futures for institutional investors. Cambridge: Ballinger, 1986.

GAY, G. D.; Nam, J. “The underinvestment problem and corporate derivatives use.” Financial Management 27-4, 1998.

GÉCZY, C.; MINTON, B. A.; SCHRAND, C. “Why firms use currency derivatives.” Journal of Finance 52, 1997.

GRAHAM, J. R.; Smith, C. W. “Tax incentives to hedge.” Journal of Finance 54, 1999.

GUAY, W. “Compensation, convexity, and the incentives to manage risk: an empirical analysis.” Journal of Financial Economics 53, 1999.

GUAY, W. “The impact of derivatives on firm risk: an empirical examination of new derivatives users”. Journal of Accounting and Economics 26, 1999.

HULL, J. Options, futures and other derivatives. 4th edition. Prentice Hall, 2000. KONISHI, A.; DATTATREYA, R. E. Frontiers in derivatives: State-of-the-art

models, Valuation, Strategies & Products. Irwin, 1997.

EAESP/FGV/NPP - NÚCLEODEPESQUISAS EPUBLICAÇÕES 49/62

RE L A T Ó R I O D E PE S Q U I S A Nº 6 3 / 2 0 0 1

MCMILLAN, L. G. Options as a strategic investment. New York. New York Institute of Finance, 1986.

MERTON, R. C. “Theory of rational option pricing.” Bell Journal of Economics and Management science 4, 1973.

MILLER, M.; CULP, C. “Risk management lessons from Metallgesellschaft.” Journal of Applied Corporate Finance, 1994.

NANCE, D.; SMITH, C.; SMITHSON, C. “On the determinants of corporate hedging.” Journal of Finance 48, 1993.

NIKKAHA, S. “How end users can be hedge fuel costs in energy markets.” Futures, 1987.

PETERSEN, M. A.; THIAGARAJAN, S. R. “Risk measurement and hedging: with and without derivatives.” Financial Management (Winter), 2000.

PHILLIPS, A. L. “1995 derivatives practices and instrument survey.” Financial Management (Summer), 1995.

ROSS, M. “Corporate hedging: what, why, and how?” Working paper, University of California Berkeley, 1996.

ROSS, M. “Dynamic optimal risk management and dividend policy under optimal capital structure and maturity.” Working paper, University of California Berkeley, 1997.

EAESP/FGV/NPP - NÚCLEODEPESQUISAS EPUBLICAÇÕES 50/62

RE L A T Ó R I O D E PE S Q U I S A Nº 6 3 / 2 0 0 1

SCHWARTZ, R. J.; SMITH, C. W. Derivatives handbook: risk management and control. John Wiley & Sons, 1997.

SHAPIRO, A. C. Multinational financial management, 5th edition, 1996.

SMITH, C. W.; SMITHSON, C. W.; WAKEMAN, L. M. “The evolving market for swaps.” Midland Corporate Finance Journal 3, 1986.

SMITH, C. “Corporate risk management: theory and practice.” Journal of Derivatives 2, 1995.

SMITH, C.; STULZ, R. “The determinants of firms’ hedging policies.” Journal of Financial and Quantitative Analysis 20, 1985.

SMITHSON, C. W. Managing financial risk. McGraw-Hill, 1998.

STULZ, R. M. “Optimal hedging policies.” Journal of Financial and Quantitative Analysis, 1984.

VEIT, W. T.; REIFF, W. W. “Commercial banks and interest rate futures: a hedging survey.” Journal of Futures Markets 3, 1983.

EAESP/FGV/NPP - NÚCLEODEPESQUISAS EPUBLICAÇÕES 51/62

RE L A T Ó R I O D E PE S Q U I S A Nº 6 3 / 2 0 0 1

VII. ANEXO: QUESTIONÁRIO

DADOS DA EMPRESA

• Empresa (opcional):_________________________________________________________________________ • Nome do respondente (opcional): _____________________________________________________________ • Cargo do respondente:_______________________________________________________________________ • Qual o setor de atuação da sua empresa? ________________________________________________________ • Qual o faturamento médio anual de sua empresa?

(a) até US$ 1 milhão

(b) de US$ 1 milhão a US$ 10 milhões (c) de US$ 10 milhões a US$ 50 milhões (d) de US$ 50 milhões a US$ 200 milhões (e) de US$ 200 milhões a US$ 500 milhões (f) de US$ 500 milhões a US$ 1 bilhão (g) acima de US$ 1 bilhão

EAESP/FGV/NPP - NÚCLEODEPESQUISAS EPUBLICAÇÕES 52/62

RE L A T Ó R I O D E PE S Q U I S A Nº 6 3 / 2 0 0 1

I. UTILIZAÇÃO DE INSTRUMENTOS DERIVATIVOS

1a. Sua empresa utiliza derivativos (contratos a termo, futuros, opções, swaps)? Observação: favor desconsiderar aplicações em fundos de derivativos

(a) Sim (b) Não

Por favor, pular para a questão 2a caso tenha respondido “Sim” à questão anterior.

1b. Favor indicar os três fatores mais importantes na decisão da empresa para não usar derivativos. (favor ranquear: 1 - Fator mais importante; 2 - Segundo fator mais importante; 3 - Terceiro fator mais importante)

( ) Exposição insuficiente a flutuações de preços de commodities, de preços de ativos financeiros ou de taxa de juros

( ) Desconhecimento ou falta de informação sobre os derivativos ( ) Escassez na oferta de produtos derivativos no mercado local

( ) Exposições financeiras são mais efetivamente administradas por outros meios ( ) Dificuldade em precificar e avaliar derivativos

( ) Requisitos de disclosure (divulgação de informações) exigidos por órgãos reguladores ( ) Dificuldade no tratamento contábil

( ) Preocupações com a percepção, por parte de investidores, reguladores e público em geral, sobre o uso de derivativos

( ) Custos de estabelecimento e manutenção de um programa para operações com derivativos excede os benefícios esperados

( ) Outros

1c. Qual a porcentagem de receitas operacionais consolidadas que são geradas em moeda estrangeira? (a) 0% a 10% (b) 10% a 25% (c) 25% a 50% (d) 50% ou mais

1d. Qual a porcentagem de custos operacionais consolidados que são gerados em moeda estrangeira? (a) 0% a 10% (b) 10% a 25% (c) 25% a 50% (d) 50% ou mais

Muito obrigado por completar a pesquisa.

EAESP/FGV/NPP - NÚCLEODEPESQUISAS EPUBLICAÇÕES 53/62

RE L A T Ó R I O D E PE S Q U I S A Nº 6 3 / 2 0 0 1

2a. Baseado em valores nominais dos contratos, como o uso de derivativos pela empresa evoluiu do ano de 1999 em relação ao ano anterior (1998)?

(a) O uso aumentou (b) O uso diminuiu (c) O uso permaneceu constante

2b. Quais os objetivos da utilização de derivativos por sua empresa?

Nunca Às vezes Quase sempre Sempre

Especulação em taxa de juros Especulação em taxa de câmbio Especulação em preço de ativos

Hedge de taxa de juros na captação Hedge de taxa de câmbio

Hedge de preço de ativos

2c. A empresa negocia derivativos em:

(favor marcar todas as alternativas que se apliquem)

(a) mercados de bolsa (Mercadorias, Futuros, Valores) no Brasil (por exemplo, BM&F, Bovespa) (b) mercado de balcão no Brasil

(c) mercado de bolsa (Mercadorias, Futuros, Valores) no exterior (d) mercado de balcão no exterior

3. Para cada um dos seguintes tipos de risco, qual frase melhor descreve a política da sua empresa em relação ao uso de derivativos? (favor marcar cada coluna com um X)

Tipos de risco Frases Taxa de câmbio Taxa de juros Commodity Ações

Exposição não é administrada com derivativos Atividades de gestão de riscos são centralizadas Atividades de gestão de riscos são descentralizadas

EAESP/FGV/NPP - NÚCLEODEPESQUISAS EPUBLICAÇÕES 54/62

RE L A T Ó R I O D E PE S Q U I S A Nº 6 3 / 2 0 0 1

4a. Indicar seu grau de preocupação sobre os seguintes aspectos com respeito aos derivativos. (favor indicar seu grau de preocupação com cada aspecto marcando a alternativa apropriada em cada coluna)

Nenhuma preocupação

Baixa Moderada Alta

a. Tratamento contábil

b. Risco de crédito

c. Risco de mercado

d. Reação dos analistas e investidores

e. Requisitos legais

f. Exigências de caixa em função de margens e ajustes g. Liquidez no mercado

secundário

h. Precificação do derivativo

i. Monitoramento e avaliação de resultados de hedge

4b. Indicar os três aspectos de maior preocupação da lista da questão anterior. (favor indicar a letra da questão 4a para suas três preocupações mais importantes)

Mais importante

Segundo mais importante Terceiro mais sério

5a. Sua empresa calcula “value-at-risk” para alguns ou todos os derivativos da carteira?

(a) Sim (b) Não (c) Não sei

5b. Sua empresa faz um “stress testing” para alguns ou todos os derivativos da carteira?

(b) Sim (b) Não (c) Não sei

5c. Quais outros métodos sua empresa utiliza para avaliar risco?

_____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________ _____________________________________________________________________________________________

EAESP/FGV/NPP - NÚCLEODEPESQUISAS EPUBLICAÇÕES 55/62

RE L A T Ó R I O D E PE S Q U I S A Nº 6 3 / 2 0 0 1

II. EXPOSIÇÃO A RISCO DE TAXA DE CÂMBIO

6a. Qual a porcentagem de suas receitas operacionais consolidadas que são geradas em moeda estrangeira? (b) 0% a 10% (b) 10% a 25% (c) 25% a 50% (d) 50% ou mais

6b. Qual a porcentagem de custos operacionais consolidados que são gerados em moeda estrangeira? (c) 0% a 10% (b) 10% a 25% (c) 25% a 50% (d) 50% ou mais

7. Qual benchmark sua empresa usa para avaliar a gestão de risco de taxa de câmbio ao longo do período de planejamento/orçamento? (favor marcar a resposta que seja apropriada)

(a) Sua empresa não usa um benchmark

(b) Taxas a termo disponíveis no início do período (c) Taxas à vista no início do período

(d) Outro benchmark

Se sua empresa não usa derivativos de taxa de câmbio, favor pular para a seção III

8a. Com que freqüência sua empresa negocia nos mercados derivativos de taxa de câmbio para: (favor marcar a resposta apropriada para cada exposição.)

Não aplicável Nunca Algumas vezes Com freqüência

a. Hedge de remessas de dividendos

b. Hedge de obrigações contratuais “on-balance” (registradas no balanço)

c. Hedge de obrigações contratuais “off-balance” (não-registradas no balanço)

d. Hedge de transações antecipadas de menos de três meses

e. Hedge de transações antecipadas de três meses a seis meses

f. Hedge de transações antecipadas de seis meses a um ano

g. Hedge de transações antecipadas de mais de um ano

h. Hedge de exposição econômica/competitiva

i. Hedge de conversão de valores contábeis estrangeiros

EAESP/FGV/NPP - NÚCLEODEPESQUISAS EPUBLICAÇÕES 56/62

RE L A T Ó R I O D E PE S Q U I S A Nº 6 3 / 2 0 0 1

8b. De qual porcentagem das seguintes categorias de exposição sua empresa normalmente faz o hedge? (favor indicar, com um X, a porcentagem apropriada sob cada categoria de exposição)

Porcentagem da exposição tipicamente hedgeada Transações on-balance Transações off-balance Transações antecipadas de 6 meses ou menos Transações antecipadas de 6 a 1 ano Transações antecipadas de mais de 1 ano Repatriações estrangeiras (remessas de dividendos) < 25% 25% a 50% 50% a 75% 75% a 100%

8c. Para cada uma das seguintes exposições, qual alternativa melhor descreve o típico horizonte de hedge? (favor marcar, com um X, a resposta apropriada para cada coluna)

Horizonte de hedge Obrigações contratuais Transações antecipadas Repatriações estrangeiras Conversão de valores contábeis estrangeiros

Hedge mais curto que a

maturidade da exposição

Hedge compatível com a

maturidade da exposição

Hedge mais longo que a

maturidade da exposição

Hedge até o final do

período corrente

9a. Com qual freqüência sua visão do mercado sobre taxas de câmbio faz com que se ... (favor marcar, com um X, a resposta apropriada para cada coluna)

Nunca Às vezes Freqüentemente

a. Altere o timing dos hedges

b. Altere o tamanho dos

hedges

c. Ativamente tome posições em derivativos de moeda

EAESP/FGV/NPP - NÚCLEODEPESQUISAS EPUBLICAÇÕES 57/62

RE L A T Ó R I O D E PE S Q U I S A Nº 6 3 / 2 0 0 1

9b. Que porcentagem do total de derivativos de taxa de câmbio (em relação ao valor de face dos contratos) tem os seguintes vencimentos originais:

(favor indicar, marcando com um X, a porcentagem aproximada do hedge de moeda para cada maturidade)

Porcentagem de atividade com derivativos de taxa de câmbio com maturidade de:

30 dias ou menos 30 dias a 90 dias 90 dias a 180 dias 180 dias a 1 ano Acima de 1 ano Zero 0% - 25% 25% - 50% 50% - 75% 75% - 100%

III. EXPOSIÇÃO A TAXA DE JUROS

10a. Quais afirmações melhor descrevem o benchmark que sua empresa usa para avaliar a gestão de sua carteira de dívidas? (favor marcar todas que se aplicam)

( ) Sua empresa não usa um benchmark para a carteira de suas dívidas

( ) A volatilidade das despesas financeiras relativamente a uma carteira específica ( ) Custos de fundos efetivos relativamente a um índice de mercado (e.g. CDI) ( ) Custos de fundos efetivos relativamente a uma carteira com duration específica

( ) Custos de fundos efetivos relativamente a uma carteira com índice específico entre dívida prefixada, flutuante ou pós-fixada

( ) Outro benchmark (favor descrevê-lo) ___________________________________________________________

EAESP/FGV/NPP - NÚCLEODEPESQUISAS EPUBLICAÇÕES 58/62

RE L A T Ó R I O D E PE S Q U I S A Nº 6 3 / 2 0 0 1

10b. Com que freqüência sua empresa negocia no mercado de derivativos de taxa de juros para ...:

(favor marcar a coluna apropriada para cada item. Escolher “Não aplicável” se uma razão não é relevante para sua empresa)

Não aplicável Nunca Algumas vezes Freqüentemente

a. Swap de taxa fixa para flutuante

b. Swap de taxa flutuante para taxa fixa

c. Swap de taxa fixa para pós-fixada (ex. CDB swapado)

d. Swap de taxa pós-fixada para taxa fixa

e. Fixar antecipadamente a taxa (spread) de novas dívidas

f. Reduzir custos ou travar taxas baseadas em visão de mercado

11. Com qual freqüência sua visão do mercado sobre taxas de juros faz com que você ...: (favor marcar a resposta apropriada para cada item)

Nunca Às vezes Freqüentemente

a. Altere o timing dos

hedges

b. Altere o tamanho dos

hedges

c. Ativamente tome posições em derivativos de taxa de juros

EAESP/FGV/NPP - NÚCLEODEPESQUISAS EPUBLICAÇÕES 59/62

RE L A T Ó R I O D E PE S Q U I S A Nº 6 3 / 2 0 0 1

IV. CONTRATOS DE OPÇÕES

12a. Favor indicar quais dos seguintes tipos de contratos de opções sua empresa usou nos últimos 12 meses para as exposições indicadas.

(favor marcar nas colunas apropriadas para cada tipo de opção, deixar em branco se opções não são usadas)

Tipo de exposição Tipo de opção

Taxa de câmbio

Taxa de juros Commodities ou ações

Outros

a. Opções padrão do tipo europeu (exercício somente no vencimento)

b. Opções padrão do tipo americano (exercício até o vencimento)

c. Opções baseadas em médias

d. Opções tipo cesta de ativos (por exemplo, vários indexadores)

e. Opções de barreira (knock

in-knock out)

f. Combinações de opções (e.g. collars, floors etc)

g. Outros

12b. Se sua empresa não usa opções, quais os motivos?

____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________

EAESP/FGV/NPP - NÚCLEODEPESQUISAS EPUBLICAÇÕES 60/62

RE L A T Ó R I O D E PE S Q U I S A Nº 6 3 / 2 0 0 1

V. PROCEDIMENTOS DE CONTROLE E RELATÓRIOS

13a. Sua empresa tem uma política documentada com respeito ao uso de derivativos?

(a) Sim (b) Não

13b. Com que freqüência a atividade com derivativos é reportada para a Diretoria? (a) Mensalmente

(b) Trimestralmente (c) Anualmente

(d) O quanto for necessário/Nenhum cronograma estabelecido (e) Outros

14. Como se escolhe a contra-parte de uma operação com derivativos no mercado de balcão, em função da maturidade do contrato? Maturidade de três meses ou menos Maturidade de três meses a seis meses Maturidade de seis meses a um ano Maturidade maior que um ano a. Menor preço b. Relacionamento com o

dealer em outras operações

c. Flexibilidade na estruturação de operações d. Reputação do dealer, credibilidade

15. Com que freqüência você avalia sua carteira de derivativos? (favor marcar a resposta apropriada) (a) Diariamente

(b) Semanalmente (c) Mensalmente (d) Trimestralmente (e) Anualmente

(f) O quanto for necessário/Nenhum cronograma estabelecido

16. Ranqueie seu grau de confiança na avaliação de cada uma das seguintes posições em derivativos. (favor ranquear os itens: 1 - Mais importante, …, 3 - Menos importante)

Rank 1 Rank 2 Rank 3

a. Dealer que originou a transação

b. Outro dealer, consultor, ou preço de vendor c. Origem interna (e.g.

EAESP/FGV/NPP - NÚCLEODEPESQUISAS EPUBLICAÇÕES 61/62

RE L A T Ó R I O D E PE S Q U I S A Nº 6 3 / 2 0 0 1

17. Como você avalia a função de gestão de riscos na sua empresa? (favor marcar as afirmações que mais se ajustam às suas práticas) (a) Redução de volatilidade relativamente a um benchmark

(b) Lucro aumentado (custos reduzidos) em relação a um benchmark (c) Lucro/prejuízo absoluto

(d) Performance ajustada pelo risco (lucros ou economias ajustados pela volatilidade) Favor comentar:

____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________ ____________________________________________________________________________________________

18. Como se avalia os preços dos produtos derivativos utilizados? (favor marcar todas as alternativas que se apliquem)

(a) Simulações através de planilhas internas

(b) Simulações através de programas de precificação adquiridos (c) Contratação de consultores

(d) Levantamento de cotação com vários dealers

19. Como se avalia os riscos dos produtos derivativos utilizados? (favor marcar todas as alternativas que se apliquem)

(a) Controles e planilhas internas (b) Programas e sistemas adquiridos

(c) Outros processos:__________________________________________________________________________

20. Existe uma política escrita e bem definida sobre procedimentos e limites de operação em

In document Cement bond evaluation (sider 31-35)