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2 Sjukdommer i korn, oljevekster og kjernebelgvekster

2.1 Tiltak mot sjukdommer i korn

No primeiro encontro em que os que serão efetivados assinam um Termo de Compromisso, são dadas as orientações sobre o cumprimento de suas 12 horas semanais. Eles irão desenvolver atividades que, se espera, contribuirão com o processo de formação no intuito de aumentar seu protagonismo e sua autonomia. São atividades desenvolvidas em plano semanal, mensal e semestral: formação, interação, apreciação de memoriais e células (semanais); reuniões gerais (mensais); escrever seu relato de experiência (semestrais).

3.4.1 As formações

Durante o primeiro semestre acadêmico, foram oferecidas oito opções de horários para as formações em que estudantes veteranos, que já participaram da formação no ano anterior, são agora capacitados para desenvolver tais atividades. Nas semanas que antecedem o início das formações, é feito um processamento de grupo com os facilitadores que formarão a Comissão de Formação em que se procura avaliar as atividades desenvolvidas pela formação no ano anterior e se estabelece um roteiro para o semestre inicial. Dessas reuniões, participam a coordenadora geral do Programa que irá, ao longo do semestre, reunir-se semanalmente com os facilitadores para feedback da semana em curso e ajustes para a semana seguinte; o diretor do Programa, que acompanha as atividades propostas e desenvolvidas, além dos facilitadores selecionados para o ano.

As oficinas de formação começaram a ser desenvolvidas em 2010 pelo então Coordenador do Programa, Prof. Dr. Manoel Andrade Neto, e em 2011, passou a contar com a atual Coordenadora Geral do Programa, Profa. Dra. Tereza Cristina Batista Lima.

Em virtude do calendário acadêmico de 2014, ano em curso, foram oferecidas 13 oficinas com encontros semanais de 3h cada. Nelas, os articuladores de células participam de forma ativa buscando preparar-se para o uso da Metodologia em Aprendizagem Cooperativa em suas células de estudo, tendo como um dos objetivos o aprendizado para trabalhar em equipe também no futuro.

A constituição das turmas de formação é feita de forma a priorizar a maior heterogeneidade de cursos possível. Eles enviam à coordenação seus horários disponíveis para

as atividades do Programa e a Comissão de Apoio Interno e a Coordenação fazem a divisão procurando manter uma média de 20 participantes por turma. Os casos necessários de troca e adaptação de horário são resolvidos nas duas primeiras semanas.

Entre os oito horários que foram oferecidos para formação, cada facilitador atua em duas turmas diferentes e todos participam da reunião da comissão na sexta à tarde com a coordenadora geral.

As oficinas seguem um modelo padrão, em que são definidos os objetivos da oficina e cada etapa a ser desenvolvida (ver Anexos de D a O). Além de propor a Metodologia da Aprendizagem Cooperativa como estratégia de atuação, a própria metodologia é vivenciada nas oficinas em suas atividades.

Entende-se que a metodologia, como está estrutura hoje a partir dos estudos dos irmãos Johnson e Johnson (1998), precisa apresentar os cinco pilares que a estruturam, que serão apresentados com mais detalhe no quarto capítulo: interdependência positiva, responsabilidade individual, interação promotora, habilidades sociais e processamento de grupo.

Cada uma das oficinas procura ser desenvolvida usando como base tais propostas como pode se perceber no Anexo E sobre Interdependência Positiva.

Os temas abordados nas oficinas em 2014 foram:

• História de vida • Interdependência positiva • Projetos • Responsabilidade individual • Habilidades sociais • Processamento de grupo • Comunicação e feedback • Gerenciamento de conflitos

• Estágios no desenvolvimento de equipes

• Interação social

• Comunicação interpessoal

• Protagonismo

• Livre – o facilitador escolhe

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As formações foram definidas como sendo o ponto principal de desenvolvimento da metodologia por meio das oficinas visando à experimentação e sua consequente aplicação nas células cooperativas.

Além das atividades de formação, os articuladores novatos, veteranos e voluntários desenvolvem também as seguintes atividades: Apreciação de Memoriais e Interações.

3.4.2 Apreciação de Memoriais

Todos os estudantes participantes do Programa são desafiados a escrever sua história de vida em aproximadamente 5000 caracteres (duas laudas). Nela devem constar pelo menos duas pessoas às quais ele tem gratidão; recomendamos que sejam pessoas além de seus pais por ser mais ou menos óbvia a gratidão a eles, uma experiência marcante que possa ser publicada e como foi a trajetória de escolha de sua vida acadêmica. Ele pode acrescentar outras experiências que venham enriquecer sua história. Tal atividade começa a ser desenvolvida no processo seletivo, como vimos, e é ampliada na primeira oficina visando demonstrar e vivenciar a troca de experiências como instrumento que leve a conhecer e fortalecer laços de amizade. A identificação e/ou o inusitado podem contribuir para se estimular aproximação.

Após a oficina em que se conta sua história e se reconta a história de um colega para todos, os participantes têm seus memorias publicados no blog do Programa e, seguindo um roteiro com quatro perguntas, eles registram em um formulário próprio, suas apreciações. Todos apreciam três memorias a cada semana como parte das atividades. Dois dos memorias,

eles encontram publicados no blog e um deles é vivido através de uma “roda viva” na

formação. Os três memoriais são apreciados em formulário próprio, pela internet.

Da mesma forma estrutural que a oficina de história de vida acontece na formação, os articuladores são desafiados a promover algo parecido em suas células buscando gerar maior fortalecimento dos laços.

3.4.3 Interação

O Programa adotou, a partir de 2010, uma comissão para promover atividades de ambiência lúdica. Formado por um grupo de veteranos, são propostas, em média, 15 interações a cada semana. Tais atividades têm como objetivo principal a aproximação de participantes do Programa por meio de atividades de interação social. São duas horas semanais em que se busca um aumento de sinergia e sentimento de pertença ao proporcionar tempo de convivência em torno de uma atividade lúdica tais como: almoço coletivo, atividades esportivas (vôlei, futsal, caminhada, treinamento físico), Cine-PACCE, jogos de mesa, rodas de músicas, rodas de história de vida e outras que são propostas esporadicamente. Os participantes da bolsa inscrevem-se semanalmente em uma das atividades propostas e o que se percebe, no decorrer do semestre, é que tal atividade proporciona a possibilidade de se conhecer e interagir com pessoas de outros cursos, o que normalmente não seria possível. Por exemplo, a Interação chamada de Jogos da Infância, ocorrida no dia 2 de maio de 2014, comandada por Leonardo Ferreira Militão, discente de Administração e participante do Programa desde 2012, contou com a presença de 26 inscritos representando 18 cursos diferentes, integrando cinco diferentes Centros (Humanas, Tecnologia, Ciências, Saúde e Agrárias).