2 Sjukdommer i korn, oljevekster og kjernebelgvekster
2.4 Sjukdommer i oljevekster
Turma 02 Turma 03 Turma 04 Turma 05 Turma 06 Turma 07 Turma 08
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desenvolvimento de uma equipe. Como objetivos interpessoais, o reconhecimento da importância do feedback e facilitar o desenvolvimento no gerenciamento de uma equipe. Após as divisões das equipes e das funções nas equipes, cada uma delas fica com uma parte do texto sobre Feedback e Comunicação. É feita a leitura, cada grupo escreve uma pequena situação cotidiana conforme orientações. Usa-se a técnica jigsaw para o desenvolvimento da oficina. É feita uma dinâmica chamada de: Pare, Comece, Continue sobre dar e receber feedback e a formação é encerrada com um processamento de grupo.
Nesta semana, 80% dos articuladores informaram em seus relatórios que suas células estavam ativas; 13% afirmaram que trabalharam por elas, mas não houve encontro e 7% afirmaram que não tiveram nenhuma atividade de célula. CV registrou que o não funcionamento da célula deveu-se ao feriado da semana santa: “O encontro caiu em um feriado prolongado e os membros decidiram não se reunir para que alguns pudessem viajar e outros colocar suas atividades acadêmicas em dia.”. BT registrou que intensificaram os
estudos da semana passada: “Na semana passada intensificamos os estudos, pois a prova da matéria escolhida foi nessa segunda. Estudamos na terça e na quarta da semana passada por quase oito horas, cumprindo a meta de duas semanas, pois sabia que teríamos um grande feriado, [...]”. EP, mesmo não promovendo o encontro, providenciou material para estudo:
“Estava doente e teve também o feriado, então não pude me reunir. Mandei um texto atual sobre a bioclimatologia para os membros ler em casa e a gente discutir na próxima reunião.”.
Sobre as avaliações feitas pelos facilitadores, o avanço foi um dos maiores. No Bloco I, sobre participação, contribuição e articulação, os níveis oscilaram entre 3,62 e 4,26 com todas as turmas acima de 3,5. A facilitadora Ni colocou em seu parecer a participação e a contribuição de CH com o seguinte parecer: “Participou bastante e contribuiu bastante com o grupo, além de conseguir interagir bem com todos e cumprir suas tarefas em grupo com bastante responsabilidade individual fazendo uso das habilidades sociais.”. Outro articulador, ASV, avalia a participação de JSO: “O articulador é tímido, porém tem um bom desempenho na formação, é interessado e participa do que é proposto de forma satisfatória. Teve uma grande melhora no que diz respeito à sua timidez.”.
O Bloco II, sobre a interação, apresentou uma grande variação nas avaliações dos facilitadores ficando entre 3,44 e 5. Nos relatórios apresentados pela facilitadora da turma IV, não existem evidências que justifiquem nota máxima para todos, portanto, estão sendo considerados discrepantes neste bloco. No entanto, Mi avaliou um de seus articuladores com a
percepção de progresso em sua interação com o grupo: “O AQ tem tido uma grande evolução, seu nível de interação tem aumentado bastante, além do bom desempenho nas atividades propostas.”. Da mesma forma, Alfa conseguiu perceber o crescimento no processo de interação de AM: “A articuladora promove bem a interação com o grupo e tem se desenvolvido bastante no decorrer das formações.”.
O Bloco III avalia a aprendizagem, a compreensão e a aplicação. A variação das médias ficou entre 3,63 e 4,67 o que demonstra um bom acrescimento em relação à semana anterior com todos os valores acima de 3,5. Lâmbda destacou o desenvolvimento da articuladora AW no processo de aprendizagem: “Articuladora bem inteligente, mostra esta r aprendendo muito com o grupo e com a metodologia.”. “O FU interagiu bem com todos, mas durante a aplicação da oficina ficou mais na dele observando, embora algumas vezes também contribuísse. Mas no restante da formação (memorial e dinâmica) atuou de forma bastante ativa.”. Ni registrou o desenvolvimento da compreensão de ET mesmo ficando disperso em
algum momento: “O ET ficou no telefone por um tempo e creio que isso foi algo negativo, mas apesar disso percebo que a cada dia ele melhora mais na articulação, na compreensão, no nível de protagonismo e uso das habilidades sociais.”.
O desenvolvimento de responsabilidade pessoal, Bloco IV, também teve sua avaliação acima de 3,5 ficando entre 3,5 e 4,5. Os articuladores procuraram observar o cumprimento das tarefas propostas em cada oficina e o que se observa é que a cada semana também este aspecto está sendo percebido como crescimento. A facilitadora Mi registra que CJ: “Participou bastante e contribuiu bastante com o grupo dela, além de conseguir interagir bem com todos, chegar cedo e cumprir suas tarefas em grupo com bastante responsabilidade individual fazendo uso das habilidades sociais.”.
O Bloco V avalia o protagonismo demonstrado em cada oficina. Quatro das oito turmas estiveram com seus níveis oscilando entre 3,17 a 3,5; uma turma está com 3,77; e três turmas estão acima de 4. Este e o bloco seguinte registram os maiores níveis de oscilação. Observar o protagonismo dos estudantes em formação não é tarefa fácil e o que se busca é a proposição, a preocupação com a equipe, é ir além do que está posto. Nesse sentido, Lâmbda registrou sua percepção sobre o crescimento de protagonismo em DC ao relatar:
“Articuladora bem inteligente, mostra esta r aprendendo muito com o grupo e com a metodologia e sempre prestativa. Com um bom nível de protagonismo.”. O mesmo facilitador anota em seu parecer de outra articuladora, uma percepção diferente: “Articuladora muito calada, apesar de novata, ainda com níveis de protagonismo a ser alcançado.”.
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No Bloco VI, sobre a participação no processamento de grupo, os valores de avaliação também estão entre 3,0 e 4,69. Alfa registrou a atuação e o crescimento de CS: “O que destaco do CS é sua franqueza, ele no momento do processamento fala aquilo que é necessário falar. Também interage bem com o grupo, o problema são as dispersões.”.
Gráfico 15 - Avaliação – Comunicação e Feedback
Fonte: UFC – Programa de Aprendizagem Cooperativa em Células Estudantis - PACCE (2014)
6.9 A oitava Formação – Conflitos Interpessoais no Grupo
A oitava oficina trabalhou o tema “Conflitos interpessoais no grupo” (Anexo K). Os objetivos são proporcionar compreensão satisfatória das causas, tipos e vivência de conflitos e aplicação nas células cooperativas. São objetivos interpessoais: encorar, pedir ajudar, partilhar informações e respeitar as regras. A oficina inicia-se com a divisão em grupos de 5 e neles são dividas as funções (coordenador, monitor de silêncio e controlador de tempo). São distribuídas para os grupos uma folha contendo cinco tipos de conflitos e suas causas. É pedido que cada participante leia sua parte e crie um exemplo contextualizando com sua
- 0,50 1,00 1,50 2,00 2,50 3,00 3,50 4,00 4,50 5,00 Bloco I variáveis 1,2,7 Bloco II variável 3 Bloco III variáveis 4,5,6 Bloco IV variável 8 Bloco V variável 9 Bloco VI variável 10