2.6 Chronic social stress
2.6.2 The Bergen Social Relationship Scale (BSRS)
CONSIDERAÇÕES
FINAIS
O armazenamento subterrâneo de combustíveis pode provocar sérios impactos ambientais, especialmente em áreas urbanizadas. Isto se avalia mediante aos estudos focados na preservação ambiental, que na atualidade estão voltados cada vez mais para a proteção dos recursos hídricos, em especial os subterrâneos.
Para tanto, os índices de vulnerabilidade se constituem em uma ferramenta útil para tomada de decisões, as quais visam a proposição de medidas preventivas e corretivas apropriadas para a proteção da qualidade das águas subterrâneas e superficiais, através do planejamento do uso e ocupação do solo.
Para o presente estudo foi considerada a utilização de dois métodos paramétricos, o índice DRASTIC e GOD, por serem os métodos de avaliação de vulnerabilidade mais difundidos no mundo. Além disso, estes métodos somente são usados para a avaliação relativa e não são projetados para prover respostas absolutas, não substituindo, portanto, a necessidade das investigações de campo para avaliação do potencial de poluição. Assim sendo, sempre se deve verificar os resultados dos modelos quando houver disponibilidade de informações, tal como foi feito no presente trabalho.
Em decorrência das aplicações dos métodos nos dois estudos de casos supracitados, observa-se que os índices de vulnerabilidade se diferenciaram em relação à classificação geral de vulnerabilidade, na qual se percebe, segundo o GOD, para o empreendimento Posto Morada Nova uma alta vulnerabilidade e não moderada, como apresentado pelo DRASTIC.
117
Além disso, o método GOD apresentou maior facilidade de aplicação, devido à menor quantidade de parâmetros e à disponibilidade dos mesmos nos relatórios. Diferentemente, do método DRASTIC que teve que se buscar outras fontes para valorar alguns parâmetros, sendo que para o tipo de aquífero livre percebeu-se uma redundância destes. Portanto, o bom desempenho apresentado pelo primeiro método e facilidade na determinação dos seus três parâmetros justifica sua aplicação no cenário descrito no estudo de forma a obter o conhecimento da vulnerabilidade do aquífero para proposição de medidas preventivas e corretivas apropriadas.
As similaridades das características litológica e geomorfológicas das áreas dos processos estudados, que foram fornecidos pelo MPMG, restringiram a pesquisa na avaliação da comparação dos parâmetros, mostrando que o tipo de solo, material do aquífero e da zona não-saturada foram responsáveis pelo resultado do índice de vulnerabilidade, uma vez que para os outros parâmetros os valores ponderados eram os mesmos.
Dessa forma, os resultados obtidos nesta dissertação demonstraram a necessidade de estudar outros tipos de casos de contaminação por postos de combustíveis, mas que apresentem características diferentes dos que foram destacados e a elaboração de uma ferramenta que avalia a vulnerabilidade do aquífero através de variáveis passíveis de serem medidas nos poços ou nos aquíferos de forma a evitar assim subjetividade da avaliação da vulnerabilidade, como também, considerem a susceptibilidade de uma região à contaminação das águas subterrâneas.
118
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
ADAMS, B.; FOSTER, S. S. D. (1992). Land-surface zoning for ground-water
protection. Journal of Institution of Water and Environmental Management, v. 6, p. 312 - 320.
AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO – ANP (2011). Anuário estatístico da indústria brasileira do petróleo e gás natural, Rio de Janeiro.
ALABURDA, J.; NISHIHARA, L. (1998). Presença de compostos de nitrogênio em águas de poços. Revista de Saúde Pública, v.32, p.160-165, 1998.
ALLEN, H. E.; PERDUE, E. M; BROWN, D. S. (1993). Metals in groundwater. Lewis, Chelsea, p. 193.
ALLER, L.; BENNET, T.; LEHR, J.H; PETTY,R.J., (1987). DRASTIC: a standardized system for evaluating groundwater pollution potential using hydrogeologic settings. USEPA.
ALVES, M. G., RAMOS I.S.; CORIDOLA R. (2000). 1° Simpósio de Recursos Hídricos do Sul. 1º Simpósio de Águas da AUGM.
AMORIM, M. da S.M. (1989). Balanço hídrico segundo Thornthwaite & Mather (1955). Petrolina: EMBRAPA – CPATSA. 18 p. Boletim Técnico n. 34.
ANDERSEN, L. J. e GOSK J. (1987). Applicability of vulnerability maps. TNO Committee for Hydrological Research: Proceedings and Information 38. p.321–332. Delft, Países Baixos.
119
ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS - ABNT. (1992). Projeto de poço para captação de água subterrânea: NBR 12212. p.5, Rio de Janeiro, Atualizada em 2006.
AUGE, M.. (2004). Vulnerabilidad de acuíferos conceptos y métodos. p.35. Buenos Aires.
BACK, A. J. (1997). Determinação da precipitação efetiva para irrigação suplementar pelo balanço hídrico horário: um caso-estudo em Urussanga, Santa Catarina.
BAGLEY, R. (1996). Risk-based Remediation Guidelines Take Hold, Environ. v.30, p.438-441. Sci. Technol.
BAIRD, C. (2002). Química Ambiental, 2ª ed., Bookman: Porto Alegre.
BEDIENT, P. B., RIFAI, H. S., NEWELL, C. J. (1994). Ground Water Contamination: Transport and Remediation. Pretice-Hall PTR, New Jersey.
BICALHO, K. V. (1997). Dissolução de Gasolina em Presença de Água e Etanol. Tese de Doutorado, Rio de Janeiro: Faculdade de Engenharia Civil, Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro.
BLARASÍN, M., C. Eric, C. Frigerio, e S. Bettera. (1993). Determinación del riesgo de contaminación del acuífero libre por sistemas de saneamiento in situ: ciudad de Río Cuarto. Dpto. Río Cuarto, Córdoba, Argentina. Publicación Especial de la Asociación Argentina de Geología Aplicada a la Ingeniería 1.
BORDEN, R.C.; BEDIENT, P.B.(1986). Transport of dissolved hydrocarbons influenced by oxygen limited biodegradation: theoretical development. Water Research, v. 22, n. 13, p. 1973 – 1982.
120
BRASIL. Ministério da Agricultura e Reforma Agrária. Secretaria Nacional de Irrigação. Departamento Nacional de Meteorologia. Normais Climatológicas (1961- 1990). p.84, Brasília, 1992.
BRASIL. CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente. Resolução n.º 430 de 03 de abril de 2008. Dispõe sobre as condições e padrões de lançamento de efluentes, complementa e altera a Resolução nº 357, de 17 março de 2005, do Conselho Nacional do Meio Ambiente. Brasília, 2008.
BRASIL. CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente. Resolução n.º 357 de 17 de março de 2005. Dispõe sobre a classificação e diretrizes ambientais para o enquadramento das águas subterrâneas e dá outras providências. Brasília, 2008.
BRASIL. CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente. Resolução n.º 273 de 29 de novembro de 2000. Dispõe sobre a instalação e operação de postos de combustíveis. Brasília, 2000.
BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. São Paulo, Editora Fisco e Contribuinte, 1988. 135p.
BRASIL. Decreto Lei n.° 24.643, de 10 de julho de 1934. Decreta o Código das Águas em território brasileiro. Brasília, 1934.
BRASIL. Lei n.° 9.984, de 17 de julho de 2000. Criação da Agência Nacional de Águas - ANA. 2000.
BRASIL. Lei n.º 9.433, de 08 de janeiro de 1997. Institui a Política Nacional de Recursos Hídricos, cria o Sistema Nacional de Gerenciamento de Recursos Hídricos. 1997.
121
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria n.° 2014, de 12 de dezembro de 2011. Estabelece os procedimentos de controle e de vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade. Brasília, 2011.
BRASIL. Ministério da Saúde. Portaria n.° 518, de 25 de março de 2004. Estabelece os procedimentos e responsabilidades relativos ao controle e vigilância da qualidade da água para consumo humano e seu padrão de potabilidade, e dá outras providências, 2004.
BRITO, A. M.; FREIRE, P. K. C.; BARBOSA, G. F.; CABRAL, J. J. S. P.; SILVA, S. R. (2008). XV Congresso Brasileiro de Águas Subterrâneas, Natal – RN.
BOSCOV, Maria Eugenia Gimenez (2008) Geotecnia ambiental. São Paulo: Oficina de Textos, 248 p.
CABRAL, J.; KOIDE, S.; SIMÕES, S. J. C.; MONTENEGRO, S. (2001). Recursos Hídricos Subterrâneos. In: Paiva, J. B. D. e Paiva, E. M. C. D. (Org.) Hidrologia aplicada à gestão de pequenas Bacias Hidrográficas. Porto Alegre: ABRH, p. 237-277.
CABRAL, J. S. P.; LOBO FERREIRA, J. P. C; MONTENEGRO, S. M. G. L.; COSTA, W. D. (organizadores). (2004). Água Subterrânea: aquíferos costeiros e aluviões, vulnerabilidade e aproveitamento. Tópicos Especiais em Recursos Hídricos, Vol.4, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE.
CAMARGO, A.P. (1971). Balanço hídrico no Estado de São Paulo. Campinas: IAC. 28p. Boletim Técnico, n. 116.
CAMPONOGARA, Isabel. (2006). Vulnerabilidade Natural no Sistema Aqüífero Guarani e Análise de Parâmetros Físico-Químicos das Águas Subterrâneas em Quaraí, BR e Artigas, UY. Dissertação (Mestrado em Geografia) – Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria.
122
CAPUANO, R. N. e JOHNSON, M. A. (1996). Geochemical reactions during biodegradation/vapor-extraction remediation of petroleum contamination in the vadose zone. Ground Water, 34: 31-40.
CARMO, A.M.; LAKHWINDER, S.H.; MICHAEL, L.T. (2000) Sorption of Hydrophobic Organic Compounds by Soil Materials: Application of Unit Equivalent Freundlich Coefficients. Environmental Science and Technology, v. 34, n. 20, p. 4363- 4369.
CARTER, L. W.; THOMAS, J. M.; LEE, M. D.; BEDIENT, P. B.; BORDEN, R. C; WARD, C. H. (1987). Leaking Underground Storage Tanks: Remediation with Emphasis on in situ Bioreclamation. EPA/600/S2–87/008,
CETESB. Uso das águas subterrâneas para abastecimento público no estado de São Paulo. São Paulo: r, 1997. 48 p.
CETESB. Relatório de estabelecimento de Valores Orientadores para Solos e Águas Subterrâneas no Estado de São Paulo. Dorothy C. P. Casarini et al., São Paulo, 2001.
CETESB. Norma Técnica P4.261, maio, 2003. São Paulo. Manual de Orientação para a Elaboração de Estudos de Análise de Riscos. Disponível em: <http://www.cetesb.sp.gov.br/servicos/normas---cetesb/43-normas-tecnicas---cetesb>. Acesso em: 14 jul. 2010.
CETESB. Decisão de Diretoria Nº 195-2005- E, de 23 de novembro de 2005. Dispõe sobre a aprovação dos Valores Orientadores para Solos e Águas Subterrâneas no Estado de São Paulo, 2005, em substituição aos Valores Orientadores de 2001, e dá outras providências.
CETESB. Manual de gerenciamento de áreas contaminadas. São Paulo, 2008. Disponível em: <http://www.cetesb.sp.gov.br/Solo/aguas_final.zip.> Acesso em: 26 jul. 2010.
123
CETESB. Relatório com a relação de áreas contaminadas e reabilitadas no estado de São Paulo, dezembro de 2010. Disponível em: < http://www.cetesb.sp.gov.br/areas- contaminadas/rela%C3%A7%C3%B5es-de-%C3%A1reas-contaminadas/4
Rela%C3%A7%C3%B5es-de-%C3%81reas-Contaminadas>. Acesso em: 29 jul. 2010.
CHILTON P. J.; A. A. Vlugman, S.S.D.Foster. (1990). A Groundwater pollution risk assessment for public water supply sources in Barbados. American Water Resources Association International Conference on Tropical Hydrology and Caribbean Water Resources 279–289. San Juan de Puerto Rico.
CKAKRABORTY, S., PAUL, P.K. e SIKDAR, P.K. (2007) Assessing aquifer vulnerability to arsenic pollution using DRASTI and GIS of North Bengal Plain: A case study of English Bazar Block, Malda District, West Bengal, India. Journal of Spatial Hydrology, Vol. 7, Nº 1. Spring.
CLEARLY, R. W.; MILLER, D. W. (1984). Aspectos fundamentais e monitoramento de poluição de água subterrânea, CEPIS/OPS/OMS.
CORIDOLA, R.; VIEIRA, E. M.; ALVES, M. G.; ALMEIDA, F. T. (2005). Uso das Técnicas de Geoprocessamento na Elaboração de Mapa Preliminar de Vulnerabilidade dos Aquiferos do Município de Campos de Goytacazes- RJ. In: SIMPÓSIO BRASILEIRO DE SENSORIAMENTO REMOTO XII. P.2933-2940. Goiania. Anais.
CORSEUIL, H.X.; MARINS, M.M.(1998). Boletim Técnico Petrobrás, 41, 133.
CORSEUIL, H.X.; FERNANDES, M. (1999). Co-solvency effect in aquifers contaminated with ethanol amended gasoline. In: Natural Attenuation of Chlorinated Petroleum Hydrocarbons, and Other Organic Compounds, 3, 1999, Battelle. Conference proceedings from the fifth International In situ and Onsite Bioremediation Symposium. San Diego: Battelle Press. p. 135-140.
124
DIAS, C.L; CASARINI, D.C.P. (1996). Gerenciamento da qualidade de solos e águas subterrâneas. São Paulo: CETESB.
EL-NAQA, A., HAMMOURI, N., KUISI, M. (2006) GIS-based evaluation of groundwater vulnerability in Russeifa area, Jordan. Revista Mexicana de Ciencias Geologicas, Vol. 23, Nº 3, p 277-287.
Environmental Protection Agency – EPA/U. S. (1996). How to effectively recover free product at leaking underground storage tank sites. EPA/510-R-96-001.
ESCADA, D. C. S. (2009). Mapeamento da vulnerabilidade e perigo a contaminação das águas subterrâneas do município de Cajamar – SP. Universidade Estadual de Campinas. Instituto de Geociências. Programa de Pós-Graduação em Geociências. Campinas, São Paulo.
FEAM. Inventário de áreas suspeitas de contaminação e contaminadas no Estado de Minas Gerais. Belo Horizonte, 2009.
FEAM. Lista de Áreas Contaminadas e Reabilitadas por Município. Belo Horizonte, 2009.
FEAM. Mapa de Solos do Estado de Minas Gerais. Belo Horizonte, 2010.
FEITOSA, F. A. C. & MANOEL, J. F. (1997). Hidrogeologia: Conceitos e Aplicações, SHS 5854 - Hidráulica das Águas Subterrâneas.
FEITOSA, F. A. C.; FILHO, J.M; FEITOSA, E.C.; DEMETRIO, J.G.A. (2008) Hidrogeologia: conceitos e aplicações. 3.ed.rev e ampl. Rio de Janeiro: CRPM: LABHID.
125
FERNANDES, M. (1997). Influência do etanol na solubilidade de hidrocarbonetos monoaromáticos em aqüíferos contaminados com gasolina. Dissertação (Mestrado em Engenharia Ambiental) – Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental, UFSC, 115p.
FERNANDES, M. (1992). Atenuação Natural de Aquífero contaminado por Derramamento de Gasolina. Tese (Doutorado de química analítica), UFSC, 115p.
FETTER, C. W. (1988). Applied hydrogeology, Sec. Ed., Merrill Pub., Toronto, 592p.
FETTER, C. W. (1992). Contaminant hydrogeology. New York: Macmillan, 458 p.
FETTER, C.W. (1994). Applied Hydrogeology. 3th Edition. Prentice-Hall, inc. New Jersey, USA.
FIGUEIREDO, E. C. T. P.; MENESES L. F. de; SILVA, T. C. da; GADELHA, C. L. M. (2009). Elaboração de Mapa de Vulnerabilidade dos Aquíferos Superiores no Município de João Pessoa – PB, através de Técnicas de Geoprocessamento. Rev. Tecnológica, Fortaleza, v.30, n.1, p. 123-132, jun. 2009.
FINOTTI, A. R., CAICEDO, N. O L. e RODRIGUEZ, M. T. R. (2001). Contaminações Subterrâneas com Combustíveis Derivados de Petróleo: Toxicidade e a Legislação Brasileira, IN: Revista Brasileira de Recursos Hídricos, Vol.6, nº2.
FIRTA, I. N. (2001). Dissertação de Mestrado, Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil.
FOSTER, S. S. D. (1987). Fundamental concepts in aquifer vulnerability pollution risk and protection strategy. Proceedings of International Conference: Vulnerability of Soil and Groundwater to Pollutants. Noordwijk, Países Baixos.
126
FOSTER, S. S. D. e R. HIRATA. (1988). Groundwater pollution risk assessment: a methodology using available data. WHOPAHO/ HPE-CEPIS Technical Manual. Lima, Peru.
FOSTER, S. & HIRATA, R.C.A. (1993). Determinação de riscos de contaminação das águas subterrâneas. São Paulo. Bol. Inst. Geológico, São Paulo, n. 10.
FOSTER, S.; HIRATA, R.C.A; GOMES, D.; D’ELIA, M.; PARIS,M. (2002). Groundwater: quality protection. The World Bank. Washington.
FREEZE, R.A. & CHERRY, J.A. (1979). Groundwater.Englewood Cliffs, N.J. Prentice-Hall. p.604.
FU, J.K.; LUTHY, R.G. (1986). Aromatic Compound Solubility in Solvent/Water Mixtures. Journal of Environmental Engineering-Asce, v. 112, n. 2, p. 328-345.
GOMES, S. A; SABADIA, J.A.B e DUARTE, C.R. (2010). Análise da Vulnerabilidade Natural das Águas Subterrâneas do Complexo Portuário e Industrial do Mucuripe, Departamento de Geologia, Universidade Federal do Ceará, Fortaleza.
GIAMPÁ, C.E.Q.; GONÇALVES, V.G. (2006). Águas subterrâneas e poços tubulares profundos. São Paulo: Signus Editora.
GUIGUER, N. (2000). Poluição das águas subterrâneas e do solo causada por vazamentos em postos de abastecimento. Waterloo Hydrogeologic, Inc. 356p.
GUIGUERI, N & KOHNKEI, M.W. (2002). Métodos para Determinação da Vulnerabilidade de Aquíferos. XII Congresso Brasileiro de Águas Subterrâneas, Florianópolis.
127
GUSMÃO, G. G. (2008). Uma forma mais simples de utilizar o método GOD, monografia de graduação, Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro, Instituto de Agronomia, departamento de Geociências. Rio de Janeiro.
HARTER, T.,WALKER, L.G. (2001). Assessing Vulnerability of Groundwater, University of California Agricultural Extension Service and the California Department
of Health Services, 11p. Disponível em:
<www.dhs.ca.gov/ps/ddwem/dwsap/DWSAPindex.htm.> Acessado em: set. 2010.
HEATH, R, C. (1983). Hidrologia Básica de Águas Subterrâneas. USGS - Paper nº. 20. Tradução para o português. WREGE, M.; POTTER, P. (Trad.) Instituto de Pesquisas Hidráulicas, UFRGS. Denver: 86p.
HIRATA, R.; BASTOS, C.; ROCHA, G. (coord). (1997). Mapa de vulnerabilidade das águas subterrâneas no Estado de São Paulo. Secretaria do Meio Ambiente de São Paulo. 95p, 1997.
HIRATA, R. & REBOUÇAS, A. (1999). La protección de los recursos hídricos subterráneos: una visión integrada, basada en perímetros de protección de pozos y vulnerabilidad de acuíferos. Boletín Geológico Minero de España 110 (4): 423–436.
HIRATA, R., C. Bastos, G. Rocha, D. Gomes, e M. Iritani (1991). Groundwater pollution risk and vulnerability map of the São Paulo State - Brasil. Water Science and Technology 24(11). p.159–169.
HUNT, C.S.; FERREIRA, R.C.S.; CORSEUIL, H.X.; ALVAREZ, P.J.J. (1997). Effect of ethanol on aerobic BTEX degradation. In: IN SITU AND ONSITE BIOREMEDIATION. Batelle (eds) Alleman B.C. and A.L. Leeson, v.4, p. 49 – 54. Batelle Press.
128
HVORSLEV, M.J. (1951). Time lag and soil permeability in ground-water observations: Vicksburg, Miss., U.S. Army Corps of Engineers, Waterways Experiment Station, Bulletin 36, 50 p.
KALINSKI, R.J.; KELLY, W.E.; BOGARDI, I.; EHRMAN, L.R. e YAMAMOTO, P.D. (1994). Correlation between DRASTIC Vulnerabilities and Incidents of VOC Contamination of Municipal in Nebraska. Ground Water, January – February, Vol. 32, Nº 1, 31 – 34.
KIMBLE, K.D.; CHIN, Y.P. (1994). The sorption of polycyclic aromatic hydrocarbons by soils in methanol/water mixtures. Journal of Contaminant Hydrology, v. 17, p. 129.
KOHNKE, M.W. (2002). Vulnerabilidade de aquiferos. ABAS Informa: Boletim Informativo da Associação Brasileira de Águas Subterrâneas, n 126. Disponível em: <htt://www.abas.org.br/abasinforma/126.
KUCHLER, I. L.; MIEKELEY, N.; FORSBERBG, B.R. (2000). A contribution to the chemical characterization of rivers in the Rio Negro Basin, Brazil. J. Braz. Chem. Soc. May/June. v.11. n.3. p.286-292.
LEAL, J.A.R., CASTILLO, R.R. (2003). Aquifer vulnerability mapping in the Turbio river valley, Mexico: A validation study, Geofísica Internacional. Vol. 42, Nº 1, p.141 - 156.
LEE, S. (2003). Evaluation of waste disposal site using the Drastic system in Southern Korea, Environmental Geology, v44. p.654 – 664.
LEITE, C. E. S. & MÖBUS, G. (1998). Vulnerabilidade natural à contaminação dos aqüíferos da região de rochas sedimentares da bacia do Rio Mundaú/Ceará. X Congresso Brasileiro de Águas Subterrâneas: São Paulo, 8p.
129
LIN, H.S.; SCOTT, H.D.; STEELE, K.F.; INYANG, H.I. (1999). Agricultural chemicals in the alluvial aquifer of a typical coun.
LITLLE, J.C.; DAISEY, J.M. e NAZAROFF, W.W. (1992). Transport of subsurface contaminants into buildings. Environmental Science & Technology, 26: 2058-2065.
LYNAM, Federico. (2008). Entenda como funcionam os vulcões. Disponível em: Folha On Line de 04 de maio de 2008. Acessado em: março 2012.
LOBO FERREIRA, J.P.C. (1998). Vulnerabilidade à poluição de águas subterrâneas: fundamentos e conceitos para uma melhor gestão e proteção dos aquíferos de Portugal. In: CONGRESSO DA ÁGUA, 4., Lisboa. Anais. Lisboa: Associação Portuguesa dos Recursos Hídricos, 1998. CD-ROM.
LOAGUE, K. (1994). Regional scale groundwater vulnerability estimates: impact of reducing data uncertainties for assessments in Hawaii. Ground Water 32, p.605–616.
MACIEL FILHO, C. L. (1994). Introdução à Geologia de Engenharia, Editora da UFSM; Brasília: CPRM, 284p.
MACKAY, D.M.; ROBERTS, P.V.; CHERRY, J.A. (1985). Transport of organic contaminants in groundwater. Environmental Science and Technology, v.19, n.5, p. 384-392.
MACKAY, D. & CHERRY, J.A. (1989). Groundwater contamination: Pump and treat remediation. Environmental Science & Technology, 23:p.7-13.
MAGALHÃES Jr.A. (2003). Os indicadores como instrumentos de apoio à consolidação da gestão participativa da água no Brasil: realidades e perspectivas no contexto dos Comitês de Bacia Hidrográfica. Tese (Doutorado no Centro de Desenvolvimento Sustentável) Universidade Nacional de Brasília, Brasília.
130
MARIANO, Adriano Pinto. (2006). Avaliação do Potencial de Biorremediação de Solos e de Águas Subterrâneas Contaminados com Óleo Diesel. Rio Claro, São Paulo.
MARTIN, P. J., D. C. Gomes, M. Iritani e N. Guiguer (1998). Na Integrated Groundwater Management Using Modeling and GIS. Proceedings of the Groundwater in a Watershed Context Symposium. Section 3. Canadá, Centre for Inland Waters, Burlington, Ontário.
MEAULO, F.J. (2004). Vulnerabilidade natural à poluição dos recursos hídricos subterrâneos da área de Araraquara-SP. Dissertação (Mestrado em geociências e meio ambiente), Instituto de Geociências e ciências Exatas, UNESP, Rio Claro.
MELLO, V.F.B; TEIXEIRA, A.H. (1967). Mecânica de solos. São Carlos: Escola de Engenharia.
MELLOUL, A.J.; COLLIN, M. (1988). A proposed index for aquifer water-qulity assessment: the case of Israel Sharon region, Journal of Environmental Management, 54, p.131-142.
MESTRINHO, S.S.P. (1997). Geoquímica e contaminação de águas subterrâneas. Curso de atualização. Recife, Ministério de Minas e Energia (DNPM), 98 p.
MESTRINHO, S.S.P.; LUZ, J.A.G. e PORCIÚNCULA, D.C.L. (2006). Análise da vulnerabilidade intrínseca das águas subterrâneas na bacia do rio Itapicuru, BA. In: XIV Congresso Brasileiro de Águas Subterrâneas.
MILLER, A.D. (2001). Remediação de fase livre de gasolina por bombeamento duplo: Estudo de Caso. Dissertação de Mestrado, Instituto de Geociências – USP. São Paulo.
MINAS GERAIS. Deliberação Normativa COPAM nº 32, de 13 de setembro de 2000. Inclui a revenda de combustíveis veiculares como atividade de impacto ambiental,
131
determina o seu licenciamento ambiental e estabelece os procedimentos. Belo Horizonte, Set. 2000.
MINAS GERAIS. Deliberação Normativa COPAM nº 50, de 28 de novembro de 2001. Estabelece os procedimentos para o licenciamento ambiental de postos revendedores, postos de abastecimento, instalações de sistemas retalhistas e postos flutuantes de combustíveis e dá outras providências. Belo Horizonte, 28 de novembro de 2001.
MINAS GERAIS. Deliberação Normativa COPAM n.º 74, de 09 de setembro de 2004. Estabelece critérios para classificação, segundo o porte e potencial poluidor, de empreendimentos e atividades modificadoras do meio ambiente passíveis de autorização ou de licenciamento ambiental no nível estadual, determina normas para indenização dos custos de análise de pedidos de autorização e de licenciamento ambiental, e dá outras providências. Belo Horizonte, 09 de setembro de 2004.
MINAS GERAIS. Deliberação Normativa COPAM nº 108, de 24 de maio de 2007. Altera a Deliberação Normativa Copam 50/01, que estabelece os procedimentos para o licenciamento ambiental de postos revendedores, postos de abastecimento, instalações de sistemas retalhistas e postos flutuantes de combustíveis e dá outras providências. Belo Horizonte, 24 de maio de 2007
MINAS GERAIS. Deliberação Normativa Conjunta COPAM/CERH-MG nº 01, de 05 de maio de 2008. Dispõe sobre a classificação dos corpos de água e diretrizes ambientais para o seu enquadramento, bem como estabelece as condições e padrões de lançamento de efluentes, e dá outras providências, 2008.
MINAS GERAIS. Deliberação Normativa COPAM nº193, 30 de junho de 2005.. Belo Horizonte, 27 de junho de 2008. Suspende as atividades do empreendimento do Posto Morada Nova Ltda, que exerce a atividade de comércio varejista de combustíveis automotivos e lubrificantes-excl.gás liquefeito de petróleo, localizado no município de Nova Lima/MG. Belo Horizonte, 16 de março de 2006.
132
MINAS GERAIS. Deliberação Normativa COPAM nº116, 27 de junho de 2008. Dispõe sobre a declaração de informações relativas à identificação de áreas suspeitas de contaminação e contaminadas por substâncias químicas no Estado de Minas Gerais. Belo Horizonte, 27 de junho de 2008.
MINAS GERAIS. Deliberação Normativa Conjunta COPAM/CERH nº 02, de 08 de setembro de 2010. Institui o Programa Estadual de Gestão de Áreas Contaminadas, que estabelece as diretrizes e procedimentos para a proteção da qualidade do solo e gerenciamento ambiental de áreas contaminadas por substâncias químicas, 2010.
MINAS GERAIS. Lei PMBH (Prefeitura Municipal de Belo Horizonte) nº 7277 de 17 de janeiro de 1997. Institui a licença ambiental e dá outras providências. Belo Horizonte, 1997.
MINISTÉRIO PÚBLICO DE MINAS GERAIS - Processo Administrativo nº072/2003
MINISTÉRIO PÚBLICO DE MINAS GERAIS - Processo Administrativo nº353/2004.
NASCIMENTO, L.V. (1998). Análise dos padrões de efluentes das águas e de lançamento de efluentes líquidos estabelecidos pela resolução CONAMA Nº 020/1986: uma abordagem para águas doces. Dissertação (Mestrado em Engenharia) – Escola de Engenharia, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte.
NKEDDI-KIZZA, P.; RAO, P.S.C; HORNSBY, A.G. (1985). Influence of organic cosolvents on sorption of hydrophobic organic chemicals by soils. Environmental Science and Technology, v. 19, n. 12, p. 975-979.