• No results found

The assessment of the

In document Cost-Benefit Analysis (sider 86-89)

Para além de tudo o que foi abordado até agora, devem ainda enunciar-se outras atividades que também concretizei. De facto, ajudei a promover diversos workshops levados a cabo tanto na Farmácia Lis como na clínica Leiriderme. A título de exemplo, promovi e publicitei o

workshop de alerta para o aumento do risco cardiovascular, em que foram realizados testes

como os de determinação da PA, glicémia ou colesterol. Também a Inneov® realizou um workshop na farmácia, em que durante um dia teve uma promotora que fez rastreios

capilares aos utentes e deu conselhos de cosmética às pessoas interessadas.

Por sua vez, na Leiriderme ocorreu um workshop dedicado a grávidas e seus parceiros, com o intuito de esclarecer eventuais dúvidas relacionadas com cuidados a ter e esclarecimentos sobre esta nova fase.

Não obstante, ao longo de todo o meu estágio pude assistir a inúmeras formações, sendo um facto que a Farmácia Lis tem uma preocupação enorme pela formação contínua e atualização incessante dos conhecimentos dos profissionais que nela trabalham. Algumas das formações em que participei foram as da Tilman®, Nestlé® (parte dos suplementos alimentares), Isdin®

(solares e gama Ureadin), Schulke®, Conforsil® e Akileine®, produtos Over The Counter (OTC)

e Bioactivo® (nomeadamente do Slimduo e Selénio). Praticamente todas estas formações

começavam com generalidades referentes à marca, focando-se depois mais no(s) produto(s) e/ou gama(s) que se propunham falar, não obliterando sessões de perguntas e respostas e curiosidades passíveis de transmitir aos utentes com o intuito de lhes suscitar interesse e, em última instância, incitar a compra.

Conclusões

O estágio realizado na Farmácia Lis foi uma experiência extraordinária. Começou por me tirar da minha zona de conforto – com atendimento a um público muito diversificado, atribuição de tarefas e responsabilidades muito distintas, vivência de situações muito únicas e díspares – mas acabou por me deixar uma pessoa muito mais segura de mim mesma e acabou por resolver alguns problemas de confiança que tinha até então.

Aprendi que dois aconselhamentos podem estar ambos certos, apesar de indicarem produtos diferentes; também aprendi que um aconselhamento pode falhar em larga escala porque não se faz uma das perguntas-chave.

Atendi utentes que conhecem quase melhor a medicação que fazem que parâmetros como o seu tipo sanguíneo ou peso; assisti a consequências que afetam as pessoas que não tomam a medicação.

Estive integrada no seio de uma equipa que depositou em mim confiança e responsabilidade com que eu não sabia que conseguia lidar: uma equipa de pessoas fáceis de se trabalhar, simpáticas, compreensivas e humildes.

Concluí que estagiar ou trabalhar numa farmácia comunitária requer segurança de nós mesmos, conhecimento bem fundamentado, suscita dúvidas que por vezes temos que levar para casa, mas é muito gratificante.

Eu sabia que estagiar em Farmácia Comunitária me iria trazer parte disto. Mas fazê-lo na Farmácia Lis foi um desafio que reconheço ter-me dado estofo para a vida.

Bibliografia

[1] J. Gregório, “Análise de cenários para o planeamento de recursos humanos da saúde: o farmacêutico comunitário em Portugal, 2020,” Universidade Nova de Lisboa, 2011.

[2] A. Mascarenhas, N. Oliveira, A. G. Cabral, B. Cunha, J. Oliveira, P. Monteiro, and F. Branco, “O papel da farmácia comunitária na prevenção, deteção e controlo da Hipertensão Arterial,” Figueira da Foz, 2012.

[3] Infarmed, “Decreto-Lei n.o 307/2007 de 31 de agosto - Regime jurídico das farmácias

de oficina,” pp. 1–35, 2007.

[4] J. Gregório and Luís Velez Japão, “Uso de cenários estratégicos para planeamento de recursos humanos em saúde: o caso dos farmacêuticos comunitários em Portugal 2010-2020,”

Rev. Port. Saúde Pública, vol. 30, no. 2, pp. 125–142, 2013.

[5] Glintt®, “Sifarma - desenvolvido por e para Farmacêuticos,” 2016. [Online].

Available: http://www.glintt.com/pt/o-que-

fazemos/ofertas/SoftwareSolutions/Paginas/Sifarma.aspx. [Accessed: 15-Apr-2017].

[6] Brint®, “ROWA® - Robotic Storage and Dispensing,” 2016. [Online]. Available: http://www.brintintralog.com/en/solutions/automated-storage-and-retrieval-systems/rowa- robotic-storage-and-dispensing/. [Accessed: 11-May-2017].

[7] Infarmed, “Decreto-Lei n.o 171/2012 de 1 de agosto - Procede à segunda alteração ao

Decreto-Lei n.o 307/2007, de 31 de agosto, que estabelece o regime jurídico das farmácias de

oficina,” pp. 1–35, 2012.

[8] Infarmed, “Portaria n.o 594/2004 de 2 de junho - Aprova as boas práticas a observar

na preparação de medicamentos manipulados em farmácia de oficina e hospitalar,” p. 8, 2004.

[9] Infarmed, “Despacho n.o 18694/2010 de 18 de Novembro - Estabelece as condições de

comparticipação de medicamentos manipulados e aprova a respetiva lista,” pp. 1–7, 2010. [10] Infarmed, “Deliberação n.o 1500/2004 de 7 de dezembro - Aprova a lista de

equipamento mínimo de existência obrigatória para as operações de preparação, acondicionamento e controlo de medicamentos manipulados,” pp. 1–2, 2004.

[11] Infarmed, “Portaria n.o 769/2004 de 1 de julho - Estabelece que o cálculo do preço de

venda ao público dos medicamentos manipulados por parte das farmácias é efectuado com base no valor dos honorários da preparação, no valor das matérias-primas e no valor dos materi,” pp. 1–4, 2004.

[12] Serviços Partilhados do Ministério da Saúde, “Normas técnicas relativas à prescrição

de medicamentos e produtos de saúde,” 2015. [Online]. Available:

http://www.infarmed.pt/documents/15786/1154797/Normas_Prescricao_20121220_vFinal.pd f/4fdd5aec-2123-4504-8854-e8b771c7b88d?version=1.0. [Accessed: 23-Mar-2017].

[13] Infarmed, “Decreto-Lei n.o 176/2006 de 30 de agosto - Estatuto do Medicamento,” pp.

[14] Ordem dos Médicos, “FAQs sobre prescrição por DCI,” 2014. [Online]. Available: http://omcentro.com/faqs/detalhe/1. [Accessed: 03-Sep-2017].

[15] Infarmed, “Despacho n.o 2935-B/2016 de 24 de fevereiro - Estabelece disposições com

vista a impulsionar a generalização da receita eletrónica desmaterializada (Receita Sem Papel), no Serviço Nacional de Saúde, criando metas concretas para a sua efetivação,” pp. 1– 2, 2016.

[16] Diário da República, “Portaria n.o 137-A/2012 de 11 de maio,” no. 2, pp. 2–7, 2012.

[17] Diário da República, “Despacho n.o 15700/2012,” pp. 2–5, 2012.

[18] Infarmed, “Decreto-Lei n.o 20/2013 de 14 de fevereiro - Procede à sétima alteração

ao Decreto-Lei n.o 176/2006, de 30 de agosto, que estabelece o regime jurídico dos

medicamentos de uso humano, transpondo a Diretiva n.o 2010/84/UE do Parlamento Europeu

e do Conselho,” 2013.

[19] Castro, “Fisiopatología de la presión arterial,” 2015, pp. 1–10.

[20] Direção Geral de Saúde, “Norma DGS no 020/2011 - Hipertensão Arterial: definição e

classificação,” pp. 1–6, 2013.

[21] Direção Geral de Saúde, “Norma DGS no 019/2011 - Abordagem Terapêutica das

Dislipidemias no Adulto,” pp. 1–17, 2017.

[22] A. Curtis L. Triplitt, Thomas Repas and C. Alvarez, “Chapter 57 - Diabetes Mellitus,” in Pharmacotherapy: A Pathophysiologic Approach, 9th ed., McGraw-Hill Education, 2014. [23] Direção Geral de Saúde, “Norma DGS no 002/2011 - Diagnóstico e Classificação da

Diabetes Mellitus,” pp. 1–13, 2011.

[24] L. Sociedade Gestora de Resíduos de Embalagens e Medicamentos, “VALORMED - Quem somos,” 2018. [Online]. Available: http://www.valormed.pt/paginas/2/quem-somos/. [Accessed: 05-Jan-2018].

Capítulo 3 – Tendências e

In document Cost-Benefit Analysis (sider 86-89)