A pesca de peixes recifais no Nordeste do Brasil é uma atividade com grande diversidade de espécies capturadas, incluindo aquelas valorizadas no mercado e as capturadas acidentalmente.
As principais espécies observadas em desembarques nos estados do Rio Grande do Norte e de Pernambuco foram Haemulum plumierii, representante da família Haemulidae e Pseudupeneus maculatus, pertencente à família Mullidae, respectivamente, as quais são muito valorizadas no mercado nacional e internacional.
Ainda que os dados disponíveis sobre esta prática sejam insuficientes, é notória a sua interferência sobre os recifes. Os esforços aplicados incidem principalmente sobre espécies de níveis tróficos superiores, o que pode alterar drasticamente a estrutura da cadeia alimentar ali estabelecida, trazendo prejuízos a todas as comunidades que ocupam estes espaços.
Entre as populações que merecem atenção imediata, tanto da ciência quanto da sociedade como um todo, estão as que se encontram ameaçadas de extinção para a costa brasileira, como é o caso da moreira printada (Gymnothorax moringa) e do cherne verdadeiro (Hyporthodus nigritus) e, principalmente, aquelas que apresentam endemismo nas regiões exploradas, como as do genêro Scarus (Scarus trispinosus e Scarus zelindae).
Essa atividade não apresenta perfil bem estabelecido, uma vez que as características dos esforços aplicados são consideravelmente diferentes. Foram observadas diferenças em relação ao tipo de petrecho empregado (material, largura da malha), porte das embarcações utilizadas, substrato da área explorada e tempo de duração das capturas, bem como principais espécies alvo em cada estado. Observou-se também divergências quanto à forma como os indivíduos eram classificados, processados e comercializados nos estados monitorados.
Mesmo que seja realizada localmente e de forma artesanal ou como substituição de pescarias mais tradicionais, possui grande valor econômico e social, muitas vezes por representar a principal fonte de emprego e renda para diversas comunidades costeiras. Portanto, é importante que haja a conscientização dos pescadores e a regulamentação da atividade, tendo-se em conta as características de cada local, pontos essenciais para a prevenção da exploração excessiva dos estoques pesqueiros associados aos ambientes recifais. Igualmente importante é considerar o conhecimento daqueles, em relação ao meio e aos animais que se deseja preservar.
Por fim, fica clara a importância e necessidade de estudos e do monitoramento adequado desta atividade. Desta forma, torna-se possível compreender como as populações explotadas reagem aos impactos sofridos. Com isso, espera-se assegurar a sustentabilidade e a continuidade da atividade pesqueira para os próximos anos, bem como o equilíbrio ambiental desses ecossistemas tão importantes e sensíveis.
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