2.14 Gode bygg – færre konflikter
2.14.2 Styring av konflikter
Os combustíveis fósseis são finitos, sendo que as reservas mundiais de petróleo são aproximadamente 1,6 x 1014 l (1 x 1012 barris) e o consumo mundial ronda os 1,2 x 1010 l por dia
(Dresselhaus e Thomas, 2001). Os problemas com os combustíveis fósseis a curto prazo são a distribuição e a recolha, e esses problemas diferem para cada um dos tipos de combustível. Grande parte do petróleo no reservatório não é recolhida por causa da tensão superficial. A recolha poderia ser maior através de métodos como a injecção de surfactantes ou de CO2
pressurizado para reduzir a tensão superficial, mas estes métodos são dispendiosos e tecnicamente complicados. Outro problema da utilização de combustíveis fósseis é a produção de CO2; é possível sequestrar o CO2, armazenando-o como gás ou em solução no subsolo o no
fundo do mar, mas com custos monetários e energéticos, para a bombagem do CO2 do local de
produção até ao local de armazenamento (Dresselhaus e Thomas, 2001).
Os indicadores neste âmbito permitem avaliar a desempenho global no consumo de combustível fóssil da organização, através do Consumo Anual Total de Combustível (CATC), sendo este o somatório do Consumo Anual Total de Gasolina (CATG) e do Consumo Anual Total de
4.4.6 – Emissões
Neste âmbito são propostos indicadores para a avaliação do desempenho da organização ao nível das emissões de gases com efeito de estufa. Globalmente, o indicador Emissões Totais de
Gases com Efeito de Estufa (ETGEE) serve para perceber qual o impacte da actividade da
organização ao nível das emissões. Este indicador é composto pelos indicadores Emissões
Directas Totais de Gases com Efeito de Estufa (EDTGEE) e Emissões Indirectas Totais de Gases com Efeito de Estufa (EITGEE). O indicador EDTGEE corresponde às emissões directas
de gases com efeito de estufa, ou seja, emissões de fontes que são propriedade da organização ou que estão sob o seu controlo; Relativamente ao indicador EITGEE, as emissões são consequência da actividade da empresa, mas de fontes que são propriedade ou controladas por outras entidades. As emissões indirectas advêm da aquisição de electricidade, calor ou vapor, ou a extracção e produção de materiais e combustíveis adquiridos, actividades relacionadas com transporte de veículos não pertencentes ou controladas pela organização, outsourcing, eliminação de resíduos, entre outros (GHG Protocol, 2012). O indicador Redução das Emissões
de Gases com Efeito de Estufa (REGEE) permite avaliar o desempenho e empenho da
organização em reduzir as emissões de GEE resultantes da sua actividade.
4.4.7 – Veículos
O indicador Veículos com Combustíveis Alternativos ou de Baixas Emissões (VCABE) foi escolhido para permitir avaliar o nível de investimento da organização na sua frota de veículos, de modo a torná-la ambientalmente mais eficiente. O tipo de veículos considerados neste indicador são os veículos híbridos, eléctricos e os veículos concordantes com as normas EURO IV ou superior.
4.4.8 – Não-Conformidades
Para perceber qual o nível de cumprimento da legislação ambiental por parte da organização, foi proposto o indicador Valor Monetário de Multas Significativas (VMMS). O indicador contempla o valor monetário das multas significativas da organização por incumprimento de leis ambientais e regulamentos.
4.4.9 – Investimentos
Foi proposto o indicador Total de Investimentos em Protecção Ambiental (TIPA), de modo a que fosse perceptível o total de gastos da organização para mitigar ou diminuir o impacte da sua actividade no Ambiente.
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4.5
– Análise das Declarações Ambientais e Relatórios de
Sustentabilidade
A análise dos indicadores presentes nos documentos das organizações seguiu os seguintes passos:
1. Pesquisa dos indicadores ambientais nas Declarações Ambientais e Relatórios de Sustentabilidade das organizações.
2. Organização dos dados recolhidos em MS Excel™. 3. Verificação das unidades dos indicadores.
4. Normalização dos valores com base no número de colaboradores e volume de vendas das organizações.
5. Comparação do desempenho ambiental entre as várias organizações de acordo com o modelo de análise criado.
6. Verificação das medidas que levaram aos melhores níveis de desempenho ambiental.
Os resultados obtidos encontram-se no Anexo II e aqui são apresentados por indicador, e divididos por tipo de análise – EMAS, Prestadores de Serviços e Fabricantes na GRI. Em cada um deles é referido o número de empresas analisadas, visto nem todas terem valores para cada indicador. O número de organizações do EMAS analisadas foram 4, dos Prestadores de Serviços foram 36 e para os Fabricantes, foram analisadas 11.
Relativamente às classificações, para o EMAS foi escolhida apenas a organização com melhor prestação, devido ao tamanho reduzido da amostra. Para os Prestadores de Serviços e Fabricantes da GRI, foram escolhidas as 3 organizações com melhor desempenho em cada indicador, visto que a amostra é maior (excepto se a amostra para determinado indicador for menor que 4, nesse caso, é considerada apenas a organização com melhor classificação). Das empresas analisadas com relatórios de sustentabilidade na GRI, 10 das organizações de Prestadores de Serviços não apresentam certificação segundo a ISO 14001. Dos Fabricantes, todos eles são certificados de acordo com este referencial. Ao fazer a normalização com base nas receitas das organizações, o número de empresas analisadas diminuiu para 34, por haver duas organizações que não apresentam o valor das suas receitas anuais. Das empresas registadas no EMAS, apenas foi conseguida a receita de uma e portanto, é dessa organização que se vai apresentar os resultados obtidos.
No fim de cada grupo de indicadores são indicadas as principais medidas a adoptar para melhorar o seu desempenho, divididas por Medidas Comportamentais, Tecnológicas e
4.6 - Propostas
Com base nas medidas das organizações que apresentaram melhor desempenho, foi elaborado um conjunto de propostas para que o desempenho ambiental dentro do sector das telecomunicações seja melhorado.
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