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5. What is the problem represented to be?

6.2 Sexuality

6.2.2 Students sexual practice and the potential emergence of new sexual scripts

A atividade requer bastante interação entre os membros de um grupo, entre os grupos e todos com o instrutor (professor). Em se tratando de disciplina presencial, o instrutor (professor) tem a chance de estar face-a- face com os grupos, o que é revertido como vantagem para facilitar a transmissão e recepção de informações diversas que os grupos expressem ou requisitem durante a execução das tarefas. Uma dinâmica descrita a seguir pode ajudar na organização dos grupos no espaço da sala de aula.

Procedimentos:

1) As turmas são divididas em células de trabalho (grupos G1, G2, G3, G4...Gn) O objetivo é dinamizar o processo de aprendizagem dos alunos e troca de conhecimento entre o grupo.

121 2) Os grupos seguirão o roteiro contendo as referidas atividades a serem realizadas e sua avaliação Os conteúdos a serem trabalhados pelas células de trabalho dizem respeito às soluções que o problema proposto requer.

3) O professor se torna o gestor das células de trabalho, gerenciando os trabalhos e atitudes relacionadas.

Na sala de aula a organização do espaço é importante e deve levar em conta a fluidez do conhecimento, das informações e a comunicação dos estudantes de cada célula de trabalho. Logo a seguir na Figura 6.6.3, é apresentado um esquema estrutural da forma de organização dos grupos, onde o professor assume posição de gestor dos trabalhos de cada grupo.

Figura 6.6.3: Esquema estrutural da forma de organização dos grupos. 6.7. Conclusão

O método PBL não se aplica à totalidade das disciplinas da maioria dos cursos de engenharia atualmente no Brasil. A maior parte dos cursos tem uma grade curricular estruturada no sistema de crédito. Nos projetos

122 pedagógicos dos cursos não está prevista a aplicação do PBL como método de ensino e aprendizagem. Conforme a literatura, para a introdução do PBL como o principal método de ensino e aprendizagem é necessário que haja uma adaptação da grade curricular para suportar o método.

O PBL em conjunto com métodos tradicionais, é aplicável para o ensino e aprendizagem de diversas disciplinas de um curso de engenharia, conforme estão estruturados atualmente no Brasil.

Na literatura, uma questão importante é levantada, a respeito do lado administrativo do processo de ensino e aprendizagem PBL. Muitos trabalhos sobre o PBL demonstram vantagens e desvantagens a respeito do valor do método e da organização das matrizes curriculares. Existe também o lado administrativo que apóia uma organização dos processos do PBL.

É importante lembrar que o método PBL é também uma forma de organização administrativa e de gestão. O gerenciamento de um curso baseado em PBL é uma atividade intensiva e contínua. Existem algumas comissões que trabalham permanentemente em pesquisas de aspectos variados para o curso, corrigindo rumos, aperfeiçoando blocos temáticos, propondo novos problemas, gerenciando o desempenho de alunos e docentes.

6.8. Referências

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BAZZO, W. A.; PEREIRA, L. T. V. ; LINSINGEN, I. V. . Epistemologia e Ensino de Engenharia. Revista de Ensino de Engenharia, Brasília, v. 18, p. 51-57, 1999.

ESCRIVÃO FILHO, E. ; RIBEIRO, L. R. C. . Aprendendo com PBL -

Aprendizagem Baseada em Problema: relato de uma experiência em cursos de engenharia da EESC-USP. Revista Minerva, v. 6, p. 23-30, 2009.

123 KURI, N. P. ; SILVA, A. N. R. ; MANZATO, G. G. . Aprendizado baseado em problemas em uma plataforma de ensino a distância. Revista Minerva, v. 4, p. 27-39, 2007.

LOPES, G. N.. Aprendizagem Baseada em Problema com Aplicações em Ciências Agrárias - Uma proposta para o CCA/UFRR. Agro@mbiente On- line, v. 1, p. 43-49, 2007.

MARTINS, J. G. Aprendizagem baseada em problemas aplicada a ambiente virtual de aprendizagem. Tese (Doutorado) – Universidade Federal de Santa Catarina, 2002.

REIS, F. A. G. V. Aplicação da metodologia da problematização em disciplinas de engenharia ambiental. Tese (Doutorado) – Universidade Estadual Paulista, 2005.

RIBEIRO, L. R. C.. Aprendizagem baseada em problemas (PBL) na

educação em engenharia. Revista de Ensino de Engenharia, v. 27, p. 23-32, 2008.

RIBEIRO, L. R. C.; Escrivão Filho, E. Avaliação formativa no ensino superior: um estudo de caso. Acta Scientiarum. Human and Social Sciences (Online) (Cessou em 2007. Cont. ISSN 1983-4683 Acta Scientiarum. Language and Culture (Online)), v. 33, p. 45-54, 2011.

SCHNAID, F. ; TIMM M. ; ZARO, M. A. . Considerações sobre uso de modelo construtivista no ensino de Engenharia. Anais da 25a RBA Saberes e práticas antropológicas desafios para o século XXI v. 1, p. 1-21, 2003. TAROUCO, Liane M. R. Educação a distância: tecnologias e métodos para implantação e acompanhamento. In: WORKSHOP INTERNACIONAL SOBRE EDUCAÇÃO VIRTUAL - WISE'99, 1999, Fortaleza. Anais... Fortaleza: WISE, 1999. p. 344-359.

124 7. Conclusão geral

7.1. Considerações finais

As mudanças tecnológicas ocorridas principalmente a partir dos anos 1970 fortaleceram o campo de conhecimento da ciência da computação e informática, cuja filosofia foi disseminada por todas as áreas da ciência e pesquisa.

Na sociedade capitalista e de mercado, o modo de operar as vantagens das tecnologias emergidas nos anos 1970, são o fortalecimento das capacidades organizacionais aprendidas por pessoas e instituições. As pessoas são transitórias, mas as instituições permanecem e essas capacidades organizacionais se baseiam nos conhecimentos técnico, funcional e gerencial que são apreendidos com o uso e a pratica das tecnologias de base microeletrônica. O uso intensivo e direcionado das tecnologias de comunicação e informação tem trazido para a sociedade brasileira a oportunidade de maior participação nas decisões políticas e uma chance de melhoria da cidadania e acesso ao conhecimento científico.

7.2. Conclusão do capítulo 2

As universidades federais são ofertantes de serviços públicos de ensino, tanto de graduação quanto de pós-graduação, e estão aumentando o número de estudantes matriculados por meio do método do ensino a distância, atendendo a uma demanda crescente da sociedade.

Dentro do grupo de universidades do sistema Universidade Aberta do Brasil, foi possível encontrar pelo menos duas formas de organização que são diametralmente opostas no quesito (i) docentes em dedicação exclusiva ao EAD e (ii) lotação em unidades de EAD.

Pela ótica do campo da administração, conhecida com organização sistemas e métodos, as universidades precisam, também, de organizar os processos administrativos e de produção que viabilizem um serviço de qualidade na oferta das disciplinas e atendimento das demandas dos estudantes, nos cursos da modalidade educação a distância.

Dentro do sistema UAB existem universidades federais nas quais os professores de disciplinas de EAD são responsáveis e participantes somente

125 da oferta de serviço de EAD. Nestas instituições as etapas anteriores de organização e produção são realizadas por técnicos administrativos. Contudo em algumas universidades o docente participa das etapas de organização, produção e oferta e para tanto lhes são requeridas capacidades de gestão do conhecimento e produção.

7.3. Conclusão do capítulo 3

A UFV e a UFOP possuem formas de organizar produzir e ofertar o ensino a distância que diferem em algumas etapas adminstrativas. Na UFV, dada a integração dos sistemas informatizados e a adoção de um ambiente virtual de aprendizagem próprio, os sistemas existentes dão suporte integrado aos serviços de ensino a distância, embora a escala de oferta tem sido menor que na UFOP. Assim, na UFV não está sendo necessária a existência de um sistema de produção dedicado. Na UFOP devido a forma de organizar os serviços e a alta escala de oferta, está sendo necessária a existência de um sistema de produção que seja dedicado.

Na UFV o professor da educação a distância está liberado de atividades puramente administrativas e pode se concentrar na atividade de docência e pesquisa. Ao passo que na UFOP o professor incorpora atividades puramente administrativas inerentes aos serviços de educação a distância e lhe sobra menos tempo para a pesquisa.

Em qualquer das duas formas de organização do ensino a distância, conforme tem sido praticado na UFV e na UFOP, sempre existirá um fluxo de processos e informações. O que está diferenciando uma forma da outra, é o formato da estrutura organizacional que suporta a organização, produção e oferta dos serviços de EAD. O formato organizacional determina as necessidades que a universidade terá em relação ao seu sistema de produção de EAD e a forma de fazer a sua gestão.

7.4. Conclusão do capítulo 4

As mudanças no design de uma disciplina no ambiente virtual de aprendizagem contribuem para melhorar o nível de interesse do estudante, visto que a organização dos conteúdos e a sua apresentação fazem parte do processo de aprendizagem.

126 Aumentar os canais de comunicação e facilitar a interlocução entre o professor os tutores e os estudantes, em uma disciplina que tem a sua carga horária totalmente oferecida a distância, melhora o resultado da aprendizagem do estudante assim como o seu interesse pela mesma.

O design de uma disciplina em ambiente virtual deve apresentar de forma clara e objetiva o programa de ensino e as metas de avaliação e aprendizagem, para que o estudante possa rapidamente de adaptar aos meios oferecidos de ensino e conseguir alcançar o aprendizado esperado. 7.5. Conclusão do capítulo 5

O resultado esperado era a redução dos 25% de reprovação após a criação de um design da disciplina que pudesse servir de modelo e ser usado em disciplinas de carga horária de 60 horas nos cursos de engenharia da UFV. Com o fim do período letivo, foi possível obter estes resultados que confirmaram a validade do projeto. Conclui-se, portanto, que o uso de técnicas do ensino a distância são úteis à melhoria do ensino e, por consequência, do aprendizado.

O uso de material audiovisual, como vídeos pré-laboratório, que auxiliaram a relação entre conteúdo teórico e conteúdo prático, e principalmente vídeos de exercícios, que funcionaram como uma extensão da sala de aula, foi considerado pela maioria dos alunos, como tendo alguma importância à melhoria da aprendizagem.

7.6. Conclusão do capítulo 6

O método PBL não se aplica à totalidade das disciplinas da maioria dos cursos de engenharia atualmente no Brasil. A maior parte dos cursos tem uma grade curricular estruturada no sistema de crédito. Nos projetos pedagógicos dos cursos não está prevista a aplicação do PBL como método de ensino e aprendizagem. Conforme a literatura, para a introdução do PBL como o principal método de ensino e aprendizagem é necessário que haja uma adaptação da grade curricular para suportar o método.

O PBL em conjunto com métodos tradicionais, é aplicável para o ensino e aprendizagem de diversas disciplinas de um curso de engenharia, conforme estão estruturados atualmente no Brasil.

127 Na literatura, uma questão importante é levantada, a respeito do lado administrativo do processo de ensino e aprendizagem PBL. Muitos trabalhos sobre o PBL demonstram vantagens e desvantagens a respeito do valor do método e da organização das matrizes curriculares. Existe também o lado administrativo que apóia uma organização dos processos do PBL.