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Straff for ugifte mødre

Kapittel 4: Kronarbeid på arbeidsanstalten i Christiania

4.4 Case-studie: Bidragspliktige fedre på arbeidsanstalten i 1865

4.4.3 Straff for ugifte mødre

4.4.1 Variáveis Significantes para o Retorno das Ações Ordinárias das Instituições Financeiras

A Tabela 4 apresenta os resultados da estimação do modelo para as ações ordinárias das instituições financeiras brasileiras. A análise da referida tabela indica que as variáveis

VPA e Ibov são estatisticamente significantes ao nível de 1% e que Pr_Luc e Selic são significativas ao nível de 10%. Desta forma, o resultado indica que o valor patrimonial por ação, a relação entre o preço e o lucro, o retorno do índice Bovespa e a taxa Selic impactam o retorno das ações ordinárias das instituições financeiras.

A análise da Tabela 4 ainda permite concluir que as variáveis VPA, Ibov e Selic apresentam correlação positiva com a variável RET para as ações ordinárias das instituições financeiras enquanto que a variável Pr_Luc apresenta correlação negativa com a variável dependente.

Com relação às variáveis que impactam positivamente o retorno das ações ordinárias das instituições financeiras pode-se dizer que: se a variação do valor patrimonial por ação da instituição for positiva, o retorno sobre suas ações também será positivo; quanto maior o retorno do índice Bovespa, maior o retorno das ações e que o aumento da taxa básica de juros Selic, também ocasiona elevação do retorno das ações.

Ainda conforme a tabela 4, com relação à variável que reflete o índice preço/lucro, pode-se dizer que impacta negativamente o retorno das ações ordinárias na medida em o preço de mercado é superior ao lucro por ação, ou seja, quanto maior o índice preço lucro, menor o retorno da ação.

Após a realização dos testes preliminares, verifica-se que o modelo de pesquisa descreve 28,13% da variável dependente RET para as ações ordinárias das instituições financeiras, ou seja, os 71,87% são explicados por outras variáveis não incluídas no modelo.

4.4.2 Variáveis Significantes para o Retorno das Ações Preferenciais das Instituições Financeiras

A Tabela 7 apresenta os resultados da estimação do modelo para as ações preferenciais das instituições financeiras brasileiras. Ao analisar a referida tabela verifica-se que o intercepto e todas as demais variáveis incluídas no modelo (TAM, ROE, CGP, P_VP, Ibov, Selic e PIB) são estatisticamente significantes ao nível de 1%. Desta forma, o resultado indica que a variação do tamanho, mensurado pela variação dos ativos totais, o retorno sobre o patrimônio líquido, a variação do capital de giro próprio, a relação entre o preço e o valor patrimonial da ação, o retorno do índice Bovespa, a taxa Selic e a variação do PIB impactam o retorno das ações preferenciais das instituições financeiras.

Analisando a Tabela 7 pode-se concluir que o intercepto e as variáveis TAM, ROE, Ibov, Selic e PIB apresentam correlação positiva com a variável RET para as ações preferenciais das ações das instituições financeiras enquanto que as variáveis CGP e P_VP apresentam correlação negativa com a variável dependente.

Isso significa que, das variáveis que impactam positivamente o retorno das ações preferenciais das instituições financeiras, quanto maior a variação do tamanho da empresa, maior o retorno das ações preferenciais; quanto maior o retorno sobre o patrimônio líquido de uma instituição, maior será o retorno sobre suas ações; um maior retorno captado pelo índice Ibovespa implica em um aumento do retorno das ações preferenciais das instituições; o aumento da taxa básica de juros Selic, também ocasiona elevação do retorno das ações e que uma variação positiva no PIB implica em um retorno positivo nas ações.

Com relação às variáveis que impactam negativamente o retorno das ações preferenciais das instituições financeiras pode-se dizer que a variável que: quando a variação do capital de giro próprio da instituição é positiva, ou seja, quando há indícios de que a empresa possui recursos de longo prazo suficientes para bancar seus ativos permanentes, o retorno das ações sofre uma redução; quando o índice preço/valor patrimonial é positivo indica que o valor de mercado da ação é superior ao valor patrimonial da ação, impactando negativamente o retorno acionário.

Após a realização dos testes preliminares, verifica-se que o modelo explica 44,67% das variações na variável dependente RET para as ações preferenciais das instituições financeiras, ou seja, os 55,33% restantes não são explicados pelo modelo.

4.4.3 Variáveis Significantes para o Retorno das Ações Ordinárias e Preferenciais das Instituições Financeiras

A Tabela 10 apresenta os resultados da estimação do modelo para as ações ordinárias e preferenciais, incluídas em um mesmo modelo, das instituições financeiras brasileiras. Verificando a referida tabela, percebe-se o intercepto e as variáveis TAM, ROE, P_VP, Ibov, Selic, PTAX, PIB e D(RP) são estatisticamente significantes ao nível de 1%, e que as variáveis Ind_Bas e CGP são significativas ao nível de 10%. Desta forma, o resultado indica que a variação do tamanho (mensurado pela variação dos ativos totais), a relação entre o capital regulatório e o ativos ponderados pelo risco (mensurado pelo índice de Basiléia), o retorno sobre os ativos, o retorno sobre o patrimônio líquido, a variação do capital de giro

próprio, a relação entre o preço e o valor patrimonial da ação, o retorno do índice Ibovespa, a variação da taxa Selic, a variação cambial, a variação do PIB e o risco país impactam o retorno das ações ordinárias e preferenciais das instituições financeiras.

A análise da Tabela 10 evidencia que o intercepto e as variáveis TAM, ROE, Ibov, Selic, PIB e D(RP) apresentam correlação positiva com a variável RET para as ações ordinárias e preferenciais das instituições financeiras enquanto que as variáveis Ind_Bas, CGP, P_VP e PTAX apresentam correlação negativa com a variável dependente.

Dessa forma pode-se dizer que, das variáveis que impactam positivamente o retorno das ações ordinárias e preferenciais: quanto maior a variação do tamanho da empresa, maior o retorno das ações ordinárias e preferenciais; quanto maior o retorno sobre o patrimônio líquido de uma instituição, maior será o retorno sobre suas ações; quanto maior o retorno do índice Ibovespa, maior o retorno das ações ordinárias e preferenciais; um aumento da taxa básica de juros Selic, ocasiona elevação do retorno das ações; uma variação positiva no PIB, implica em uma elevação do retorno acionário; e uma maior pontuação na mensuração do risco país causa impacto positivo no retorno das ações.

Com relação às variáveis que impactam negativamente o retorno das ações ordinárias e preferenciais pode-se dizer que: quanto maior o índice de Basiléia, que mensura a capacidade de solvência da instituição, menor o retorno das ações; quando a variação do capital de giro próprio da instituição bancária é positiva, implica em um menor retorno acionário; um aumento no preço comparado ao valor patrimonial da ação implica em um menor retorno acionário e a valorização do real frente ao dólar indica um menor retorno das ações.

Após a realização dos testes preliminares, verifica-se que o modelo de pesquisa descreve 40,42% das variações na variável dependente RET para as ações ordinárias preferenciais das instituições financeiras, ou seja, os 59,58% restantes não são explicados pelo modelo.