10. Bøker Ribsskog skrev
16.0 Sluttord
Demonstrado o caminho teórico que se pretende seguir para a realização deste trabalho, entende-se ser este o momento de explicitar a base utilizada para a escolha da metodologia proposta para esta pesquisa. Assim, objetivando evidenciar o entendimento do pensamento dos autores, acrescidos de idéias próprias e opiniões, iniciou-se este estudo a partir da pesquisa bibliográfica, quando se realizou um planejamento global, que incluiu a identificação, a localização e a obtenção da bibliografia pertinente sobre o assunto, para que se pudesse apresentar um texto sistematizado a partir da literatura examinada.
Esta pesquisa percorreu um caminho dividido em duas etapas distintas: a primeira diz respeito à revisão bibliográfica e, a segunda, à pesquisa de campo.
Na pesquisa bibliográfica examinou-se a literatura sobre relações públicas, turismo, hospitalidade e hotelaria, enfocando as especificidades conceituais para se compreender a abrangência das duas áreas.
Desta forma, este trabalho tem como método principal a pesquisa qualitativa, o que não impossibilita a obtenção de dados quantitativos, uma vez que se entende que um método complementa o outro. Em face da natureza exploratória, descritiva e explanatória deste estudo, a pesquisa qualitativa oferece riqueza e profundidade necessárias para a compreensão dos significados que estão além dos dados coletados e que, na maioria das vezes, são possíveis somente por meio da pesquisa quantitativa. Outro fato que motivou a escolha da pesquisa qualitativa foi a grandiosidade do universo da mesma e, neste método, possibilita que numa pequena amostra existe a possibilidade de examinar fenômenos de uma perspectiva mais profunda. Os métodos qualitativos como: estudos de casos, focus groups, entrevistas em profundidade, observações em campo etc., são os mais indicados para se desenvolver pesquisas em relações públicas, uma vez que a pesquisa qualitativa é a mais indicada pelos estudiosos da área para investigar processos humanos complexos em constante mudança. No caso específico deste estudo, existe uma série de variáveis desconhecidas que são mais facilmente identificadas quando se utiliza o método qualitativo, uma vez que o objeto é verificar se a organização hoteleira desenvolve atividades de relações públicas que interferem em seu cotidiano.
A pesquisa qualitativa possui pressupostos contrários ao modelo experimental; o pesquisador é integrante do processo de conhecimento e interpreta os fenômenos, atribuindo-
lhes um significado. Assim, a acuidade inventiva do pesquisador é fundamental para captar o universo das emoções e das interpretações do seu informante. Segundo Baptista, na pesquisa qualitativa o conhecimento não se reduz a um rol de dados isolados conectados por uma teoria explicativa. Ademais, o autor relata:
deixam a verificação das regularidades para se dedicarem à análise dos significados que os indivíduos dão às suas ações, no espaço que constroem as suas vidas e suas relações, ou seja, à compreensão do sentido dos atos e das decisões dos atores sociais, assim como dos vínculos das ações particulares com o contexto social mais amplo em que estas se dão. Há uma relação dinâmica entre o mundo real e o sujeito, entre o sujeito e o objeto, entre o mundo objetivo e a subjetividade do sujeito (BAPTISTA, 1999, p. 35).
O propósito da pesquisa é verificar se os hotéis da região Nordeste do Brasil desenvolvem funções e atividades de relações públicas, por quem são desenvolvidas e se existe um setor responsável pela elaboração de políticas que sustentem e direcionem estas atividades. Assim, entende-se que seriam identificados pontos positivos e negativos, problemas enfrentados para o desenvolvimento das atividades, avaliação dos programas existentes e, ainda, criar expectativa para implantação de novas políticas e atividades.
Para responder à hipótese e atingir os objetivos propostos, esta pesquisa buscou informações nos hotéis localizados no litoral da região Nordeste do Brasil, de acordo com a classificação proposta na amostra.
Pelo conflito existente entre as formas de classificação dos hotéis, já exposto anteriormente, optou-se por utilizar neste trabalho, como fonte para identificar o universo da pesquisa, o Guia Quatro Rodas, por se entender ser esta uma publicação com credibilidade no mercado editorial brasileiro, com 43 anos de existência e tiragem média de 20 mil exemplares, em seu último número, 2008.
O Guia Quatro Rodas, Edição 2008, esclarece aos seus leitores que os critérios para seleção e inclusão de hotéis e restaurantes vêm sendo aprimorados a cada ano. Afirma ainda que não é cobrada nenhuma taxa dos estabelecimentos citados e não aceitamos cortesias. Atualizamos ao máximo o nosso banco de dados até a véspera do fechamento de cada edição. As notas atribuídas a cada hotel, assim como a sua posição dentro de cada categoria, são discutidas pelos repórteres com editores especializados. Observa-se e pontuam-se os tipos de apartamentos, a área social, área de circulação, conservação, localização, estrutura, lazer e a prestação de serviços. Quanto mais alta a categoria, mais itens para serem analisados devem existir no hotel. Exemplifica-se: num aposento observam-se e avaliam-se vários itens existentes, tamanho da TV, tipos de travesseiros, tecidos da roupa de cama. Assim, a 32
qualidade e o conjunto permitem a atribuição de uma nota e a comparação com outros da mesma categoria. Chega-se, então, à avaliação final e à definição da categoria. No Guia, as avaliações das notas são publicadas em ordem decrescente. Ressalta-se, porém, que nas avaliações são levadas em consideração as informações deixadas pelo repórter do ano anterior.
2.2 – ESCOLHA DO TEMA.
A temática desta pesquisa se insere na extensa fronteira das atividades de relações públicas aplicadas ao turismo/hotelaria e vice-versa, o que é por demais complexo. Por isso, menos que querer abarcar o tema de forma exaustiva, pretende-se pontuar questões pertinentes ao assunto, identificando nas atividades de relações públicas e turismo/hotelaria algumas concepções de ordem epistemológica, teórica e metodológica que possam favorecer a seleção de determinadas configurações da realidade mais próxima, geralmente tematizadas acriticamente, dentro de um paradigma dominante, que podem resultar em interpretações insatisfatórias, superficiais ou errôneas. São os fatores implicados nesse processo e suas especificações que poderão verificar se as verdades e comprovações produzidas pela academia interferem no processo histórico-social das relações públicas e do turismo/hotelaria, haja vista que comumente ocorrem atitudes rígidas de adesão e defesa total a um paradigma e conseqüente menosprezo dos outros. Nesse sentido, na maioria das vezes, encontra-se nos “nichos” de mercado uma grande utilidade como passaporte para o exercício da profissão nas mais variadas atividades da sociedade, sempre que realizado com disciplina, eficácia e criatividade. O campo profissional, das relações públicas exige uma nova abordagem conceitual que explicite a existência de conflitos nos mais variados tipos de organizações. Não se devendo esquecer, todavia, que os processos comunicacionais são submetidos a constantes pressões nacionalizadoras/globalizadoras - o que requer uma constante preocupação em sintonizá-los com as tendências nacional-mundiais, desprovincianizando a formação profissional, legitimando as aspirações dos jovens profissionais em galgar postos de trabalhos em organizações que encabeçam as redes às quais estão vinculadas as organizações local-regionais.
Na era da transnacionalização das culturas, das economias e das técnicas, a maneira pela qual se efetivam as articulações entre o local/regional representa um momento necessário no movimento da universalização/globalização. Ainda que apareça um paradoxo, mas a própria dinâmica do sistema mundial, ligado ao processo de globalização, torna necessária a 33
preservação do local/regional. O local/regional representa um espaço privilegiado no que diz respeito a esta diversidade. O caso do Nordeste brasileiro é, a este respeito, particularmente interessante: apesar de ser uma região periférica do Brasil, devido principalmente a questões econômicas, consegue inserir-se na cultura brasileira, inclusive acadêmica, transferindo seu caráter regional para o nacional e, por vezes, universal – se levar em conta suas tradições culturais, seu carnaval, sua música popular, seu litoral e suas cidades históricas.
Assim, a proposta desta pesquisa se apresenta como nova, justificando-se pela procura de marcas que revelem uma identidade regional que visem caracterizar e diagnosticar as principais ações capazes de minimizar as chances de insucesso das organizações hoteleiras que se estabeleceram no Nordeste do Brasil. O entorno local/regional em que os hotéis estão situados, deverá ser necessariamente o ponto de partida para a sua realização.
Enfatizar os “nichos” de mercado como objeto de estudo tem sido alvo de interesse de inúmeras pesquisas, que o refletem teoricamente e analisam empiricamente, a partir de seus respectivos paradigmas. Mas, enquanto campo acadêmico, vocacionado para a interdisciplinaridade, considerando os assuntos tratados nos mesmos, pouco se fez até agora. Os pesquisadores, em sua maioria, vêm insistindo estudar as atividades de relações públicas, direcionando seus trabalhos para grandes centros econômicos brasileiros e suas Instituições superiores de ponta, relegando para o segundo plano regiões menos desenvolvidas do país, onde estudos nesta área encontram-se praticamente inexplorados, como se não tivessem nenhuma importância no cenário nacional. Porém, ainda que regionalizada, esta pesquisa poderá ultrapassar os limites geográficos do Nordeste, uma vez que determinadas situações que por ventura aí se encontrem não são totalmente estranhas ao resto do país.
Eis que despontam as intenções e os objetivos da pesquisa. O enfoque deste estudo tentará avançar numa perspectiva de propor uma articulação conceitual que reforce a prática das atividades de relações públicas no campo do turismo/hotelaria e facilite o estabelecimento de marcos de operacionalização metodológica, permitindo vislumbrar novas abordagens, novas tendências e maior abrangência temática. Além de ganhos estruturais, entende-se que o delineamento desta pesquisa se mostra relevante por pretender facilitar a discussão sobre a necessidade de desenvolvimento das relações públicas na área de turismo/hotelaria. Assim, o tema ‘atividades de relações públicas na hotelaria do Nordeste’, poderá trazer novos conceitos e paradigmas para a compreensão da comunicação na organização hoteleira.
2.3 – PROBLEMA.
Constatou-se, por meio de documentos do Ministério da Educação, o aumento da quantidade de cursos de relações públicas na região Nordeste nos últimos anos. Percebeu-se, também, o grande número de empreendimentos hoteleiros que têm surgido na última década, na mesma região. Dessa constatação, pode-se afirmar que a área da hotelaria está cada vez mais se firmando como uma atividade econômica organizada, valorizando a atividade turística no Brasil.
Esta pesquisa tem como propósito indagar, verificar e responder o questionamento: as atividades de relações públicas estão sendo desenvolvidas na rede hoteleira do Nordeste brasileiro?
2.4 – HIPÓTESE.
O mercado turístico/hoteleiro da região Nordeste do Brasil pode ser um espaço de atuação do profissional de relações públicas, por meio de implementação e conhecimento dessas atividades por parte dos gestores de turismo/hotelaria.
2.5 – OBJETIVOS.
2.5.1 – Objetivo geral.
Identificar, analisar e avaliar se as atividades de relações públicas estão acontecendo nos hotéis da região Nordeste do Brasil e, conseqüentemente, instituir procedimentos para propor uma articulação conceitual entre estas áreas, que reforce a sua prática e facilite o estabelecimento de marcos de operacionalização metodológica, resultando em abertura do mercado de trabalho.
2.5.2 – Objetivos específicos.
• Diagnosticar dúvidas e deficiências temáticas sobre relações públicas em relação ao turismo/ hotelaria e vice-versa.
• Elaborar procedimentos que colaborem para a eficiência e a eficácia das atividades de relações públicas no mercado turístico/hoteleiro.
• Identificar se os empreendimentos hoteleiros da região Nordeste possuem em seus quadros de funcionários, profissionais de relações públicas.
• Diagnosticar, nos hotéis estudados, os programas de relacionamento com os diversos públicos e quem os executa.
2.6 – SELEÇÃO DE FONTES.
Definido o tema, realizou--se o levantamento bibliográfico (bibliotecas da Universidade Federal do Maranhão e da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo e livrarias de São Paulo), identificando na bibliografia disponível o material que serviria de suporte ao estudo pretendido. O produto desta identificação é uma lista, a mais completa possível, de documentos representativos para a investigação.
Não se perdeu de vista que a primeira fonte para indicar a bibliografia pertinente ao tema escolhido é o orientador. Ademais, recorreu-se a fontes bibliográficas secundárias, como: portais, índices com resumo, resumos de teses e dissertações, catálogos de bibliotecas, catálogos de editoras, sites oficiais, etc. E por fim, a seleção dos hotéis onde foi realizada a pesquisa de campo.
2.7 – LEITURA E TRANSCRIÇÃO DE DADOS.
Utilizou-se, no caso, um fichamento eletrônico, via computador, onde se guardou as informações em arquivos, com possibilidade de ampliar, corrigir, ordenar, remover ou substituir as anotações.
2.8 – ALGUNS PRESSUPOSTOS METODOLÓGICOS.
O delineamento do estudo proposto necessita, portanto, de uma visão mais holística do processo de pesquisa social, para que ele possa incluir a definição e a revisão de um problema, sua teorização, a coleta de dados, a análise dos dados e a apresentação dos resultados. Sob o ponto de vista que interessa este estudo, a pesquisa foi descritivo- exploratória, utilizando os métodos qualitativos, com a finalidade de demonstrar o campo do turismo/hotelaria, procurando-se conhecer a realidade, sem nela interferir para modificá-la.
O objetivo da entrevista em profundidade é a interpretação e a compreensão do comportamento, das atitudes e dos padrões humanos do entrevistado. As entrevistas foram 36
realizadas pessoalmente pelo investigador, garantindo dessa forma que as questões fossem respondidas em sua complexidade e que as mesmas tivessem o caráter de uma conversa com objetivos determinados, respeitando a maneira como os entrevistados estruturaram suas respostas. O entrevistador procurou aplicar a técnica de ouvir, não emitindo opiniões.
2.9 – UNIVERSO.
Diante deste quadro, o universo da pesquisa compõe-se de 3000 empreendimentos hoteleiros da região Nordeste do Brasil.
2.10 – CONSTITUIÇÃO DA AMOSTRA.
A amostra será de 02 hotéis, por Estado, podendo ultrapassar este número, a depender das circunstâncias de cada Estado da região, localizados na área litorânea, buscando atender aos critérios de: muito confortável, médio conforto e confortável.
Exemplifica-se:
• Estado de Alagoas
• Jatiúca Hotéis e Resorts – muito confortável • Hotel Meliá Maceió – médio conforto • Ponta Verde Praia Hotel – confortável
2.11 – TÉCNICA AMOSTRAL.
Probabilística por capital dos Estados do Nordeste, que estejam localizadas no litoral. Exclue-se aqui o Piauí, onde a pesquisa foi realizada na única cidade litorânea do Estado que atendia o universo amostral, Luiz Correia, vizinha à cidade de Parnaíba. Registra-se que foram feitas 05 tentativas para se chegar à cidade. Três vezes tentou-se, via São Luis, Maranhão, duas vezes via Teresina, Piauí. Em todos os casos não foi possível o acesso devido a chuvas fora de época, que ocasionaram a interdição das estradas.
Foi estabelecido que fosse entrevistado um funcionário que pertencesse ao quadro gestor do hotel, ou seja, buscou-se por um setor de comunicação. Quando não houvesse a existência do mesmo, procurou-se uma atividade afim, como os setores de eventos e/ou marketing.
Quanto ao estabelecimento hoteleiro, este foi selecionado por meio de sorteio desde que estivesse localizado na capital litorânea, e cumprisse as exigências propostas na amostra. Na hipótese de recusa do estabelecimento em responder a pesquisa, o mesmo não seria substituído. Porém, registre-se que em todas as cidades da amostra foram ultrapassados os números de hotéis pesquisados.
No pré-teste, identificou-se que seria necessário um dia para realizar cada uma das pesquisas, portanto foram estipulados 03 dias em cada capital para a realização da mesma. Buscou-se ainda, realizar a pesquisa em baixa temporada, uma vez que a alta temporada acarreta nos hotéis uma lotação de quase cem por cento, o que dificultaria a disponibilidade de um funcionário para responder à pesquisa. Assim, as visitas aos hotéis ocorreram em 2008, conforme descrito abaixo:
• Primeira quinzena de abril – Ceará, Maranhão e Piauí.
• Primeira quinzena de maio – Pernambuco, Paraíba e Rio Grande do Norte. • Primeira quinzena de junho – Bahia, Sergipe e Alagoas.
2.12 – ELABORAÇÃO DO INSTRUMENTO DA PESQUISA.
A metodologia utilizada para esta coleta inicial é a entrevista em profundidade, individual ou em grupo, com natureza semi-estruturada, uma vez que, além da direção que se pretende dar ao estudo, é importante estar aberto para novas possibilidades que o objeto de estudo possa apresentar. Assim, entendeu-se que o instrumento mais adequado para a realização desta pesquisa é um protocolo previamente estabelecido, porém, que permita a inclusão de novas informações. O conteúdo do protocolo foi elaborado a partir das funções e atividades de relações públicas constantes na segunda parte do instrumento. A primeira parte foi reservada para a identificação do estabelecimento hoteleiro.
2.13 – PRÉ-TESTE
Uma vez produzido o protocolo, o mesmo foi revisado e aprovado pelo orientador. O pré-teste serviu para averiguar aspectos das entrevistas como: perguntas repetitivas, ambigüidades de perguntas, tempo gasto em cada entrevista, ordem de apresentação e quantidade de perguntas, necessidade ou não de maiores explicações sobre as perguntas. O pré-teste serviu também para verificar parâmetros de confiabilidade, validade e operacionalidade. Buscou-se atentar para questões éticas e operacionais.
O pré-teste foi realizado em abril de 2007, nas cidades do Recife e Salvador, em dois hotéis de cada cidade e, após a análise, foram efetuadas as correções necessárias.
2.14 – ANÁLISE DOS DADOS.
As entrevistas foram realizadas com funcionários dos departamentos de marketing, eventos e com gerentes, uma vez que os hotéis da amostra, em sua totalidade, não possuem departamentos de comunicação. Os entrevistados possuem formação em nível superior, nas mais variadas áreas: administração, turismo, hotelaria, psicologia, relações públicas. Identificou-se que os hotéis pesquisados possuem em média 200 funcionários, distribuídos em três turnos. Sempre localizados no litoral, os hotéis estão geralmente, disposto um ao lado do outro nas cidades pesquisadas. Em se tratando da classificação, os entrevistados afirmaram que não se preocupam mais com isso e, continuam usando as classificações antigas. Esta afirmação vem acompanhada sempre da explicação que o importante é oferecer ao hóspede qualidade, principalmente baseados no ISSO 9001/2000 E ISSO 14001. Portanto, hoje a preocupação maior é participar dos programas de qualidade.
CAPÍTULO III – RELACIONAMENTOS ESTRATÉGICOS/RELAÇÕES PÚBLICAS